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Textos com Etiquetas ‘Devoção ao Sagrado Coração de Jesus’

Carta aos Católicos – enviada pela vice-presidente da Associação Apostolado do Sagrado Coração de Jesus (LEIA E REPASSE)

30, junho, 2017 Comments off

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Ao terminar de ler a carta, clique aqui para colocar seus pedidos de graças na Missa de Súplicas ao Coração de Jesus, que será celebrada na próxima sexta-feira.

Se preferir, acesse: www.aascj.org.br/livrodemissas/suplicas

E não esqueça de encaminhar o link acima para 20 amigos. 
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Neste dia de Festa do Sagrado Coração de Jesus, esta reflexão é imperdível! Veja aqui:

23, junho, 2017 1 comentário

“Eis o Coração que tanto amou os homens, que nada poupou, até se esgotar e se consumir para lhes testemunhar seu amor”.

É nesse Sagrado Coração que o homem combalido de nossos dias encontrará sempre os recursos mais inesperados para as situações mais desesperadoras.

Assim como a aurora precede o meio-dia, analogamente, no ciclo litúrgico da Igreja Católica, o mês de maio é o mês de Maria, que é a aurora.


E junho é o mês de Jesus, do Sagrado Coração de Jesus, que é o meio-dia.

Que é o Coração de Jesus?

É, naturalmente, um coração vivo que palpita no peito Sagrado do Divino Salvador;

Um coração formado pela operação onipotente e sapientíssima do Divino Espírito Santo;

No claustro virginal da Santíssima Virgem e, em conseqüência, tendo toda a perfeição física que ele pode comportar;

Um coração vivificado pela maior alma, a mais pura, a mais santa, a mais divina que jamais tenha existido;

Um coração que da chaga nele aberta pela lança de Longino deixou correr água e sangue;

Fonte fecunda de nossa vida espiritual e de nossa salvação.

Ter-se-ão realçado aqui todas as belezas desse Sagrado Coração? Não!


O Coração de Jesus não é, como os nossos, um coração de simples criatura.

É o Coração de Deus, digno, por isso mesmo, de todas as homenagens e de toda a adoração que não devemos e não prestamos senão a Deus.


Eis aí privilégios do Sagrado Coração que o elevam acima de todos os outros corações;

E também de todos os objetos que, como a Cruz, a manjedoura, os cravos e a coroa de espinhos;

Foram santificados pelo contato direto que tiveram com o Homem-Deus.

Com efeito, por mais caros e veneráveis que todos eles sejam para a piedade dos fiéis;

Sua existência não se confunde com a própria pessoa do Redentor, como é o caso do Sagrado Coração.

Esse Coração vivo de Nosso Senhor é o emblema, o símbolo, não de um amor indeterminado;

Mas do próprio amor de Jesus, inteiramente conforme à sua natureza humana como à sua
natureza divina.


Jamais se verá em alguém um coração tão sensível à influência de todos os afetos da alma.

Nosso Senhor é o homem perfeito e, portanto, n’Ele há uma perfeita harmonia entre os seus afetos e os sentimentos de seu Coração.


Em cada um de nós, os movimentos da vontade podem não ter senão uma repercussão imperceptível no coração;

Porque nossa parte sensível o submete, não raro, a impressões contrárias e mais vivas.


Em Nosso Senhor, não.


N’Ele tudo é ordem, e essas oposições deploráveis, entre o sentir e o querer não existem.

E um coração reto, puro, imaculado, divino, e todos os sentimentos que aí têm lugar são santos
e santificadores:

“Eu te farei ler no livro do amor de meu Coração”, disse um dia o Divino Mestre à confidente de seu Sagrado Coração, Santa Margarida Maria Alacoque.

E nunca – talvez no Céu – conseguiremos ler tudo quanto está escrito nesse divino livro.


A representação do Sagrado Coração de Jesus


O Sagrado Coração é normalmente representado com a cruz, as chamas, a coroa de espinhos, acrescentada a chaga nele aberta por Longino.

