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Mês do Sagrado Coração: O Espírito Santo, a Virgem Maria e uma importante Missão

6, junho, 2019 Sem comentários

Sagrado Coração de Jesus - Imagem Destacada 6

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Coração de Jesus, Formado pelo Espírito Santo no Seio da Virgem Maria*

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O Espírito plasmou a santa humanidade de Cristo: o seu corpo e a sua alma com toda a inteligência, a vontade, a capacidade de amar. Numa palavra, plasmou (constituiu, formou) o seu Coração.

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A vida de Cristo foi posta inteiramente sob o sinal do Espírito. É do Espírito que Lhe vem a sabedoria que enche de admiração os doutores da Lei e os seus concidadãos, o amor com que acolhe e perdoa aos pecadores, a misericórdia com que se inclina sobre as misérias do homem, a ternura com que abençoa e abraça as crianças, a compreensão com que alivia a dor dos aflitos.

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É o Espírito que dirige os passos de Jesus, O sustenta nas provas, sobretudo O guia no seu caminho para Jerusalém, onde oferecerá o sacrifício da Nova Aliança, graças ao qual se ateará o fogo por Ele trazido à terra.*

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Por outro lado, a humanidade de Cristo é também obra da Virgem. O Espírito plasmou o Coração no seio de Maria, que colaborou ativamente com Ele como mãe e como educadora.

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Como mãe, Ela aderiu consciente e livremente ao desígnio salvífico de Deus Pai, seguindo ansiosa, em silêncio de adoração, o mistério da Vida que nela tinha germinado e se desenvolvia;

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Como educadora, Ela plasmou (moldou) o Coração do próprio Filho, introduzindo-O, juntamente com São José, nas tradições do Povo eleito, inspirando-Lhe o amor à Lei do Senhor, comunicando-Lhe a espiritualidade dos “pobres do Senhor”. Ajudou-O a desenvolver a sua inteligência e exerceu uma segura influência na formação do seu temperamento. Embora sabendo que o seu Menino a transcendia, porque “Filho do Altíssimo”, nem por este fato a Virgem foi menos solícita na sua educação humana.

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Podemos portanto afirmar com verdade; no Coração de Cristo resplandece a obra admirável do Espírito Santo; nele existem também os reflexos do Coração da Mãe. Seja o coração de cada cristão como o Coração de Cristo: dócil à ação do Espírito Santo, dócil à voz da Mãe.

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*”Angelus”, 2-7-89 / (cf. Lc. 12,49) / (cf. Lc. 1,32) / (cf. Lc. 2,51)

Meditações de João Paulo II sobre a Ladainha do Sagrado Coração de Jesus feitas na oração do Angelus.

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Fonte: Em louvor do Sagrado Coração de Jesus – Editorial Missões

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Manifeste sua devoção ao Sagrado Coração de Jesus participando de sua abençoada Família!

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Sagrado Coração de Jesus 12

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Que o Sagrado Coração de Jesus lhe abençoe.

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“A verdadeira Devoção Maria”. Conheça!

24, fevereiro, 2019 Sem comentários

A Verdadeira Devoção Mariana

devoção

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Desde quando a Igreja começou a usar o nome de “católica”?

7, agosto, 2018 Sem comentários
Cúpula da Basílica de São Pedro, centro do cristianismo.

Cúpula da Basílica de São Pedro, centro do cristianismo.

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O adjetivo católica é anterior ao nascimento da Igreja.


Em grego, katholikos (καθολικός) quer dizer aquilo que é conforme o todo.

Hoje em dia, a palavra equivalente seria holística.

De uma forma geral, a tradução para a palavra católica é universal, contudo, o sentido dela é muito mais amplo.

O primeiro documento histórico que contém o adjetivo católica referindo-se à Igreja;

É uma carta de Santo Inácio de Antioquia à Igreja de Esmirna, escrita após a sua prisão, que o levou ao martírio em Roma:

 

“Segui ao Bispo, vós todos, como Jesus Cristo ao Pai.

