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Textos com Etiquetas ‘família cristã’

A surpreendente verdade que nunca contaram a você sobre a importância da Família! Veja aqui.

13, abril, 2018 Sem comentários
A importância da família

A importância da família


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Há dois pontos capitais na vida dos povos: as leis acerca do matrimônio e as leis acerca do ensino; e aí têm de estar firmes os filhos de Deus, lutando bem e com nobreza, por amor a todas as criaturas.

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A paternidade e a maternidade não terminam com o nascimento; essa participação no poder de Deus, que é a faculdade de gerar;

Há de prolongar-se na cooperação com o Espírito Santo, para que culmine com a formação de autênticos homens cristãos e autênticas mulheres cristãs.
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Os pais são os principais educadores dos seus filhos, tanto no aspecto humano como no sobrenatural, e hão de sentir a responsabilidade dessa missão, que exige deles compreensão;

Prudência, saber ensinar e, sobretudo, saber amar; e devem preocupar-se por dar bom exemplo.

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A imposição autoritária e violenta não é caminho acertado para a educação. O ideal para os pais é chegarem a ser amigos dos filhos;

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Amigos a quem se confiam as inquietações, a quem se consulta sobre os problemas, de quem se espera uma ajuda eficaz e amável.

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É necessário que os pais arranjem tempo para estar com os filhos e falar com eles.


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Os filhos são o que há de mais importante; mais importante do que os negócios, do que o trabalho, do que o descanso.

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Nessas conversas, convém escutá-los com atenção, esforçar-se por compreendê-los, saber reconhecer a parte de verdade – ou a verdade inteira – que possa haver em algumas das suas rebeldias.

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E, ao mesmo tempo, apoiar as suas aspirações, ensiná-los a ponderar as coisas e a raciocinar; não lhes impor uma conduta, mas mostrar-lhes os motivos, sobrenaturais e humanos, que a aconselham.

Numa palavra, respeitar a sua liberdade, já que não há verdadeira educação sem responsabilidade pessoal, nem responsabilidade sem liberdade.

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Por que VOCÊ não pode aprovar uma coisa dessas? Leia aqui, e vote SIM em defesa da Família Cristã!

15, julho, 2015 15 comentários

Um homem, uma mulher - este é o ÚNICO casamento possível sob os olhos de Deus.

Sabe o que as Sagradas Escrituras dizem sobre o “casamento” homossexual?

“Não te deitarás com um homem, como se fosse mulher: isso é uma abominação”. (Levítico 18, 22)

Vote SIM em defesa da Família, nesta enquete!

Mas algumas pessoas ainda poderiam afirmar que, como isso está no Antigo Testamento, depois de Nosso Senhor firmar a Nova Aliança, não devemos mais seguir esta Lei…

Acontece que Nosso Senhor também disse: 

“Não julgueis que vim abolir a lei ou os profetas; não vim para os abolir, mas sim para os cumprir”. (São Mateus 5, 17)

Nosso Senhor Jesus Cristo veio para cumprir a Lei do Antigo Testamento, as Leis morais de Deus, e por isso todo Cristão tem de se posicionar contra o “casamento” homossexual. As leis que foram abolidas foram somente as cerimoniais.

Por isso, vote SIM em defesa da Família Cristã.

Os partidários da militância LGBT querem exterminar as Leis de Deus, e fazer da sociedade uma verdadeira Sodoma…

Todos os cristãos devem se juntar contra esta infâmia, em defesa da Família e para preservar nossas crianças e jovens deste terrível futuro que querem construir os defensores do “casamento” homossexual.

Defenda o futuro dos seus filhos – vote SIM nesta Enquete.

Assim, você irá mostrar aos Senadores, Deputados e demais políticos que os cristãos do Brasil não vão admitir mais esta terrível ofensa a Deus altíssimo! À luta!

 

Você acha que Família é qualquer coisa? A sua família é SAGRADA não é mesmo? Então é urgente que você vote SIM!

16, junho, 2015 11 comentários

Todas as famílias são sagradas... Por isso elas só podem nascer da união de um homem com uma mulher!

Uma Família não é qualquer coisa…Ela é, antes de tudo, uma instituição sagrada.

Hoje é muito comum que se ache “bonita” a ideia de que a família “tradicional” está ultrapassada. E que tudo pode ser família, basta as pessoas quererem…

Então família pode ser qualquer coisa? Pode ter duas mães, ou dois pais, ou um pai e duas mães? Não, claro que não…

Porque isso seria desvalorizar a Família. Pois, se qualquer coisa pode ser “família”, então o que há de especial, ou o que há de sagrado nela?

