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Textos com Etiquetas ‘Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo’

Veja aqui o que Nosso Senhor Jesus Cristo ganhou para nós com a Sua Paixão na Cruz

29, maio, 2017 Sem comentários
Nosso Senhor vêm até nós!

Nosso Senhor vêm até nós!

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A Redenção

Estaríamos definitivamente perdidos, se Deus não tivesse usado de uma bondade ainda maior com os homens.

Mandou o seu Filho, segunda Pessoa da Santíssima Trindade, nos remir.

Pela Paixão e Morte de Jesus Cristo, Deus nos concedeu de novo a graça santificante, porém de maneira diferente.

É a mesma graça, com as mesmas vantagens.

É a participação da natureza divina, é a amizade de Deus, como antes.


A diferença é que agora ela será dada a cada homem por meio dos Sacramentos, que Jesus Cristo instituiu.

Só os que recebem batismo têm direito aos méritos de Nosso Senhor Jesus Cristo.


E os que, depois do Batismo, tiverem perdido a graça santificante, só a poderão alcançar por meio de outro, que é a Penitência.


E os outros Sacramentos servem para aumentar a graça santificante.


De modo que a Redenção nos dá direito à graça santificante; mas nós as alcançamos
pelos Sacramentos.

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Fonte: Livro “a Doutrina Viva” do Rev. Pe. Álvaro Negromonte.

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Nosso Senhor já morreu na Cruz – quais são as considerações para o Sábado de Aleluia?

15, abril, 2017 Sem comentários
Nosso Senhor Crucificado

Nosso Senhor Crucificado

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Da crucifixão e morte de Jesus.

Eis aí o Calvário, feito teatro do amor divino, onde um Deus morre por nós num mar de dores.

Tendo Jesus aí chegado, arrancam-lhe do corpo, com violência, as vestes pegadas às suas carnes dilaceradas e o lançam sobre a cruz.

O Cordeiro divino se estende sobre esse leito de morte;

Apresenta suas mãos aos carrascos e oferece ao eterno Pai o sacrifício de sua vida pela salvação dos homens. Eles o pregam e alçam-no na cruz.


Contempla, minha alma, o teu Senhor suspenso por aqueles três duros cravos e pendente daquele madeiro no qual não encontra sossego nem repouso.


Ora se apoia sobre as mãos, ora sobre os pés, mas redobra a dor na parte em que se apoia.

Ah, meu Jesus, como é amarga a morte a que vos sujeitais!

Eu vejo escrito sobre a cruz: Jesus Nazareno, rei dos judeus.

Afora esse título de escárnio, que sinal existe de vossa realeza?

Ah, esse trono de dores, essas mãos encravadas, essa cabeça traspassada, essas carnes dilaceradas, bem proclamam rei de amor.

Chego-me enternecido para beijar esses pés chagados.

Abraço essa cruz, na qual como vítima de amor quisestes morrer sacrificado por mim.


Ah, meu Jesus, que seria de mim, se não tivésseis satisfeito por mim a justiça divina? Agradeço-vos e amo-vos.


Muitos poucos o amarão…


Estando alçado na cruz, Jesus não encontra quem o console.

Dos que o circundam, uns blasfemam e outros escarnecem dizendo: “Se és o Filho de Deus, desce da cruz”.

“Salvou a outros e não pode salvar a si mesmo”(Mt 27,40-42).


Nem sequer aqueles mesmos que são seus companheiros de suplício lhe demonstram compaixão, unindo-se um deles aos demais para imprecá-lo:

“É um dos ladrões que estavam suspensos blasfemava-o” (Lc 23,39).


Maria estava, é verdade, aos pés da cruz, assistindo com amor o Filho agonizante:

A vista, porém, dessa mãe dolorosa ainda mais afligia a Jesus, vendo a pena que ela sofria por seu amor.

Assim o Redentor, não encontrando conforto aqui na terra, se volta para o eterno Pai no céu.

O Pai, porém, vendo-o coberto com todos os pecados dos homens, pelos quais devia satisfazer, disse-lhe:

Não, Filho, eu não posso consolar-te: é preciso que até eu te abandone aos sofrimentos e te deixe morrer sem alívio.

Foi então que Jesus exclamou: “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonastes?”(Mt 27,46).


Ah, meu Jesus, como vos vejo cheio de dores e tristezas.

Oh! tendes razão, pensando que tanto sofrestes para ser amado pelos homens e que mui poucos vos amarão.


Ó belas chamas de amor, vós que consumistes a vida de um Deus;

Consumi também em mim todos os afetos terrenos e fazei que eu arda somente por esse Senhor que quis sacrificar sua vida por meu amor sobre um patíbulo infame.

Mas vós, ó Senhor, como pudestes morrer por mim, prevendo as injúrias que eu vos faria?

Vingai-vos agora de mim, mas vingai-vos de maneira que me seja proveitosa:


Concedei-me uma tão grande dor, que me faça sempre chorar os desgostos que vos dei.


Vinde, flagelos, espinhos, cravos e cruz, que tanto atormentastes o meu Senhor, vinde ferir-me o coração e recordai-me sempre o amor que ele me consagrou.

