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Textos com Etiquetas ‘Devoção ao Sagrado Coração de Jesus’

Estima e favor dos sumos pontífices ao culto do Sagrado Coração de Jesus.

2, maio, 2017 Comments off
Sagrado Coração de Jesus

Sagrado Coração de Jesus

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“Quem não vê, veneráveis irmãos, quão alheias são estas opiniões do sentir dos Nossos Predecessores, que desta cátedra de Verdade publicamente aprovaram o culto do Sacratíssimo Coração de Jesus?


Quem ousará chamar inútil ou menos acomodada aos nossos tempos esta devoção que o Nosso Predecessor de imperecível memória Leão XIII chamou de “estimadíssima prática religiosa”;

E na qual viu um poderoso remédio para os próprios males que, nos nossos dias de maneira mais aguda e com mais extensão, afligem os indivíduos e a sociedade?


‘Esta devoção, – dizia ele – que a todos recomendamos, a todos será de proveito’.


E, acrescentava estes avisos e exortações que também se referem à devoção ao Sagrado Coração:

‘Daí a violência dos males que, há tempo, estão como que implantados entre nós, e que reclamam urgentemente busquemos a ajuda do único que tem poder para os afastar.

E quem pode ser este senão Jesus Cristo, o unigênito de Deus?


Pois nenhum outro nome foi dado aos homens sob o céu no qual devamos salvar-nos” (At 4, 12).


‘Cumpre recorrer a Ele, que é caminho, verdade e vida’” (Enc. “Annum Sacrum”, 25 de maio 1889; Acta Leonis, Vol, 19, 1900, pp. 71, 77-78).

“Nem menos dignos de aprovação e adequado para fomentar a piedade cristã julgou-o o Nosso imediato Predecessor, de feliz memória, Pio XI;

Que, na sua encíclica “Miserentissimus Redenctor”, escrevia:

‘Acaso não está contido nessa forma de devoção o compêndio de toda a religião, e mesmo a norma de vida mais perfeita;

Como quer que ele guie mais suavemente as almas para o profundo conhecimento de Cristo Senhor Nosso;

E com maior eficácia as mova a amá-Lo mais de perto?’ (Enc. Miserentissimus Redenctor”, 8 de maio 1928; A. A. S. 20, 1928, p. 167).

Nós, por nossa parte, com não menor agrado do que os nossos predecessores, aprovamos e aceitamos essa sublime  verdade;

E, quando fomos elevado ao sumo pontificado, ao contemplarmos o feliz e triunfal progresso do culto ao Sagrado Coração de Jesus entre o povo cristão;

Sentimos o nosso ânimo cheio de alegria e regozijamo-nos com os inúmeros frutos de salvação que ele havia produzido em toda a Igreja;

Sentimentos que tivemos a satisfação de exprimir logo na nossa primeira encíclica (Cf, Enc. “Summi Pontificatus” 20 de outubro, 1939; A. A. S. 31, 1939, p. 415).

Através dos anos do nosso pontificado – cheios não só de calamidades e angústias, como também de inefáveis consolações;

Esses frutos não diminuíram nem em número, nem em eficácia, nem em beleza, antes aumentaram.

Com efeito, iniciativas múltiplas e muito acomodadas às necessidades dos nossos tempos surgiram para reacender este culto:


Referimo-nos às associações destinadas à cultura intelectual e à promoção da religião e da beneficência;

 

Às publicações de caráter histórico, ascético e místico encaminhadas a este mesmo fim;

Às piedosas práticas de reparação e, de modo especial, às manifestações de ardentíssima piedade que tem promovido o Apostolado da Oração;

A cujo zelo e atividade se deve o se haverem famílias, colégios, instituições, e mesmo algumas nações, consagrado ao Sacratíssimo Coração de Jesus;

E não raras vezes, por ocasião dessas manifestações de culto, temos expressado a nossa paternal complacência.” (Cf. A.A.S. 32, 1940,p. 276; 35, 1943, p. 170; 37, 1945, pp. 263-264; 40, 1948, p. 501; 41, 1949, p. 331).