Você, que sabe o quanto a sua família é importante, e o quanto ela é sagrada, precisa votar a favor do Estatuto da Família – que fixa o núcleo da família como um homem e uma mulher.

Porque assim, os inimigos dos valores familiares cristãos (aqueles que fizeram aquelas blasfêmias, sacrilégios e profanações na “Parada” homossexual) não terão como subverter a estrutura das famílias brasileiras.

Vote SIM, aqui!

Você já imaginou o efeito de dizer que uma família não se baseia na união de um homem
e uma mulher…?

Eu não quero isso para o meu pais.
Eu sou CRISTÃO! Eu voto SIM!

Compartilhe com todos os seus amigos. Esta é uma luta urgente, que define o futuro do Brasil, e o futuro da Família brasileira.

Uma reflexão para todas as Mães

30, agosto, 2014 6 comentários

Toda criatura, ao nascer, traz consigo as disposições felizes ou fúnebres recebidas com o sangue dos que lhe transmitiram a vida.

Como seria interessante a história dos homens celebres, se a ela se juntasse o estudo das influencias particulares que presidiram ao nascimento e a educação de cada um deles e aos primeiros passos que deram!

Ora, entre essas influencias, nenhuma há mais profunda que a de uma mãe. À mãe pertence a tutela dos primeiros anos, como incumbe a missão de verter na alma ainda tenra do seu filhinho o leite das verdades primordiais.

Ela consagra as primícias do desenvolvimento futuro; ela faz desabrochar o primeiro sorriso, o primeiro pensamento e o primeiro amor ; ela é a preceptora natural e providencial da criança e a esta comunica, mesmo sem o sentir, impulsos que se perpetuam através de todas as fases da vida.

Conta-se que uma mãe gostava de enfeitar com ramalhetes e folhagens o berço do filho. E este filho, que na infância brincava com as flores, foi mais tarde o grande botânico Linneu.

Um tal exemplo, apanhado entre mil outros, demonstra a importância das primeira impressões. A maior parte das tendências e aptidões que se desenvolvem no homem provém destas influências iniciais.

As Mães devem permanecer no Amor de Deus

A mãe é a dispensadora dos primeiros dons de Deus; ela não exercerá, porém, com facilidade a esta prerrogativa, se não com a condição de se conservar ligada e submetida a seu Deus, que é o foco das graças, certa de que, quanto mais a Ele estiver unida, tanto mais salutar será sua ação.

As mães sobretudo devem meditar e refletir nessa doce frase de Jesus Cristo: “Manete in dilectione mea”, “Permanecei no Meu Amor!”.

Se permanecerdes em mim e guardardes fielmente a Minha Palavra, vós frutificareis como os ramos da vinha e todas as vossas preces serão atendidas.

É, pois, verdadeiramente augusto sacramento que liga os esposos entre si e que os torna a ligar por um laço indissolúvel, a Jesus Cristo, seu Salvador. Este laço sagrado é a primeira condição da propagação da graça nas gerações cristãs.

“Óh! Que aliança – exclama Tertuliano – a dos esposos cristãos, unidos numa mesma esperança, num mesmo juramento, numa mesma norma de proceder, numa mesma dependência!

Eles não devem formar senão uma só unidade; tudo é comum entre eles, os cuidados, os sofrimentos, os dissabores e as alegrias. A sua vida deve ser uma mútua exortação e uma solidariedade de bons exemplos”.

Nestas condições, os matrimônios são felizes e granjeiam as bênçãos que de raça em raça se propagam.

Com efeito, estas alianças fundamentalmente cristãs, melhor compreendida outrora do que hoje, glorificavam a Igreja, nobilitavam a sociedade civil e povoavam o céu.

Não nos admiremos do número considerável de santos e de grandes homens que floresceram nessa época de fé. Eles eram nascidos de casais fiéis e se formavam na escola das mães piedosas.

A mãe não é completamente mãe, no sentido profundo da palavra, se não quando é cristã.

Este último título é que exalta e consagra sua dignidade; pois o sentido puramente natural também se acha nas demais criaturas, mesmo nas de ínfima espécie, e, quando não procede de um princípio religioso, é um amor desarrazoado que degenera em egoísmo e redunda muitas vezes em idolatria.

É preciso que o amor maternal se purifique, harmonizando-se com o espírito de Deus, e que ele se banhe nas claridades superiores. A mãe não é a proprietária, senão apenas a depositária do seu filho; ela o deve amar como Jesus Cristo o amou, amá-lo para Ele e não para si só, e educá-lo voltando-o para a Celeste Pátria e não só para a terra.

