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boletim

A chuva de Rosas

25 abril 2012

Que contraste entre o anonimato no qual viveu Santa Teresinha e a glória que brilha hoje sobre seu túmulo!

O mundo, que ela abandonou sendo ainda jovem, não a conhecia. No convento, as religiosas gostavam da sua bondade e boa disposição; muitas, orém, não imaginavam os tesouros escondidos naquela alma.

Enquanto Teresa agonizava, uma jovem irmã perguntou em voz alta: “a nossa irmãzinha do Menino Jesus é encantadora, mas nada fez de admirável. Oque se poderá contar na sua notócia biográfica?”

Morre a Santa, e sua radiante fugura entusiasma os corações. O número de admiradores aumenta sem cessar. A sua reputação transpõe as fronteiras de França. A multidão de devotos aflui de toda parte: da Europa, das regiões mais longiquas, até dos países de missão. quando o Soberando Pontífice a eleva à honra dos altares, o universo católico estremece de imensa alegria. é que Teresa traz na fronte a auréola dos taumaturgos. É tão maravilhoso o seu poder de inercessão, que na história dos Santos raramente se encontra um tão grande múmero de milhares.

Extraído do livro: Santa Teresa do Menino Jesus – Pe. Thomas de Saint-Laurent

A origem da medalha de São Bento

24 abril 2012

É impossível fixar com precisão a época em que se começou a usar a medalha de São Bento, mas podemos determinar as circunstâncias que ajudaram sua propagação.


Em 1647, em Nattremberg, na Alemanha, umas feiticeiras, acusadas de terem feito malefícios contra os habitantes da região, foram presas por ordem da autoridade pública.

Na instrução do processo, eles declararam que suas supersticiosas maquinações sempre ficavam sem resultado nos lugares que estivesse presente a imagem da Santa Cruz; acrescentaram que nunca tinham conseguido exercer poder algum contra a abadia de Metten, de onde concluíram que tal impotência se devia a alguma Cruz que protegia aquele mosteiro.

Biblioteca do Monastério de Metten

As autoridades consultaram os Beneditinos de Metten sobre essa particularidade. Fizeram-se pesquisas na abadia e notaram-se nas paredes muitas representações da Santa Cruz, acompanhadas dos caracteres que estão reproduzidos na medalha de São Bento (veja aqui). Eram de época remota aqueles sinais, e muito tempo havia já que ninguém lhes prestava mais atenção.

Faltava explicar os tais caracteres, cujo sentido se tinha perdido; só eles é que podiam revelar a intenção com que aqueles cruzes ali haviam sido traçadas.

Depois de muitas investigações, afinal encontrou-se, na biblioteca da abadia, um manuscrito notável pela encadernação enriquecida com relíquias e pedras preciosas, o qual trazia, na primeira página, treze versos que indicavam ter sido o volume escrito e adornado por ordem do Abade Pedro, no ano de 1415.

O volume continha os Evangelhos acompanhados de outros escritos piedosos, assim como vários desenhos executados por um monge anônimo de Metten. Um dos desenhos representava São Bento, tendo na mão direita um bastão terminado por uma cruz, e na mão esquerda uma flâmula. Sobre o bastão e na flâmula liam-se precisamente os versos latinos cujas iniciais figuram hoje na medalha de São Bento.

Assim, os versos da medalha não eram simplesmente obra ignorada de um copista, as uma fórmula já honrada de certa celebridade, uma vez que só as iniciais de cada uma das palavras que os compõem se achavam pintadas em diversos lugares na abadia de Metten, em redor da imagem da Cruz; e isto desde um tempo tão remoto que, em 1647, já se tinha perdido o significado dos caracteres.

O acontecimento de Nattremberg  despertou a devoção dos povos para com São Bento representado com a Santa Cruz. Foi então que, para os fiéis poderem gozar da proteção prometida aos que veneram a Santa Cruz em união com o santo Patriarca, a piedade pensou em multiplicar e propagar os augustos símbolos que se acham reunidos na medalha.

Da Alemanha, onde primeiramente se cunhou a medalha, foi-se ela espalhando com rapidez por toda Europa católica, sendo considerada pelos fiéis como uma defesa segura contra os espíritos infernais.

Extraído do livro: “A vida maravilhosa e a Medalha de São Bento”

Não desista. Peça até conseguir sua graça. O Sagrado Coração nunca te abandonará

23 abril 2012

Pelas minhas orações e velas acendidas, venho agradecer um grande graça que recebi. Depois de anos intercedendo ao Sagrado Coração foi realizado o meu grande sonho: o meu marido deixou o vício do álcool e do cigarro, estamos em paz graça a Deus. Obrigada ao Sagrado Coração de Jesus. Sueli Lucia

Porque nós católicos acendemos velas

22 abril 2012

Por que se acende uma vela a Deus ou a um santo? Para comprá-los a fim de alcançar uma graça? Ou para apaziguá-los a fim de ficarmos livres de um mal que nos atormenta ou de uma desgraça que nos ameaça? Nem um nem outro.

O sentido da vela acesa é muito mais nobre e mais profundo.

