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Textos com Etiquetas ‘amor de Deus’

Como as Aves e os Lírios nos revelam o AMOR de Deus? Descubra.

12, abril, 2018 Sem comentários
As aves que enobrecem o Céu com seus lindos vôos.

As aves que enobrecem o Céu com seus lindos vôos.

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Pe. David Francisquini

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Já revelei em outras ocasiões aos meus leitores o apreço que tenho pela vida campestre;
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A qual sempre nos remete à contemplação da arquitetonia do universo e aos ensinamentos de Jesus Cristo que estão contidos nas páginas dos Santos Evangelhos.
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Basta pensar na descrição tão poética quanto apropriada sobre as aves do céu e os lírios do campo.
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Com a força física que lhe é própria, o homem prepara a terra e lança a semente, na esperança de tirar do seu trabalho o alimento material de cada dia.
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Com a sua força da vontade, ele deve procurar com afinco a luz, para entender a realidade mais profunda contida nas Sagradas Letras, haurindo assim sustento espiritual ao longo da vida terrena.
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Nosso Senhor nos ensina:
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“Por que vos inquieteis com o que comereis e com o que vestireis? Olhai os lírios dos campos como crescem, não trabalham e nem fiam.
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Eu vos digo, pois, nem Salomão com toda sua glória se vestiu como um deles.
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Se Deus trata assim a erva do campo que hoje existe e amanhã é lançada ao fogo, o que fará por vós, homens de pouca fé?”.
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Ao falar assim da vestimenta que nos cobre e do alimento que nos sustenta, Nosso Senhor condena a inquietação que muitas vezes nos aflige quando nos entregamos ao desejo insaciável de riquezas.
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Lindo campo de lírios, uma beleza divina.

Lindo campo de lírios, uma beleza divina.

De si a riqueza não é má. Jesus Cristo apenas desaprova a inquietação, ou seja, a impaciência com a qual muitas pessoas procuram tais bens.

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Quis Nosso Senhor nos instruir que não podemos servir ao mesmo tempo a dois senhores, a riqueza e a Deus.
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Nesse preceito se resume a conduta do homem neste vale de lágrimas: luta entre a luz e as trevas, entre o bem e o mal, entre o amor e o ódio;
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Luta entre aqueles que pertencem à raça da Virgem e os que são da raça da Serpente.
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Para Santo Agostinho, a Cidade de Deus é edificada no amor de Deus levado até ao esquecimento de si mesmo, enquanto a Cidade do Demônio é arquitetada sobre o amor de si mesmo até o esquecimento de Deus.
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Se colocarmos em primeiro lugar a cobiça dos bens terrenos, os sentidos ficarão destemperados, a inteligência obscurecida e abalada a nossa fé.
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Deus toma exemplos inocentes – as aves do céu e os lírios dos campos – para introduzir no coração do homem valores mais altos.
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Ele fala dessas coisas para mover as almas no sentido de elevar os seus corações às sublimidades da vida divina.
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Se Salomão com suas vestes foi superado pelas flores, ele que foi o mais rico dos reis, o que pensar de nós?
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Ponderam os Santos Padres que Salomão foi superado pelas flores em formosura não por um curto espaço de tempo;
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Mas durante todo o seu reinado, para significar que nem um dia de Salomão superou as flores em beleza e esplendor.
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Enquanto as roupas do rei Salomão eram tecidas por alguém que compreendia e conhecia a beleza dos trajes, o adorno com que Deus enriqueceu os lírios representa a claridade dos anjos dos Céus;
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Como luz reflexa da própria glória de Deus, sempre a nos inspirar a confiança de um dia estarmos igualmente revestidos dessa mesma luz.
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Fonte: Blog Padre David Francisquini
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A surpreendente verdade que nunca contaram a você sobre o amor de Deus! Descubra:

27, fevereiro, 2018 Comments off
Maior prova de amor de Deus por nós, foi ter dado seu filho para morrer pela remissão de nossos pecados sob o lenho da Cruz!

Maior prova de amor de Deus por nós, foi ter dado seu filho para morrer pela remissão de nossos pecados sob o lenho da Cruz!


