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Textos com Etiquetas ‘A Cruz’

Uma poderosa oração para fazer diante do Crucifixo!

27, março, 2018 Sem comentários
Nosso Senhor na Cruz

Nosso Senhor na Cruz

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Para nós cristãos, a presença de um crucifixo em casa é um constante lembrete do imenso amor de Deus pela humanidade.


O crucifixo é visto por todos no lar e traz à mente e ao coração o que Jesus foi capaz de fazer para nos reconciliar com o Pai.

Além de ser um silencioso e ao mesmo tempo eloquente recordatório, o crucifixo é também um ponto focal de oração diária. 

Ao voltarmos a ele o nosso olhar, podemos nos voltar com toda a nossa mente, com todo o nosso coração e com todo o nosso espírito a Deus, de modo que tudo ao nosso redor se torne tênue perante a Sua grandeza absoluta:

É Ele que pode dar sentido a tudo em nossa existência, particularmente quando tudo parece sem sentido nem propósito.

Uma tradicional e preciosa oração que podemos fazer perante o Cristo que Se doou por nós na cruz é esta, capaz de engrandecer em nosso coração o nosso próprio amor por Ele:

Eis-me aqui, ó bom e dulcíssimo Jesus; de joelhos me prostro em vossa presença.

Eu vos peço e suplico, com todo o fervor da minha alma, que vos digneis gravar no meu coração os mais vivos sentimentos de fé, esperança e caridade, verdadeiro arrependimento de meus pecados e firme propósito de emenda, enquanto por mim próprio considero e em espírito contemplo, com grande afeto e dor, as vossas cinco chagas, tendo presentes as palavras que já o profeta Davi punha em vossa boca, ó bom Jesus: “Transpassaram minhas mãos e meus pés e contaram todos os meus ossos”.


Pode-se rezar em seguida um Pai-Nosso, uma Ave-Maria e o Glória.

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Fonte: pt.aleteia.org

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Para reflexão nesta quinta-feira da Quaresma!

1, março, 2018 Sem comentários
A Cruz de Cristo, o centro da vida de todo cristão

A Cruz de Cristo, o centro da vida de todo cristão

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Mihi autem absit gloriari, nisi in cruce Domini nostri Iesu Christi.

Quanto a mim, livre-me Deus de me gloriar, a não ser na Cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo” (Gal. VI, 14)

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14/09 – Solenidade da Exaltação da Santa Cruz.

14, setembro, 2017 Sem comentários
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Exaltação da Santa Cruz

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Esta festa, muito antiga, tinha primeiramente como único objetivo…


…O
aniversário da descoberta da verdadeira cruz de Nosso Senhor, por Santa Helena, e a dedicação das basílicas constantinianas, consagradas em Jerusalém a 14 de setembro de 335, no próprio local do sepulcro e do calvário.

Mais tarde, uma confusão de datas fez passar para o dia 14 de setembro a memória da restituição da Santa Cruz em 629, pelo Imperador Heráclio, que a recuperou dos persas, que a tinham furtado.


A liturgia da Cruz é uma liturgia triunfante: a Igreja celebra nela a vitória de Cristo sobre a morte, e o glorioso troféu da nossa redenção.

Os orientais denominavam-na “da preciosa Cruz, portadora da Vida”.

Essa festa nos recorda o triunfo de Cristo, e a mudança por Ele causada na condição humana.

Pois disse o Redentor:


“Assim como Moisés levantou a serpente no deserto, assim também tem de ser levantado o Filho do Homem, a fim de que todo aquele que nele crer, tenha a vida eterna” (Jo 12, 32).

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Fonte: ipco.org.br

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O pedaço do madeiro onde Jesus foi crucificado, a Cruz de Caravada.

19, agosto, 2017 Sem comentários
Relicário de Caravaca Santa Cruz

Relicário de Caravaca

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Segundo a tradição da Igreja, a Cruz de Caravaca é um “lignum crucis” ou fragmento da Vera Cruz;


Um pedaço do madeiro e da relíquia de primeira classe pertencente ao madeiro no qual Jesus Cristo foi crucificado, relíquia encontrada por Santa Helena.

A cidade de Caravaca de la Cruz, em Murcia (Espanha), celebra desde o dia 8 janeiro de 2017 o Ano Jubilar.

