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Textos com Etiquetas ‘amor de Deus’

A surpreendente verdade que nunca contaram a você sobre o amor de Deus! Descubra:

27, fevereiro, 2018 Comments off
Maior prova de amor de Deus por nós, foi ter dado seu filho para morrer pela remissão de nossos pecados sob o lenho da Cruz!

Maior prova de amor de Deus por nós, foi ter dado seu filho para morrer pela remissão de nossos pecados sob o lenho da Cruz!


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O nosso corpo é um vaso de corrupção; é para a morte e para os vermes, tão só…


E, entretanto nós nos aplicamos a satisfazê-lo antes que a enriquecer a nossa alma, que é tão grande que nada se pode imaginar de maior, não, nada, nada.

Porquanto vemos que Deus, premido pelo ardor de sua caridade, não nos quis criar semelhantes aos animais; criou-nos à sua imagem e semelhança, vedes! Oh! Como o homem é grande!

O homem criado por amor não pode viver sem amor: ou ama a Deus, ou se ama e ama o mundo. Vede, meus filhos é a fé que falta. Quando o homem não tem fé, é cego.

Aquele que não vê não conhece; o que não conhece não ama; o que não ama a Deus ama-se a si próprio e ao mesmo tempo ama os seus prazeres. Apega o coração a coisas que passam como fumo.

Não pode conhecer nem a verdade nem bem algum; só pode conhecer a mentira porque não tem a luz; está na névoa.

Se tivesse a luz, veria bem que tudo o que ele ama só lhe pode dar a morte eterna; é um antegozo do inferno.


Fora de Deus, como vedes, meus filhos, nada é sólido, nada, nada! Se é a vida, passa; se é a fortuna, desmorona-se; se é a família, é destruída; se é a reputação, é atacada.


Nós vamos como o vento. Tudo passa com velocidade, tudo se precipita.

Ah! Meu Deus, meu Deus! Como são, pois, para lastimar esses que põem o seu afeto em todas essas coisas!…

Põem-no, porque se amam demasiado; mas não se amam com amor razoável; amam-se com o amor de si mesmos e do mundo, procurando-se e procurando as criaturas mais do que a Deus.

É por isto que nunca estão contentes, nunca tranquilos; estão sempre transtornados.

Vedes, meus filhos, o bom cristão percorre o caminho deste mundo montado num belo carro de triunfo; esse carro é puxado pelos anjos, e é Nosso Senhor quem o conduz;

Ao passo que o pobre pecador é atrelado ao carro da vida, e o demônio, que está na boleia, o força a avançar a largas chicotadas.


Meus filhos, os três atos de fé, de esperança e de caridade encerram toda a felicidade do homem na terra.


Pela fé nós cremos aquilo que Deus nos prometeu, cremos que o havemos de ver um dia, que o possuiremos que estaremos eternamente com ele no Céu.

Pela esperança guardamos o efeito dessas promessas: esperamos que seremos recompensados de todas as nossas boas ações, de todos os nossos bons pensamentos, de todos os nossos bons desejos; pois Deus leva em conta mesmo os bons desejos.

Que mais é preciso para ser feliz?

No Céu, a fé e a esperança não existirão mais; porquanto as névoas que nos obscurecem a razão serão dissipadas.

O nosso espírito terá a inteligência das coisas que lhe são ocultas neste mundo.

Não esperaremos mais nada, visto que teremos tudo. Ninguém espera adquirir um tesouro que possui…


Mas o amor! Oh! Seremos inebriados dele, seremos afogados, perdidos nesse oceano de amor divino, aniquilados nessa imensa caridade do Coração de Jesus!…

Por isto a caridade é um antegozo do Céu.


Se soubéssemos compreendê-la, senti-la, saboreá-la, oh! Como seríamos felizes! O que faz que sejamos infelizes é não amarmos a Deus.

Quando dizemos: “Meu Deus, creio! Creio firmemente, isto é, sem a menor dúvida, sem a menor hesitação…”

Oh! Se nos compenetrássemos destas palavras:

“Creio firmemente que estais presente em toda parte, que me vedes, que estou debaixo dos Vossos olhos, que um dia Vos verei claramente eu próprio, que gozarei de todos os bens que me haveis prometido!..

