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Textos com Etiquetas ‘Criação’

Criação, Queda e Redenção da humanidade. Leia este poema de Sta. Catarina de Sena.

3, agosto, 2018 Sem comentários
bondade de Deus

Santíssima Trindade, por Pieter Coecke Van Aelst (1502 – 1556)

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Ó Deidade, Deidade, inefável Deidade! Ó bondade suprema!


U
nicamente por amor, nos fizeste à tua imagem e semelhança.

Ao criar o homem, não disseste “Faça-se”, como ocorrera com as demais criaturas, mas “Façamos o homem à nossa imagem e semelhança” (Gn. 1, 26) para que, Amor inefável, toda a Trindade concordasse.

A memória é figura de Ti, Pai eterno: como reténs e conservas todas as coisas, deste a memória ao homem, a fim de que ele retivesse e conservasse tudo aquilo que a inteligência vê;

Entende e conhece da tua bondade infinita; com isso o homem participa da sabedoria do teu Filho unigênito.

Deste ao homem a vontade, como figura da clemência do Espírito Santo; qual mão poderosa do teu amor, ela se ergue para apanhar tudo quanto a inteligência conhece do teu Ser inefável.

Assim, estando a vontade cheia do teu amor, o mesmo acontece com a memória.


Gratidão, gratidão a Ti, excelsa e eterna Deidade, pelo amor revelado ao concederes tal semelhança à alma:

Inteligência para conhecer, memória para reter e conservar, vontade para possuir-Te acima de tudo.


Ó bondade infinita, como é racional que, ao Te conhecer, o homem Te ame.


Ame com um amor tão vigoroso, que demônio ou criatura alguma pode destruir, sem o consentimento da vontade. E envergonhe-se a pessoa que, conhecendo o teu amor, não Te ama.


Ó Deidade eterna, amor sem preço! Após cairmos no horror do pecado, quando nosso pai Adão, por maldade e fraqueza Te desobedeceu, Tu, ó Pai, com amor e compaixão olhaste para nós;

Míseros e infelizes, e enviaste o teu Filho unigênito, Palavra encarnada e revestida de nossa condição mortal.

E Tu, Jesus, nosso reconciliador, restaurador e redentor, Te tornaste mediador, palavra e amor. Da grande guerra, que o homem mantinha contra o Pai, fizeste uma imensa paz.


Puniste em teu corpo nossas maldades e a desobediência de Adão, fazendo-Te obediente até a vergonhosa morte na cruz.


Bondoso e amoroso Jesus! Com um único golpe deste a reparação à injúria feita ao Pai e ao nosso pecado, pois tomaste sobre Ti a vingança da ofensa ao Pai.

Pequei, Senhor, tem compaixão de mim.

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Fonte: “As Orações” de Santa Catarina de Siena.

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A Criação em dois exemplos: a rosa e a orquídea. Surpreso? Você ficará depois de ler!

29, janeiro, 2017 Sem comentários

 

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Para meu gosto pessoal, a duas flores eu dou a primazia.


A primeira evidentemente é a rosa. Uma rosa perfeita e acabada é uma glória, uma beleza, uma maravilha, uma ordenação como não há igual.

Depois das rosas — é uma opinião ainda mais pessoal — elejo as orquídeas.

É um tipo de flor que viceja maravilhosamente no Brasil, mas, pelo que ouvi dizer, floresce ainda mais belamente na Colômbia.

É um gênero de beleza profundamente diferente da rosa.


A rosa traz consigo o esplendor da ordem. Suas pétalas postas em ordem obedecem a um raciocínio.

Nela não há nada de previsto, não é planificada. Mas dir-se-ia que um poeta a planificou.


Deus Nosso Senhor a planejou, a destinou.

Tudo nela é ordenado, estabelecido, arranjado. Ela exala o perfume que é conforme à sua forma de beleza — da ordem prevista, racional e explícita.

Ela é uma soberba explicitação do conceito de beleza.

Isto não se pode dizer da orquídea.


A orquídea é rara e singular.


Ela prega surpresas, suas pétalas se movem quase como num balé vegetal.

Movem-se em direções inimagináveis, que se compõem em torno da parte central e variam de flor para flor.

A parte central da orquídea é sempre de uma beleza magnífica e surpreendente.

Por exemplo, brancas na orla e depois de um vermelho e de um roxo aprofundado e que chega até a uma parte misteriosa dentro;

Onde se tem a impressão de que há um vermelhíssimo sublime que não se mostra, por uma espécie de recato.


É próprio às coisas verdadeiramente muito superiores a não se exibirem; enquanto as coisas charlatanescas se exibem.