Tal é a missão da mãe e sempre que ela a desempenha com consciência e com a sua incomparável ternura, lança no coração do filho o sólido fundamento da religião, da moral e da felicidade.

Oh! Como é feliz o filho que, ao lembrar-se de sua mãe, sente vibrar no íntimo de sua alma as emoções religiosas. Ele dirá então como Santo Agostinho: “Tudo que sou, a minha mãe o devo; ela não me deu somente a vida corporal, deu-me também a vida da alma”.

Um outro doutor da Igreja, o doce São Bernardo, atesta que, no meio das seduções do mundo e das ilusões que lhe perturbavam a consciência, um pensamento irresistível o impedia de se desencaminhar e perder: Era o pensamento de sua mãe.

São Gregório de Nazianzo gostava de recordar as lições maternas e os exemplos edificantes que o tinham tocado desde a mais tenra idade.

A história dos santos está cheia destes testemunhos de piedade.

Um dos maiores vultos do cristianismo, Santo Atanásio, tinha uma mãe que, no momento em que deu a luz, logo o consagrou a Deus, pronunciando as seguintes memoráveis palavras: “Eu quero, com o socorro da graça, fazer de meu único filho um homem de Deus!” e ela desde cedo lhe inspirou por Jesus Cristo um tão delicado amor e tão perfeitamente o nutriu da doutrina evangélica, que teve a fortuna de ver realizadas as suas mais caras esperanças.

São Basílio, esse prodígio de ciência e de santidade, fala igualmente com um orgulho todo cristão das graças de que ele era devedor a sua mãe e reconheceu verdadeiramente este dom inestimável como um dos maiores benefícios de Deus.

São Gregório de Nyssa não cessou nunca de celebrar sua mãe e até se fez historiador e panegirista dela. São João Chrisóstomo, cognominado “boca de ouro” por causa de sua admirável eloqüência, era filho único de uma jovem mulher que enviuvou aos vinte anos.

Esta mulher cristã, formada na escola de Jesus Cristo, desprezou, por seu filho como por si mesma, todas as frágeis prosperidades deste mundo e, animada de uma mais alta e pura ambição, não procurou senão os bens imortais.

Uma outra mãe, não menos feliz, soube educar seus três filhos com uma inteligência tão perfeita, que chegou a fazer três santos e um deles foi o venerabilíssimo Santo Ambrósio.

De uma santa nasceu o grande Santo Hilário, a glória do antigo cerco de Poitiers e a honra da Gália cristã. Enfim, São Gregório Magno presta uma homenagem magnífica a Santa Silvia, sua mãe, e de tal modo que, sendo Soberano Pontífice, ele a manda pintar sentada ao seu lado em atitude contemplativa.

Seriam preciso numerosos volumes para reunir os traços esparços de santidade das mães cristãs, imortalizadas por seus filhos.

A conclusão que disto se tiraria é bem significativa: Ela mostraria que, se os filhos reproduzem geralmente a imagem de seus pais, é a mãe sobretudo que lhes forma a índole e que a influência materna lhes atinge as fibras mais íntimas da alma, comunicando-lhes uma impulsão que eles mantém até ao derradeiro suspiro.

Fonte: maecrista.blogspot

Santa Mônica: o arquétipo da MÃE CRISTÃ

15, agosto, 2014 2 comentários

A mãe do grande Santo Agostinho oferece exemplo de perfeição às esposas, às viúvas e às mães católicas. Seu próprio filho é quem nos ensina a conhecê-la e a apreciá-la.

Santa Mônica era de tal modo cheia do seu Deus que ninguém se aproximava dela sem se possuir do desejo de ser bom, pois nela brilhavam reunidas todas as qualidades da mulher forte da Sagrada Escritura.

Não soube jamais retribuir o mal nem ter nos lábios uma expressão áspera, senão doces e benévolas palavras que lhe vinham diretamente do coração, tesouro inesgotável de bondade e doçura.

Oh! Como é amável a mulher autenticamente católica, quando a estrela da piedade lhe ilumina o semblante!

É uma providência para milhares de aflitos e o seu simples aspecto infunde veneração e a santa suavidade que lhe banha o rosto cerca-se de uma estranha auréola de graça e de simpatia.

As intrigas e as conversações fúteis do mundo não despertam a sua curiosidade nem excitam as suas atenções e as vãs homenagens não a ostentam, nem as injustiças dos outros lhe arrancam murmúrios e queixas, porque ela é sempre igual a si mesma e pelo seu silêncio como pela sua voz.