Meu Deus, espero que me recompenseis de tudo o que eu tiver feito para Vos agradar! Meu Deus, eu Vos amo! Tenho um coração para vos amar!…”


Oh! Como este ato de fé, que é também um ato de amor, bastaria para tudo!…
Se compreendes a ventura que temos de poder amar a Deus, ficaríamos imóveis no êxtase…


Se um príncipe, um imperador, fizesse comparecer perante si um de seus súditos e lhe dissesse:

“Quero fazer a tua felicidade; fica comigo, goza de todos os meus bens;

Mas cuida de não me desagradares em tudo o que for justo”;

Que cuidado, que ardor esse súdito não poria em satisfazer o seu príncipe! Pois bem! Deus faz-nos os mesmos oferecimentos…

E nós não nos preocupamos com a Sua amizade; não fazemos nenhum caso das Suas promessas… Que pena!

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Fonte: Do livro Espírito do Cura D’Ars de Abbé A. monnin.

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Impressionante história de Perdão – veja como o amor de Deus ajudou esse homem a perdoar:

4, fevereiro, 2018 Comments off
São João Gualberto, o santo que por amor a Nosso Senhor Jesus Cristo soube perdoar.

São João Gualberto, o santo que por amor a Nosso Senhor Jesus Cristo soube perdoar.


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João Gualberto era homem como outros. Trazia uma espada à cinta e costumava viver metido em brigas e desafios.


Tinha um irmão a quem amava com toda a sua alma. Um dia, porém, um malvado matou o seu irmão.

Gualberto conhecia muito bem o assassino, e daquele dia em diante procurava ocasião de varar-lhe o peito com sua espada. Ele o havia jurado e assim o faria.

Era uma Sexta-feira Santa. João Gualberto montou a cavalo e saiu a passear pelo campo… Foi andando, até que se meteu num caminho estreito entre penhascos muito altos.

Nesse momento vê que vem ao seu encontro um viandante… fixa-o… conhece-o… e, veloz como um raio, salta do seu cavalo.

Era o assassino de seu irmão. Ali o tinha diante de si; podia saciar seus desejos de vingança, e grita:

— Canalha! Assassino! por Barrabás que agora mesmo morres em minhas mãos.

E, desembainhando a espada, lança-se sobre o outro.

Nesse momento, o assassino, que ia desarmado, prostra-se-lhe aos pés e, com voz angustiosa e com os braços em cruz, dirigi-lhe esta súplica:


— Irmão, hoje é Sexta-feira Santa; por amor de Cristo crucificado, perdoa-me!…


Que se passou então no coração de Gualberto?

Conteve-se; ergueu os olhos ao céu… olhou para a cruz gravada em sua espada… Pensou em Jesus Cristo que do alto da cruz perdoara a seus crucificadores.


— Irmão — disse Gualberto ao assassino — por amor de Jesus Cristo eu te perdoo.


Despediram-se. O assassino afastou-se arrependido e dando graças a Deus. Gualberto entrou numa capela que encontrou no caminho.

Ajoelhou-se diante do Cristo que ali estava pregado na cruz. Tirou a espada, suspendeu-a aos pés daquela Vitima divina e jurou aos pés da mesma deixar tudo e enveredar pelo caminho da santidade. E assim fez.

A Igreja comemora-o a 12 de julho.

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Fonte: Do livro “Tesouro de exemplos” – Pe. Francisco Alves.

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Aprenda aqui a maneira mais fácil de amar a Deus!

12, janeiro, 2017 1 comentário

 

Amar

A maior prova de amor de Deus!

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Não são os que se contentam com dizer: Senhor! Senhor! que entrarão no reino dos céus, mas os que fizerem a vontade de meu Pai, diz Jesus Cristo.


Não basta repetir a Deus que o amamos, é preciso prová-lo com obras. Não nos iludamos:

O amor de Deus não consiste em protestos da fidelidade ao seu serviço, nas expressões de ternura, etc.;

Consiste no cumprimento de Sua Vontade. Ora, se a Sua Vontade é que nos tomemos santos e perfeitos, devemos trabalhar por isso.

Para o que se faz necessário é que sejamos fiéis em cumprir todos os Seus mandamentos e todos os da Sua Igreja.


