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Textos com Etiquetas ‘confissão’

Sinceridade absoluta na Confissão! Veja o quanto ela é importante, com esta história:

13, agosto, 2018 Sem comentários
"De sorte são todos aqueles que acreditam no grande bem da confissão e se servem dela, impedindo assim a própria perdição".

“De sorte são todos aqueles que acreditam no grande bem da confissão e se servem dela, impedindo assim a própria perdição”.

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M. – De sorte são todos aqueles que acreditam no grande bem da confissão…


E se servem dela, impedindo assim a própria perdição;

Enquanto que é bem diferente o caso da infeliz de quem lhe vou falar.

São Leonardo de Porto Maurício, acode à cabeceira de uma moribunda, acompanhado por um frade leigo.

Depois de confessada a doente, o padre sai sossegado, e;

Reunindo-se ao companheiro que o esperava no quarto vizinho, apronta-se para sair, quando este, muito triste e assustado lhe diz:

— “Padre Leonardo, o quê significa aquilo que eu vi?”

— O que é que você viu?


— Eu vi uma mão horrendamente negra que vagava pela antecâmara;

E, assim que o senhor saiu ela entrou, rápida como um raio, no quarto da doente.


Diante de tal história São Leonardo volta para trás, torna a entrar no quarto e oh!

Que cena terrível.

Aquela mão negra estrangulava aquela desgraçada que, com olhos fora das órbitas, e a língua caída, morria gritando:

“Malditos sejam os sacrilégios… Malditos sejam os sacrilégios…”

D. — Oh, Padre, então é mesmo verdade que as confissões mal feitas são a causa principal da perdição!


M. — Por conseguinte, guerra à mentira e sinceridade absoluta na confissão.

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Fonte: Do livro “Confessai-vos bem” do Rev. Pe. Luiz Chiavarino.

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Cuidado para não “cair pouco a pouco”…

12, julho, 2018 Sem comentários
cairá

Pessoas caindo no abismo do inferno pelos pecados que cometeram.

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Há na vida espiritual uma verdade de importância tal, que por todas as almas piedosas deve ser seriamente meditada.


E
ei-la aqui, tal como a inspirou o Espírito Santo: 
Quem despreza e não tem em conta as coisas pequenas, cairá pouco a pouco.

Compreende bem esta palavra: “cairá pouco a pouco”. Cairá insensivelmente, sem mesmo dar por isso, mas cairá.

Hoje, sob pretexto de ser falta leve, consente numa mentira muito pequena; amanhã já deixa sair uma maior; e acabará cair nas maiores desordens.


Teme, teme muito o desprezo das coisas pequenas; receia as faltas leves; olha que são d’alguma sorte mais perigosas do que as grandes, porque se não certamente cairá.


“Ouso, diz São João Crisóstomo, avançar uma proposição que parecerá surpreendente e inaudita; e é que me parece se deve pôr algumas vezes menos cuidado em fugir dos pecados grandes, do que em evitar as faltas pequenas.

Daquelas, só a enormidade já inspira o horror; com estas, por pouco consideráveis, facilmente nos familiarizamos”;

Este desprezo em que as temos nos impede de fazermos o devido esforço para as expelir, e assim por negligência nossa vão crescendo até chegar ao estado de não podermos desfazer-nos delas.

Ainda outra vez repito: teme as faltas pequenas, teme-as e evita-as pois, por pequenas que sejam, nem por isso deixam de ofender menos o nosso bom Mestre;


Teme e evita as faltas leves, porque à tibieza nos conduzem: teme as faltas leves porque Jesus Cristo disse, “quem nas coisas pequenas é fiel, sê-lo-á também nas grandes, e quem nas pequenas é injusto, injusto será nas grandes”.


Vela hoje muito sobre ti mesmo, e esforça-se para viver hoje de modo que à noite possas dizer a Jesus:

“Meu bom Mestre, hoje não me acusa a consciência de falta alguma inteiramente voluntária; bendito sejais pois foi vossa onipotente mão quem me amparou.

Suplico-vos que queirais perdoar toda e qualquer falta que por fragilidade me haja podido escapar; amanhã hei de fazer todos os esforços para viver melhor ainda”.

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Fonte: retirado do livro “As chamas do Amor de Jesus” do Abade D. Pinnard.

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5 conselhos para uma boa confissão nessa Semana Santa. Veja!

28, março, 2018 1 comentário
Sacerdote assistindo à Confissão

Sacerdote assistindo à Confissão

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Em uma palestra sobre o sacramento da penitência, em 2016, o Bispo de San Sebastián (Espanha), Dom José Ignacio Munilla, ofereceu alguns conselhos práticos para aproximar-se da confissão.