A cidade recebeu em 9 de janeiro de 1998 a concessão da Santa Sé da celebração de um Ano Jubilar a cada sete anos ao redor da devoção à Vera Cruz.

Pe. Pedro Ballester Lorca, capelão da Real Basílica-Santuário da Vera Cruz de Caravaca (Espanha);

Explicou em um escrito publicado pela Universidade Católica de Murcia;


Que esta relíquia é conservada dentro do templo em um relicário em forma de cruz com a parte horizontal dupla e uma parte vertical.


“A importância do símbolo não está no estojo de madeira teca como algumas pessoas acreditavam erroneamente, mas na relíquia contida dentro dele.


É uma cruz oriental, patriarcal e peitoral que, segundo a tradição histórica;


Pertenceu ao patriarca Roberto, primeiro bispo de Jerusalém (no ano 1099).

Cento e trinta anos depois o patriarca, sucessor de Roberto, foi o protagonista que carregava a relíquia;

A qual dois anos depois estava em Caravaca”, assinalou o sacerdote.

Entretanto, a relíquia havia sido descoberta no século IV por Santa Helena, mãe do imperador Constantino;

E foi separada em três pedaços:

“O primeiro pedaço foi entregue ao Patriarca de Jerusalém;

E os dois outros foram trazidos para Constantinopla e Roma”;


Indicou o Pe. Ballester.


Tradição da aparição


A devoção a esta relíquia é do século XIII e vincula os pedaços de madeiro sagrados a duas ordens religiosas da tradição;

Dos Templários (Cavaleiros Templários) e de Santiago, titulares sucessivos do castelo onde se localizava o templo.

A autenticidade dos restos do madeiro foi suficientemente comprovada para que a Igreja lhes concedesse no século XVIII o culto de latria (adoração a Deus).

Segundo a tradição, no dia 3 de maio de 1231;

A cidade de Caravaca estava no meio do território da dominação muçulmana;

E uma cruz com a parte horizontal dupla, a Santa e Vera Cruz;


Desceu do céu levada por alguns anjos para que um sacerdote, Pe. Ginés Pérez de Chirinos;


Preso pelo rei muçulmano Ceyt-Abuceyt, pudesse celebrar Missa.

“Nesse instante, entraram pela janela do quarto dois anjos celestiais segurando o lignum crucis e o colocaram no altar.

O sacerdote recebeu a Santa Cruz das mãos dos anjos ante a surpresa da corte de Saíd e continuou a celebração”, narrou Pe. Ballester.


Este grande milagre fez com que o monarca e seus exércitos se convertessem ao cristianismo.

Após esse milagre, começou o culto cristão na região, fronteira com o reino islâmico de Granada;

Que foi o último a cair e com o qual em 1492 terminou a dominação muçulmana na península ibérica.

Segundo o capelão, a devoção à Cruz de Caravaca não está:

“Fundamentada somente pela tradição particular de um povo, nem com origem nem trajetória duvidosa, desconectada, marginal e conformado;


Mas integrada histórica, litúrgica e devocionalmente à comunidade cristã e eclesial”.


Caravaca foi designada cidade santa por São João Paulo II, que lhe concedeu este título por ter sido o cenário do grande milagre.

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Fonte: acidigital.com

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A “Loucura” da Cruz (Parte I)

10, abril, 2015 Sem comentários

Verdadeiramente, nós somos loucos, mas loucos de amor por Jesus Cristo.

A obra prima da alegria é a Cruz de Jesus Cristo. Esta cruz, que aos olhos do século parece não ser mais que o símbolo da tristeza, do sofrimento e da dor, é, na realidade, o requinte da ventura;

E essa loucura de que fala o apóstolo São Paulo, a do cristão que procura assemelhar-se a Jesus Cristo e por Seu amor se torna como que louco, essa loucura é verdadeiramente o supremo arroubo da felicidade.

Sei, o século não entende assim: um Deus flagelado, ferido, ensangüentado, crucificado, morto, parece-lhe um símbolo absurdo.

O homem que o cobre de beijos e lágrimas, que pelo repúdio de sua vaidade e de seu orgulho, pela renúncia de suas paixões, que procura reproduzir em si a Cruz de Jesus Cristo, parece-lhe o cúmulo da loucura.

