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Textos com Etiquetas ‘Confissão mal feita’

O demônio e a Confissão – veja como S. João Bosco leu o coração de um pecador:

27, outubro, 2017 Sem comentários
São João Bosco

São João Bosco

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Continuação do post: Você sabe qual o principal “porquê” das Confissões mal feitas? Descubra aqui:

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Discípulo. — Se não me engano, parece-me que li que D. Bosco também viu o demônio em circunstâncias análogas.


Mestre. — Justamente! E ouça como foi:

Certa noite, estava o santo confessando no coro da Igreja de São Francisco de Sales em Turim; era grande o número de jovens ali reunidos, esperando que chegasse a sua vez.

Pelo confessionário passam dez, passam vinte, e chega finalmente um que, tendo já feito uma parte da confissão, para de repente.

— Continue, diz-lhe D. Bosco, que por inspiração divina lia na consciência dos seus filhos. — Continue! E o resto?

— Não há mais nada, Padre, mais nada!

Não temas, meu filho, continua o Santo, o Confessor não ralha, não castiga, perdoa sempre, perdoa sempre, perdoa tudo em nome de Deus; tem coragem… confessa-te bem…

— Não há mais nada! Nada mais!…


— Mas por que, meu filho, queres, com uma confissão sacrílega, dar prazer ao demônio… causar  tristeza a Jesus, fazê-lo chorar?


— Garanto-lhe Padre, que não tenho mais nada a dizer!

D. Bosco que vê o perigo que o infeliz jovem corre, inspirado por Deus, abandona a luta inútil e diz:

— Pois bem, olha quem está atrás de ti!

O rapaz vira-se de repente, solta um grito agudo e, agarrando-se ao pescoço de D. Bosco exclama:

— Sim Padre, eu tenho mais este pecado…

E conta o pecado que não ousava confessar… Os companheiros que estavam na igreja ouviram o grito; assim que saíram, cercaram o rapaz, e, curiosos, queriam saber o que tinha acontecido.

E ele sorrindo, apesar de estar ainda um tanto assustado:

Se vocês soubessem… Eu tinha cometido uma falta que não ousava confessar.

D. Bosco leu meu coração… e eu vi o demônio que, sob a figura de um gorila de olhos de fogo e garras afiadas, estava pronto para me agarrar!

D. — D. Bosco era um Santo! Que sorte confessar com um Santo; não é, Padre?

M. — Todos os confessores representam Jesus Cristo e Jesus Cristo é sempre Santo; Ele tudo sabe, Ele vê tudo, tem pena de todos, perdoa tudo!

(Continua…)

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Fonte: Do livro “Confessai-vos bem” do Padre Luiz Chiavarino.

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Você sabe qual o principal “porquê” das Confissões mal feitas? Descubra aqui:

26, outubro, 2017 1 comentário
Qual é o principal "porquê" das confissões mal feitas?

Qual é o principal “porquê” das confissões mal feitas?

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Discípulo. — Diga-me, Padre; qual será o primeiro “por quê” de tantas confissões mal feitas?


Mestre. — Os “por quês” podem ser diversos, mas o principal é sem dúvida “o medo”, ou seja a maldita vergonha pela qual o demônio fecha a boca de muitos, fazendo-os calar ou confessar mal certos pecados ou o número deles.

Você sabe como é que o demônio age quando quer induzir alguém ao pecado? Cerca o infeliz de mil maneiras, vai-lhe sugerindo:

“— Ora, cometa à vontade esse pecado… Afinal não é assim tão grave.

Deus é bom… Ele não o quer castigar… Depois, com uma confissão Ele o perdoa e esta tudo acabado…”

E assim, batendo hoje, batendo amanhã, e sempre na mesma tecla, o demônio acaba triunfando, ou seja, fazendo cometer e talvez até repetir os pecados.

Depois, então, quando o coitado, roído pelo remorso, resolve confessar-se, o demônio muda de tática.

Novamente trata de impedir que Deus tome conta dessa alma, dizendo:

— “Como ousas confessar esse pecado? O confessor ficará surpreendido, há de ralhar contigo, levá-lo-á a mal e é provável que te negue a absolvição.

Ora, vamos, não temas, confessar-te-ás depois… Há tempo de sobra… Há sempre tempo para isso.


— E assim o mais das vezes fecha a boca de quem estaria quase resolvido a falar e induz os pobres infelizes a se calarem e a cometerem sacrilégios.


M. — Certamente! Ele mesmo o confessou a Santo Antonino, arcebispo de Florença.

Um dia, tendo o santo visto o demônio junto do confessionário, perguntou-lhe: — O quê fazes aí?

— Estou esperando para fazer a restituição.

— Qual restituição? Fala, ou ai de ti.

— Venho restituir aos pecadores a vergonha e o medo que lhes roubei quando os fiz cometer os pecados…

(Continua…)

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Fonte: Do livro “Confessai-vos bem” do Pe. Luiz Chiavarino.

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Confessar-se bem, saiba como!