Recordemos o que Santa Margarida Maria conta, ela mesma, em carta dirigida ao Padre Rolin, seu confessor, em 1674:

“No dia de São João Evangelista, após ter recebido de meu Divino Salvador;

Uma graça mais ou menos parecida à que recebeu na noite da Ceia este discípulo bem-amado;

O Divino Coração me foi representado como um trono de fogo e de chamas;

Radiante de todos os lados, mais brilhante que o sol e transparente como um cristal.”


A chaga que ele recebeu sobre a cruz aparecia aí visivelmente.

Uma coroa de espinhos envolvia esse Sagrado Coração, e uma cruz o encimava.

“Meu Divino Salvador fez-me conhecer que esses instrumentos de sua Paixão significavam que o amor imenso dele para com os homens;

Tinha sido a fonte de todos os sofrimentos e de todas as humilhações que Ele quis sofrer por nós,

Que, desde o primeiro instante de sua Encarnação;

Todos esses tormentos e desprezos Lhe estavam presentes;

E que desde esse primeiro momento, por assim dizer, essa cruz lhe foi plantada no Coração;

Que Ele aceitou, desde então, para nos testemunhar seu amor;

Todas as humilhações, a pobreza, as dores que sua sagrada humanidade deveria sofrer durante toda sua vida mortal”.

 

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Fonte: catolicismo.com.br

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Finalidade do Sagrado Coração: atrair todos os corações ao dEle! Leia este artigo para compreender este importante objetivo de Nosso Senhor Jesus Cristo.

21, junho, 2017 Comments off
A finalidade da devoção ao Sagrado Coração de Jesus é ainda o amor dos homens, a quem Ele deseja a verdadeira conversão.

A finalidade da devoção ao Sagrado Coração de Jesus é ainda o amor dos homens, a quem Ele deseja a verdadeira conversão.

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Já vimos que os intuitos de Nosso Senhor no escritos de Santa Gertrudes foi fazer conhecer a ternura do seu Coração, atrair desse modo a si muitos corações.


Jesus também deu várias vezes sensivelmente os nossos corações a Gertrudes, e recebeu o coração da Santa em troca;

Para nos assinalar o dom mútuo dos corações que o seu amor pede entre Ele e nós.

Conservou sempre o coração de Gertrudes fielmente unido ao seu, para nos servir ainda
de modelo:

“Gertrudes, dizia Jesus a Santa Mechtilde, adere de tal forma ao meu Coração, e conservo-a de tal forma unida a ele, que ela se tornou um mesmo espírito comigo.

Por isto ela vive em absoluta dependência das minhas vontades;

Os membros estão menos sujeitos ao coração do que Gertrudes está sujeita às minhas vontades.

Mal o homem diz à mão, pelo pensamento: faze isto; ao olho: olha; à língua: fala; ao pé: anda; logo, sem a menor demora, a mão, a língua, o olho, o pé obedecem.

Gertrudes é para mim como uma mão, um olho, uma língua de que disponho a meu talante, sem que lhes resistam a nenhum de meus desejos”.


Jesus manifesta em particular a Gertrudes o quanto o seu Coração divino deseja a conversão dos pecadores.

A Santa rezava um dia por uns malvados que haviam causado um grande prejuízo ao seu mosteiro.

Nosso Senhor mostrou-se então a Gertrudes: estava com um braço dolorosamente dobrado e torcido, os nervos pareciam-lhe partidos.

E Jesus lhe disse:

“Aqueles que me pedem pela conversão desses infelizes derramam um bálsamo salutar no meu braço doente;

E com mão delicada reconduzem pouco a pouco os músculos à posição primitiva”.


Surpresa com este excesso de benignidade, Gertrudes disse a Jesus:

“Dulcíssimo Senhor, como podeis chamar vosso braço a tais pessoas tão indignas dessa honra?