Segui ao presbítero como aos Apóstolos.

Respeitai os diáconos como ao preceito de Deus.

Ninguém ouse fazer sem o Bispo coisa alguma concernente à Igreja.

Como válida só se tenha a Eucaristia celebrada sob a presidência do bispo ou de um delegado seu.

A comunidade se reúne onde estiver o Bispo e onde está Jesus Cristo está a Igreja Católica.

Sem a união do Bispo não é lícito Batizar nem celebrar a Eucaristia;

Só o que tiver a sua aprovação será do agrado de Deus e assim será firme e seguro o que fizerdes.”


Onde está Jesus Cristo está a Igreja Católica, segundo Santo Inácio.

Mas, essa palavra era usada também em outro sentido;

Por exemplo, São Justino quando escreveu o Diálogo a Trifão, usou a mesma palavra para referir-se à ressurreição geral, de todas as pessoas.

O termo se aplicava também à universalidade do número das pessoas, numa imagem da Igreja que acolhe a todos em seu seio.

A partir do século IV, com o surgimento de várias heresias, um outro sentido foi dado à palavra católica.

São Cirilo de Jerusalém para comparar a fé ortodoxa com a fé herética, usa o termo fé católica.


Ou seja, a verdadeira fé aceita a totalidade das verdades reveladas;


Enquanto que a fé herética escolhe aquilo em que quer acreditar, selecionando o que mais lhe convém e rejeitando os demais conteúdos da fé.

Desta forma, a palavra católica passou a designar não somente a Igreja que inclui todas as pessoas em todos os lugares;

Mas também a Igreja que inclui toda a fé, todos os sacramentos, todo o depósito e tesouro que foi deixado por Jesus Cristo e os Apóstolos.

Com isso, a palavra foi sendo incorporada ao Credo como forma de distinguir a Igreja que guardava a fé inteira;

Das seitas heréticas que estavam nascendo e que desprezavam o todo da fé.


Também houve o acréscimo da palavra romana ao adjetivo católica.


Parece uma contradição dizer que a Igreja é católica e, ao mesmo tempo, romana.

Contudo, não o é.

Diante do protestantismo, o objetivo foi salientar que a Igreja somente é inteira, ou seja, católica, se o sucessor de Pedro, o Papa estiver incluído nela.

Assim, a integridade da fé abrange também o fato de que, seja no ocidente, seja no oriente;


Existe uma ligação com aquele que tem o primado e a jurisdição universal sobre a Igreja.


Só há uma Igreja de Cristo e essa Igreja é una, católica e apostólica.

Faz parte da natureza da Igreja ser católica.

Sendo assim, não se pode aceitar o significado confessional da palavra católico, pois ela não designa um ramo dos cristianismo.


A fé cristã é católica por definição e não há outro verdadeiro cristianismo que não o católico.


Por isso, como nas colunatas de Bernini na Praça de São Pedro;

A Igreja abraça a fé na sua integridade e acolhe como mãe os católicos do mundo todo que vão em peregrinação até aquela praça, ver o Sucessor de Pedro.

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Fonte: padrepauloricardo.org

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“Ave-Maria”, Conheça a origem e a profundidade dessa oração.

5, agosto, 2018 Sem comentários
Saudação Angélica, Ave-Maria

Saudação Angélica

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A saudação que o Arcanjo Gabriel dirigiu à Virgem Santíssima ecoa ao longo dos séculos.


É a oração mais repetida pelos lábios dos católicos;

Por conta da oração do Rosário, mais do que o próprio “Pai nosso”!

Apesar de sua forma, tal como a conhecemos hoje, ser relativamente recente.

A primeira parte da oração, como se sabe, foi tirada das Sagradas Escrituras.

Foi composta, portanto, pelo próprio Deus, tendo saído da boca de São Gabriel –


“Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo”  – e de Santa Isabel – “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre”.


As duas frases compõem um louvor à Virgem Maria e, ao mesmo tempo, uma profissão de fé nos mistérios relacionados à sua vida.