“Portanto, ao vermos que tamanha abundância de águas, quer dizer, de dons celestiais do supremo amor;


Que têm brotado do Sagrado Coração do nosso Redentor;


Se derramam sobre incontáveis filhos da Igreja Católica por obra e inspiração do Espírito Santo;

Não podemos, caríssimos, deixar de exortar-vos com ânimo paterno a que, juntamente conosco;

Tributeis louvores e profundas ações de graças ao Doador de todos os bens, repetindo estas palavras do apóstolo das gentes:


“Àquele que é poderoso para fazer, acima de toda medida, com incomparável excesso, mais do que O pedimos ou pensamos, segundo o poder que desenvolve em nós a sua energia;

A Ele glória na Igreja e em Cristo Jesus por todas as gerações, nos séculos dos séculos, Amém” (Ef 3, 20 s.).


Mas, depois de tributarmos as devidas graças ao Deus eterno;

Queremos por meio desta encíclica exortar-vos, a vós e a todos os caríssimos filhos da Igreja;

A uma mais atenta consideração dos princípios doutrinais contidos na Sagrada Escritura, e nos Santos Padres;

Princípios nos quais, como em sólidos fundamentos, se apóia o culto do Sacratíssimo Coração de Jesus.

Porque nós estamos plenamente persuadidos de que só quando à luz da divina revelação houvermos penetrado a fundo a natureza e a essência íntima deste culto;

É que poderemos apreciar devidamente a sua incomparável excelência e a sua inexaurível fecundidade em toda sorte de graças celestiais;

E além, meditando e contemplando piedosamente os inúmeros bens que ela produz, poderemos celebrar dignamente o primeiro centenário da festa do Sacratíssimo Coração de Jesus na Igreja universal.”

“Com o fim, pois, de oferecer à mente dos fiéis o alimento de salutares reflexões com as quais possam eles mais facilmente compreender a natureza deste culto;

Tirando dele frutos mais abundantes, deter-nos-emos antes de tudo nas páginas do Antigo e do Novo Testamento;

Que contêm a revelação e descrição da caridade infinita de Deus para com o gênero humano;

Caridade cuja sublime grandeza jamais poderemos esquadrinhar suficientemente;

Depois aduziremos o comentário que sobre ela nos deixaram os padres e doutores da Igreja;

E, finalmente, procuraremos esclarecer a íntima conexão que existe entre a forma de devoção que se deve tributar ao Coração do Divino Redentor;

E o culto que os homens estão obrigados a render ao amor que Ele e as outras Pessoas da SS. Trindade têm a todo gênero humano.

Pois achamos que, uma vez considerados à luz da Sagrada Escritura e da Tradição os elementos constitutivos desta nobilíssima devoção;


Aos cristãos será mais fácil chegarem-se ‘com gáudio às águas das fontes do Salvador’;


Quer dizer, poderão eles apreciar melhor a singular importância que o culto ao Coração Sacratíssimo de Jesus adquiriu na liturgia da Igreja;

Na sua vida interna e externa, e também nas suas obras;

E assim cada um poderá obter frutos espirituais que assinalarão uma salutar renovação nos seus costumes, segundo os desejos dos pastores do rebanho de Cristo”. (Encíclica ‘HAURIETIS AQUAS” de Pio XII).

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Fonte: fratresinunum.com

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Esse menino fez algo incrível para conquistar o Coração de Jesus! Confira e se emocione.

3, março, 2017 Comments off
Veneza

Rua de Veneza

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Vivia na cidade de Veneza um homem muito rico.


Sua grande fortuna lhe permitia uma vida de luxo e comodidades, mas ele estava entristecido, sem poder desfrutar nada, pois todos os seus filhos morriam.

Tinha o coração triste, e nada o podia consolar.

Com satisfação trocaria todas as suas riquezas pelos filhos, embora ficasse na miséria, mas com eles.

Um único filho pequeno lhe restava.


Amedrontado com a ideia de perder também aquele, confiou-o ao abade de um mosteiro, convencido de que só a intervenção divina poderia conservar-lhe a vida.


O menino cresceu no mosteiro, em meio à dedicação de todos os monges, que gostavam dele e o atendiam.

Sempre alegre, percorria os claustros ou brincava nos jardins, onde admirava as flores ou comia os frutos que colhia.


Ele era o único menino ali.


Um dia, enquanto tomava sua merenda, entrou pela primeira vez na igreja, impressionando-se com a suntuosidade.


Ficou admirando com grande curiosidade a imagem da Virgem, que tinha nos braços o Menino Jesus, e alegrou-se por encontrar ali outro menino como ele.