Que importa, porém, os pensamentos do século?! Se na terra já houve uma alegria completa e inefável, a do Amor Crucificado; se as criaturas humanas já foi dado algum antegosto da felicidade, que ardentemente desejam, elas o acharam no contato com Jesus Cristo.

O mundo físico tem muitas alegrias: a vida, a saúde, a força, o espetáculo das cenas variadas da natureza, o aspecto das montanhas, a extensão dos mares, a beleza das planícies, os brilhos do sol, os próprios ruídos da tempestade são fontes de prazer para o homem.

O mundo intelectual tem muitas alegrias: o simples exercício das faculdades do espírito, a rapidez, o fluxo e o refluxo dos pensamentos, os encantos da poesia, as harmonias da música, os atrativos da forma e da cor, a pintura, a escultura, a arquitetura são para o espírito e o coração do homem fontes de emoções deliciosas.

O mundo moral tem muitas alegrias: o amor da família, da pátria, da humanidade; as tranqüilas afeições do lar; os afetos ardentes da juventude; as profundas meditações da idade madura; uma grande esperança que se alimenta; uma grande vitória que se conquista – tudo isso é para o homem perene, inesgotável manancial de alegria.

Pois bem; resumi numa só as variadas alegrias do mundo físico, as alegrias variadíssimas do mundo intelectual e moral; resumi num só todos os gozos puríssimos da inteligência, todos os prazeres mais delicados da imaginação,

…vós não tereis senão uma pálida sombra desta infinita alegria que se chama – a Cruz.

Strauss escreveu:

– “A Cruz com um Deus morto pelos pecados dos homens é para os crentes não somente o penhor visível da redenção, mas também a apoteose do sofrimento.

É a humanidade na sua forma mais triste, com todos os seus membros dilacerados e quebrados; a perfeição do cristão e a maldição do mundo.

A humanidade moderna, satisfeita de viver e operar, não pode mais achar em tal símbolo a expressão de sua consciência religiosa; e conservá-lo na Igreja é acrescentar mais uma razão às muitas que já o tornam incapaz de existir. A Cruz é um anacronismo, um sinal de decadência e caducidade”.

Que ignorância!

A Cruz, o poema predileto da humanidade, é o símbolo que se encontra ainda nos lares, em milhares de corações e em todos os túmulos; a Cruz é o alívio do desventurado, a esperança do moribundo.

Na alegria ela enternece; na tristeza ela consola; até mesmo no cemitério, nas sombras da morte, a Cruz é um penhor de vida!

Mas a humanidade ama ardentemente o gozo e o prazer; de fato, ela não procura senão a felicidade.

A Cruz, portanto, é só aparentemente a apoteose dos sofrimentos; e a maior dasfelicidades humanas é a dos corações crucificados.

A Cruz é a obra prima da alegria, porque ela é obra de Deus, e Deus é alegria infinita; e compreende mal a criação, mesmo depois da queda primitiva, quem supõe que a dor representa nas obras de Deus mais que um papel secundário.

No mundo físico não é a dor que prepondera: ninguém pode descrever o número, a grandeza e magnificência de suas alegrias, que envolvem o globo inteiro.

No mundo moral, sem dúvida, existe a dor; mas ela procede da prevaricação do homem, e não de Deus, cuja bondade aponderou-se dela, transfigurou-a, e de tal sorte transformou-a, que a dor tornou-se para o homem, na condição em que ficou colocada depois da queda, uma condição da alegria.

É uma alegria a dor que o homem sente vendo o que há de irregular no mundo físico, de trágico e triste no mundo moral.

É uma alegria a dor do arrependimento, a contrição dos pecados, a resignação na desgraça, a paciência no infortúnio, a conformidade com a vontade de Deus em todos os estados e condições da vida.

É pela dor que a criação reassume a sua alegria; e por isso a dor entra em tudo que há de dramático e patético na vida humana; e por isso glorificar a dor é uma das mais altas funções da música, da pintura e da escultura;

E por isso para a humanidade nada tem interesse real se não tem alguma relação com a dor; e por isso a dor é verdadeiramente para a vida de cada homem uma condição necessária de sua alegria.

(Continua…)

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Fonte: retirado do livro “A Paixão” do Rev. Pe. Júlio Maria de Lombaerde.

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