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Com esse sinal você também poderá vencer qualquer desafio! Veja.

4, maio, 2018 Sem comentários
Visão de Constantino.

Visão de Constantino.

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Constantino o Grande, no ano de 312, devendo apresentar batalha a seu inimigo Maxênio, pediu a proteção de Deus.

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A
o acampar diante do inimigo, viu resplandecer no céu uma Cruz que trazia escrito:

“In hoc signo vices” (com este sinal vencerás).

À noite lhe apareceu Nosso Senhor Jesus Cristo com o mesmo sinal e lhe mandou que fizesse gravar em seu estandarte aquele sinal e o levasse para o combate.

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Assim o fez o Imperador, vencendo o inimigo.

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Nota: Constantino era filho de Santa Helena, aquela que depois deste fato acima narrado descobriu a Santa Cruz em Jerusalém.

Por certo, este favorecimento que Constantino recebeu do alto, em grande parte, o foi por mérito de sua santa mãe.

Desta data em diante houve liberdade religiosa, concedida por Constantino, após séculos de perseguição terrível, que deu a Santa Igreja milhares de mártires.

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Fonte: APUNIES Y EJEMLOS DE CATECISMO – José P. Grandmaison – Livreria Editorial Santa Catalina – Buenos Aires – P edição, 1949, p. 69.

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Santa Helena, a prodigiosa mãe do Imperador Constatino que encontrou a verdadeira Cruz de Nosso Senhor

5, dezembro, 2011 1 comentário

Santa Helena é a Mãe de Constantino Magno. É a ela que se deve a Invenção da Verdadeira Cruz.

É uma santa que nos importa, não só pelo fato de ter sido imperatriz, mas também pelo fato de que é evidente que ela teve, sobre Constantino, uma influência do tipo daquela que Santa Clotilde teve sobre Clóvis. Constantino, o primeiro imperador que fez uma promessa para ver se, com o auxílio de Nosso Senhor Jesus Cristo, venceria o exército de seu opositor. Recebeu a confirmação dessa promessa, de fato, vencendo. E com isso derrubou a estrutura do Estado pagão.

Não se pode deixar de reconhecer uma relação de causa e efeito entre isto e o fato de que esse homem, se até o fim da sua vida não deu provas de ser santo, entretanto tenha feito esta obra magnífica, não obstante haja muitas objeções a se fazer a Constantino.

Quando se lembra de Santa Mônica rezando por Santo Agostinho, e obtendo a conversão dele; quando se lembra de Santa Clotilde, também inspirando e obtendo a conversão de Clóvis; é impossível não achar que Santa Helena não inspirou, a fundo, a Constantino. A atitude dele foi, em grande parte, decorrente da influência que exercia sobre ele.

Não se pode deixar de reconhecer, com muita alegria, o trabalho feito por ela, para, precisamente, isto: tomar o império, que era um império pagão, e não só fazer cessar as perseguições, mas fazer com que o imperador começasse a edificar uma ordem que foi a primeira tentativa para constituir uma ordem temporal católica. E uma tentativa, por vários lados, verdadeiramente gloriosa. Não só porque o Edito de Milão dava liberdade para a Igreja, mas porque o Edito, depois, mandava fechar todos os cultos pagãos. Realmente, a partir daquele tempo, veio um ideal de unidade imperial católica, que a Idade Média conservou e de que ela criou, depois, a estrutura do Sacro Império Romano Alemão.

Santa Helena estava na raiz, pela sua mão e pelo seu exemplo, de inumeráveis realizações gloriosas, de idéias grandiosas, de princípios que repercutiram depois, até à queda do Sacro Império Romano Alemão.

Então, aqueles que lutam pelo ideal do estado da ordem temporal católica, não podem deixar de ter muita veneração por Santa Helena.

Santa Helena rezou para que seu filho, Constantino, com o emblema de Nosso Senhor Jesus Cristo nos seus estandartes, alcançasse a vitória. E depois ela agiu com força para que ele, com a força temporal do Estado, libertasse a Igreja e acabasse com os restos do paganismo. Quer dizer, a atuação e a oração de Santa Helena desencadeou uma ação e realizou o seu fim. A oração dela foi acompanhada de apostolado com o filho. E o filho, até por meios violentos, mas ajudado por Nosso Senhor, conseguiu realizar aquilo que, sem dúvida, sua mãe ardentemente desejava. Então, houve uma espécie de equilíbrio entre a oração e a ação. A oração é realmente o meio mais fecundo do desencadear dos fatos para obtenção daquilo de bom que a pessoa quer.

Por outro lado, foi Santa Helena que procurou e localizou, mediante prodígios, a verdadeira Cruz. Ela se serviu de revelações privadas sobre o local, e afinal de contas encontrou a verdadeira Cruz.

É uma glória imensa, para uma mulher, ao mesmo tempo ser santa, ser mãe do primeiro imperador cristão e ser aquela que tira das “entranhas da terra” a verdadeira Cruz, com todos os benefícios que foram espalhados pela terra pela posse e pela presença das relíquias da verdadeira Cruz por toda parte. Todos esses benefícios têm Santa Helena na sua origem.

Santa Helena teve, pois, uma grande missão. Ela foi uma mulher que, verdadeiramente, viveu só para Nosso Senhor. Matrona de alma alta, de horizonte largo, compreendendo as coisas a partir dos seus aspectos mais sublimes e de maior alcance. Por causa disso, transformou um Império e deu ao mundo presentes imensamente grandiosos e valiosos.

