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Textos com Etiquetas ‘Amizade de Deus’

O que fez a graça santificante de Deus? Descubra agora mesmo.

12, setembro, 2017 Sem comentários
A Graça Santificante de Deus

A Graça Santificante de Deus

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Filhos de Deus


D
eus elevou o homem da simples condição de criatura para a excelsa dignidade de seu filho. Elevado à ordem sobrenatural, o homem se tornou filho de Deus.

Isto Deus realizou pela graça santificante. Passamos de servos a filhos.

A graça nos deu direito a um lugar na casa de Deus, como os filhos têm direito a um lugar na casa do pai.

Começamos a fazer parte da família de Deus. E como o filho há de ser da mesma natureza, do pai, Deus nos fez participantes da sua natureza divina (2 São Pedro 1, 4).

Deus nos tratará, não como a simples servos, mas como verdadeiros amigos (São João 15, 15).


A graça santificante (que se recebemos nos Sacramentos) é a mesma coisa que a amizade de Deus.

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Fonte: Do livro “A doutrina viva” do Rev. Pe. Álvaro Negromonte.

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A amizade segundo Santo Agostinho.

6, agosto, 2017 Sem comentários
Verdadeiros amigos, têm a inocência de crianças.

Verdadeiros amigos, têm a inocência de crianças.

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O tema da amizade é abordado por Santo Agostinho numa das suas principais obras, as ‘Confissões’.


É destacado, em vários momentos, nesses escritos;

Que os seus relacionamentos mais sinceros e profundos tiveram como ponto de partida a verdadeira amizade com o amigo dos amigos: Deus.


O bispo de Hipona traz uma novidade em seu tempo ao unificar o conceito filosófico de amizade com a sua concepção cristã.


Com isso, Santo Agostinho concebe a amizade, com seus princípios arraigados em Deus, que se dá por meio do Espírito Santo e gera frutos de caridade.

Amizade com Deus

Conforme Santo Agostinho, a amizade deve estar intimamente ligada a Deus, porque Ele é o primeiro Amigo.

Em ‘Confissões’, ele versa que:


“Bem-aventurado o que te ama, Senhor, e ama ao amigo em Ti, e ao inimigo por amor a Ti;

Só não perde o amigo quem tem a todos por amigos Naquele que nunca se perde”.


Esse amor acontece, verdadeiramente, quando temos por fundamento o vínculo de amizade com Deus;


Pois, para construir uma amizade verdadeira é preciso ser amigo d’Ele.


Ama-se Deus ao amar um amigo, e só se ama de verdade um amigo quando se ama a Deus.

E para amar e ser amigo de Deus “posso sê-lo agora mesmo”, disse Santo Agostinho.

Contrário à verdadeira amizade, a Bíblia, em Tiago 4, 4 exorta que:


“Todo aquele que quer ser amigo do mundo torna-se inimigo de Deus”;


Onde, da mesma forma, Santo Agostinho acentua que a amizade com este mundo é adultério contra Deus.

Claro que, aqui não se trata do mundo como criação do Criador, mas no sentido de tudo que se opõe ao Senhor.

Amizade com os amigos

Santo Agostinho, ao se referir a um poeta, que chamou ao amigo de “metade da sua alma”, exprime sobre a relação profunda de amizade.


Chega a dizer que “sentiu” que sua alma e a de seu amigo não eram mais que uma em dois corpos.


Uma forma simbólica para falar da união de uma verdadeira amizade, em que não se quer viver pela metade por ausência do amigo.

A amizade é uma relação de alma para alma, visando sempre a caridade em Deus;

Pois não deve ser um relacionamento de interesses egoístas, mas de gratuidade.

Porque é uma preciosidade, já que, um “amigo fiel é poderoso refúgio, quem o descobriu, descobriu um tesouro.” (Eclesiástico 6,14).

Amizade Agostiniana para hoje

Uma forma de viver os ensinamentos de Santo Agostinho sobre a amizade;

É ter claro em nossos relacionamentos, que só se consegue ser amigo de verdade, quem é amigo de Deus.

A Sagrada Escritura afirma que:


“Amigo fiel não tem preço, é imponderável o seu valor. Amigo fiel é bálsamo vital e os que temem o Senhor o encontrarão.” (Eclesiástico 6, 15-16)


E Santo Agostinho fala que “a amizade é tão verdadeira e tão vital, que nada mais santo e vantajoso pode-se desejar no mundo”.

Concluindo, no livro das ‘Confissões’ ele diz:


“Eu amava a meus amigos desinteressadamente, e também sentia que eles me amavam com o mesmo desinteresse”.


A amizade passa por um amor maduro e desinteressado entre os amigos, cujo maior interesse é que ambos sejam amigos de Deus.

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Fonte: pt.aleteia.org

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Se você quer ser Amigo de Deus… Este artigo é IMPERDÍVEL!

28, junho, 2017 Sem comentários
Le "Beau Dieu", Portal da catedral de Amiens. Ser "amigo de Deus" é sobretudo espelhar-se nEle e ter o profundo desejo de O servir...

Le “Beau Dieu”, Portal da catedral de Amiens. Ser “amigo de Deus” é sobretudo espelhar-se nEle e ter o profundo desejo de O servir…

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Primeiro passo do “querer bem” e da amizade: posição contemplativa e afinidade de alma e não apenas o ser útil.


H
á gente que pensa que querer bem a alguém não é, essencialmente;

O ter prazer de estar com esse alguém, mas que consiste quase exclusivamente em saber ser-lhe útil.

Segundo essa mentalidade, errada, quem é útil, a gente quer; quem não é útil, a gente não quer.