Era rezada desde os primórdios na liturgia bizantina e foi adicionada à liturgia latina por São Gregório Magno, que a manteve como antífona do ofertório.


“Bendito é o fruto do teu ventre”: Isabel contrapõe Maria a Eva.


Enquanto esta quis tomar para si o fruto da árvore, aquela entrega o fruto do seu ventre.

O seu louvor prossegue:

“Como mereço que a mãe do meu Senhor venha me visitar?”

O Papa Bento XVI comenta que:

“É o Espírito Santo que abre os olhos de Isabel e que a leva a reconhecer em Maria a verdadeira arca da aliança, a Mãe de Deus, que vem para a visitar”.


A segunda parte da oração, bem posterior, é uma súplica dos fiéis;


Que durante muito tempo foi rezada na oração litúrgica das Completas, pedindo à Santíssima Virgem proteção na hora da morte.

Foi no século XVI que o santo Papa Pio V “bateu o martelo”;

E definiu o texto da oração tal como é conhecida hoje, já com o acréscimo dos nomes de Jesus e Maria.

A “Ave Maria” está muito ligada à história da Ordem dos frades dominicanos.

São Pio V, por exemplo, era dominicano.

Ainda, de acordo com a Tradição da Igreja, o Santo Rosário – ou “Saltério Mariano”, como era chamado;


Teria sido entregue a São Domingos de Gusmão, fundador da Ordem dos Pregadores.


Enfim, o texto que guia a meditação desta aula foi escrito por Santo Tomás de Aquino, que também era frade dominicano.

Em seu comentário à saudação angélica, o Aquinate recorda que:

 

“Na antiguidade, a aparição dos Anjos aos homens era um acontecimento de grande importância;

E os homens sentiam-se extremamente honrados em poder testemunhar sua veneração aos Anjos.

(…) Mas um Anjo se inclinar diante de uma criatura humana;

Nunca se tinha ouvido dizer antes que o Anjo tivesse saudado à Santíssima Virgem, reverenciando-a e dizendo: ‘Ave’.”.


Explicando que, por sua natureza espiritual, familiaridade com Deus e plenitude de graças, os anjos são superiores aos homens;

O Doutor Angélico escreve que:

 

“Não convinha ao Anjo inclinar-se diante do homem;

Até o dia em que apareceu uma criatura humana que sobrepujava os Anjos por sua plenitude de graças, por sua familiaridade com Deus e por sua dignidade.

Esta criatura humana foi a bem-aventurada Virgem Maria.

Para reconhecer esta superioridade, o Anjo lhe testemunhou sua veneração por esta palavra: ‘Ave’.”.


Mas, ainda que fosse grandiosa, ensina São Luís de Montfort, retomando uma Tradição dos Santos Padres, que Jesus;

“Quis humilhá-la e escondê-la durante a vida para favorecer a sua humildade”;

A qual “foi tão profunda, que [Ela] não teve na Terra atrativo mais poderoso nem mais contínuo que;

O de se esconder de si mesma e de toda criatura, para que só Deus a conhecesse”.


Se, todavia, os próprios anjos do Céu a saúdam, quanto mais nós, humanos, não devemos saudá-la!


Na liturgia, por exemplo, existe a bela tradição de inclinar-se diante do santíssimo nome de Maria;


Cuja celebração, a propósito, é no próximo dia 12 de setembro.


Não se sabe exatamente qual a origem etimológica do nome Maria.

Santo Tomás mesmo dá três significados diferentes ao nome da Mãe de Deus:


“Iluminada interiormente”, “soberana” e “estrela do mar”.


É certo, porém, que, ao invés do significado do nome honrá-la, foi ela, com a sua vida de graça e virtudes, que tornou o seu nome honroso.

Quanto à dificuldade que os protestantes têm com a oração da “Ave Maria”;


É importante lembrar que, embora a sua forma tenha evoluído até o século XVI, a sua essência é apostólica.