Digo todos porque S. Thiago nos ensina que quem viola a lei num só ponto é culpável como se a violasse toda.


Vince et ipsum
, vence-te a ti mesmo. Estas duas palavras andavam continuamente na boca de Santo Inácio de Loyola e de S. Francisco Xavier.

É coisa sabida o uso que delas fizeram para sua própria santificação. 

Ama et fac quod vis: são palavras de Santo Agostinho; ama e faze depois tudo o que quiseres:

Porque se verdadeiramente amas, as tuas ações não desmentirão os sentimentos do teu coração.


Pede incessantemente a Deus, este amor verdadeiro que se prova por obras.


Nunca percas de vista que a santidade consiste propriamente na destruição dos vícios, e de nenhum modo nas consolações espirituais, diz Bloisius, Speculum religios, cap. II, n.° 2.

Sofre por Deus, obra por Deus, faze em todas as coisas a Vontade de Deus : eis o Verdadeiro Amor.

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Fonte: Blog Alexandria Católica.

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Um louvor autêntico! Clique aqui para ler um encantador louvor a Deus, por S. Catarina.

7, novembro, 2016 Comments off
Santa Catarina de Sena

Santa Catarina de Sena

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Para qualquer lado me volte, só encontro um grande amor.


Impossível achar desculpas para não amar porque Tu, Homem-Deus, me amaste antes que eu Te amasse. Eu não existia, e me criaste.

Em Ti encontro tudo quanto desejo. Tudo encontro em Ti, menos o pecado. Sendo uma privação, o pecado não existe em Ti, nem é digno de ser amado.

Se desejamos amar a Deus, em Ti achamos a inefável Deidade; se queremos amar o homem, és o homem em que posso conhecer a Pureza sem preço.

Se desejo amar um senhor, és o Senhor e com Teu sangue pagaste o preço da nossa escravidão ao pecado.


Ó Deus eterno, por tua bondade e imenso amor és nosso Senhor, Pai e irmão.

O Verbo, Teu Filho, conhecendo e cumprindo a Tua vontade, quis derramar seu sangue no salutífero madeiro da cruz em favor da nossa miséria.


Ó Deidade, és a suprema sabedoria; e eu, uma criatura ignorante e pobre; és a suprema e eterna bondade; e eu sou a morte, Tu a vida;

Eu as trevas, Tu a luz; eu a tolice, Tu a sabedoria; Tu o infinito, eu o finito; eu a enferma, Tu o médico; eu, uma frágil pecadora que jamais Te amou; és a beleza puríssima, eu uma sujíssima criatura.

Por inefável amor, Tu me fizeste sair de Ti.

Por gratuidade, sem nenhum merecimento, Tu nos atrais sob a condição de que nos deixemos atrair, isto é, que nossa vontade não se oponha à Tua.

Ai de mim! Pequei, Senhor, tem compaixão de mim!

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Fonte: retirado do livro “As Orações” de Santa Catarina de Sena.

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O amor e o sofrimento… Qual a relação?

22, agosto, 2014 3 comentários

Nosso Senhor Jesus: Considera, filho, quais foram os sentimentos do meu Coração no sofrimento, e esforça-te por imitá-los. Durante a minha vida mortal o meu Coração sempre sofria e ao mesmo tempo se alegrava. 

Compreende minhas palavras, filho. Não falo da minha vontade divina, visto ser ela imensa e incapaz de sofrer. Mas refiro-me à minha vontade humana, pela qual pratiquei virtudes, adquiri méritos e operei a redenção dos homens.

Desde o inicio da existência da minha humanidade, o meu Coração plenamente se alegrava na visão e gozo perene da Divindade que lhe estava hipostaticamente unida, tornando-o em sumo grau bem-aventurado.

Ao mesmo tempo, porém, por especial concurso da Divindade, o meu Coração se afligia pelas cruéis e acerbas dores da Paixão, que lhe cumpria experimentar.

Entretanto, a respeito da cruel e dolorosa Paixão, sob diverso ponto de vista, o meu Coração a um tempo se afligia e se alegrava.

Afligia-se por ser dura e penosa à sua humanidade, mas regozijava-se como sendo da vontade divina e destinada à salvação dos homens.