Sobre Santa Helena, no livro chamado “Fisionomia dos Santos”, há o seguinte comentário:

Realizadas suas obras, quer dizer, a descoberta da cruz, Santa Helena deixou Jerusalém, mas a sua viagem toda foi ilustrada pelos seus benefícios. Por toda parte onde passava levantava uma igreja, socorria os pobres, consolava os infelizes. A libertação dos cativos parece ter sido uma das suas obras e uma de suas glórias. Há muita magnificência no caráter de Santa Helena. A imperatriz tinha as mãos abertas e passava fazendo o bem”.

“Constantino fez à sua mãe uma soberba recepção e tomou para si uma pequena parcela da cruz, doando à cidade de Roma um fragmento considerável. Santa Helena quis, em pessoa, levar a Roma o presente de Constantino. A viagem foi-lhe assinalada por um episódio singular. Ao passar pelo mar Adriático, a imperatriz ouviu contar os naufrágios horrorosos de que aquele mar era teatro e a impressão que Helena recebeu foi tão profunda, que ela atirou na água um dos cravos de Jesus, dos quatro cravos que trazia de Jerusalém. E São Gregório de Tours, que refere esse incidente no seu livro “Glórias dos Mártires”, acrescenta que desde aquele dia o mar Adriático mudou de índole e perdeu o seu furor”.

Foi a última viagem de Santa Helena e ela morreu em Roma. Constantino e os príncipes, seus filhos, já proclamados césares, rodeavam o leito da imperatriz mãe. Ela fez a Constantino suas últimas recomendações. Suas palavras derradeiras foram para suplicar ao imperador que cuidasse da Igreja e da justiça. Deu-lhe por fim a derradeira bênção e sua mão estava, quando morreu, na mão do imperador. Seu corpo, com grande pompa, foi depositado num sepulcro de pórfiro.

“Santa Helena é uma grande figura histórica. A natureza e a graça dotaram-na magnificamente. Elevada ao trono do mundo, fez o cristianismo assentar nesse trono pela primeira vez. Sua beleza, que a fez escolhida de Constâncio, foi um meio de que Deus se serviu. O seu nome ilustre e venerado teria marcado talvez o início de uma época memorável, se Constantino tivesse sido fiel à graça. Ninguém pode saber que mudança teria experimentado o destino da História, se os pintores tivessem tido também a ocasião de pôr uma auréola sobre a cabeça de Constantino, se o nome do imperador, como o de sua mãe, tivesse sido consagrado pela palavra que canoniza”.

Santa Helena é uma dessas imperatrizes próprias a figurar em mosaicos em alguma igreja bizantina, como os mosaicos de Ravena, Itália, porque é uma dessas obras primas da graça e da natureza. Pessoa dotada de requisitos físicos magníficos, ela serviu-se de sua beleza para ser esposa do imperador e serviu-se de sua condição de esposa do imperador para influir sobre seu filho, também imperador e para, por essa forma, fazer Nosso Senhor Jesus Cristo sentar-se no trono do império romano. Com isso veio a conversão de Constantino e depois veio a outra grande ação dela, que é a invenção da Santa Cruz. Com a invenção da Santa Cruz, o nome dela se tornou definitivamente imortal.

A morte dela esteve à altura disso. Pode haver uma coisa mais bonita do que uma imperatriz morrer rodeada por seus filhos, todos eles já césares, e com a mão posta na mão do imperador que dela recebera toda a sua glória? Ela morre recomendando assistência à Santa Igreja Católica! Tudo isso é maravilhoso, tudo isso parece tirado das iluminuras de algum missal medieval, de tal maneira é esplêndido.

Tudo isso está, de algum modo, simbolizado no episódio do mar Adriático. A noção de que tudo quanto toca à duríssima Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo foi dotado, por Ele, de um poder de suavizar, de um poder de amenizar, de um poder de consolar que é a maior maravilha de todo o universo. Um cravo que O fez sofrer de um modo tão tremendo, pelo que Ele sofreu naquela mão pelos homens, Ele deu àquele cravo o poder de aliviar as dores dos homens. O cravo é jogado no mar e o mar agitado, proceloso, de repente se tranqüiliza, transforma-se num mar manso, e a partir daquele momento os naufrágios deixam de existir. É a grande esmola que uma santa fez ao mar Adriático, e que o transformou num mar que não causa mais pavor aos navegantes.

Agora, todos esses milagres materiais não são senão analogias com os milagres espirituais e morais. Isto quer dizer que um prego da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, posto no fundo de nossa alma, também apazigua as paixões, elimina as tormentas, dulcifica a vida interior, dá-lhe ânimo, dá-lhe coragem, torna os piores precipícios de nossa vida transponíveis sem risco de naufrágio.

O que isso significa concretamente? Significa que um ato de enlevo, veneração e ternura pela Paixão infinitamente preciosa de Nosso Senhor Jesus Cristo, um ato de amor por qualquer de Suas dores, desde que vá ao fundo de nossa alma como aquele cravo foi ao fundo do mar Adriático, tranqüiliza nossa alma, tira as agitações, torna nossa alma inteiramente orientada para a santidade, acaba com as apetências desordenadas e imundas, e por essa forma torna a nossa vida espiritual praticável até o céu, sem risco de naufrágio.

Esse é o lindo símbolo que está posto nesse episódio da vida de Santa Helena.

 Oração

Ó Deus, que concedestes a Santa Helena, mãe de Constantino, Imperador de Roma, a graça da piedade cristã e das resolutas atividades em prol da Verdade Histórica da fé, dai-me, a mim também, ser sempre ativo e trabalhador pela causa do Santo Evangelho.

Santa Helena, rogai por nós!

Fonte: Site do prof. Plinio Corrêa de Oliveira

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