30, agosto, 2017 Sem comentários
Confissão

Confissão

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O Catecismo da Igreja Católica, no início do Capítulo II, dedicado aos Sacramentos de Cura, ensina que:

“O Senhor Jesus Cristo, médico de nossas almas e de nossos corpos, que remiu os pecados do paralítico e restituiu-lhe a saúde do corpo;

Quis que sua Igreja continuasse, na força do Espírito Santo, sua obra de cura e de salvação, também junto de seus próprios membros.

É esta a finalidade dos dois sacramentos de cura: o sacramento da Penitência e o sacramento da Unção dos Enfermos.” (1421)

“O sacramento da penitência pode ter outros nomes também, dentre eles: conversão, confissão, perdão e reconciliação.

Pode ser denominado Sacramento da Confissão;

Porque a declaração, a confissão dos pecados diante do sacerdote e um elemento essencial desse sacramento.

Num sentido profundo esse sacramento é uma confissão, reconhecimento e louvor da santidade de Deus e de sua misericórdia para com o homem pecador.” (1424)


Portanto, as condições mínimas para a validade do sacramento da confissão são:


O arrependimento e a presença de um sacerdote.


O Código de Direito Canônico, em seu cânon 966, diz que:

Para a válida absolvição dos pecados se requer que o ministro, além do poder de ordem;

Tenha a faculdade de exercer esse poder em favor dos fiéis aos quais dá absolvição.

Entretanto, para a integridade do sacramento é preciso;

Que a pessoa manifeste verbalmente os seus pecados graves;

Inclusive citando as circunstâncias que sejam agravantes;

Que haja o arrependimento, manifestado geralmente pelo ato de contrição,;

Que receba do sacerdote uma obra satisfatória ou penitência e;

Por fim, que seja pronunciada a fórmula da absolvição.


É o que diz o Código de Direito Canônico, no cânon 987, cuja orientação remonta ao Concílio de Trento.

Por outro lado, para a integralidade do sacramento é preciso também uma disposição do sacerdote;

O qual deve estar aberto a ouvir a confissão, impor uma obra satisfatória, conforme diz o cânon 981:

De acordo com a gravidade e número dos pecados, levando em conta, porém, a condição do penitente;

O confessor imponha salutares e convenientes satisfações, que o penitente em pessoa tem obrigação de cumprir. 

É adequado, portanto, que o sacerdote prescreva um “remédio”, algo que ajude o penitente a sair da “doença” do pecado;


Exortando-o a praticar ações pessoais e concretas para sair do vício, para realmente converter-se.


É louvável ainda recordar que;

Aqueles que se aproximam do sacramento da Penitência obtêm da misericórdia divina o perdão da ofensa feita a Deus e ao mesmo tempo são reconciliados com a Igreja que feriram pecando, e a qual colabora para sua conversão com caridade, exemplo e orações. (1423)


“Aja com humildade e confesse-se com assiduidade.”
(Santo Padre Pio de Pietrelcina)

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Fonte: padrepauloricardo.org

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O demônio mudo que nos tenta na Confissão.

5, junho, 2017 Sem comentários
O demônio nos tentando no momento do Sacramento da Confissão.

O demônio nos tentando no momento do Sacramento.

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O demônio mudo de que fala o Evangelho é o falso pejo com que o espírito infernal procura fazer-nos calar na confissão os pecados cometidos;


Depois de primeiro nos ter cegado para não vermos o mal que cometemos e a ruína que nos preparamos ofendendo a Deus.

Com efeito, exclama São João Crisóstomo;


O demônio faz em todas as coisas o contrário do que Deus faz.


O Senhor pôs vergonha no pecado, para que não o cometamos;

Mas depois de o havermos cometido, anima-nos a confessá-lo, prometendo o perdão a quem se acusa.

O demônio, ao contrário, inspira confiança ao pecador com a esperança do perdão;

Mas cometido o pecado, cobre-o de vergonha, para que se não confesse.


Por este ardil diabólico, ó, quantas alma já foram precipitadas e ainda se precipitam cada dia no inferno!


Sim, porque os miseráveis convertem em veneno o remédio que Jesus Cristo nos preparou com seu preciosíssimo sangue;

E ficam presos com uma dupla cadeia, cometendo depois do primeiro pecado outro mais grave: o sacrilégio.

Irmão meu, se por desgraça a tua alma está manchada pelo pecado, escuta o que te diz o Espírito Santo:


Pro anima tua ne confundaris dicere verum
(Eclesiástico 4, 24).


Sabe, diz ele, que há duas qualidades de vergonha;

Deves fugir daquele que te faz inimigo de Deus, conduzindo-te ao pecado;

Mas não da que se sente ao confessá-lo e te faz receber a graça de Deus nesta vida e a glória do paraíso na outra.

Se, pois, te queres salvar, não te envergonhes de fazer uma boa confissão;

Aliás a tua alma se perderá.

As feridas gangrenosas levam à morte, e tais são os pecados calados na confissão; são chagas da alma que se gangrenaram.