Meu Coração era dotado de vontade humana que, embora uma em si, possuía dupla operação: a inferior, que espontaneamente temia e esquivava as dores da natureza humana, e a superior, que, por motivos mais elevados deliberadamente abraçava com amor essas mesmas dores.

Ambas as partes, tanto a inferior como a superior, eram retas, jamais desordenadas nem debilitadas por algum defeito.

A parte inferior, que considerava e desejava o bem e proveito da sua natureza, receando e evitando a dor e a morte, deixava-se governar ao mesmo tempo pela parte superior. Esta, por sua vez, submetia e conformava a inferior e a si própria à divina vontade.

Daí procediam atos sobrenaturais e perfeitos de virtude. Daí provinham os méritos e as abundantes riquezas da graça, acumulados em favor dos homens.

Lembra-te, filho, que possuis vontade semelhante à minha, não de igual modo perfeita e íntegra, mas, não obstante, realmente livre. E nesta tua vontade encontras igualmente duas partes: a superior e a inferior.

O Amor que tudo padece de bom grado…

Filho, os sofrimentos que te aguardam, não os conheces sempre, nem ao mesmo tempo. Assim acontece por minha misericórdia e benignidade para que, vendo-os, quase sempre, só à medida que se apresentam, mais facilmente suportes cada um.

Minha dor, porém, sempre esteve diante dos meus olhos. Onde quer que me achasse, sempre via os tormentos futuros.

Não houve momento em que me estivesse oculto o que a meu respeito predisseram os profetas, o que anunciaram as antigas figuras, o que havia de forjar a malícia do mundo e do inferno, os horríveis suplícios exigidos pelos pecados dos homens, pela gloria ultrajada de meu Pai celeste e por tua salvação, ó filho.

Esses sofrimentos com todos os seus pormenores continuamente estavam presentes ao meu olhar e me oprimiam o Coração. Mas era tal o amor do meu Coração que de bom grado tudo suportava e padecia.

O amor me tornava tudo delicioso: trabalhos e vigílias, opróbrios e escárnios, açoites, espinhos e cruz, enfim, tudo quanto a divina vontade dispusera para a bem-aventurança dos homens.

Eis, ó filho, a principal disposição do meu Coração padecente: o amor de Deus e dos homens. Desta fonte derivavam todos os demais sentimentos.

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Quem ama alegra-se no sofrimento

Daí provinha a inexaurível paciência do meu Coração, com a qual tolerava sem queixa nem amargura, tão grandes dores, embora imerecidas e indignas. O amor é paciente. O amor tudo suporta (1 Cor 13,7).

Daí provinha a resignação do meu Coração ao divino beneplácito em meio de todas as aflições e dores. Conformando por amor minha vontade à divina, estava espontaneamente pronto a tudo padecer.

Daí nascia a alegria do meu coração no sofrimento. Quem ama, conhecendo a bondade do objeto amado, alegra-se ao fruí-lo. Meu Coração conhecia perfeitamente a excelência da vontade divina e por isso deleitava-se em cumpri-la, mesmo entre os muitos e vários sofrimentos.

Daí se originava o sobrenatural desejo de sofrer que me inflamava o Coração.

Com efeito, o verdadeiro amor deseja realmente dar prova da sua sinceridade, ternura
e fidelidade.
 

Por isso, meu Coração, continuamente estimulado pelo amor, sempre anelava consumar aquela dolorosa Paixão, que seria para Deus e permaneceria para os homens prova manifesta e eterna da sinceridade, ternura e fidelidade e mesmo exuberância de meu amor.

…e Ele quis que nós O amássemos intensamente

Entretanto, meu filho, o amor do meu Coração queria ir mais longe. Almejava com seus excessos arrebatar os corações dos homens e abrasá-los em seu ardor.

Eu viera trazer o fogo à terra, e qual a minha vontade senão que se inflamasse? (LC 12,49). Para isso cumpria-se ser batizado no vivo e ardente batismo de meu Sangue. Refiro-me à Paixão, na qual me vi totalmente mergulhado e submerso.

Quanto me sentia angustiado até à sua consumação! Quanto suspirava o meu Coração por esse batismo ardente, cuja força maravilhosa havia de purificar, aquecer e inflamar os corações dos homens!

