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Textos com Etiquetas ‘A Divina Misericórdia’

10 pontos sobre a festa litúrgica da Divina Misericórdia. Conheça!

5, abril, 2018 1 comentário
Aparição de Nosso Senhor a Santa Faustina

Aparição de Nosso Senhor a Santa Faustina

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A Igreja está prestes a celebrar o segundo Domingo da Páscoa ou da Divina Misericórdia.


O que é este dia e por que é tão importante para nós católicos?

Estes são 10 pontos que você deve saber sobre esta data:


1. O Domingo da Misericórdia se baseia em revelações privadas

Esta celebração acontece no segundo Domingo da Páscoa.

Baseia-se nas revelações privadas a Santa Faustina Kowalska, religiosa polonesa que recebeu as mensagens de Jesus sobre sua Divina Misericórdia no povoado de Plock, na Polônia.


2. Faz parte do calendário da Igreja por ação de São João Paulo II

No ano 2000, o Papa João Paulo II canonizou Santa Faustina e, durante a celebração, declarou:

“É importante, então, que acolhamos inteiramente a mensagem que nos vem da palavra de Deus neste segundo Domingo de Páscoa, que de agora em diante na Igreja inteira tomará o nome de ‘Domingo da Divina Misericórdia’” (Homilia, 30 de abril de 2000).


3. Esta revelação privada tem efeitos válidos na liturgia

Em seu comentário teológico sobre a mensagem de Fátima, o então Cardeal Joseph Ratzinger, agora Papa Emérito Bento XVI, escreveu:

“Podemos acrescentar que frequentemente as revelações privadas provêm da piedade popular e nela se refletem, dando-lhe novo impulso e suscitando formas novas.

Isto não exclui que aquelas tenham influência também na própria liturgia, como o demonstram por exemplo a festa do Corpo de Deus e a do Sagrado Coração de Jesus”.


4. A Igreja convida a celebrar a Divina Misericórdia de várias formas

Entre outras coisas, oferece uma indulgência plenária:

“Para fazer com que os fiéis vivam com piedade intensa esta celebração, o mesmo Sumo Pontífice (João Paulo II) estabeleceu que o citado Domingo seja enriquecido com a Indulgência Plenária”, “para que os fiéis possam receber mais amplamente o conforto do Espírito Santo e desta forma alimentar uma caridade crescente para com Deus e o próximo e, obtendo eles mesmos o perdão de Deus, sejam por sua vez induzidos a perdoar imediatamente aos irmãos” (Decreto da Penitenciaria Apostólica de 2002).


5. A imagem da Divina Misericórdia foi revelada pelo próprio Jesus

Esta imagem foi revelada a Santa Faustina em 1931 e o próprio Jesus lhe pediu que a pintasse.


Em seguida, explicou-lhe seu significado e o que os fiéis alcançarão com ela.

Na maioria das versões, Jesus se mostra levantando sua mão direita em sinal de bênção e apontando com sua mão esquerda o peito do qual fluem dois raios: um vermelho e outro branco.


“O raio pálido significa a Água que justifica as almas; o raio vermelho significa o Sangue que é a vida das almas (…) Feliz aquele que viver à sua sombra, porque não será atingido pelo braço da justiça de Deus”
(Diário, 299).


Toda a imagem é um símbolo da caridade, do perdão e do amor de Deus, conhecida como a “Fonte da Misericórdia”.


6. Esta devoção conta com orações particulares

O Terço da Divina Misericórdia é um conjunto de orações usadas como parte da devoção à Divina Misericórdia.

Costuma-se rezá-lo às 15h (momento da morte de Jesus), usando as contas do terço, mas com um conjunto diferente de orações.

Primeiramente, reza-se o Pai Nossa, a Ave Maria e o Credo.

Depois, nas contas do ‘Pai Nosso’, diz-se:

“Eterno Pai, eu Vos ofereço o Corpo e Sangue, Alma e Divindade de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e do mundo inteiro”.

E nas contas da ‘Ave Maria’, reza-se:

“Pela Sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro”.

Ao final, deve-se rezar três vezes:

“Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende piedade de nós e do mundo inteiro”.


7. A Divina Misericórdia está vinculada ao Evangelho do segundo Domingo da Páscoa

A imagem da Divina Misericórdia representa Jesus no momento em que aparece aos discípulos no Cenáculo – após a ressurreição –, quando lhes dá o poder de perdoar ou reter os pecados.