Parecendo-lhe que o menino devia também ter fome, sem ter o que comer, subiu ao altar e ofereceu sua merenda ao Menino Jesus.

Durante muitos dias continuou levando o seu pão, do qual separava a melhor parte para dá-la ao Menino Jesus.

Ao cabo de um mês, o Filho da Virgem lhe disse:


— Não comerei mais do teu pão, se não quiseres ir comer comigo e com meu Pai celestial.


O menino ficou muito preocupado com essas palavras, e sem saber o que fazer para ir comer com o Menino Jesus.

Não havia dito nada aos monges;

E resolveu contar ao abade o que tinha feito nos dias precedentes;

E que o Menino da Virgem agora se recusava a comer, até que ele o acompanhasse ao Céu.


O abade pediu-lhe que o deixasse ir em sua companhia, quando fosse atender ao convite celestial, e que fizesse esse pedido ao Menino seu amigo.


Naquela mesma tarde reuniu todos os monges e pediu que escolhessem seu sucessor, porque deixaria o cargo.

Todos estranharam aquela decisão e a lamentaram, pois ele desempenhava muito bem a função, e todos o amavam.


Mas não se atreveram a perguntar-lhe a causa.


À noite todos se recolheram, como de costume, e ao clarear o dia o abade e o menino se sentiram doentes.


A doença se agravou, o médico foi chamado e diagnosticou em ambos a mesma doença, que era grave.


No mesmo dia morreram, com um sorriso nos lábios e banhados numa luz celestial;

Declarando aos monges que atendiam ao chamado para o banquete divino.

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Fonte: ipco.org.br

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São Luiz Gonzaga e o Sagrado Coração de Jesus. Devoção de amor na vida que perdurou pela eternidade. Entenda.

18, janeiro, 2017 Comments off
Luiz Gonzaga e a devoção ao Sagrado Coração

São Luiz Gonzaga

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Em abril de 1600, no convento de Santa Maria dos Anjos, em Florença, estava estática (Santa) Magdalena de Pazzi…


A considerar, com dez de suas Irmãs, uma preciosa relíquia – um osso de um dedo de São Luiz.

Enquanto consigo resolvia de que bela alma fora instrumento aquele osso que tinha na mão, arrebatada de improviso a contemplar;

A Glória de São Luiz, em alta voz, como por vezes costumava, de modo que as outras irmãs puderam escrever suas palavras, exclamou:

“Oh, quanta é a Glória de Luiz, filho de Inácio!… Quando era mortal, despedia setas no coração do verbo, e agora, no Céu, essas setas repousam em seu coração;

Porque aquelas comunicações que ele merecia com os atos de amor e união que fazia, agora os entende e goza…”


Serafim em carne humana, abrasado no divino amor, Luiz ateou sempre na contemplação da Cruz;

E da Humanidade sacratíssima de Cristo as chamas que nesta terra o consumiam e ao presente o beatificam no Céu.


O incêndio de pura caridade para com seu estremecido Jesus, que lavrava nesse coração ilibado;

Com muita razão lhe mereceu que espontaneamente os fieis considerem a essa virtude como característica própria de São Luiz;

E nele vejam um dos mais notáveis precursores da Virgem de Paray no culto do Coração dulcíssimo de nosso Redentor.


Poucos dias depois das revelações de Paray, o Padre Croiset, em seu famoso livro sobre a devoção ao Coração de Jesus;


Entre outros meios para alcançar um terno amor ao Coração Divino, apontava o recurso especial ao “Beato Luiz Gonzaga”.

Por isso escrevia-lha Santa Margarida Maria, a 10 de agosto de 1689:

“Visto como V. R. indica a devoção ao Beato Luiz Gonzaga como meio eficaz para alcançar um grande amor ao Coração Santíssimo; 

Ser-lhes-íamos muito agradecidas, se nos quisesse mandar uma imagem dele, do mesmo tamanho que a do P. de La Colombiere;

Para colocá-la em nossa capela do Sagrado Coração…

Esse mesmo livro traz uma gravura, em que vem representada a Virgem SSª em ato de apontar o Sagrado Coração de Jesus a São Francisco de Sales e a S. Luiz de Gonzaga;

Como para indicar na pessoa Don primeiro a ordem da Visitação, à qual pertencia Santa Margarida Maria, e no segundo a Companhia de Jesus;


Que deu à Santa, como diretor, o Vem. P. de La Colombiere.


