Voltar à página inicial

Minha Oferta ao Sagrado Coração de Jesus

Facebook Youtube Instagram

Arquivo

Textos com Etiquetas ‘misericórdia’

Maria Santíssima, obra prima da criação – leia esta reflexão de S. João Vianney: (Parte II)

30, novembro, 2015 5 comentários

.

São João Vianney

.

Continuação do post: Maria Santíssima, obra prima da criação – leia esta reflexão de S. João Vianney: (Parte I)

.

O Coração de Maria é tão terno para nós, que o de todas as mães reunidas não passa de um pedaço de gelo ao pé do dela.

Vedes como a Santíssima Virgem é boa! O seu grande servo S. Bernardo dizia-lhe muitas vezes: Ave, Maria… Um dia essa boa mãe respondeu-lhe: Ave, meu filho Bernardo…

A Ave-Maria é uma oração que nunca fatiga.

Quando se fala dos objetos da terra, do comércio, da política… cansa-se, mas quando se fala da SS. Virgem, é sempre coisa nova.

A devoção à Santíssima Virgem é untuosa, doce, nutritiva.

Todos os santos têm grande devoção à Santíssima Virgem; nenhuma graça vem do Céu sem passar pelas Mãos Dela.

Ninguém entra numa casa sem falar ao porteiro: pois bem! A SS. Virgem é a porteira do Céu.

Quando se quer oferecer alguma coisa a um grande personagem, faz-se apresentar esse objeto pela pessoa que ele prefere, a fim de que a homenagem lhe seja mais agradável.

Assim as nossas preces, apresentadas pela Santíssima Virgem, têm merecimento muito maior, porque a Santíssima Virgem é a única criatura que nunca ofendeu a Deus.

Só a Santíssima Virgem foi quem cumpriu o primeiro mandamento: Um só Deus adorarás e amarás perfeitamente. Ela o cumpriu integralmente…

Tudo o que o Filho pede ao Pai lhe é concedido. Tudo o que a Mãe pede ao Filho lhe é igualmente concedido.

Quando as nossas mãos tocaram aromas, embalsamam tudo o que tocam; façamos passar as nossas preces pelas Mãos da Santíssima Virgem, e ela as embalsamará.

Eu penso que no fim do mundo a Santíssima Virgem estará bem tranquila; mas enquanto durar o mundo, ela será puxada para todos os lados…

A Santíssima Virgem é como uma mãe que tem muitos filhos. Está continuamente ocupada em correr de um a outro.

.

*   *   *

.

.

Fonte: retirado do livro ”Espírito do Cura d’Ars” de Abbé Monnin.

.

Maria Santíssima, obra prima da criação – leia esta reflexão de S. João Vianney: (Parte I)

26, novembro, 2015 7 comentários

.

São João Vianney

.

O Pai compraz-se em olhar o coração da Santíssima Virgem como a obra-prima das
Suas Mãos;

Ama-se sempre a própria obra, sobretudo quando é bem feita; o Filho, como o coração de sua Mãe, fonte na qual hauriu o sangue que nos remiu; o Espírito Santo, como seu templo.

Os profetas publicaram a glória de Maria antes do seu nascimento; compararam-na ao sol. De fato, a aparição da Santíssima Virgem bem pode comparar-se a um belo sol num dia de névoas.

Antes da sua vinda, a cólera de Deus estava suspensa sobre as nossas cabeças como uma espada prestes a nos ferir. Logo que a Santíssima Virgem apareceu na terra, essa cólera foi aplacada…

Ela não sabia que devia ser a Mãe de Deus, e, quando era pequena, dizia: “Quando verei essa bela criatura que deve ser a Mãe de Deus?”.

A Santíssima Virgem gerou duas vezes, na encarnação e ao pé da cruz: é, pois duas vezes Nossa Mãe.

Compara-se com frequência a Santíssima Virgem a uma mãe, porém ela é ainda muito melhor do que a melhor das mães; porquanto a melhor das mães castiga às vezes o filho que lhe dá desgosto; bate-lhe mesmo; e julga fazer bem.

Mas a Santíssima Virgem não faz assim: é tão boa que nos trata sempre com amor e nunca nos castiga.

O Coração dessa boa Mãe é só amor e misericórdia; Ela só deseja é ver-nos felizes. Basta só volvermo-nos para Ela para sermos atendidos…

O Filho tem a sua justiça, a Mãe tem só o seu amor.

Deus amou-nos até o ponto de morrer por nós; mas no Coração de Nosso Senhor há a justiça, que é um atributo de Deus; no da Santíssima Virgem há só a misericórdia…

Seu Filho estava prestes a punir um pecador, Maria se lança, detém o gládio, impetra graça para o pobre culpado:

“Minha Mãe, diz-lhe Nosso Senhor, eu não vos posso recusar nada. Se o inferno pudesse arrepender-se, Vós lhe alcançaríeis o perdão”.