Símbolo de consumação

Deus é nosso Criador e nós, suas criaturas; quer dizer que tudo o que somos e tudo o que temos nos foi dado de graça por Deus. Por conseguinte, seu poder sobre nós é absoluto e seus direitos ilimitados. Pode até exigir a nossa própria vida em sacrifício. Até os povos pagãos reconheciam esse direito a seus falsos deuses. Por isso ofereciam-lhe sacrifícios humanos (crianças, geralmente, por causa de sua inocência), para acalmar a sua ira ou conseguir o que desejavam.

A Bíblia Sagrada nos diz também que o Deus verdadeiro pediu a Abraão que lhe sacrificasse seu filho único Isaac. Abraão obedeceu. Mas no instante em que segurava a faca para matar o filho em cima da fogueira, Deus enviou seu Anjo que reteve a mão do pai e substituiu o filho por um carneiro (Gn 22). Deus mostrava, assim, que os sacrifícios humanos não são agradáveis a seus olhos e que só quis pôr à prova a fidelidade e a obediência de seu servo.

Na história da humanidade houve um só sacrifício de seu próprio Filho feito homem, Nosso Senhor Jesus Cristo, na cruz, para a salvação e a redenção do gênero humano. Esse sacrifício continua renovando-se misticamente, de modo incruento, onde houver um sacerdote e um altar.

Que relação pode haver entre um sacrifício e uma vela acesa? A vela acesa substitui, perante de Deus, a pessoa que a acende: consome-se, como se fosse um holocausto oferecido a Deus. O holocausto era, na Antiguidade e na lei mosaica, o sacrifício mais perfeito, porque por ele a vítima era oferecida a Deus e queimada, por inteiro, em reconhecimento a seu poder e direito absolutos sobre quem a oferecia. A vela acesa é um holocausto em miniatura.

A pessoa adquire a vela, que passa a lhe pertencer, a ser sua. Acende-a para ser consumida em seu lugar.

Uma vela acesa a Deus simboliza, portanto, a adoração e a entrega total de quem a acende ao Deus Todo Poderoso, Senhor e Criador de todos os seres. Uma vela acesa a um santo tem o mesmo simbolismo, só que este sacrifício é oferecido a Deus por intermédio daquele santo. É claro que está longe de ter o mesmo valor do sacrifício eucarístico, cujo valor é infinito, visto que por ele é o próprio Homem-Deus que se oferece a seu Pai. Mas nem por isso deve ser desprezado ou abolido. Deve-se, sim, evitar a má interpretação e o exagero, isto é, evitar dar-lhe maior valor do que ele tem. Vela acesa é, pois, símbolo de consumação.

Símbolo de Cristo, Luz do mundo

A vela acesa tem também outro simbolismo. Irradiando luz iluminadora, simboliza Cristo “Luz do mundo”, conforme ele próprio se qualificou. Por isso, nos ofícios litúrgicos, usam-se velas acesas, sobretudo durante a semana santa e o tempo pascal.

Por que Acender Velas?

O costume de acender velas tem origem nas prescrições do Antigo Testamento: “O Senhor disse a Moisés: “Ordena aos israelitas que te tragam óleo puro de olivas esmagadas para manter, continuamente acesas as lâmpadas do candelabro. Disporás as lâmpadas no candelabro de ouro puro para que queimem continuamente diante do Senhor”. Lev 24, 1-4.

A vela acesa, enquanto rezamos, tem como idéia básica a “LUZ” como oposição às “trevas” está nas suas raízes: Por exemplo, o profeta Simeão falou da vinda de Cristo como “Luz para iluminar as nações” (São Lucas, 2,20). Simeão refletia consigo mesmo a profecia do profeta Isaías sobre a vinda do Messias: “O povo que andava nas trevas viu uma Grande Luz; sobre aqueles que habitavam na sombra da morte resplandeceu uma Luz” Is 9,1. Esta profecia cumpriu-se no Novo Testamento, quando a Virgem Maria apresentou seu filho Jesus no templo de Jerusalém. (Lc. 2, 22-32:). Também Jesus identificou-se a si mesmo com estas palavras: “Eu Sou a LUZ do mundo, aquele que me segue não andará nas trevas, mas terá a Luz da Vida” Jo 8,12.

Acender velas é um meio poderoso de unir a nossa oração individual com a oração da Igreja e com Nosso Senhor Jesus Cristo, a Luz do mundo. Mas atenção: as velas não devem substituir nossas orações nem devemos esperar efeitos mágicos delas. Mas, como expressão de nossa presença diante do Altíssimo, para louvá-Lo e depois suplicar que Sua luz ilumine as trevas de nossos pecados, fazendo-nos deles tomar consciência para um sincero arrependimento, pedido de perdão, de ajuda e proteção na vida.

Agora que você já sabe porque acendemos velas, faça a sua brilhar agora. Clique aqui

Fonte:  http://vocacionadosdedeusemaria.blogspot.com

A Imagem do Cristo Redentor

21 abril 2012

Comentário do Dr Plinio Corrêa de Oliveira  sobre a Imagem do Cristo Redentor no Corcovado.

Veja o cristo Redentor pelos olhos deste sábio homem que muito acrescentou a Igreja Católica no Brasil.