Chamo-lhes assim com verdade, porque elas são do corpo da Igreja, de que me honro de ser a Cabeça.

Por isso o interesse das suas almas desperta em mim solicitudes inexprimíveis:

O meu coração deseja com indizível ardor que esses infelizes se convertam”.


Reflexão:

A finalidade íntima a que Nosso Senhor se propôs revelando ao mundo a devoção ao seu Sagrado Coração, é ainda o amor dos homens, que Ele quer atrair todos a si.

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Fonte: Livro “Amor, Paz e Alegria: Mês do Sagrado Coração de Jesus segundo Santa Gertrudes” do Rev. Pe. André Prevot.

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Descubra o tesouro escondido no amor ao Sagrado Coração de Jesus e saiba como obter frutos espirituais dessa santa devoção.

17, junho, 2017 Comments off
Sagrado Coração de Jesus

Sagrado Coração de Jesus

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Anunciado por todos os profetas e ansiado por todas as nações;


É
no Sagrado Coração de Jesus que se resume a história dos homens e onde se encontra a “fonte de toda consolação”.

Dele, coração humano e divino, brotam mananciais de água viva para a humanidade inteira, conforme prometeu Isaías:


“Com alegria tirareis água nas fontes do Salvador” (Is 12, 3);


E conforme Ele mesmo revelou à samaritana:


“Se conhecesses o dom de Deus e quem é aquele que te diz: ‘Dá-me de beber’, tu lhe pedirias, e ele te daria água viva” (Jo 4, 10).


O culto ao coração de Nosso Senhor, no entanto, nem sempre foi compreendido da forma correta dentro da Igreja.

Há quem se incomode com a ideia de adorar um “órgão humano” – mesmo que seja o de Jesus;

Como se tal ato fosse um exagero ou ferisse a honra devida somente a Deus.

Outros chegam a vislumbrar a beleza dessa devoção, mas, por não saberem o que ela significa;

Acabam não lhe dando muita importância e, muitas vezes;


Chegam a agir com certo desprezo para com ele, considerando o culto ao Sagrado Coração quase como uma “superstição”.


Contra essa visão completamente distorcida das coisas, o Papa Pio XII escreveu, em 1956, a riquíssima encíclica Haurietis Aquas;


Exatamente “sobre o culto ao Sacratíssimo Coração de Jesus”.


Neste documento, Sua Santidade adverte que:

“Este culto não deve a sua origem a revelações privadas, nem apareceu de improviso na Igreja”;

Mas simplesmente confirma as verdades sobre a vida de Cristo e o seu imenso amor para com os homens.


“Evidente é, portanto, que as revelações com que foi favorecida Santa Margarida Maria não acrescentaram nada de novo à doutrina católica”.


Mas, qual é, afinal, a doutrina católica a respeito do culto ao Sagrado Coração de Jesus?

Em primeiro lugar, a Igreja ensina que esse culto consiste em uma verdadeira adoração.

A razão disso está na doutrina da “união hipostática” de Cristo:


“Uma vez que Deus Verbo se encarnou, a carne de Cristo é adorada não por si mesma;

Mas porque o Verbo de Deus está unido a ela segundo a hipóstase”.


Assim, pois, comenta Santo Tomás de Aquino:

Adorar a carne de Cristo nada mais é do que adorar o Verbo de Deus encarnado;

Assim como adorar a roupa do rei nada mais é do que adorar o rei que a veste”.

É por isso que quem reza a Ladainha do Sagrado Coração recorda que;

Esse órgão de Cristo está “unido substancialmente ao Verbo de Deus” e que nele “habita toda a plenitude da divindade”.


Os católicos, portanto, não só podem, como devem, adorar o Sagrado Coração de Jesus, sem nenhum temor ou escrúpulo.


Agora, por que tanta ênfase no coração de Cristo?