O Milagre de São Luiz pelo Sagrado Coração


Se durante a vida S. Luiz foi um Serafim abrasado no amor do Coração de Jesus, mostrou-se depois da sua morte, apóstolo de nossa devoção querida.

Para comprová-lo, quero aqui, em poucas linhas, referir um fato que teve grande fama.

Deu-se o acontecimento três dias após o breve apostólico Clemente XIII que, para toda a Igreja, instituía a festa do Sagrado Coração;


Designando para a mesma primeira sexta-feira depois da oitava do Corpo de Deus.


Em 1675, jazia gravemente enfermo, no noviciado romano da Companhia de Jesus, o jovem Nicolau Celestini.

Tudo sofria com exemplar paciência o admirável noviço, e com inteiríssima resignação na vontade de Deus.


Tinha porém um ardente desejo de não passar desta vida sem confortar-se com o Viático do Senhor.


Mais se inflamou neste desejo santo, ao ouvir os discursos que faziam os circunstantes sobre o Sacratíssimo Coração de Jesus;

De que fora devotíssimo, e cuja festa havia sido, poucos dias antes, a 7 de fevereiro, aprovada pela Santa Sé.

Acrescia isto que, não podendo ele ver absolutamente nada, contudo, quando se lhe punha diante dos olhos uma devota imagem do Sagrado Coração;

Contemplava com atenção e claramente a distinguia, o que aumentou nele a confiança de que seus anelos seriam satisfeitos.


Rogou, pois, que lhe dessem de beber água misturada com um pouco da farinha milagrosamente multiplicada por São Luiz.


Assim se fez, e a segunda prova deu feliz resultado, por onde pode receber o Sagrado Viático, e ainda uma vez apertar ao peito o Coração do amoroso Jesus;

Antes de o ver, já sem véu, como esperava no Paraíso.

Desenganado do médico, aguardava sereno o desenlace, quando, de um modo portentoso, interveio a prolongar-lhe a vida o nosso São Luiz.

O que se deu, narrou o próprio Celestini, e disse como naquela manhã;

Estando a ponto de ser novamente assaltado de convulsões;

Começara a ver novamente a imagem de São Luiz, que não pudera ainda ver em todo o tempo da doença;


E que assim continuará a vê-la por toda a manhã.


Ultimamente, tinha-o visto como inflamar-se de improviso , e resplandecer com luz brilhantíssima, do meio da qual em certo modo;

Saíra, adiantando-se para ele, o amabilíssimo São Luiz, não de perfil e só em busto;

Como no quadro, mas inteiro e com o rosto voltado para o enfermo.

Estava vestido como o representava o relevo no altar do Colégio Romano; na mão esquerda trazia um crucifixo, ficando livre a direita.

Com esta tinha-lhe feito o santo sinal de se aproximar, e Nicolau se esforçara por achegar-se a ouvir que queria seu celeste amigo;

Mas, recaindo logo de costas e tornando-se a deitar, continuara sempre a vê-lo, sem poder-se ter que não exclamasse:


quanto sois belo meu São Luiz!”.


A um novo aceno do Santo, levantara-se outra vez, e ouvira dele estas palavras: “ Que queres, a saúde ou a morte?”

Ao que respondendo Nicolau: “Seja feita a vontade de Deus”, prosseguiu o benigníssimo santo:


“Pois que na tua doença nada mais desejaste que o Sagrado Viático, e em tudo o mais te conformaste com a vontade de Deus, o Senhor;


Por minha intercessão, te conserva a vida, contanto que cuides em te aperfeiçoar;


E procures em todo tempo dela propagar o culto do Sagrado Coração de Jesus, que é sumamente agradável ao Céu”

Dito isto, lançou-lhe a bênção, e, deixando-o completamente são, desapareceu. 

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Fonte:  “São Luiz Gonzaga – Padroeiro da Juventude Católica” – Pe. Augusto Magne, S.J.

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Sagrado Coração de Jesus: você conhece as quatro grandes REVELAÇÕES e a grande promessa de Nosso Senhor à Santa Margarida? (Parte III)

22, novembro, 2016 Comments off
Sagrado Coração de Jesus

Nosso Senhor Jesus Cristo faz uma grande revelação a Santa Margarida, para os que fizessem a Comunhão Reparadora das primeiras sextas-feiras do mês.