A Santíssima Virgem conserva-se entre seu Filho e nós. Quanto mais pecadores somos, tanto mais compaixão e ternura tem ela por nós.

O filho que mais lágrimas custou a sua mãe é o mais caro ao coração desta. Uma mãe não corre sempre ao mais fraco e mais exposto? Um médico, num hospital, não tem mais atenção para os mais doentes? 

(Continua…)

.

*   *   *

.

.

Fonte: retirado do livro “Espírito do Cura d’Ars” de Abbé Monnin.

.

Perder a confiança? Jamais! Nosso Senhor oferece a graça do arrependimento e da conversão (Parte I)

17, abril, 2015 6 comentários
Jesus perdoou a mulher adúltera e mostrou que todos devemos aceitar as graças de arrependimento e conversão.

Abismo da humana fraqueza, tirania dos maus hábitos!

Quantos cristãos recebem no tribunal da Penitência a absolvição de suas faltas; é sincera neles a contrição, enérgicas são as suas resoluções… e caem de novo nos mesmos pecados, por vezes graves; o número de suas quedas cresce sem cessar! Não terão, então, sobrejas razões
de desânimo?

Que a evidência da própria miséria nos mantenha na humildade, nada mais justo. Que ela nos faça perder a confiança – será uma catástrofe, mais perigosa que tantas recaídas no erro.

A alma que cai deve se levantar imediatamente. Não deve cessar de implorar a piedade do Senhor. Não sabeis que Deus tem as suas horas e pode num instante elevar-nos à mais sublime santidade?!

Não tinha levado por acaso Maria Madalena uma vida criminosa?

A graça, no entanto, a transformou instantaneamente. Sem transição, de pecadora tornou-se grande Santa. Ora, a ação de Deus não se reduziu no seu alcance.

O que fez para os outros, poderá fazer para vós. Não duvideis: a oração confiante e perseverante obterá a cura completa de vossa alma.

Não me alegueis que o tempo passa e já toca talvez ao termo a vossa vida.

Nosso Senhor esperou a agonia do bom ladrão para atraí-lo a Si vitoriosamente. Num só minuto esse homem tão culpado converteu-se!

Sua fé e seu amor foram tão grandes que, apesar dos seus grandes crimes, nem passou pelo Purgatório; ocupa para sempre um lugar elevado nos Céus.

Que nada, pois, altere em vós a confiança! Do fundo do abismo embora, apelai sem trégua para o Céu. Deus acabará respondendo ao vosso apelo e em vós operará a sua justiça.

Certas almas angustiadas duvidam da própria salvação.

Lembram-se demasiado de faltas passadas; pensam nas tentações tão violentas que, que por vezes, nos assaltam a todos; esquecem a bondade misericordiosa de Deus. Essa angústia pode tornar-se uma verdadeira tentação de desespero.

Em moço, São Francisco de Sales conheceu uma provação dessas: tremia de não ser um predestinado ao Céu. Passou vários meses nesse martírio interior.

Uma oração heroica o libertou:

O Santo prosternou-se diante de um altar de Maria; suplicou à Virgem que o ensinasse a amar seu Filho com uma caridade tanto mais ardente sobre a terra, quanto ele temia não poder amá-Lo na eternidade.

Nesse gênero de sofrimento, há uma verdade de fé que nos deve consolar imensamente. Só nos perdemos pelo pecado mortal.

Ora, sempre o podemos evitar, e, quando tivermos tido a desgraça de cometê-lo, poderemos sempre nos reconciliar com Deus. Um ato de contrição sincera, feito logo, sem demora, nos purificará, enquanto esperamos a confissão obrigatória, que convém se faça sem detença.

Certamente a pobre vontade humana deve sempre desconfiar da sua fraqueza.

Mas o Salvador nunca nos recusará as graças de que carecemos. Fará também todo o possível para ajudar-nos na empresa, soberanamente importante, da nossa salvação.

Eis a grande verdade que Jesus Cristo escreveu com seu Sangue e que vamos agora reler juntos na história de sua Paixão.

Já tereis algum dia refletido como puderam os judeus apoderar-se de Nosso Senhor? Acreditareis, por acaso, que isso conseguiriam pela astúcia ou pela força? Podeis imaginar que, na grande tormenta, Jesus foi vencido porque era o mais fraco?!

Seguramente não. Os inimigos nada podiam contra Ele. Mais de uma vez, nos três anos de suas pregações, haviam tentado matá-Lo. Em Nazaré, queriam jogá-Lo num precipício; por várias vezes tinham apanhado pedras para lapidá-Lo.