A seguir, confira esses 5 conselhos para uma boa confissão:


1. Exame de consciência

“Preparar-se para a confissão não tem que ser diferente de fazer um tempo de oração, colocando-se na presença de Deus, e isso é fazer oração”, assegurou o Prelado, que incentivou a “pedir luz ao Espírito Santo, para nos vermos com os olhos de Deus”.

Nesse sentido, explicou que devemos repassar os mandamentos da lei de Deus e os da Santa Madre Igreja para ver em que se pecou.

“Ou através das bem-aventuranças, repassar os pecados capitais, ou com as virtudes teologais e morais”, afirmou.


2. Contrição do coração

“O segundo conselho é que a confissão seja precedida por um ato de amor de Deus, que é o ato de contrição.

O amor e a dor são a cara e cruz de uma mesma moeda, uma grande alegria porque Deus me perdoa e uma grande pena porque não soube amá-lo como merecia”.

O Bispo de San Sebastián destacou que é “essencial o ato de contrição” que segue unido ao “desejo de confessar nossos pecados”.


3. Propósito de emenda

“Está muito ligado à contrição e se trata de ver quais passos tenho que dar para que meu arrependimento seja fecundo e sincero”, explicou.

Além disso, falou sobre fazer um “exercício de reflexão” para ver o que se poderia fazer para vencer quando formos tentados.


“É um juízo de prudência para ver como nos situarmos frente à tentação.

É preciso vencer a tentação respondendo-lhe desde o primeiro segundo, que não cresça, que não se torne mais forte”, insistiu.


Além disso, destacou que “com o demônio não se dialoga, porque sempre se sai perdendo”.


4. Confessar os pecados ao sacerdote

O Bispo de San Sebastián recordou a importância de se confessar diante de um sacerdote;

Porque durante o sacramento, este atua ‘in persona Christi’.

Nesse sentido, sublinhou que:


“A aplicação comunitária da absolvição nos fez um grande mal”;


Já que se tratava de algo para casos extremos e cujo uso se generalizou.


5. Cumprir a penitência

Dom Munilla, recordando São Francisco Xavier e outros santos, sublinhou a importância de que as penitências sejam pedagógicas e:


“Sirvam para que o pecador seja consciente do processo de santificação que sua vida seve levar”.


Também incentivou a viver a penitência “a partir do seu sentido medicinal, de cura”.

Incentivou ainda a que a confissão “seja um encontro transformador, de graça que nos faz homens novos” e recordou que;


“Para um sacerdote, este sacramento é exigente, mas compartilha com o coração de Cristo uma imensa alegria quando é testemunho de um novo nascimento”.

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Fonte: acidigital.com

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PECADOS: Quais suas raízes, como somos tentados e como evitá-los. Veja.

24, março, 2018 Sem comentários
Adão e Eva sendo expulsos do Paraíso!

Adão e Eva sendo expulsos do Paraíso!


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O livro do Gênesis diz que “Deus criou o ser humano à sua imagem”.

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A
ntes disso, o pecado já existia, não por natureza, mas pela má vontade dos anjos decaídos, os demônios.

Foram eles quem, por inveja, se aproximaram do primeiro homem para tentá-lo.

Até então, Deus o havia colocado em um jardim de benesses , com múltiplas possibilidades de árvores e animais para comer e inúmeras coisas para fazer, tendo proibido apenas uma coisa:

“Podes comer de todas as árvores do jardim. Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não deves comer, porque, no dia em que dele comeres, com certeza morrerás”.

Por medo da morte e pelo aviso divino, Adão e Eva não tinham comido da árvore, até que o demônio lhes tentou, invertendo o apelo de Deus e transformando em atrativo aquilo que era proibido:

“De modo algum morrereis. Pelo contrário, Deus sabe que, no dia em que comerdes da árvore, vossos olhos se abrirão, e sereis como Deus, conhecedores do bem e do mal”.

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Seduzidos pelo maligno, os primeiros pais pecaram e a desordem entrou na humanidade.

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Para este curso de Terapia das Doenças Espirituais, o relato do livro do Gênesis sublinha um fato de notável importância:

Quando a serpente apresentou o fruto da árvore à mulher;

Ela “viu que seria bom comer da árvore, pois era atraente para os olhos e desejável para obter conhecimento”.

Estas três realidades – “comer”, “atraente para os olhos” e “desejável para obter conhecimento” – perpassam toda a história da humanidade:

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Representam a tendência do homem para o prazer, para possuir as coisas e para o poder, essa última entendida como uma espécie de astúcia operativa.