Ali se purificaram e abrasaram os apóstolos e mártires, os santos confessores e virgens, que, em seu puro amor para comigo, estavam prontos a tudo sofrer e a seguir-me por aflições, mortificações, mil tormentos e mil mortes. 

E teu coração, filho, será incapaz de inflamar-se? Se te amei a tal ponto, foi para estimular-te a retribuir-me a dileção, a fim de reivindicar para mim todo o teu amor.

O Amor demanda Amor

Filho, se considerares amiúde com atenção até que ponto te amei, e quanto maiores motivos tens de amar-me do que eu a ti, sem dúvida serás incitado a pagar-me amor com amor.

Uma vez que o amor se apoderar do teu coração, há de produzir nele, em relação ao sofrimento, sentimentos análogos aos do meu Coração.

Quanto mais me amares, tanto mais estarás pronto a sofrer. E quanto melhor sofreres, tanto mais perfeitamente me amarás.

Se te acontecer não experimentar, em relação ao sofrimento, os sentimentos do meu Coração, é sinal que o teu não se acha em bom estado, ou antes está em má disposição.

Examinando-o, descobrirás que a causa é porque teu coração, privado do divino fervor, se entorpece no frio da indiferença ou é queimado pela viciosa febre do amor-próprio.

Mas justamente por te veres tão maldisposto, que és incapaz de tocar e saborear essas iguarias, tão dignas das grandes almas, toma o propósito de erguer-te e estimular-te virilmente. E, pelo menos, deseja teu coração seja assim animado pelos mesmos sentimentos que o meu.

A necessidade de orar sempre e com fervor

Ora com frequência e fervor, não obstante a relutância da natureza, para conheceres o valor desses sentimentos e seres capaz de amar seus inestimáveis frutos. 

Se fores sincero na oração, abrir-se-ão os olhos da tua alma para veres claramente que a sabedoria mundana, inimiga das salutares humilhações e mortificações, é verdadeira loucura, e, ao contrário, o amor desses mesmos sofrimentos constitui a genuína sabedoria que eu mesmo, descendo do céu, ensinei pela palavra e pelo exemplo.

E, se perseverares na oração, se te dará copiosa graça para abraçares piedosamente as tribulações e as suportares santamente.

Todavia, não te contentes com a oração, mas também esforça-te, com o auxílio da graça e na medida de tuas forças, por abnegar-te, suportar as aflições e carregar comigo a cruz.

Bem-aventurado o que se compraz nos sofrimentos que santificam! Este é sem dúvida instruído mais pela unção divina do que pela indústria humana.

É movido mais pela graça do que pela natureza. Nada há, filho, que faça melhor conhecer o verdadeiro discípulo do meu Coração do que a estima e o amor do sofrimento padecido por minha causa.

Rejeitar-se e sofrer por Amor a Deus

Discípulo:  Ó bom Jesus! Quão grande foi a caridade do vosso Coração para comigo! Quão gratuita a sua dileção! Quão ardente a sua sede da minha felicidade! Quanto não sofrestes por puro amor! E tudo por mim, a fim de me remir, ensinar, consolar e unir a vós por amor!

Acaso poderei jamais esquecer-vos? Acaso vos amarei assaz? É pouco, confesso-o, mas digno e justo amar-vos de todo o coração, seguir-vos por amor, mesmo na adversidade, até a morte.

Entretanto, meu Deus e Salvador, sinto ser-me necessária grande graça para amar o sofrimento e imitar no padecer os sentimentos do vosso Coração.

Se o céu não me ajudar, não poderei com mérito abnegar-me em grandes ou pequenas coisas, nem abraçar alegremente a cruz, superar os sentimentos naturais, acompanhar-vos por toda parte, com perseverança até à morte.

Mas, já que me convidais e até me chamais, concedei-me para isso graça copiosa, que me leve a fazer quanto não posso por mim mesmo.

Dilatando o meu coração, nele gravai larga e profundamente os sentimentos do vosso Coração padecente, para que eu de coração manso e humilde, me compraza em sofrer todas as penas por vós enviadas.

Fonte: osegredodorosario.blogspot

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