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Continuação do post: 
Sagrado Coração de Jesus: você conhece as quatro grandes REVELAÇÕES e a grande promessa de Nosso Senhor à Santa Margarida? (Parte II)

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A Quarta Grande Revelação.


A
Quarta Grande Revelação ocorreu em 1675, muito provavelmente entre os dias 13 e 20 de junho.

É um convite ao heroísmo na retribuição ao amor manifestado por Cristo aos homens, que também pede aqui o culto público.

A Santa assim descreve essa Revelação:

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“Certa vez, estando diante do Santíssimo Sacramento no dia de sua oitava, recebi de meu Deus graças excessivas de seu amor e;

Me senti tocada do desejo de Lhe devolver de alguma forma, e retribuir amor por amor”.

Nosso Senhor afirmou-lhe então:

“- Tu não podes me ser mais grata do que fazendo o que já tantas vezes te pedi”.

A seguir lhe mostrou Seu Coração divino, dizendo-lhe:


“- Eis o Coração que tanto amou os homens, que nada poupou até se esgotar e se consumir para lhes testemunhar seu amor.

Como reconhecimento, não recebo da maior parte deles senão ingratidões;

Pelas suas irreverências e sacrilégios, e pela frieza e desprezo que têm para comigo na Eucaristia.


Entretanto, o que me é mais sensível é que há corações consagrados que agem assim”.

“- Por isto te peço que a primeira sexta-feira após a oitava do Santíssimo Sacramento seja dedicada a uma festa particular para honrar Meu Coração, comungando neste dia;

E O reparando pelos insultos que recebeu durante o tempo em que foi exposto nos altares.

Prometo-te que Meu Coração se dilatará para derramar os influxos de Seu amor divino sobre aqueles que Lhe prestarem esta honra”.

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A Grande Promessa

Além das quatro grandes aparições é conveniente uma palavra sobre a chamada Grande Promessa do Sagrado Coração;

Que está contida numa carta, provavelmente de maio de 1688, de Santa Margarida Maria à Madre de Saumaise, sua antiga superiora:

Escreve a Santa:

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“Numa sexta-feira, durante a Santa Comunhão, Ele disse à sua indigna escrava, se ela não se engana:

– Eu te prometo, na excessiva misericórdia de Meu Coração, que Seu amor todo-poderoso concederá a todos aqueles que;

Comungarem consecutivamente nas nove primeiras sextas-feiras dos meses, a graça da penitência final;

Não morrendo na minha desgraça e sem receber os sacramentos, (Meu Coração divino) se tornando seu asilo seguro no último momento”.

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A cláusula “se ela não se engana” não indica dúvida quanto à autenticidade do que transmite.


Fórmulas assim eram frequentes em Santa Margarida, devido à sua grande humildade e;

Ao hábito virtuoso de submeter suas comunicações místicas a superiores e confessores.


Ela só passava a acreditar nelas depois da palavra confirmatória deles. É, aliás, o conselho que a Igreja dá aos místicos, por causa do grande perigo de engano nestas matérias.

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Fonte: Retirado do livro “O estandarte da vitória: A devoção ao Sagrado Coração de Jesus e as necessidades de nossa época” de Péricles Capanema Ferreira e Melo.

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Sagrado Coração de Jesus: Você conhece as quatro grandes REVELAÇÕES e a grande promessa de Nosso Senhor à Santa Margarida? (Parte II)

21, novembro, 2016 2 comentários
Sagrado Coração de Jesus

Nosso Senhor revela a Santa Margarida Maria Alacoque a necessidade de repararmos as terríveis ofensas e ingratidões contra o Sagrado Coração de Jesus.

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Continuação do post: Sagrado Coração de Jesus: você conhece as quatro grandes REVELAÇÕES e a grande promessa de Nosso Senhor à Santa Margarida? (Parte I)

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A Segunda Grande Revelação.


Foi provavelmente numa das primeiras sextas-feiras de 1674 que ocorreu a Segunda Grande Revelação;

Pois várias das aparições precedentes deram-se em primeiras sextas-feiras do mês, durante anos seguidos.

Nelas, Nosso Senhor ia preparando Santa Margarida Maria – que deveria ser o arauto dessa nova manifestação de misericórdia do Redentor – para apóstola e modelo da devoção ao Sagrado Coração.

Assim descreve a Santa a essa aparição, em carta ao Padre Croiset, jesuíta:

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“Este Coração divino me foi apresentado como num trono de chamas, mais radiante que um sol e transparente como um cristal, com sua chaga adorável.