Sem dúvida deve-se ser útil àqueles a quem se quer.


Mas o querer bem é antes de tudo a gente ter uma posição contemplativa e de afinidade de alma em relação aos outros.

De maneira que a pessoa gosta de ter o outro junto de si pelo gosto de contemplá-lo.


Este é o primeiro passo do querer bem e da amizade.

Amar o próximo por amor de Deus é propriamente isto.

Mesmo porque, neste contemplar os outros, não entram aqueles balanços frios dos defeitos. 

Por contraste com as qualidades a gente vê os defeitos.

Mas, na hora do convívio o defeito a gente põe entre parênteses e cuida das qualidades; a gente convive com as qualidades, e não com os defeitos!


Pois, o melhor modo de combater os defeitos (dos outros mas inclusive da gente mesmo) é conviver com as qualidades!


Uma grei especial: as pessoas “amigas de Deus”

Há certas pessoas que recebem da Providência, por um aspecto ou por outro, o qualificativo de “amigas de Deus”.

O que é ser “amigo de Deus”? É a quem Deus quer, ou é aquele que quer a Deus?

Os dois aspectos se fundem porque só quer a Deus aquele a quem Deus quis.

Amar a Deus é uma graça vinda de Deus.


Mas, merece o nome de “amigo de Deus” aquele a quem Deus quis, e que disse “sim” ao chamado de Deus (à graça).

Esse é o “amigo de Deus”.


Conceito de “amigo”, do ponto de vista terreno – As quatro características

Agora, o que nós chamamos de “amigo”, na expressão corrente da palavra?

“Amigo”, no sentido corrente da palavra, é quem:

           A – Antes de tudo, é afim conosco.

           B – Em segundo lugar, no qual nós conhecemos esta afinidade e que a conhece em nós (ou seja, há reciprocidades);

           C – Em terceiro lugar, que se compraz, por isso, conosco, como nós com ele.

           D – Em quarto lugar, que, por causa disso, sacrifica-se por nós, a ponto de lutar por nós e de atender nossos interesses contra nossos adversários. E nós por ele…


Esta é a definição de “amigo” do ponto de vista terreno.


“Amizade com Deus”:

Amor, serviço e luta por Deus, com base na percepção da afinidade e do por onde especificamente se é um “espelho” de Deus para os outros.


O “amigo de Deus”, o que é, então?

Olhando não do lado de Deus, mas do lado do homem;

“Amigo de Deus” é aquele que, porque correspondeu às graças, tem afinidades com Deus, conhece essas afinidades e nelas ama a Deus.

Não é amar a Deus só teoricamente.

É perceber por onde, e como, ele é afim com Deus.

Ou seja, no quê, e como, ele espelha a Deus (reflete ou espelha as virtudes).


Além de amar a Deus enquanto espelhado nas criaturas, olha a si mesmo enquanto um “espelho” de Deus e diz: “Oh meu Deus, como eu Vos adoro!”.


Isso não é egoísmo! Pelo contrário, é amor à própria virtude.

Se alguém tem dúvidas sobre o em que é análogo a Deus, olhe para suas virtudes.

Ou seja, considere os vários aspectos de Deus, da Igreja, de Nossa Senhora, de Nosso Senhor Jesus Cristo, que lhe causam entusiasmo.

Considerando em si esses aspectos, a pessoa se sente toda em ordem.

E, diante do mal, ela se sente – para usar a comparação própria à Nossa Senhora – como um exército pronto para batalha.


Portanto, é no amor àquilo (vários aspectos de Nosso Senhor, de Nossa Senhora e da Santa Igreja);

E na disposição de rejeitar e combater contra tudo que vai contra aquilo, é que uma pessoa se parece com Deus.


Dessa forma Deus lhe dá uma luz especial para conhecer no que é amigo dela e no que espera que ela seja o seu amigo.


Ser fiel às graças recebidas: uma forma de ser “amigo de Deus”

Virgen Blanca, no Coro da Catedral de Toledo, Espanha


Nessas condições, sendo fiel aos bons movimentos de alma (ou seja, às graças recebidas), a pessoa procede como amiga de Deus, porque:

– Primeiro, conhece a Deus, antes de tudo pela tradicional Doutrina Católica, mas, de um modo específico, por meio desses bons movimentos de alma (boas inspirações recebidas).

– Em segundo lugar, porque ela tem alegria no convívio com Deus. É a alegria que dá a prática do bem e a luta contra o mal.

É, nas devidas proporções, como o convívio com o Santíssimo Sacramento.

– Em terceiro lugar, com esse prazer do convívio com a graça, vem o desejo de servir, porque é um movimento natural.

Conhecendo alguém a quem a gente presta culto de adoração (Deus Nosso Senhor) ou;

Conforme o caso, de hiperdulia (Nossa Senhora), o movimento da retidão de alma é a pergunta: “O que posso fazer por Vós?”.

A gente quer dar, quer entregar, quer fazer alguma coisa. É natural.


Como da “amizade de Deus” nasce a “luta por Deus”


Às vezes nós nem devemos perguntar.


Porque, quando vemos uma necessidade evidente daqueles a quem nós queremos bem (ou seja, é nosso amigo);

Nós nem perguntamos se estão precisando: corremos e fazemos…


E quando os vemos combatidos, nós vamos à luta em defesa deles.

Não perguntamos: “Quer que eu dê nele?”

Não.


Está injuriando, não tem nada o que perguntar: é começar…

 

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Fonte: Marcos Aurélio Vieira (Considerações feitas com base em ensinamentos do Prof. Plínio Corrêa de Oliveira)

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