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Textos com Etiquetas ‘medalha de São Bento’

Milagres de cura – a Medalha de São Bento também já fez… MUITOS! (Parte III)

30, março, 2015 2 comentários

Continuação do post: Milagres de cura – a Medalha de São Bento também já fez… MUITOS!
(Parte II)

Na Pensylvania, nos Estados Unidos, em agosto de 1861, uma mulher católica teve uma de suas filhas atacada de repente por uma violenta difteria.

O mal, que havia começado ao cair da noite, foi se agravando de hora em hora, e já causava grande inquietação, sobretudo porque era muito difícil encontrar um médico nas montanhas
da região.

A mãe da menina tinha muita fé na proteção de São Bento, e possuía a sua medalha. Teve então a lembrança de mergulhá-la num copo de água, para a menina beber.

A menina bebeu a água santificada pelo contato com a medalha, e ao amanhecer do dia seguinte já se encontrava inteiramente fora de perigo.

Cura milagrosa de uma paralisia

Em Montauban, em 1865, uma senhora doente estava sem movimento, deitada em sua cama havia dois anos e meio, e tudo levava a crer que ficasse paralítica para o resto da vida.

Um dia em que lhe haviam trazido a Sagrada Comunhão, uma Irmã da Caridade, que tinha ido visitá-la, colocou-lhe com dificuldade a medalha de São Bento entre os dedos, e conseguiu com grandes esforços levar a mão da enferma a seu peito.

A enferma logo sentiu uma viva comoção em todo o seu ser, começou a transpirar abundantemente, e deixou escapar dos lábios estas palavras:
Estou curada”.

Imediatamente voltou-lhe o movimento aos membros, e ela apressou-se em levantar-se.

Desvencilhou-se por si mesma das flanelas que havia tanto tempo a envolviam, e vestiu-se com a roupa que usava antes de cair enferma. Dirigiu-se, logo no dia seguinte, à Igreja, a fim de dar graças a Deus pela cura repentina.

*   *   *

Fonte: retirado do livro “A Medalha de São Bento” de D. Próspero Guéranger.

Milagres de cura – a Medalha de São Bento também já fez… MUITOS! (Parte II)

28, março, 2015 4 comentários

Continuação do post: Milagres de cura – a Medalha de São Bento também já fez… MUITOS!
(Parte I)

No verão do mesmo ano de 1858, a cólera produzia seus estragos em Tívoli, na Itália,

E perto de Subiaco achava-se um homem lutando com dores atrozes. Em poucas horas, a terrível moléstia fez tão grande progresso, que mandou-se às pressas chamar o pároco para lhe ministrar os últimos Sacramentos.

Antes que chegasse o cura, agravou-se de tal modo o perigo, que o doente julgou-se perdido e caiu na mais completa atonia, produzida pela violência do mal.

De repente volta a si e, sentindo retornarem os padecimentos, aperta fortemente com as mãos o estômago sujeito a violentos espasmos, encontrando então a medalha de São Bento que trazia habitualmente consigo.

Ocorreu-lhe invocar o santo Patriarca, pelo qual tinha grande veneração.

No mesmo instante acalmam-se as dores; em seguida, levanta-se, sai da cama e, vendo chegar o cura todo ofegante e coberto de suor, diz-lhe: “Padre, estou curado”; e, mostrando a medalha, continua: “Eis o que me salvou!”

Esse homem apresentou-se pouco depois à abadia dos beneditinos de São Paulo de Roma, levando os atestados do sacerdote e do médico que asseguravam a realidade do prodígio.

Cura das pernas

Em 1861, em Chambéry, uma religiosa sentia, havia já três meses, dores fortíssimas nas pernas.

Ocorreu-lhe fazer uma novena em honra de São Bento, empregando a medalha a fim de alcançar a proteção do santo Patriarca. Durante a novena, encostava a medalha nas pernas, invocando São Bento, e suas dores se acalmavam.

Ao mesmo tempo, ela ia prosseguindo o serviço pesado de que era encarregada no convento.

Não tendo conseguido, com a primeira novena, senão alívios intermitentes, resolveu começar uma segunda, a qual fez desaparecer inteiramente
a enfermidade.

Cura de uma pobre menina

Numa localidade de Saboia, mais ou menos pela mesma época, uma menina de seis anos era, desde muitas semas atormentada por dores agudas.

Seus nervos se tinham de tal modo contraído, que não se podia tocá-la com a ponta do dedo sem que ela sentisse fortíssimas dores.

Nesse estado, não podia aceitar alimento ou bebida de espécie alguma. Os pais da menina já tinham perdido totalmente a esperança de conseguir sua cura.