Há formas de orquídeas incomparáveis, mas todas com a beleza do fantasioso, do inesperado, de uma alta distinção;

Que parece dizer a quem as vê: “Confessa que tu não me imaginavas e que eu sou muito superior a tudo quanto tu pensavas”.

Há um quê de “não me toques” na orquídea, que faz parte de outra família de beleza. 

Não é a beleza de desordem, mas dessas formas superiores de ordem, que o raciocínio não constrói e que só a fantasia sabe compor.

Isto está muito de acordo com o espírito das nações latino-americanas e que eu creio que são, sobretudo;

Na forma de espírito de duas nações psicologicamente muito parecidas: Brasil e Colômbia.

Às vezes, quando eu ouço contar de “colombiadas”, eu me lembro de “brasileiradas”.


O capricho, o inesperado, o entusiasmo; também, às vezes, o ressentimento, a vingança;

Conforme a ocasião a violência, mas seguida logo depois de uma reconciliação afetuosa.


Todo este vai-e-vem temperamental, eu vejo de comum entre o brasileiro e o colombiano.

E ali está a orquídea a marcar dessa maneira as peculiaridades do espírito dos povos que a Providência suscitou.

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Fonte: http://www.adf.org.br/

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Da arte verdadeira à “rabiscagem”- saiba por que a arte antiga era mais bela que a moderna:

7, dezembro, 2015 Sem comentários

Horrendo quadro de Pablo Picasso

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Gregorio Vivanco Lopes

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O quadro acima intitula-se Mulher chorando.

Nenhuma mulher gostaria de ter tais feições, a menos que estivesse sendo vítima de alguma possessão diabólica.

Que moça ou senhora sentir-se-ia à vontade, olhando-se no espelho e vendo refletida essa figura? Pensaria tratar-se de uma alucinação. Ou então, que um demônio teria desfigurado sua face.

Entretanto, esse é um dos quadros mais celebrados de Pablo Picasso, pintado em 1937, quando tinha 56 anos.

Mas não pense o leitor que esse e numerosos outros quadros medonhos ou inextricáveis foram por ele produzidos por falta de talento. Não! Picasso tinha muito talento.

Sua primeira pintura [foto ao lado] data de 1895, com a idade de apenas 14 anos, e representa uma Primeira comunhão. 

Note-se a piedade da menina e o delicado de seu vestido branco, que cai com elegância.

O autor soube manifestar esplendidamente a dignidade do pai, cuja distinção varonil lhe confere características de nobreza.

O coroinha, de extração social mais popular, esmera-se em manter o altar bem composto.

Tudo é belo no quadro, inclusive o lustre e o tapete.

Tudo fala de ordem, elevação de sentimentos, piedade autêntica – numa palavra, de catolicidade.

Dois anos depois, em 1897, Picasso pintou esta obra-prima [abaixo], intitulada Ciência e caridade.

A palidez quase cadavérica da enferma denota um organismo profundamente combalido.

Seu olhar agradecido, mas quase extinto, dirige-se para a irmã de caridade que lhe oferece algum alimento líquido, enquanto sustenta no braço esquerdo uma criança, provavelmente filha da doente.

O médico segura-lhe o pulso e conta os batimentos com ar atento e preocupado.

O ambiente é muito modesto, patente no desbotado das paredes, na simplicidade da cama e do cobertor, no vestidinho da criança.

Como foi possível que um pintor, com talento tão precoce, após representar com tanta arte ambientes tão diferentes, descambasse depois para representar figuras monstruosas como a Mulher chorando?

Deixando de lado a trajetória de qualquer pintor em concreto, tocamos aqui num ponto delicado que diz respeito ao segredo da chamada “arte moderna”.

Ela parece ter sido alicerçada sobre o ódio à obra da Criação, e por isso a deforma.

Tal “arte” não é nem retratista nem procura realçar os aspectos espirituais das realidades terrenas; pelo contrário, parece empenhada em salientar o grotesco, o disforme, o hediondo, quando não o esotérico.

Tal conclusão parece impor-se quando consideramos que, ao lado de numerosos impostores que se limitam a produzir rabiscos como se fossem arte, há artistas verdadeiramente talentosos que inexplicavelmente aderem à “rabiscagem”.

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Fonte: http://www.adf.org.br/

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Descubra como Deus criou o mundo, na narração de São João Bosco! (Parte III)

9, novembro, 2015 2 comentários

A expulsão de Adão e Eva do Paraíso - Benjamin West, 1791

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Continuação do post: Descubra como Deus criou o mundo, na narração de São João Bosco! (Parte II)

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Paraíso Terrestre, criação de Eva

— No princípio o homem foi colocado por Deus no Paraíso Terrestre, lugar deliciosíssimo, onde havia em abundância toda espécie de frutas, que o terreno fértil produzia sem cultura.