Este momento está registrado em São João 20,19-31, que é a leitura do Evangelho deste domingo.

A leitura é colocada neste dia porque inclui a aparição ao apóstolo Tomé (quando Jesus o convida a tocar suas chagas). Este evento ocorreu no oitavo dia depois da Ressurreição (João 20,26) e, por isso, é utilizado na liturgia oito dias depois da Páscoa.


8. Os sacerdotes têm um poder especial para administrar a Divina Misericórdia

Em São João 20,21-23, afirma-se:

“Novamente, Jesus disse: ‘A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, também eu vos envio’. E, depois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: ‘Recebei o Espírito Santo. A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem os não perdoardes, eles lhes serão retidos’”.


9. A confissão é a ação da Divina Misericórdia até o fim dos tempos

Jesus capacitou os apóstolos (e seus sucessores no ministério) com o Espírito Santo para perdoar ou reter (não perdoar) os pecados.

Como estão facultados com o Espírito de Deus para fazer isso, sua administração do perdão é eficaz: realmente elimina o pecado em vez de ser um símbolo de perdão.


10. Nas revelações privadas, Jesus dá suma importância a sua Segunda Vinda

Jesus promete regressar em glória para julgar o mundo no amor, como claramente diz em seu discurso do Reino nos capítulos 13 e 25 de São Mateus.

Somente no contexto de uma revelação pública como é ensinado pelo Magistério da Igreja se pode situar as palavras da revelação privada dada a Santa Faustina.

“Prepararás o mundo para a minha última vinda” (Diário, 429).

“Fala ao mundo da Minha misericórdia, que toda a humanidade conheça a Minha insondável misericórdia. Este é o sinal para os últimos tempos; depois dele virá o dia da justiça. Enquanto é tempo, recorram à fonte da Minha misericórdia” (Diário, 848).

“Fala às almas desta Minha grade misericórdia, porque está perto o dia terrível, o dia da Minha justiça” (Diário, 965).

“Prolongo-lhes o tempo da Misericórdia, mas ai deles, se não reconhecerem o tempo da Minha visita” (Diário, 1160).

“Antes do Dia da justiça envio o dia da misericórdia” (Diário, 1588).

“Quem não queira passar pela porta de Minha misericórdia, tem que passar pela porta de Minha justiça” (Diário, 1146).

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Fonte: acidigital.com

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Um sábio conselho a se seguir – Palavras de Nosso Senhor a Santa Faustina.

25, fevereiro, 2018 1 comentário
Santa Faustina

Santa Faustina

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Não preste muita atenção às palavras dos homens, deixa que cada um te julgue como quiser.

Não te justifiques, que isso em nada te prejudicará.

Entrega tudo ao primeiro sinal de exigência, ainda que sejam as coisas mais necessárias.

Não peças nada sem pedir o Meu conselho.

Permite que te tirem até aquilo a que tens direito: o reconhecimento, o bom nome; que o teu espírito se eleve acima de tudo isso. E, assim, liberta de tudo, descansa junto do Meu Coração.”

(Diário de Sta. Faustina – 1685)

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Vejamos a sabedoria de São Pedro Crisólogo e aprendamos com ele as três coisas “que mantêm a fé, dão firmeza à devoção e perseverança à virtude”: oração, misericórdia e jejum.

18, setembro, 2017 Sem comentários
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Jejum

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Embora haja na Igreja tempos mais fortes para os fiéis fazerem penitência, como são os tempos litúrgicos da Quaresma e do Advento;


Ao longo de todo o ano somos chamados a fazer mortificações, colocando em prática aquilo que Nosso Senhor ensinava nos Evangelhos:


“Se alguém quer vir após mim, renegue-se a si mesmo, tome cada dia a sua cruz e siga-me” ( Lc 9, 23).


É atendendo a essa vontade do Salvador, por exemplo, que os católicos de antes jejuavam durante as Quatro Têmporas; que nós, hoje, fazemos abstinência de carne todas as sextas-feiras do ano;

E que muitas pessoas vivem a piedosa devoção, durante esses dias, de oferecer uma Quaresma em honra de São Miguel Arcanjo.


A fim, porém, de que as orações e penitências obtenham frutos, requerem-se de quem reza e jejua boas disposições.