Sempre, porém, a sabedoria divina desfez os planos dessa ímpia cólera; a força soberana de Deus reteve-lhes o braço; e Jesus afastou-Se sempre tranquilamente, sem que ninguém tivesse conseguido fazer-Lhe o menor mal.

Em Getsêmani, ao dizer Ele simplesmente seu nome aos soldados do Templo vindos para assenhorearem-se da sua pessoa sagrada, toda a tropa cai por terra tocada de estranho pavor. Os soldados só se podem levantar pela permissão que Ele lhes dá.

Se Jesus foi preso, se foi crucificado, se foi imolado, é que assim o quis, na plenitude da sua liberdade e do seu amor por nós.

Se o Mestre derramou, sem hesitar, o Sangue todo por nós, se morreu por nós, como poderia recusar-nos graças que nos são absolutamente necessárias e que Ele próprio nos mereceu pelas suas dores?

Essas graças, Jesus nos ofereceu misericordiosamente às almas mais culpadas durante a Paixão dolorosa. Dois apóstolos haviam cometido um crime enorme: a ambos ofereceu o perdão.

Judas O atraiçoa e Lhe dá um beijo hipócrita. Jesus falha-lhe com doçura tocante; chama-lhe de seu amigo; procura à força de carinho tocar esse coração endurecido pela avareza. “Meu amigo, porque vieste? – Judas, tu trais o Filho do homem com um beijo?…”. É esta a última graça do Mestre a um ingrato.

Graça de tal força, que jamais lhe mediremos bem a intensidade. Judas, porém, a repele: perde-se, porque assim formalmente o prefere.

Pedro cria-se muito forte… Tinha jurado acompanhar o Mestre até a morte, e O abandona, quando O vê às mãos dos soldados. Só O segue então de longe. Entra tremendo no pátio do palácio do Sumo Sacerdote. Por três vezes renega o seu Senhor – porque receia os motejos de uma criada.

Com juramento afirma que não conhece “esse homem”. Canta o galo… Jesus volta-Se e fixa sobre o apóstolo os olhos cheios de misericordiosas e doces censuras. Cruzam-lhe os olhares…

Era a graça, uma graça fulminante que esse olhar levava a Pedro. O Apóstolo não a repeliu: saiu imediatamente e chorou com amargura a sua falta.

Assim como a Judas, como a Pedro, Jesus nos oferece sempre graças de arrependimento e conversão. Podemos aceitá-las ou recusá-las. Somos livres! A nós compete decidir entre o bem e o mal, entre o Céu e o Inferno. A salvação está em nossas mãos.

O Salvador não só nos oferece suas graças, como faz mais: intercede por nós junto ao Pai celestial. Lembra-Lhe as dores sofridas pela nossa Redenção. Toma a nossa defesa diante dEle; desculpa-nos as faltas: “Pai, exclama nas angústias da agonia, Pai perdoai-lhes, pois não sabem o que fazem!”.

O Mestre, durante a Paixão, tinha tal desejo de salvar-nos, que não cessava um instante de pensar em nós.

No Calvário dá aos pecadores o seu último olhar; pronuncia em favor do bom ladrão uma de suas últimas palavras. Estende largamente os braços na Cruz para marcar com que amor acolhe todo arrependimento em seu Coração amantíssimo. 

(Continua…) 

*   *   *

Fonte: retirado de “O Livro da Confiança” do Rev. Pe. Thomas de Saint-Laurent.

Seja um devoto da Divina Misericórdia e receba por Correio o Livro, a Estampa e o Terço desta devoção

13, setembro, 2012 Sem comentários

“A humanidade não encontrará a paz 
enquanto não se voltar, com confiança,
para a minha misericórdia”

Palavras de Nosso Senhor ditas no Diário de Santa Faustina Kowalska

Agora você pode receber pelo Correio a Estampa, o Livro e o Terço da Divina Misericórdia.
E, assim, se beneficiar dessa devoção.

Foi por meio da Irmã Faustina, que Nosso Senhor nos deu meios especiais de seguir

a Sua Misericórdia e encontrar a paz.

Que Nosso Senhor Jesus Cristo lhe abençoe.
.
.

GRÁTIS.
Coloque seu e-mail abaixo e receba orações, conselhos católicos e Mensagens de fé

Pesquisar no site

Veja o que acabamos de publicar

  • A condição fundamental para obtermos um milagre de Deus Leia Mais +
  • 1ª Sexta-feira do Mês: Meditação de Dezembro sobre o Sagrado Coração de Jesus Leia Mais +
Topo ↑

Inclua agora seu nome na Missa de Súplicas ao Coração de Jesus.
Ligue grátis de qualquer lugar do Brasil:

0800 774 7557

Política de Privacidade