Por todos os seus atos e pelos sacrifícios de cada dia e de cada instante, honra a religião, edifica a sociedade e brilha diante dos homens com uma luz serena, pura e ideal, que parece um lampejo de Deus.

Santa Mônica não é propriamente uma dessas almas excepcionais, cuja perfeição espanta a fraqueza humana e que por suas obras heroicas escapam à nossa imitação. Não nos aparece sob as formas de uma severa austeridade, nem a sua vida se assinala por milagres.

A sua santidade se manifestou, porém, no circulo dos deveres de uma situação comum: Santa Mônica aperfeiçoou sua alma no meio dessas dificuldades ordinárias em que se encontram a maior parte das mulheres cristãs.

Como esposa, qual foi a sua vida? O seu biógrafo confessa que ela tinha um marido insuportável. Digamos tudo: este marido era pagão.

Ai de nós! Que o paganismo ainda existe nos tempos modernos, pois não poucos cristãos se tornam estranhos a Nosso Senhor Jesus Cristo, adoram a fortuna e dão largas às suas paixões, reduzindo a essa miséria toda a sua religião!

Santa Mônica nos deu Santo Agostinho, mas antes Maria Santíssima no deu Jesus Cristo; clique na imagem e receba já esta linda estampa

Eles tinham aprendido, talvez, nos seus primeiros anos, os rudimentos da religião, mas depois fecharam para sempre o catecismo, considerando-o indigno dos espíritos sérios, muito abaixo dos progressos da ciência e em desacordo com as luzes do século.

Que estranha apreciação! É como se quisesse julgar das proporções de um homem pelas dimensões de um berço.

Disto resulta que, inteiramente absorvidos pelos negócios e coisas da terra, que lhes fazem esquecer tudo que respeita à eternidade, eles repelem a religião como inútil ou embaraçosa para si, tolerando-a apenas para as mulheres e as crianças.

Não se lembram de que a doutrina católica cativou os mais eminentes gênios que tenham honrado o mundo…

…quer pelas suas investigações e descobertas no domínio da ciência, quer pelos seus feitos grandiosos, e consideram talvez como espíritos fracos os Agostinhos, os Jerônimos, os Crisóstomos, os Bernardos e Tomás de Aquino e Inácio de Loyola e Vicente de Paulo e tantos outros luzeiros da ciência divina.

E ainda bem, quando esses a que nos referimos não são mais do que simples indiferentes e não se lançam a perseguir com a sua hostilidade ou as suas zombarias as práticas da piedade cristã. 

O exemplo de Santa Mônica à mãe cristã

Muitas esposas se encontram  atualmente nas mesmas condições em que vivia Santa Mônica. Qual deve ser, porém, a regra do proceder delas em tão difíceis circunstâncias?

Seja a mãe cristã, para seu esposo, um catecismo vivo e um compêndio de teologia! Seja, para ele, a exemplo de Santa Mônica, um anjo de edificação e de salvação!

Sem dúvida que lhe não compete pregar ou doutrinar, porquanto a sua graça é, ao contrário, a do silêncio; mas este silêncio, só por si, vale uma boa pregação, quando é manso, afável e simpático.

Não há eloquência nem lição tão capaz de revelar sob formas atraentes as belezas do cristianismo como a piedade serena e afável da mãe cristã, pois assim a sua vida inteira, opulenta em virtudes, se torna uma pura manifestação do Evangelho.

Vós chamareis a vós os homens de bem e os salvareis, não por solicitações reiteradas e inoportunas, mas por atos de generosa abnegação, pelas vossas secretas e perseverantes orações, pela vossa dedicação e, sobretudo por um espírito cheio de mansidão evangélica!

Ela opera maravilhas que a mais assombrosa magia do mundo não saberia imitar jamais. É um singular talismã que assegura à esposa infalíveis triunfos. “Bem-aventurados os mansos, porque eles possuirão a terra”.

Foi assim que Santa Mônica obteve o seu primeiro triunfo: ela salvou a alma do esposo pela distinção do seu espírito, pela mansidão e brandura da sua piedade.

Mas Sto. Agostinho, o santo bispo de Hippona, continuando a referir-nos as qualidade eminentes de sua mãe, não quis que ficássemos ignorando o modelo de vida que ela abraçou depois da morte do marido.

Entregando-se toda a Deus, Santa Mônica fechou o coração às seduções de terra, para o não abrir nunca mais senão às inspirações do céu.

Segundo os livros sagrados é este, com efeito, o compromisso que a viúva cristã deve firmar.