Nesta breve meditação, extraída da Liturgia das Horas, São Pedro Crisólogo fala justamente disso.

“Muito mal suplica”, ele diz, “quem nega aos outros aquilo que pede para si”.

“O jejum só dá frutos”, ele continua, “se for regado pela misericórdia”.

Vejamos a sabedoria deste Padre da Igreja e aprendamos com ele as três coisas:


“Que mantêm a fé, dão firmeza à devoção e perseverança à virtude”: oração, misericórdia e jejum.

 

Dos Sermões de São Pedro Crisólogo, bispo 
(Sermo 43: PL 52, 320.322) 

O que a oração pede, o jejum o alcança
e a misericórdia o recebe 

Há três coisas, meus irmãos, três coisas que mantêm a fé, dão firmeza à devoção e perseverança à virtude.

São elas a oração, o jejum e a misericórdia.

O que a oração pede, o jejum alcança e a misericórdia recebe.

Oração, misericórdia, jejum: três coisas que são uma só e se vivificam reciprocamente. 

O jejum é a alma da oração e a misericórdia dá vida ao jejum. Ninguém queira separar estas três coisas, pois são inseparáveis.

Quem pratica somente uma delas ou não pratica todas simultaneamente, é como se nada fizesse.

Por conseguinte, quem ora também jejue; e quem jejua, pratique a misericórdia.

Quem deseja ser atendido nas suas orações, atenda as súplicas de quem lhe pede;

Pois aquele que não fecha seus ouvidos às súplicas alheias, abre os ouvidos de Deus às suas próprias súplicas

Quem jejua, pense no sentido do jejum;

Seja sensível à fome dos outros quem deseja que Deus seja sensível à sua;

Seja misericordioso quem espera alcançar misericórdia;

Quem pede compaixão, também se compadeça;

Quem quer ser ajudado, ajude os outros. 

Muito mal suplica quem nega aos outros aquilo que pede para si

Homem, sê para ti mesmo a medida da misericórdia; deste modo alcançarás misericórdia como quiseres, quanto quiseres e com a rapidez que quiseres;

Basta que te compadeças dos outros com generosidade e presteza. 

Peçamos, portanto, destas três virtudes — oração, jejum, misericórdia — uma única força mediadora junto de Deus em nosso favor; sejam para nós uma única defesa, uma única oração sob três formas distintas. 

Reconquistemos pelo jejum o que perdemos por não saber apreciá-lo;

Imolemos nossas almas pelo jejum, pois nada melhor podemos oferecer a Deus, como ensina o Profeta:

“Sacrifício agradável a Deus é um espírito penitente; Deus não despreza um coração arrependido e humilhado” (cf. Sl 50, 19). 

Homem, oferece a Deus a tua alma, oferece a oblação do jejum, para que seja uma oferenda pura, um sacrifício santo, uma vítima viva que ao mesmo tempo permanece em ti e é oferecida a Deus. 

Quem não dá isto a Deus não tem desculpa, porque todos podem se oferecer a si mesmos

Mas, para que esta oferta seja aceita por Deus, a misericórdia deve acompanhá-la; o jejum só dá frutos se for regado pela misericórdia, pois a aridez da misericórdia faz secar o jejum.

O que a chuva é para a terra, é a misericórdia para o jejum.

Por mais que cultive o coração, purifique o corpo, extirpe os maus costumes e semeie as virtudes, o que jejua não colherá frutos se não abrir as torrentes da misericórdia. 

Tu que jejuas, não esqueças que fica em jejum o teu campo se jejua a tua misericórdia;

Pelo contrário, a liberalidade da tua misericórdia encherá de bens os teus celeiros.

Portanto, ó homem, para que não venhas a perder por ter guardado para ti, distribui aos outros para que venhas a recolher;


Dá a ti mesmo, dando aos pobres, porque o que deixares de dar aos outros, também tu não o possuirás.

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Fonte: padrepauloricardo.org

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missa

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Faça o teste: Sou misericordioso ou tenho apenas pena do próximo?

20, maio, 2014 33 comentários

A Festa da Divina Misericórdia existe por um pedido do próprio Nosso Senhor Jesus Cristo. Então devemos refletir se estamos sendo verdadeiros devotos da Divina Misericórdia.