Meu filho, vergonhoso é o entrar nesta casa, mas não o sair dela.

Assim falou Sócrates a um seu discípulo que não quis ser visto ao sair de uma casa suspeita.

É o que digo também àqueles que, depois de cometerem um pecado grave, tem vergonha de o confessar.


Meu irmão, coisa vergonhosa é ofender a um Deus tão grande e tão bom;


Mas não o é confessarmos o pecado cometido e livrar-nos dele.

Foi porventura coisa vergonhosa para Santa Maria Madalena o confessar em público aos pés de Jesus Cristo, que era uma mulher pecadora?

Foi motivo de vergonha confessar-se uma Santa Maria Egipcíaca, uma Santa Margarida de Cortona, um Santo Agostinho, e tantos outros penitentes;

Que algum tempo tinham sido grandes pecadores?


Por meio de sua confissão fizeram-se santos.


Ânimo, pois, meu irmão, ânimo! (Falo a quem cometeu a falta de ocultar por vergonha um pecado.) Tem ânimo e dize tudo a um confessor.

Dá glória a Deus e confunde o demônio que, como diz o Evangelho, quando saiu do homem, anda por lugares secos, buscando repouso, e não o acha.


Porém, depois de teres confessado bem, prepara-te para novos e mais violentos assaltos da parte do inimigo infernal.


Ai de quem o deixa entrar novamente, depois de o haver expulso!


Et fiunt novíssima hominis illius peiora prioribus
 

O último estado do homem virá a ser pior do que o primeiro”.


Ó meu amabilíssimo Jesus!

Iluminai o meu espírito, a fim de que nunca mais me deixe obcecar pelo espírito maligno a cometer de novo o pecado.

Pesa-me de Vos haver ofendido, e proponho com a vossa graça antes morrer que tornar a ofender-Vos.

Mas, se por desgraça recair, dai-me força para sempre vencer o demônio mudo e confessar-me sinceramente ao vosso ministro.


Peço-Vos, Deus Todo-Poderoso, que atendais propício às minhas humildes súplicas, e que em minha defesa estendais o braço de vossa majestade”.


† Doce Coração de Maria, sede minha salvação. (*III 413)

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Fonte: pt.aleteia.org
             Santo Afonso, Meditações: Para todos os Dias e Festas do Ano: Tomo I

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Saiba mais sobre as Confissões mal feitas, e veja como evitá-las a todo custo! (Parte IV)

15, dezembro, 2015 1 comentário

A pintura retrata a morte de um pecador que se recusa a se arrepender de seus pecados.

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Continuação do post: Saiba mais sobre as Confissões mal feitas, e veja como evitá-las a todo custo! (Parte III)

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O Padre Agostinho de Fusignano conta-nos um fato análogo, que se deu na sua presença.

Uma mulher infeliz escondia na confissão os pecados mais graves.

Apesar dos sermões ouvidos contra essa vergonha sacrílega, apesar das mais amorosas exortações, apesar do mais agudo remorso da consciência ela não soube aproveitá-los.

Cansada a misericórdia de Deus de esperar, feriu-a com uma doença violenta que a pôs em ponto de morte. O confessor foi chamado prontamente, mas a infeliz assim que o viu, exclamou:

— Padre, chegastes a tempo para ver uma mentirosa penitente ir para o inferno. Eu me confessava com freqüência, mas deixava sempre os pecados mais graves.

— Pois bem, confesse-os agora, respondeu o confessor.

— Não posso, não posso, gritou desesperada a infeliz. O tempo da misericórdia já passou; é chegado o momento da justiça!

E, delirando e contorcendo-se raivosamente, expirou, deixando em todos os presentes a mais triste e horrível impressão.

Aqui também não será demais repetir: Ai daquele que começa!

Santo Afonso conta o caso de um senhor cuja conduta era aparentemente boa; fazia, porém, más confissões.

Tendo adoecido gravemente, foi visitado pelo Vigário o qual suplicou-lhe que recebesse os sacramentos pois estava em perigo de vida. Mas o enfermo recusava-se a confessar.

— E por que meu caro senhor não quer confessar-se?

Ah! respondeu o doente, é porque estou condenado! E Deus, para castigar os meus sacrilégios, tira-me a vontade e a força de repará-los.

Dito isto, começou a morder a língua, a debater-se desesperadamente, gritando:

“Maldita língua, maldito silêncio, malditos sacrilégios”. Não foi possível convencê-lo, até que miseravelmente morreu.

D. — Chega Padre! São coisas que arrepiam a gente. Eu por mim não quero cometer sacrilégios.

M. — Mantenha essa santa resolução.

Por que deixar-se dominar pelo demônio mudo, pisar o Sangue de Jesus Cristo, mudar o remédio em veneno e obrigá-lo a nos condenar, quando pelo contrário, Ele quer a nossa salvação?

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Fonte: retirado do livro “Confessai-vos bem” do Padre Luiz Chiavarino.

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