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São João entendeu bem isso, quando escreveu que “tudo o que há no mundo – a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a ostentação da riqueza [a soberba da vida] – não vem do Pai, mas do mundo”.
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Nosso Senhor sendo tentado pelo demônio quando estava no deserto!

Nosso Senhor sendo tentado pelo demônio quando estava no deserto!

E o próprio Senhor, no deserto, foi tentado pelo demônio com essas três matérias.

Primeiro, Satanás propôs a Ele que transformasse pedras em pão, a fim de comer.

Depois, “mostrou-lhe, num relance, todos os reinos da terra” e prometeu dar-Lhe tudo aquilo, se Se prostrasse diante dele.

Por fim, tentou Jesus a fazer uma demonstração de poder: “Se és Filho de Deus, lança-te daqui abaixo”.

Nosso Senhor venceu as três tentações, mostrando ao homem que é possível, com a Sua graça, vencer a carne, decaída pelo pecado original.

 

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Mas, que são essas três coisas que com razão se podem chamar de “raízes” do pecado? Tratam-se de três libidos (libidines, em latim).

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O que Eva perdeu por orgulho, Maria Santíssima ganhou por humildade; 

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A primeira, libido amandi, é o apetite desordenado que “tem por objeto tudo o que pode fisicamente sustentar o corpo seja para a conservação do indivíduo, alimento, bebida etc., seja para a conservação da espécie, as coisas venéreas”.
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Jesus morreu na Cruz para remir nossos pecados!

Jesus morreu na Cruz para remir nossos pecados!

O objeto dessa concupiscência é tanto a gula quanto o sexo desordenado, que é o vício da luxúria.

É curioso que, na mesma época em que se vê o fenômeno da anorexia, de meninas que morrem de fome porque não querem comer;

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Percebe-se uma humanidade que busca o prazer venéreo, mas não quer assumir a responsabilidade dos filhos.

As pessoas querem comer, mas não querem engordar; querem fazer sexo, mas não querem estar abertas à vida.

A segunda, libido possidendi, “é concupiscência animal, e tem por objeto as coisas que não se apresentam para a sustentação e o prazer da carne;

Mas que agradam à imaginação ou a uma percepção semelhante, por exemplo, o dinheiro, o ornato das vestes, e outras coisas deste gênero”.

É esta espécie de concupiscência que se chama de concupiscência dos olhos.

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A terceira é a libido dominandi. É a soberba fundamental de querer ser igual a Deus, como fez Satanás.

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Enraizada no irascível, essa libido deseja o bem enquanto algo árduo:

“Quanto ao apetite desordenado do bem difícil, pertence à soberba da vida, sendo que a soberba é o apetite desordenado da excelência.”

É para combater essas três causas do pecado que se praticam as três obras quaresmais:

O jejum, a esmola e a oração;

E também os três votos evangélicos:

A castidade, a pobreza e a obediência.

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Também aqui se identificam os nossos relacionamentos com o outro, com as coisas e conosco mesmos.

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Se abusamos de outra pessoa, usando-a como objeto para obter prazer, estamos cedendo à concupiscência da carne;

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Se idolatramos as coisas, pensando estar nelas a nossa felicidade, cedemos à concupiscência dos olhos; e se fazemos de nós mesmos deus, estamos na soberba da vida.

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Deus criou o homem para que ele participasse de Sua divindade, mas ele deveria sê-lo pela graça, não por suas próprias forças.

Quando Eva “se apega ciosamente ao ser igual a Deus”, ela rouba, com “ἁρπαγμὸς” (lê-se: harpagmós): as suas mãos se fecham para pegar para si.

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As mãos de Cristo são o contrário das mãos de Eva: elas se abrem para dar. Enquanto Eva quis, Cristo tudo entregou.

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Enquanto as mãos de Eva se voltam ao lenho para pegar, as de Cristo se deixam pregar ao lenho da Cruz para dar.

Da primeira árvore nos vêm a desgraça e a morte; da segunda, a graça e a vida, a nossa salvação.

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Fonte: padrepauloricardo.org 

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Você quer ir para o inferno? Veja esses 2 sinais de que desprezar os preceitos de Deus pode acarretar na perdição eterna.

8, março, 2018 Sem comentários
Alma agonizando no inferno

Alma agonizando no inferno


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“As vossas iniquidades fizeram uma separação entre Vós e vosso Deus” (Is. 59, 2)

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A malícia do pecado mortal consiste no desprezo da graça divina e na perda voluntária de Deus, o Bem supremo.

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Com toda a justiça, pois, a maior pena do pecador no inferno é tê-lo perdido, sem esperança de o tornar a achar.