A justiça e a misericórdia estão tão unidas que uma sustenta a outra. A justiça sem misericórdia dá em crueldade.  E a misericórdia sem justiça é sentimentalismo. É por esta razão que Nosso Senhor Jesus Cristo, no Sermão da Montanha, depois da justiça fala da misericórdia dizendo: “Bem aventurados os misericordiosos”.

Misericordiosa é aquela pessoa que tem o coração posto na compaixão, por considerar a desgraça do próximo como se fosse sua.

E por misericórdia não se entende tão só aquela que se pratica por meio de esmola, senão a dor produzida pelo pecado do próximo, esforçando-se, por isso, para que ele deixe o pecado e leve uma vida virtuosa.

Chama-se de misericordiosos aos que socorrem as misérias, sobretudo da alma. Tanto assim que o prêmio que Nosso Senhor oferece aos misericordiosos é muito maior do que eles mereceram, pois a misericórdia humana não pode comparar-se com a misericórdia divina.

Ademais, quem tem misericórdia a perde, se não a tiver com o coração limpo. Ou seja, destituído de interesse próprio, mas só por amor de Deus.

“Limpos de coração” são as pessoas nas quais a consciência não acusa nenhuma malícia ou aquelas que praticam a temperança ou a moderação, indispensável para poder ver a Deus, conforme diz São Paulo: “esteja em paz de alma e seja santo, sem o que ninguém verá a Deus”.

Muitas pessoas se compadecem realmente dos outros, mas praticam impurezas. Foi por esta razão que, logo após Nosso Senhor dizer “Bem aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia”, acrescentou: “Bem aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus”.

Escudo do Sagrado Coração de Jesus


Com isso Nosso Senhor Jesus Cristo mostrou também como é muito maior a pureza de coração do que a mera compaixão pelas desgraças dos outros. É o que se pode observar, por exemplo, imaginando a corte de um rei. São mais bem aquinhoados aqueles que participam da vida do rei do que aqueles que somente aproveitam dos bens do reino.

O reino de Deus está, primordialmente, na alma das pessoas pacíficas. Estas são bem aventuradas porque, primeiro, têm paz em seu coração e, depois, procuram irradiá-la aos próximos. Porque: “De que te aproveitará que os outros estejam em paz se em tua alma subsistem a guerra de todos os vícios?”.

São pacíficos aqueles que, tendo ordenados e subordinados à razão todos os movimentos de sua alma, controlam as concupiscências do corpo e assim se constituem o reino de Deus.

Nosso Senhor Jesus Cristo disse a Santa Faustina:  “Se por teu intermédio peço aos homens o culto à Minha Misericórdia, por tua vez deves ser a primeira a distinguir-te pela confiança na Minha Misericórdia. Estou exigindo de ti atos de misericórdia, que devem decorrer do amor para comigo…”.Eu te indico três maneiras de praticar a misericórdia para com o próximo: a primeira é a oração, a segunda é a ação, e a terceira a palavra. “(D. 742)

E a Santa Igreja classificou assim as obras de misericórdia:


Fonte: Catequese na net

Os dois tipos de esmola

27, março, 2014 6 comentários
 «Vai primeiro reconciliar-te com o teu irmão»
Há uma misericórdia no céu à qual se chega através da misericórdia na terra. E há dois tipos de esmola: uma é boa e a outra melhor.
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Uma consiste em dar pão aos pobres; a outra, em perdoar imediatamente ao teu irmão que pecou contra ti. Com a ajuda do Senhor, apressemo-nos a praticar estes dois tipos de esmola, para podermos receber o perdão eterno e a verdadeira misericórdia de Cristo.
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Pois Ele mesmo disse: «Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também o vosso Pai celeste vos perdoará a vós. Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também o vosso Pai vos não perdoará as vossas.» (Mt 6,14ss).
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E o Espírito Santo então clama: «Um homem guarda rancor contra outro homem e pede a Deus que o cure? Não tem compaixão pelo seu semelhante e pede o perdão dos seus pecados?» (cf Sir 28,3ss).
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Apressemo-nos, enquanto pudermos e enquanto vivermos, a praticar esses dois tipos de esmola e a distribuí-la aos outros. Assim, no dia do nosso julgamento, poderemos dizer com confiança: «Dá-nos, Senhor, porque nós demos.»
Escudo do Sagrado Coração de Jesus
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Fonte: Evangelho Quotidiano

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