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O nosso corpo é um vaso de corrupção; é para a morte e para os vermes, tão só…


E, entretanto nós nos aplicamos a satisfazê-lo antes que a enriquecer a nossa alma, que é tão grande que nada se pode imaginar de maior, não, nada, nada.

Porquanto vemos que Deus, premido pelo ardor de sua caridade, não nos quis criar semelhantes aos animais; criou-nos à sua imagem e semelhança, vedes! Oh! Como o homem é grande!

O homem criado por amor não pode viver sem amor: ou ama a Deus, ou se ama e ama o mundo. Vede, meus filhos é a fé que falta. Quando o homem não tem fé, é cego.

Aquele que não vê não conhece; o que não conhece não ama; o que não ama a Deus ama-se a si próprio e ao mesmo tempo ama os seus prazeres. Apega o coração a coisas que passam como fumo.

Não pode conhecer nem a verdade nem bem algum; só pode conhecer a mentira porque não tem a luz; está na névoa.

Se tivesse a luz, veria bem que tudo o que ele ama só lhe pode dar a morte eterna; é um antegozo do inferno.


Fora de Deus, como vedes, meus filhos, nada é sólido, nada, nada! Se é a vida, passa; se é a fortuna, desmorona-se; se é a família, é destruída; se é a reputação, é atacada.


Nós vamos como o vento. Tudo passa com velocidade, tudo se precipita.

Ah! Meu Deus, meu Deus! Como são, pois, para lastimar esses que põem o seu afeto em todas essas coisas!…

Põem-no, porque se amam demasiado; mas não se amam com amor razoável; amam-se com o amor de si mesmos e do mundo, procurando-se e procurando as criaturas mais do que a Deus.

É por isto que nunca estão contentes, nunca tranquilos; estão sempre transtornados.

Vedes, meus filhos, o bom cristão percorre o caminho deste mundo montado num belo carro de triunfo; esse carro é puxado pelos anjos, e é Nosso Senhor quem o conduz;

Ao passo que o pobre pecador é atrelado ao carro da vida, e o demônio, que está na boleia, o força a avançar a largas chicotadas.


Meus filhos, os três atos de fé, de esperança e de caridade encerram toda a felicidade do homem na terra.


Pela fé nós cremos aquilo que Deus nos prometeu, cremos que o havemos de ver um dia, que o possuiremos que estaremos eternamente com ele no Céu.

Pela esperança guardamos o efeito dessas promessas: esperamos que seremos recompensados de todas as nossas boas ações, de todos os nossos bons pensamentos, de todos os nossos bons desejos; pois Deus leva em conta mesmo os bons desejos.

Que mais é preciso para ser feliz?

No Céu, a fé e a esperança não existirão mais; porquanto as névoas que nos obscurecem a razão serão dissipadas.

O nosso espírito terá a inteligência das coisas que lhe são ocultas neste mundo.

Não esperaremos mais nada, visto que teremos tudo. Ninguém espera adquirir um tesouro que possui…


Mas o amor! Oh! Seremos inebriados dele, seremos afogados, perdidos nesse oceano de amor divino, aniquilados nessa imensa caridade do Coração de Jesus!…

Por isto a caridade é um antegozo do Céu.


Se soubéssemos compreendê-la, senti-la, saboreá-la, oh! Como seríamos felizes! O que faz que sejamos infelizes é não amarmos a Deus.

Quando dizemos: “Meu Deus, creio! Creio firmemente, isto é, sem a menor dúvida, sem a menor hesitação…”

Oh! Se nos compenetrássemos destas palavras:

“Creio firmemente que estais presente em toda parte, que me vedes, que estou debaixo dos Vossos olhos, que um dia Vos verei claramente eu próprio, que gozarei de todos os bens que me haveis prometido!..