Duas religiosas foram visitar a menina, para levar à sua mãe algum conforto. Quando retornaram para sua casa, ocorreu-lhes a lembrança da medalha de São Bento.

No mesmo instante mandam uma, recomendando que a pusessem no pescoço da menina, e que tentassem fazê-la engolir alguma bebida em que se houvesse mergulhado a medalha.

A mãe da enferma cumpriu fielmente a piedosa prescrição, e imediatamente se fez sentir um notável alívio. Ao cabo de alguns dias, levanta-se a menina perfeitamente curada.

(Continua…)

*   *   *

Fonte: retirado do livro “A Medalha de São Bento” de D. Próspero Guéranger.

Milagres de cura – a Medalha de São Bento também já fez… MUITOS! (Parte I)

26, março, 2015 6 comentários

Passaremos a narrar algumas manifestações da proteção divina no século XIX, começando pelas que se referem à cura de moléstias corporais.

Nos primeiros dias de julho de 1843, uma senhora que se tratava na estação de águas de Néris foi subitamente atacada por uma forte hemorragia no nariz.

Chamado o médico, ele reconhece a gravidade do caso; mas os remédios que receita para estacar a hemorragia parecem ainda mais ativá-la.

Três dias depois, por volta das nove horas da noite, aumenta visivelmente o perigo, e o médico não pode deixar de manifestar uma viva preocupação.

A dona da hospedaria sai aflita do quarto da doente e, como por inspiração, pergunta se ali alguém teria a medalha de São Bento.

Por felicidade, aparece uma na hospedaria; a enferma, mulher de fé viva, aceita a medalha, e imediatamente se estanca o sangue.

Lava em seguida as mãos e o rosto, e apronta-se para dormir, coisa que durante três dias e duas noites não puderam fazer.

Cura milagrosa de uma febre tifoide

Mais ou menos pela mesma época, uma jovem, atacada por febre tifoide, estava obrigada, havia já uns dez dias, a permanecer sentada numa poltrona, sendo insuportável para ela a posição horizontal do leito. 

Às nove horas da noite, um amigo da família, indo visitá-la, fala-lhe nas medalhas de São Bento, e lhe deixa uma.

Nem cinco minutos se haviam passado, e já a enferma se estendia no leito, e no dia seguinte, depois de uma noite de profundo sono, sentiu-se libertada pela febre terrível que até então resistira a todos os recursos médicos.

À beira da morte, salvo pela Medalha!

Em 1858, um beneditino da abadia de São Paulo, em Roma, tendo sabido que um menino, seu afilhado, se achava gravemente enfermo na Alemanha, fez chegar uma medalha de São Bento à mãe do doente.

Uma violenta inflamação do peito, acompanhada por agudas dores do estômago, tinha gradualmente levado o menino à beira do túmulo.

Uma noite, vendo-o reduzido ao último extremo e próximo a expirar, a mãe lembrou-se subitamente de lhe aplicar a medalha pouco antes recebida.

Coloca-a sobre o peito do menino e prostra-se de joelhos, junto ao leito, em fervorosa oração.

Imediatamente a pobre criança adormece tranquila, e após algumas horas de agradável sono erguia-se, cheia de vida e curada do mal que até então resistira a todos os recursos médicos.

(Continua….)

*   *   *

Fonte: retirado do livro “A Medalha de São Bento” de D. Próspero Guéranger. 

A melhor proteção que você pode ter. Medalha exorcística de São Bento

21, março, 2015 3 comentários

“O demônio é como um cão raivoso acorrentado: além dos limites da corrente ele não pode atacar ninguém. Fique, portanto, longe dele. Se você se aproxima, você se
deixa agarrar!”
(Santo Padre Pio de Pietrelcina)

 

A frase acima faz muito sentido.

Tem gente que anda lado a lado com o demônio, muitas vezes sem perceber. E, quando menos esperamos, somos atacados por ele.

Mas existe algo que, quando o demônio vê, sai correndo para bem longe.

Estou falando desta Medalha:

A Medalha de São Bento, propagada em todo o mundo há mais de 300 anos pelos Monges beneditinos, tem eficácia extraordinária no combate ao demônio e a suas manifestações.

Também é usada na defesa contra doenças, especialmente as contagiosas, contra picadas de serpentes e outros animais peçonhentos.

Ela reúne a força exorcística da Santa Cruz do Redentor – o sinal de
nossa salvação.

Nos dias de hoje, todo o cuidado é pouco. O perigo está onde menos esperamos, até mesmo dentro de nossa casa.

