Voltar à página inicial

Minha Oferta ao Sagrado Coração de Jesus

Facebook Youtube Instagram

Saiba mais sobre as Confissões mal feitas, e veja como evitá-las a todo custo! (Parte II)

Foto antiga que mostra uma grande fila para o Sacramento da confissão.

.

Continuação do post: Saiba mais sobre as Confissões mal feitas, e veja como evitá-las a todo custo! (Parte I) 

.

Pregavam-se os Exercícios em uma paróquia do Piemonte.

Havia já alguns dias que tinham começado as confissões e desde o princípio eu notara uma pessoa de aspecto triste e indizivelmente constrangida que rondava o confessionário.

Não fazia, porém, muito caso disso, quando eis que uma noite ela caiu aos meus pés e disse:

— Padre, ajudai-me; eu sou uma infeliz. Há quinze anos que eu me confesso mal; só fui capaz de cometer sacrilégios… e desatou em pranto.

— Pois bem, cria coragem, eu respondi, Deus será misericordioso; para a senhora também Jesus será infinitamente bom. Diga-me: quantos anos tem? Como é que enveredou por esse caminho?

— Tenho vinte e sete anos; quando tinha doze apenas, por causa de uma curiosidade ilícita eu cometi um pecado que não ousei confessar.

Com tal sacrilégio, aproximei-me da mesa da Comunhão e, desde aquele dia até hoje os pecados e sacrilégios sucederam-se uns aos outros.

Rezei muito, chorei muito, fiz romarias mas tudo em vão!

Confessava-me todos os meses e até com mais freqüência por ocasião dos Exercícios Espirituais; repetia as confissões gerais mas esses pecados eu sempre os escondi, por pura vergonha.

— E a senhora estava satisfeita com as suas Confissões: Comungava tranquilamente?

— Oh, Padre! se soubésseis como os remorsos amargos atormentavam o meu coração, cravando-se nele como espinhos agudos!

— Mas então por quê continuava sempre do mesmo modo?

Porque fui uma tola, eis tudo… Um medo indizível das reprimendas do confessor fechava-me a boca e um exagerado respeito humano das minhas companheiras arrastava-me para o Comunhão nesse estado.

— Há quanto tempo confessou-se pela ultima vez?

— Confessei-me já três vezes durante esta Missão, com três confessores diferentes, sempre com o firme propósito de acabar com isto de uma vez por todas e dizer tudo.

 Mas, chegando ao ponto terrível, sentia um nó cruel que me apertava a garganta e assim calava-me.

— E agora, como conseguiu manifestar-se?

— Padre, o vosso sermão de hoje sobre a necessidade absoluta da confissão bem feita, aquelas palavras tantas vezes repetidas “experimentem e verão o quanto Jesus é bom”, comoveram-me e foi então que decidi falar, custasse o que custasse.

Ajudada pelo confessor ela fez uma confissão geral das mais consoladoras, tendo recebido a absolvição, não parava de repetir:

— Agora chega, Padre, chega de pecados e sacrilégios. Direi a todos que experimentei e que vi como Jesus é bom!…

D. — São fatos que consolam, não é?… e ainda bem que reconhecem suas faltas!

M. — Mas quantos não as reconhecem mesmo em ponto de morte!

É uma coisa muito triste, mas infelizmente verdadeira; não raro há moribundos que às portas da morte, teimam em esconder os pecados não confessados ou mal confessados desde a juventude, nesse estado deplorável passam para a eternidade.

D. — Coitados!

M. — Pode chamá-los desgraçados! ai de quem começa.

(Continua…)

.

*   *   *

.

.

Fonte: retirado do livro “Confessai-vos bem” do Padre Luiz Chiavarino.

.

 

 

Se você NÃO tem Facebook, comente abaixo a:
  1. Nenhum comentário ainda.
  1. Nenhum trackback ainda.

GRÁTIS.
Coloque seu e-mail abaixo e receba orações, conselhos católicos e Mensagens de fé

Pesquisar no site

Veja o que acabamos de publicar

  • Dia de Nossa Senhora Rainha – Ofereça esta bela oração à Virgem Santíssima Leia Mais +
  • Anjos, servos de Deus Leia Mais +
Topo ↑

Inclua agora seu nome na Missa de Súplicas ao Coração de Jesus.
Ligue grátis de qualquer lugar do Brasil:

0800 774 7557

Política de Privacidade

Voltar aos Posts