Ele estava rodeado de uma coroa de espinhos, que significava as ofensas que nossos pecados Lhe faziam.


Era ainda encimado por uma cruz, que significava que, desde os primeiros instantes de Sua Encarnação… a Cruz foi aí plantada e Ele foi cheio, desde o começo;

De todas as amarguras que Lhe deviam causar as humilhações, pobreza, dores e desprezos sofridos por Sua Humanidade sagrada durante o curso de Sua vida e paixão”.

“E Ele me fez ver que o ardente desejo que tinha de ser amado dos homens e de retirá-los da via da perdição em que satanás os precipita em multidão;

Havia-Lhe feito formar esse desígnio de manifestar Seu Coração aos homens, com todos os tesouros de amor, de misericórdia, de graça, de santificação e de salvação que continha;

A fim de que aqueles que desejassem tributar-Lhe todo o amor, a honra e a glória que estivessem em seu poder;

Ele os enriquecesse com abundância e profusão destes divinos tesouros do Coração de Deus, dos quais era a fonte;

O qual era preciso honrar sob a figura deste coração de carne, imagem que queria que fosse exposta, para ser honrada, Ele ali difundiria suas graças e bênçãos”.


“E que esta devoção era como um último esforço de seu amor, que desejava favorecer os homens nestes últimos séculos desta redenção amorosa;

Para os livrar do império de satanás, o qual ele pretendia arruinar”.


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A Terceira Grande Revelação

Também não se conhece o dia exato da assim chamada Terceira Grande Revelação. Deu-se provavelmente em 1674, quando o Santíssimo Sacramento estava exposto.

Nela, Nosso Senhor pede o culto reparador, assim como a comunhão frequente, a comunhão das primeiras sextas-feiras e a Hora Santa na quinta-feira, às 11 horas da noite.


Quando Santa Margarida adorava o Santíssimo Sacramento, Jesus apareceu a ela “fulgurante de glória, com suas cinco chagas brilhando como cinco sóis”.


Comunicou-lhe até que ponto Ele havia amado os homens, dos quais não recebia senão “ingratidões e desprezos”, e mostrou à Santa a necessidade do amor reparador:

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“- O que me é muito mais doloroso – disse-me Ele – do que tudo quanto sofri na Paixão,
Se pelo menos retribuíssem o amor que lhes tive, estimaria pouco o que sofri por eles.

Mas eles só têm friezas e recusas grosseiras em relação a todo meu empenho em lhes fazer
o bem”.

Que pelo menos não fosse essa a atitude dela: “- Pelo menos, dê-me este prazer de reparar as ingratidões deles na medida de tuas possibilidades”.

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Para tal, deveria ela comungar “tanto quanto a obediência lhe permitir, não importa a mortificação e a humilhação que isto te possa causar”.

É preciso lembrar que estávamos em fins do século XVII, quando não havia o hábito da comunhão frequente;

O jansenismo empestava os ambientes religiosos, com sua frieza e virtual recusa do Sacramentos da Confissão e da Comunhão.

(Naquela época as freiras precisavam de licença das Superioras e do Confessor para comungar).

Continuou o divino Mestre:

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“- Além disso, tu comungarás todas as primeiras sextas-feiras do mês.

E todas as noites de quinta-feira para sexta-feira, eu te farei sentir a mortal tristeza que quis sentir no Jardim das Oliveiras.


E para me acompanhar nesta humilde prece que então eu apresentei ao meu Pai no meio de minhas angústias, tu te levantarás às 11 horas para te prosternar uma hora comigo;

Com o fim de abrandar a cólera divina, pedindo misericórdia para os pecadores, e também aliviar de alguma maneira a amargura que senti com o abandono de meus apóstolos;

O que me obrigou a lhes censurar por não terem podido velar uma hora comigo”.

Finalmente, Nosso Senhor lhe advertiu:

“- Escuta, minha filha, não creiais irrefletidamente em qualquer espírito e não te fieis nele, porque satanás está furioso e quer te enganar.

Não faças nada sem aprovação daqueles que te conduzem”.

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(Continua…)

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Fonte: Retirado do livro “O estandarte da vitória: A devoção ao Sagrado Coração de Jesus e as necessidades de nossa época” de Péricles Capanema Ferreira e Melo.

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