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Coração de Jesus e Divina Misericórdia, duas devoções e um significado! Entenda – Parte I

18, janeiro, 2019 Sem comentários

SSSSCJS

“Meu Coração está repleto de grande misericórdia para com as almas.

E especialmente para com os pobres pecadores…

Por eles jorrou do meu Coração o sangue e a água como de uma fonte transbordante de misericórdia.” (Diário, Santa Faustina, 367).

De acordo com os Papas dos últimos cem anos, não existe devoção mais importante para a vida da Igreja que a devoção ao Coração de Jesus.

Não precisamos insistir no assunto.

É suficiente dizer que há mais de um século os sucessores de são Pedro tem repetidamente incentivando os fiéis a honrar o Coração de Jesus e a praticar essa devoção com amor e zelo.

Os Papas têm boa razão para essa recomendação, visto que a devoção ao Coração de Jesus tem uma linhagem impressionante.

Está enraizada nos Evangelhos, no apelo de Nosso Senhor:

“Vinde a mim todos os que estais cansados sob o peso do vosso fardo e eu vos darei descanso. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para as vossas almas” (Mt 11, 18-189).

E novamente Nosso Senhor exclamou na festa das Tendas:

“Se alguém tem sede, venha a mim e beba… como diz a Escritura: de seu seio jorrarão rios de água viva” (Jo 7, 37-38).

No Coração de Jesus, portanto, podemos encontrar descanso para a fadiga e refrigério para a sede de nossa alma.

Tudo isso se tornou manifesto na Cruz.

No momento em que seu lado foi aberto pela lança, do seu Coração jorraram torrentes de água e vinho.

A água representa o Batismo e o sangue, representa a Eucaristia, pilares da Santa Igreja.


Amanha sairá a segunda parte dessa matéria!

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Corresponder ao Amor Divino

15, janeiro, 2019 Sem comentários

“Fazei nosso coração semelhante ao vosso”
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Não sejamos surdos e ingratos a essa sublime devoção, correspondendo ao divino amor do Coração de Jesus por nós.

Como corresponder?

Procurando, por exemplo, fazer tudo conforme seus divinos preceitos, e evitar tudo o que os contraria.

Assim, estaremos purificando nossos corações e assemelhando-os ao Sacratíssimo Coração.

Uma breve aplicação: por obra da funesta Revolução Francesa, o Rei Luís XVI foi condenado à guilhotina.

Subiu ao patíbulo com toda paciência, mas quando o carrasco quis atar-lhe as mãos, num gesto enérgico ele não permitiu, dizendo que não aceitaria tal humilhação.

Seu último confessor, o Pe. Edgeworth de Firmont, então disse-lhe:

“Senhor, esta humilhação será ainda mais um traço de semelhança entre Vossa Majestade e Nosso Senhor Jesus Cristo”.

Ao que Luís XVI respondeu:

“Se isso agrada a Jesus, estou pronto para ser amarrado”.

Tal resposta do soberano francês poderia ser aplicada em todas as circunstâncias de nossa vida: estarmos prontos para fazer tudo o que agrada a Jesus; e nada, absolutamente nada que O desagrade.

Para chegar a essa prática habitual, é muito aconselhável uma jaculatória que se encontra no final da Ladainha do Sagrado Coração:

“Jesus, manso e humilde de coração. Fazei nosso coração semelhante ao vosso”.
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Botão 2019


Leia a matéria completa: Primeira parte, segunda parte.

Os primeiros apóstolos do Coração de Jesus

14, janeiro, 2019 1 comentário

O primeiro e maior de todos os mandamentos

Santa Margarida e seu diretor espiritual, São Cláudio La Colombière, juntos expandiram a devoção ao Amor Divino.

Em Jerusalém, perguntaram a Jesus qual era o primeiro de todos os mandamentos.

Eis a resposta:

“Amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração, com toda a tua alma, com toda a tua mente, e com todas as tuas forças” (Mc 12, 30).

Se amamos a Deus, temos de estar dispostos a nos sacrificar por Ele;

Prontos para combater aqueles que atacam e desprezam seus Divinos Ensinamentos e fazer de tudo para reparar as ofensas contra o Pai Eterno.

Seremos, de fato fiéis, se tomarmos as ofensas como pessoais e procurar consolá-lo pelo ultraje recebido.
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Um exemplo é Santa Margarida Maria Alacoque, elegida por Jesus para ser “discípula dileta do Vosso Coração.”

A ela Nosso Senhor pediu que fosse instituído o excelente costume da comunhão reparadora das primeiras sextas-feiras de cada mês.

Outro modelo a ser seguido é de Jacinta, a quem Nossa Senhora apareceu em Fátima.