Por que não adorar outro órgão qualquer de Nosso Senhor, como o cérebro, ou os Seus outros membros feridos pelos agudos cravos da Cruz?

A resposta está em que:


“Mais do que qualquer outro membro do seu corpo
– diz o Papa Pio XII –;

O seu coração é o índice natural ou o símbolo da sua imensa caridade para com o gênero humano”.


Os católicos adoram o Coração de Jesus porque a fé cristã é, acima de tudo, a “religião do amor”.

Na verdade, não existe nenhuma virtude maior do que a caridade (cf. 1 Cor 13, 13);

Nenhum mandamento maior do que o amor (cf. Mt 22, 34-40);

Nada tão importante quando o fato de que:


“Deus amou de tal modo o mundo, que lhe deu o Seu Filho único, para que todo o que n’Ele crer não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3, 16).


Além disso, cremos que Deus, assumindo um coração verdadeiramente humano;

Sujeitou-se livremente a experimentar os sentimentos mais comuns da vida de qualquer pessoa;

Tais como o amor e a alegria, a tristeza e o temor etc.

O Papa Pio XII confirma que “o coração de Cristo (…) sem dúvida deve ter palpitado de amor e de outros afetos sensíveis”.

Por isso, convém “meditar as pulsações do seu coração”, a fim de que também os nossos corações possam, com suas batidas, tributar um hino de louvor a Deus.


O Coração de Jesus “pulsa de amor ao mesmo tempo humano e divino desde que a virgem Maria pronunciou aquela palavra magnânima ‘Fiat’”.


O Coração de Jesus pulsou de amor quando se perdeu de seus pais e;

Tomado por um zelo que O consumia, aninhou-se no templo e tratou de cuidar das coisas de Seu Pai (cf. Lc 2, 49).

O Coração de Jesus pulsou de amor quando trabalhou na carpintaria de Nazaré;

Rodeado por São José, Seu pai adotivo, e por Sua santíssima mãe, a qual O nutria e O via crescer “em estatura, graça e sabedoria, diante de Deus e dos homens” (Lc 2, 52).

O Coração de Jesus pulsou de amor quando sentiu compaixão das multidões que O cercavam (cf. Mc 8, 2);

Quando deu vista aos cegos, quando curou os enfermos e quando ressuscitou os mortos.


O Coração de Jesus pulsou de amor e admiração;


Quando viu a grande fé daquele soldado romano, cujas palavras são repetidas todos os dias na Santa Missa:

“Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha casa, mas dizei uma só palavra e minha alma será salva.” (cf. Mt 8, 8).


O Coração de Jesus pulsou de amor e de santa ira;

Quando expulsou os cambistas e vendilhões do templo, ordenando que não fizessem da casa de Seu Pai uma casa de comércio (cf. Mt 21, 13).

O Coração de Jesus pulsou de amor e de alegria;

Quando instituiu o Santíssimo Sacramento da Eucaristia, deixando a Si mesmo como alimento para todos os que O haviam de seguir, até o fim dos tempos.


O Coração de Jesus pulsou de amor, de tristeza e de temor;


Quando rezou no Horto das Oliveiras, implorando misericórdia e suando gotas de sangue pela humanidade pecadora (cf. Mt 26, 38; Mc 14, 33).

O Coração de Jesus pulsou disparadamente quando Se entregou na Cruz;


Palpitando “mais pela força do amor do que pela violência dos algozes”
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O Coração de Jesus pulsou de amor e misericórdia;

Quando acolheu no Céu o bom ladrão (cf. Lc 23, 43) e perdoou os Seus carrascos do crime que cometeram (cf. Lc 23, 34).

O Coração de Jesus pulsou de amor;

Quando entregou Maria Santíssima aos cuidados de Seu discípulo amado, designando-a mãe de toda a Igreja (cf. Jo 19, 25-27).