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Se quisermos ter uma garantia de não incorrermos em tamanha desgraça, demo-nos inteiramente e sem reservas ao Senhor.

Esse vídeo é impressionante, ASSISTA!
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O que não se dá inteiramente a Deus ou o serve com tibieza, corre grande risco de o perder para sempre.

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I. A gravidade da pena deve corresponder à gravidade do delito.
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Os teólogos definem o pecado mortal por estas duas palavras: aversio a Deo — aversão de Deus.
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Eis, pois, em que consiste a malícia do pecado mortal: consiste no desprezo da graça divina e na perda voluntária de Deus, o Bem supremo.
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Pelo que com toda a justiça a maior pena do pecador no inferno é o ter perdido a Deus.
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São grandes as demais penas do inferno:
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O fogo que devora, as trevas que obcecam, os uivos dos condenados que ensurdecem, o mau cheiro que faria morrer aqueles desgraçados se pudessem morrer;
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A estreiteza que os oprime e lhes tolhe a respiração; mas todas estas penas nada são comparadas com a perda de Deus.
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No inferno os réprobos choram eternamente, mas o objeto mais amargoso do seu choro é o pensar que perderam a Deus pela sua culpa.
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Ó Deus, que grande bem perderam eles!
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Durante esta vida os objetos que nos rodeiam, as paixões, as ocupações temporais, os prazeres dos sentidos, as contrariedades não nos deixam contemplar a beleza e bondade infinita de Deus.
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Mas uma vez que a alma sai do corpo, reconhece logo que Deus é um bem infinito, infinitamente formoso, e digno de amor infinito.
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E sendo que foi criada para ver e amar esse Deus, quisera logo elevar-se a ele e com ele unir-se.
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Como, porém, está em pecado, acha levantado um muro impenetrável, quer dizer, o pecado mesmo que lhe fecha para sempre o caminho para Deus:
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As vossas iniquidades fizeram uma separação entre vós e o vosso Deus.
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Meu Senhor, graças Vos dou, porque não me foi ainda fechado este caminho, como tinha merecido, e porque posso ainda ir para Vós.
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Peço-Vos, não me repilais! Meu Jesus, com Santo Inácio de Loyola Vos direi: Aceito toda a pena, mas não a de ser privado de Vós.
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II. Se quisermos ter uma garantia de que não perderemos o nosso Deus, consagremo-nos inteiramente a ele.
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O que não se dá todo a Deus corre sempre o risco de lhe virar as costas e de o perder. Uma alma, porém, que resolutamente se desapega de todas as coisas e se dá toda a Deus, não o perde mais;
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Porquanto, Deus mesmo não consentirá que uma alma que se lhe deu de todo o coração lhe volte as costas e o perca.
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Pelo que um grande Servo de Deus dizia que, em lendo-se a queda de alguns que primeiro levaram vida santa, se deve concluir que eles nunca se deram a Deus com todas as veras.
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Demo-nos, pois, ao Senhor sem reserva e roguemos-lhe sempre pelos merecimentos de Jesus Cristo que nos livre do inferno. Especialmente deve pedir isso aquele que na sua vida já perdeu a Deus por algum pecado grave.
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Demônios nos tentam diariamente querendo levar nossa alma para o inferno.

Demônios nos tentam diariamente querendo levar nossa alma para o inferno.

Ai de mim, ó Senhor, que pelo desprezo da vossa graça mereci estar para sempre separado de Vós, meu Bem supremo, e odiar-Vos para sempre.

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Agradeço-Vos o me haverdes suportado quando estava na vossa inimizade: se então tivesse morrido, que seria de mim?
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Mas já que me prolongastes a vida, fazei que dela nunca me sirva para Vos ofender de novo, mas unicamente para Vos amar e para chorar os desgostos que Vos dei.
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Meu Jesus, doravante sereis Vós o meu único amor; e o meu único temor será o de Vos ofender e de me separar de Vós. Nada, porém, posso, se não me ajudardes.
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Prendei-me sempre mais a Vós pelos laços de vosso santo amor; reforçai as santas e doces correntes de salvação, que me liguem mais e mais convosco.
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Pelos méritos de vosso Sangue espero que me ajudareis para ser sempre vosso, ó meu Redentor, meu amor, meu tudo: Deus meus et omnia.
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Ó grande Advogada dos pecadores, Maria, ajudai um pecador que se recomenda a vós e em vós confia.
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Fonte: Do livro de Santo Afonso Maria de Ligório. Meditações: Para todos os Dias e Festas do Ano: Tomo Terceiro: desde a duodécima semana depois de Pentecostes até ao fim do ano eclesiástico. Friburgo: Herder & Cia, 1922.
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