Meu Deus, espero que me recompenseis de tudo o que eu tiver feito para Vos agradar! Meu Deus, eu Vos amo! Tenho um coração para vos amar!…”


Oh! Como este ato de fé, que é também um ato de amor, bastaria para tudo!…
Se compreendes a ventura que temos de poder amar a Deus, ficaríamos imóveis no êxtase…


Se um príncipe, um imperador, fizesse comparecer perante si um de seus súditos e lhe dissesse:

“Quero fazer a tua felicidade; fica comigo, goza de todos os meus bens;

Mas cuida de não me desagradares em tudo o que for justo”;

Que cuidado, que ardor esse súdito não poria em satisfazer o seu príncipe! Pois bem! Deus faz-nos os mesmos oferecimentos…

E nós não nos preocupamos com a Sua amizade; não fazemos nenhum caso das Suas promessas… Que pena!

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Fonte: Do livro Espírito do Cura D’Ars de Abbé A. monnin.

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Impressionante história de Perdão – veja como o amor de Deus ajudou esse homem a perdoar:

4, fevereiro, 2018 Comments off
São João Gualberto, o santo que por amor a Nosso Senhor Jesus Cristo soube perdoar.

São João Gualberto, o santo que por amor a Nosso Senhor Jesus Cristo soube perdoar.


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João Gualberto era homem como outros. Trazia uma espada à cinta e costumava viver metido em brigas e desafios.


Tinha um irmão a quem amava com toda a sua alma. Um dia, porém, um malvado matou o seu irmão.

Gualberto conhecia muito bem o assassino, e daquele dia em diante procurava ocasião de varar-lhe o peito com sua espada. Ele o havia jurado e assim o faria.

Era uma Sexta-feira Santa. João Gualberto montou a cavalo e saiu a passear pelo campo… Foi andando, até que se meteu num caminho estreito entre penhascos muito altos.

Nesse momento vê que vem ao seu encontro um viandante… fixa-o… conhece-o… e, veloz como um raio, salta do seu cavalo.

Era o assassino de seu irmão. Ali o tinha diante de si; podia saciar seus desejos de vingança, e grita:

— Canalha! Assassino! por Barrabás que agora mesmo morres em minhas mãos.

E, desembainhando a espada, lança-se sobre o outro.

Nesse momento, o assassino, que ia desarmado, prostra-se-lhe aos pés e, com voz angustiosa e com os braços em cruz, dirigi-lhe esta súplica:


— Irmão, hoje é Sexta-feira Santa; por amor de Cristo crucificado, perdoa-me!…


Que se passou então no coração de Gualberto?

Conteve-se; ergueu os olhos ao céu… olhou para a cruz gravada em sua espada… Pensou em Jesus Cristo que do alto da cruz perdoara a seus crucificadores.


— Irmão — disse Gualberto ao assassino — por amor de Jesus Cristo eu te perdoo.


Despediram-se. O assassino afastou-se arrependido e dando graças a Deus. Gualberto entrou numa capela que encontrou no caminho.

Ajoelhou-se diante do Cristo que ali estava pregado na cruz. Tirou a espada, suspendeu-a aos pés daquela Vitima divina e jurou aos pés da mesma deixar tudo e enveredar pelo caminho da santidade. E assim fez.

A Igreja comemora-o a 12 de julho.

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Fonte: Do livro “Tesouro de exemplos” – Pe. Francisco Alves.

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Finalidade do Sagrado Coração: atrair todos os corações ao dEle! Leia este artigo para compreender este importante objetivo de Nosso Senhor Jesus Cristo.

21, junho, 2017 Comments off
A finalidade da devoção ao Sagrado Coração de Jesus é ainda o amor dos homens, a quem Ele deseja a verdadeira conversão.

A finalidade da devoção ao Sagrado Coração de Jesus é ainda o amor dos homens, a quem Ele deseja a verdadeira conversão.

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Já vimos que os intuitos de Nosso Senhor no escritos de Santa Gertrudes foi fazer conhecer a ternura do seu Coração, atrair desse modo a si muitos corações.


Jesus também deu várias vezes sensivelmente os nossos corações a Gertrudes, e recebeu o coração da Santa em troca;

Para nos assinalar o dom mútuo dos corações que o seu amor pede entre Ele e nós.