Finalmente;


No Céu, “o seu coração sacratíssimo nunca deixou nem deixará de palpitar com imperturbável e plácida pulsação”;


Já que a aliança que firmou com a Sua Igreja é irrevogável e o Seu amor para com ela é eterno, como Ele mesmo tinha prometido:

“Esta é a aliança que farei com a casa de Israel a partir daquele dia – oráculo do Senhor;

Colocarei a minha lei no seu coração, vou gravá-la em seu coração;

Serei o Deus deles, e eles, o meu povo” (Jr 31, 33).


Por todas essas pulsações do Sagrado Coração de Jesus;

Que também nós vivamos a nossa vida como um completo e constante ato de amor a Ele.


Peçamos-Lhe a graça de imitar o Seu manso e humilde coração (cf. Mt 11, 29);


E que, assim como o Seu, também os nossos se convertam em uma “fornalha ardente de caridade”.


Sacratíssimo Coração de Jesus,

tende piedade de nós!

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Fonte: pt.aleteia.org

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Conheça Santa Rafaela Maria do Sagrado Coração.

1, junho, 2017 1 comentário
Santa Rafaela Maria

Santa Rafaela Maria

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“Dentro de Deus temos que estar e Dele receber tudo”;


É
uma frase de Santa Rafaela Maria do Sagrado Coração (ou Santa Rafaela Porras y Ayllón), uma religiosa e fundadora da congregação das Escravas do Sagrado Coração.

“A vida e a obra da Santa, se observarmos por dentro, são uma excelente apologia da vida religiosa;

Baseada na prática dos conselhos evangélicos, calcada no esquema ascético-místico tradicional;

Do qual a Espanha foi mestra com figuras tão imponentes como:

Santa Teresa, São João da Cruz, Santo Inácio de Loyola, São Domingos, São João D’Ávila e outros”;


Disse o Papa Paulo VI na Missa de canonização de Rafaela Porras y Ayllón.

A santa nasceu em 1º de março de 1850 no povoado espanhol de Pedro Abad, perto de Córdoba, no seio de uma família rica daquela época.

Aos 15 anos, fez seu voto perpétuo de castidade, dedicou-se à oração e a cuidar dos enfermos e necessitados, apesar da oposição de seus irmãos.

Nove anos depois, viajou para o convento das monjas clarissas em Córdoba para ter um período de reflexão.


Em pouco tempo, fundou junto com sua irmã o Instituto de Adoradoras do Santíssimo Sacramento e Filhas de Maria Imaculada.


Depois, mudou-se com outras 16 religiosas para Madri, onde recebeu a aprovação diocesana em 1877.

Dez anos mais tarde, o Papa Leão XIII aprovou a Congregação com o nome de Escravas do Sagrado Coração de Jesus.

Por unanimidade, foi eleita superiora geral e, em 4 de novembro de 1888, realizou sua profissão perpétua.

“A Madre Rafaela Maria dirige o novo Instituto durante 16 anos com grande dedicação e tato.

Demonstra também claramente sua extraordinária profundidade espiritual;

E sua virtude heroica quando, por motivos infundados, tem que renunciar a direção de sua obra.

Nesta humilhação aceita, morrerá em Roma, praticamente esquecida, no dia 6 de janeiro de 1925”;


Acrescentou Paulo VI na Missa de canonização desta santa.

Durante 30 anos, foi um membro anônimo em seu instituto;


Davam-lhe os trabalhos mais pesados, humilhavam-na e a isolaram até o dia de sua morte.


Entretanto, seguiu vivendo com humildade e fazendo o que a ordenavam, embora tenha fundado sua Congregação.


O Papa Pio XII a beatificou no dia 18 de maio de 1952 e foi canonizada pelo Papa Paulo VI no dia 23 de janeiro de 1977.


Está sepultada na Casa Generalícia da Congregação em Roma e;

Como morreu no dia da Epifania, sua festa é celebrada no dia 18 de maio, data da sua beatificação e do translado de seus restos mortais.

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Fonte: acidigital.com

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