Os primeiros cristãos já veneravam a Virgem Maria com a saudação angélica.

Na Basílica da Anunciação, em Nazaré, há um grafite do século III, na base de uma coluna, com as palavras do anjo:


Ave Maria.


Ainda mais cedo, no século II, foi composta a famosa oração Sub tuum praesidium;

Na qual os cristãos invocavam o refúgio da “Virgem gloriosa e bendita” e “santa Mãe de Deus”.

Se é verdade, portanto, que o texto da oração angélica levou tempo para evoluir;


A atitude filial a Maria é muito antiga por parte dos cristãos, mais antiga que o próprio Cânon do Novo Testamento.


Não deixa de ser incoerente a atitude de quem, reconhecendo inspirados os 27 livros escolhidos pelos bispos da Igreja Católica;

Rejeita, no entanto, a devoção à Virgem Maria, que é muito mais primitiva que a própria Bíblia.

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Fonte: padrepauloricardo.org

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Das homilias de Orígenes, A tomada de Jericó!

15, junho, 2018 Sem comentários
Orígenes, presbítero

Orígenes, presbítero

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Jericó, sitiada, tem de ser tomada. Como será vencida Jericó?


Não se desembainha a espada contra ela, não se arremete o aríete, nem se vibram as lanças. Somente se tocam as trombetas sacerdotais, e os muros de Jericó desabam.

Com freqüência vemos nas Escrituras o nome de Jericó empregado como figura do mundo.

No Evangelho, quando se narra que o homem desceu de Jerusalém para Jericó e caiu nas mãos dos ladrões, sem qualquer dúvida, refere-se àquele Adão que do paraíso foi lançado ao exílio do mundo.

Também os cegos em Jericó, aos quais Jesus restituiu a vista, eram figura daqueles que neste mundo são vítimas da cegueira da ignorância e para os quais veio o Filho de Deus.


Portanto, esta Jericó, este mundo, irá cair. Pois a consumação dos tempos já foi bem anunciada pelos Santos Livros.


Como se dará sua consumação? Por que meios?

Ao som das trombetas, lê-se. De que trombetas? Paulo esclarece. Escuta-o:


“Soará a trombeta e os mortos em Cristo ressurgirão incorruptos e o Senhor mesmo, ao sinal dado, à voz do arcanjo e da trombeta de Deus, descerá do céu”.


Então Jesus, nosso Senhor, vencerá com trombetas Jericó e jogá-la-á por terra, de tal forma que só se salve a meretriz e sua casa.

“Virá”, diz ele, nosso Senhor Jesus, e virá ao som das trombetas.

Salvará aquela única que recebeu seus exploradores, que, tendo acolhido na fé e na obediência seus apóstolos, os colocou nos aposentos de cima. Unirá, então, esta meretriz à casa de Israel.

Contudo não repitamos nem lhe lembremos a antiga culpa. Outrora meretriz, agora, porém, é virgem casta e foi unida a um só varão casto, o Cristo.

Ouve o que o Apóstolo diz dela:


“Decidiu isso: a um só varão, Cristo, apresentar-vos como virgem casta. Pertencia também a ela aquele que dizia: Fomos também nós outrora insensatos, incrédulos, inconstantes, escravos de múltiplos desejos e volúpias”.


Queres ainda mais acuradamente saber como a meretriz já não o é mais?
Escuta Paulo de novo:


“Assim também éreis vós, mas fostes lavados, fostes santificados no nome de nosso Senhor, Jesus Cristo, e no Espírito de nosso Deus”.


Para poder escapar e não perecer com Jericó, ela recebeu dos exploradores eficacíssimo sinal de salvação, uma fita escarlate.

Na verdade, pelo sangue de Cristo, esta Igreja toda inteira se salvará, no mesmo Jesus Cristo, nosso Senhor, a quem a glória e o império pelos séculos dos séculos.

Amém!

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Fonte: Das Homilias sobre o Livro de Josué, de Orígenes, presbítero (184-253) (Hom. 6,4: PG 12,855-856)

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