É por isso que eu gostaria que você recebesse hoje mesmo esta medalha, que esta sendo distribuída por este Apostolado, e nunca mais a tirasse do pescoço.

Ela já foi benta e será a sua barreira de proteção contra o demônio, que não tolerará ficar perto de você quando olhar para esta medalha.

Peça quantas medalhas você puder, para proteger também a sua família.

 

Tenha certeza que, com esta Medalha, você vencerá a batalha contra o demônio, que não se aproximará de você.

 

Sagrado Coração de Jesus, livrai-nos das confusões do demônio, abra os nossos olhos para vermos Tua Cruz sempre a nossa frente, nos protegendo dos maus pensamentos e maus atos. Amém.

Veja aqui alguns incríveis MILAGRES da Medalha de São Bento:

21, março, 2015 Sem comentários

Em 1665, em Luxeuil, na França, um jovem possuído pelo espírito maligno era atormentado de modo cruel.

Seus pais já haviam tentado todos os meios a fim de arrancá-lo daquele estado, inutilmente.

Afinal, lembraram-se de recorrer à Medalha de São Bento. Deram ao rapaz um pouco de água em que tinham mergulhado o objeto sagrado.

Mal o moço levou a bebida aos lábios, eis que o demônio entrou novamente a atormentar a sua vítima com tão extraordinário furor, que inspirou terror a todos os presentes.

Mas logo o demônio disse, pela boca do possesso, que se sentia dominado por um poder superior, e que sairia do corpo do rapaz às três horas da madrugada.

De fato, saiu à hora que tinha anunciado, e o jovem recuperou paz de alma e saúde de corpo.

O episódio seguinte aconteceu também em Luxeuil na mesma época. Uma jovem estava dominada pelo espírito maligno de um modo irresistível e sua boca não cessava de proferir palavras obscenas.

Para livrá-la da violência que lhe fazia o demônio, inimigo de toda virtude, deram-lhe para beber água santificada pelo contato com a Medalha de São Bento: imediatamente cessou a pressão em que vivia, e desde então não mais violou em suas conversas as regras da moral cristã.

No mesmo ano de 1665, um homem tinha no braço uma chaga grande e infeccionada, que não cedia a remédio algum.

Ocorreu então a lembrança de se colocar a Medalha de São Bento sobre o braço enfermo, juntamente com o habitual curativo. No dia seguinte, verificou-se que a chaga estava com bom aspecto, e ao cabo de alguns dias cicatrizou inteiramente.

Ainda pela mesma época, chegou um doente a um estado tão desesperado, que os socorros da medicina eram impotentes para aliviá-lo. Nessa aflição, manifestou desejo de beber um pouco de água em que estivera mergulhada a medalha, e em breve recobrou perfeita saúde.

Castelo infestado, casas em chamas…

Em 1666, o castelo de Maillot, situado a algumas léguas de Besançon, era infestado por demônios. Os moradores passavam por sustos contínuos em consequência de rumores estranhos que se ouviam; até os animais eram dizimadas por moléstias desconhecidas.

Tornou-se tão grande o terror, que foi afinal abandonado o edifício.

Por conselho de algumas pessoas piedosas, foram colocadas em diversos lugares, nas paredes do castelo, a Medalha de São Bento, e desapareceu instantaneamente a causa de tantos terrores; a residência foi restituída à paz, e desde então foi possível ali viver sem qualquer inquietação.

Em 1665, uma aldeia da Lorena era assolada por frequentes incêndios; a cada dia alguma nova casa era destruída pelas chamas, e ninguém podia determinar a causa dos sinistros.

Já doze casas tinham sido sucessivamente queimadas, quando, desesperados, os habitantes do local foram pedir socorro a uma abadia próxima.

Deram-lhes ali algumas Medalhas de São Bento, aconselhando-lhes que as suspendessem nas paredes das casas que até então haviam sido poupadas.

Os habitantes da aldeia seguiram o conselho, e desde então cessaram
os incêndios.

Na região de Borgonha grassava no gado uma epidemia tão violenta que as vacas, em vez de leite, davam sangue. Mas recuperaram a saúde logo que lhes foi dado de beber água em que havia sido mergulhada a Medalha de São Bento.

O proprietário de uma olaria queixava-se de não poder mais cozer o seu barro, por maiores que fossem os cuidados de seus empregados no aquecer do forno. Pregou-se nas paredes da construção a Medalha de São Bento; e desde então o fogo adquiriu novamente toda eficácia, nunca mais reaparecendo o fenômeno maléfico. 

*   *   *

Fonte: retirado do livro  ”A Medalha de São Bento” de D. Prospero Gueranger.