Deus, para ensinar-nos que devemos fugir da ociosidade, tinha também ordenado a Adão que trabalhasse, mas tão só para seu divertimento e sem fadiga.

Regavam esse jardim delicioso quatro rios chamados: Geon, Fison, Tigre e Eufrates.

Estes dois últimos conservam ainda o mesmo nome; nascem ambos na Armênia e limitam aquela região que, por ficar entre dois rios, foi mais tarde chamada Mesopotâmia.

Depois Deus fez passar todos os animais perante Adão, a fim de que ele pusesse a cada um o nome conveniente.

Em seguida querendo dar-lhe uma companheira, fez com que ele adormecesse e, enquanto dormia, tirou-lhe uma costela, da qual formou a primeira mulher, que se chamou Eva, nome que significa mãe dos viventes.

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Criação dos Anjos

— Deus tinha também criado uma multidão de Anjos, isto é, de Espíritos sem corpo, enriquecidos de excelentes dons, e os tinha constituído príncipes junto do seu trono.

A maior parte deles conservaram a santidade que tinham recebido de Deus na sua criação.

Mas uma parte assaz considerável prevaricou, cometendo um gravíssimo pecado de soberba, por pretenderem tornar-se iguais a Deus.

O chefe dos rebeldes foi Lúcifer, o anjo mais belo do Paraíso.

São Miguel, seguido de outros anjos que permaneceram fiéis a Deus, opôs-se aos revoltados, dizendo: Quem é como Deus?

A estas palavras, Lúcifer e todos os seus sequazes foram pela Divina Potência, num instante, expulsos do Paraíso e condenados às penas eternas do inferno.

Os anjos fiéis a Deus chamam-se anjos bons ou simplesmente anjos; entre estes escolheu Deus os nossos Anjos da Guarda.

Aqueles que, pela sua soberba, foram expulsos do céu chamam-se anjos maus, diabos ou demônios.

Levados estes pela inveja, tentam o homem com toda espécie de arte e de enganos, para fazê-lo cair em pecado e tê-lo, depois como companheiro na sua condenação eterna.

Um desses demônios, sob a forma de serpente, foi tentar os nossos primeiros pais e lhes fez cometer uma gravíssima desobediência.

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Fonte: retirado do livro “História Sagrada” de São João Bosco.

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Descubra como Deus criou o mundo, na narração de São João Bosco! (Parte II)

7, novembro, 2015 Sem comentários

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Continuação do post: Descubra como Deus criou o mundo, na narração de São João Bosco! (Parte I)

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A Criação

No quarto dia disse Deus: Façam-se luzeiros no céu, e dividam o dia da noite, e marquem as estações e os dias do ano.

Por isso, fez dois grandes luzeiros; o maior — o sol — para resplandecer de dia; o menor— a lua — para espancar as trevas da noite. Depois fez as estrelas.

Poder-se-á objetar: se o sol foi criado no quarto dia, como podia a luz ser criada no primeiro dia? O sol então não é a luz?

É necessário saber que no ar, nos corpos e nas entranhas da terra está espalhado um fluído luminoso chamado éter, que, em contato com os raios do sol ou de uma chama, difunde a luz.

Esse fluído luminoso foi criado no primeiro dia e o sol no quarto.

No quinto dia criou as várias espécies de peixes, que habitam as águas e as várias espécies de pássaros que voam no ar.

No sexto dia criou toda sorte de répteis e de quadrúpedes, e todos os outros animais que vivem na terra.

Finalmente criou o homem que é a mais perfeita de todas as criaturas visíveis.

E vendo que todas as coisas eram boas e procediam segundo a sua divina vontade, no sétimo dia descansou, quer dizer, cessou de criar outras coisas.

Deus santificou esse sétimo dia e quis que nesse dia os homens, abstendo-se dos trabalhos servis, se ocupassem somente em coisas de piedade.

Na lei antiga se observa o sábado; nos cristãos, em. memória da ressurreição do Salvador, temos por santo o domingo.

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Criação do homem

— Depois de criadas todas as coisas que existem no céu e na terra, Deus, querendo criar o homem, disse:

Façamos o homem à nossa imagem e semelhança, e tenha ele domínio sobre a terra inteira. Então plasmou com barro um corpo humano, inspirou-lhe uma alma vivente e imortal.

Assim foi criado o primeiro homem, que se chamou Adão, que quer dizer feito de terra. 

(Continua…)

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Fonte: retirado do livro “História Sagrada” de São João Bosco.

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