Conservou sempre o coração de Gertrudes fielmente unido ao seu, para nos servir ainda
de modelo:

“Gertrudes, dizia Jesus a Santa Mechtilde, adere de tal forma ao meu Coração, e conservo-a de tal forma unida a ele, que ela se tornou um mesmo espírito comigo.

Por isto ela vive em absoluta dependência das minhas vontades;

Os membros estão menos sujeitos ao coração do que Gertrudes está sujeita às minhas vontades.

Mal o homem diz à mão, pelo pensamento: faze isto; ao olho: olha; à língua: fala; ao pé: anda; logo, sem a menor demora, a mão, a língua, o olho, o pé obedecem.

Gertrudes é para mim como uma mão, um olho, uma língua de que disponho a meu talante, sem que lhes resistam a nenhum de meus desejos”.


Jesus manifesta em particular a Gertrudes o quanto o seu Coração divino deseja a conversão dos pecadores.

A Santa rezava um dia por uns malvados que haviam causado um grande prejuízo ao seu mosteiro.

Nosso Senhor mostrou-se então a Gertrudes: estava com um braço dolorosamente dobrado e torcido, os nervos pareciam-lhe partidos.

E Jesus lhe disse:

“Aqueles que me pedem pela conversão desses infelizes derramam um bálsamo salutar no meu braço doente;

E com mão delicada reconduzem pouco a pouco os músculos à posição primitiva”.


Surpresa com este excesso de benignidade, Gertrudes disse a Jesus:

“Dulcíssimo Senhor, como podeis chamar vosso braço a tais pessoas tão indignas dessa honra?

Chamo-lhes assim com verdade, porque elas são do corpo da Igreja, de que me honro de ser a Cabeça.

Por isso o interesse das suas almas desperta em mim solicitudes inexprimíveis:

O meu coração deseja com indizível ardor que esses infelizes se convertam”.


Reflexão:

A finalidade íntima a que Nosso Senhor se propôs revelando ao mundo a devoção ao seu Sagrado Coração, é ainda o amor dos homens, que Ele quer atrair todos a si.

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Fonte: Livro “Amor, Paz e Alegria: Mês do Sagrado Coração de Jesus segundo Santa Gertrudes” do Rev. Pe. André Prevot.

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Aprenda aqui a maneira mais fácil de amar a Deus!

12, janeiro, 2017 1 comentário

 

Amar

A maior prova de amor de Deus!

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Não são os que se contentam com dizer: Senhor! Senhor! que entrarão no reino dos céus, mas os que fizerem a vontade de meu Pai, diz Jesus Cristo.


Não basta repetir a Deus que o amamos, é preciso prová-lo com obras. Não nos iludamos:

O amor de Deus não consiste em protestos da fidelidade ao seu serviço, nas expressões de ternura, etc.;

Consiste no cumprimento de Sua Vontade. Ora, se a Sua Vontade é que nos tomemos santos e perfeitos, devemos trabalhar por isso.

Para o que se faz necessário é que sejamos fiéis em cumprir todos os Seus mandamentos e todos os da Sua Igreja.


Digo todos porque S. Thiago nos ensina que quem viola a lei num só ponto é culpável como se a violasse toda.


Vince et ipsum
, vence-te a ti mesmo. Estas duas palavras andavam continuamente na boca de Santo Inácio de Loyola e de S. Francisco Xavier.

É coisa sabida o uso que delas fizeram para sua própria santificação. 

Ama et fac quod vis: são palavras de Santo Agostinho; ama e faze depois tudo o que quiseres:

Porque se verdadeiramente amas, as tuas ações não desmentirão os sentimentos do teu coração.


Pede incessantemente a Deus, este amor verdadeiro que se prova por obras.


Nunca percas de vista que a santidade consiste propriamente na destruição dos vícios, e de nenhum modo nas consolações espirituais, diz Bloisius, Speculum religios, cap. II, n.° 2.

Sofre por Deus, obra por Deus, faze em todas as coisas a Vontade de Deus : eis o Verdadeiro Amor.

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Fonte: Blog Alexandria Católica.

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