Com apenas 10 anos, ela já tinha uma clara noção disso. Antes de seu falecimento, disse à sua prima Lúcia:

“Se eu pudesse meter no coração de toda a gente o lume que tenho cá dentro no peito, a queimar-me e a fazer-me gostar tanto do Coração de Jesus e do Coração de Maria!”

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Palavras que revelam o quanto uma menina inocente se abrasava do amor de Deus e se compadecia daqueles Corações ofendidos.

Até mesmo católicos vivendo como se Deus não existisse.

O mundo atual sofre os abalos de um terrível terremoto moral. Todas as instituições da sociedade e do Estado encontram-se flageladas por profundas crises.

Certamente porque o Criador e Redentor do gênero humano deixou de estar no centro das cogitações.

Muitas vezes Ele não habita os corações daqueles que se dizem católicos. É ultrajado de todos os modos, tendo sido destronado na sociedade neopagã de nossos dias.

CoPio Xmo remediar essa catastrófica situação?

O Papa São Pio X indicou-nos uma solução:

“Se alguém pedir uma palavra de ordem, sempre daremos esta e não outra: Restaurar todas as coisas em Cristo”.

Para isso, há necessidade de reentronizar o Sagrado Coração de Jesus nas almas, nas famílias, nas instituições, em todas as nações.

Numa palavra:

Restaurar a realeza social e divina d’Aquele que é “Rei dos reis e Senhor dos senhores” (Ap 19, 16).

Para isso, a devoção ao Sagrado Coração de Jesus é o remédio por excelência.


Quando o Amor Divino estiver presente em todos os lares e almas, já poderemos considerar uma expectativa de vida melhor.

Infelizmente, as pessoas esqueceram de Nosso Senhor e situação do mundo; guerras, crises, mortes e doenças é um sinal claro disso.

Clique aqui e participe do grupo Famílias do Coração de Jesus e nos apoie a entronizar o Sagrado Coração nas famílias. 

Nos ajude a contornar essa situação, juntos poderemos amenizar a fúria Divina.

A palavra “Coração”

13, janeiro, 2019 Sem comentários

O dicionário Aurélio,no verbo “coração”, define:
.

“Órgão muscular situado na cavidade torácica que, nos vertebrados superiores, é constituído de duas aurículas e dois ventrículos, e que recebe o sangue e o bombeia por meio dos movimentos ritmados de diástole e de sístole”.
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Mas, além de designar um órgão vital do corpo humano, “coração” também significa, num sentido analógico, valores de ordem moral.

Assim, metaforicamente se diz: fulano tem um coração de ouro ou sicrano tem um coração de pedra.

No primeiro caso, significando que fulano é bondoso, generoso, “coração aberto” e etc.; no segundo, que sicrano é insensível, mesquinho, “coração fechado” e etc.

E assim por diante, é possível fazer inúmeros ligamentos simbólicos a propósito do símbolo do Amor Divino.

Na Sagrada Escritura, encontramos quase mil vezes essa palavra, apenas um exemplo extraído do Antigo Testamento:

“Eu lhes darei um só coração e os animarei com um espírito novo:
extrairei do seu corpo o coração de pedra, para substituí-lo por um coração de carne”
(Ez 11, 19)

E do Novo Testamento: “Bem-aventurados os puros de coração, porque verão verão Deus!”.(Mt 5, 8)

Coração: símbolo do infinito amor de Deus pelos homens.

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Sumamente vinculada ao símbolo que o coração representa, está a devoção ao Sagrado Coração de Jesus.

Em primeiro lugar, simbolizando o infinito amor de Deus pelo gênero humano:

“O Sagrado Coração de Jesus faz parte de sua adorável pessoa. Entre os elementos integrantes da pessoa de Cristo, nenhum há tão apropriado como o coração para ser objeto de um culto especial.

Porque simboliza a obra do amor infinito levada ao extremo, em nosso obséquio, pelo Verbo feito homem, no mistério da Encarnação e Redenção.

Portanto, o culto tributado ao Sagrado Coração de Jesus é culto tributado a Jesus Cristo na qualidade de amante do homem.”

O documento Haurietis Aquas de Pio XII, considerada o documento sobre o culto ao Coração de Jesus.

Foi escrita com finalidade de explicar todos os detalhes sobre esse culto, publicado no centenário da extensão para toda a Igreja da festa litúrgica do Coração de Jesus.

Esse memorável documento pontifício ensina:
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“O Coração do nosso Salvador reflete de certo modo a imagem da Divina Pessoa do Verbo. 

Igualmente, das suas duas naturezas: humana e divina. Somente nEle podemos considerar não só um símbolo, mas também como que um compêndio de todo o mistério da nossa Redenção.

Quando adoramos o Coração de Jesus Cristo, nele e por ele adoramos tanto o amor incriado do Verbo divino como o seu amor humano e os seus demais afetos e virtudes, já que um e outro amor moveu o nosso Redentor a imolar-se por nós e por toda a Igreja, sua Esposa.”
.


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