A mulher que passa a sua viuvez em festas e prazeres, diz o grande Apóstolo, parece estar viva, mas de fato está morta; está morta diante de Deus.

A verdadeira viúva, segundo a significação da palavra, é a que se sente vazia, vidua; vazia de toda a paixão, vazia de toda a afeição desordenada, vazia de todas as recordações importunas e de todos os apegos mundanos, para só se encher, como um vaso de honra, vas honorabile, do balsamo do amor divino.

Ela só pode aspirar às consolações imortais e, por isso, é unicamente para o céu que o seu coração e as suas esperanças se devem voltar. Speret in Domino!

Que a viúva se abstenha, continua São Paulo, de usar mal da sua liberdade, consumindo o seu tempo em ir de casa em casa, a ostentar a sua ociosidade em visitas inúteis e a sacrificar ao luxo as oferendas a que tem direito a caridade.

Não tem justificação perante Deus a que perde assim o seu tempo e o faz perder aos outros.

É preferível tornar a casar-se a arriscar a alma; mas, casando-se de novo, acrescenta o Apóstolo, ela sofrerá aflições que eu desejaria evitar-lhe.

Enquanto viúva abraçou o serviço do Senhor…

A vida é uma prova rápida e grave em que se prepara o futuro destino. Que loucura é prender-se às ilusões do mundo, em vez de procurar as realidades do supremo e eterno júbilo!

A viúva desligada dos laços do mundo está bastante livre e desembaraçada para se consagrar, como as virgens, ao serviço do Senhor, e, quando ela é fiel e zelosa, torna-se digna de uma glória imperecível perante Deus e perante os homens.

Santa Mônica compreendeu as recomendações evangélicas e as executou no meio das circunstâncias difíceis da sua viuvez.

Ela tinha um filho de vinte anos; e quando a mãe carrega sozinha com o peso de uma responsabilidade tão grave, precisa possuir mais do que uma virtude ordinária:

…precisa ser mãe e pai ao mesmo tempo, isto é, juntar uma prudente sagacidade à sua natural ternura e uma firmeza masculina a uma delicada indulgência.

O filho de Santa Mônica, bem que muito jovem ainda, gozava já de grande retórica nomeada pela sua eloquência, arte esta que ele professava com brilho nas mais célebres academias do tempo, aonde o povo afluía de todas as partes, só para o ouvir falar.

Tanta glória seria mais que suficiente para fascinar a vaidade do jovem Agostinho e de qualquer mãe menos cristã do que Santa Mônica.

Esta, porém, inteiramente desprendida das vãs satisfações do amor próprio e colocada muito acima das ambições vulgares,

-não somente se mantém inacessível aos ataques da vanglória humana, como também de algum modo serviu sempre de contrapeso às exaltações juvenis de seu filho, sobre cuja soberba e vigorosa inteligência não deixou nunca de conservar um verdadeiro ascendente.

Se a não desvaneciam os louros triunfantes do filho, também os desvios deste não conseguiam desanimá-la.

As suas constantes preces, as suas piedosas lágrimas e a virtude das suas dores e da sua paciência fizeram surgir na Igreja o grande Santo Agostinho.

Feliz a mãe que, ao sair deste mundo, recebe as últimas consolações da boca de um filho consagrado ao Senhor! Ela abençoou seu filho e o filho abençoou sua mãe! Seus nomes se entrelaçaram no santo altar, inscrevendo-se ambos no livro da vida.

As glórias que os homens reciprocamente se conferem, depressa passam e se esvaem; e a mãe que, para seus filhos, tão frágeis e fugitivas glórias ambiciona, nenhuma vantagem colherá perante Deus.

Mas vós, ó mães cristãs, que introduzis vossos filhos na senda real da salvação, onde os haveis precedido; vós sim é que os sabeis amar verdadeiramente, pois granjeais para eles uma incorruptível e imarcescível coroa de honra.

Desde então recebeis, em paga do vosso amor, o mais profundo, o mais delicioso de todos os sentimentos, o amor filial que não se altera jamais e que jamais se esgota e que não cessará de celebrar, tanto no céu como na terra, a vossa dedicação, os vossos sacrifícios e os vossos piedosos desvelos.

Se Santa Mônica não tivesse ambicionado para Agostinho senão fúteis glórias humanas, nem ela seria Santa Mônica nem seu filho viria a ser o santo que é, o grande Santo Agostinho.

Ela preferiu, seguindo os conselhos da alta sapiência, os bens imortais do céu a todas as fortunas da terra; e é por isso que a sua memória, juntamente com a de seu filho, será eternamente abençoada.

Fonte: maecrista.blogspot

 

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