Salvai-me, ó meu Jesus, salvai-me, concedendo-me a graça de vos amar, pois em amar-vos consiste a minha salvação.


“Meu Deus, a que estado vos reduziu o amor para comigo”


O Redentor, prestes a expirar, diz ainda com voz moribunda: “Tudo está consumado” (Jo 19,30);

Como se dissesse: Ó homens, tudo está acabado, realizada está a vossa redenção.


Amai-me, pois, desde que não posso fazer mais coisa alguma para conquistar o vosso amor.


Minha alma, olha para teu Jesus agonizante:

Contempla aqueles olhos obscurecidos, a face pálida, o coração que bate ainda, mas vagarosamente, o corpo que já se abandona à morte;

Contempla aquela bela alma que já está para abandonar seu sagrado corpo.

O céu se obscurece, a terra treme, abrem-se os sepulcros, testemunhando a morte do fator
do mundo.

Jesus, afinal, tendo recomendado a seu Pai a sua bendita alma, expira pela violência das dores e entrega o espírito nas mãos de seu Pai bendito;

Depois de ter dado do coração aflito um grande suspiro e inclinado a cabeça em sinal da oferta que renovava nesse momento de sua vida por nossa salvação.

Aproxima-te, minha alma, daquela cruz.

Abraça os pés de teu Senhor morto e pensa que ele morreu pelo amor que te consagrou.

Ah, meu Deus, a que estado vos reduziu o amor para comigo.


E quem mais do que eu gozou dos frutos de vossa morte?
Fazei-me compreender quão grande foi o amor de um Deus ter morrido por mim, para que de hoje em diante eu não ame a ninguém mais fora de vós.


Eu vos amo, ó sumo bem, ó verdadeiro amante de minha alma: eu a entrego nas vossas mãos.

Pelos merecimentos de vossa morte, fazei que eu morra a todos os amores terrenos, para que eu ame exclusivamente a vós, que unicamente mereceis todo o amor.

Maria, minha esperança, rogai a Jesus por mim.

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Fonte: “Reflexões sobre a Paixão de Jesus Cristo, expostas às almas devotas” de S. Afonso de Ligório.

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Hoje é Sexta-Feira Santa – Veja o que todos devem considerar no dia de hoje

14, abril, 2017 Sem comentários
Apresentação e Condenação de Nosso Senhor

Apresentação e Condenação de Nosso Senhor

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Da condenação de Jesus e subida ao Calvário.


Pilatos, com medo de perder as boas graças de César, depois de haver declarado tantas vezes a inocência de Jesus, condenou-o finalmente a morrer crucificado.

Ó meu inocentíssimo Salvador, que delito cometestes para serdes condenado à morte?

Pergunta S. Bernardo, e responde: O vosso pecado é o vosso amor.

O vosso pecado é o grande amor que nos tendes, é ele que mais do que Pilatos vos condena à morte.

Lê-se a iníqua sentença.

Jesus a escuta e todo resignado a aceita, submetendo-se à vontade do eterno Padre, que o quer ver morto e morto na cruz por nossos pecados:


“Humilhou-se a si mesmo, fazendo-se obediente até à morte de cruz” (Fl 2,8).


Ah, meu Jesus, vós aceitastes inteiramente inocente a morte por meu amor;

Eu, pecador, por vosso amor, aceito a morte quando e como vos aprouver.

Lida a sentença, precipitam-se com fúria sobre o inocente cordeiro, impõem-lhe novamente suas vestes e apresentam-lhe a cruz feita com duas toscas traves.


Jesus não espera que lha imponham, ele mesmo a abraça, beija-a e coloca-a sobre seus feridos ombros, dizendo:

“Vem, minha querida cruz, há trinta anos que eu te busco; quero morrer por ti por amor de minhas ovelhas”.


Ah, meu Jesus, que podíeis fazer ainda para obrigar-me a vos amar?

Se um criado meu se tivesse oferecido unicamente a morrer por mim, teria conquistado todo o meu amor.

Como, pois, pude eu viver tanto tempo sem vos amar, sabendo que vós, meu sumo e único senhor, morrestes por mim?

Eu vos amo, ó sumo bem, e, porque vos amo, arrependo-me de vos ter ofendido.


Contempla o Salvador que vai morrer por ti


Os condenados deixam o tribunal e se dirigem para o lugar do suplício: entre eles se acha também o rei do céu com a cruz às costas:


“E carregando sua cruz se encaminhou para o lugar que se chama Calvário” (Jo 19,17).


Saí também vós do paraíso, ó serafins, e vinde acompanhar o vosso Senhor que sobre o Calvário para ser crucificado.

Ó espetáculo! Um Deus que vai ser crucificado pelos homens! Minha alma, contempla o teu Salvador que vai morrer por ti.

Vê como está com a cabeça curvada, com os olhos trêmulos, todo coberto de feridas, escorrendo sangue com aquele feixe de espinhos na cabeça e aquele pesado madeiro sobre os ombros.


Ó Deus, com que dificuldade caminha ele, parecendo que vai expirar a cada passo que dá.

Ó Cordeiro de Deus, aonde ides? Vou morrer por ti.

Quando me vires morto, recorda-te do amor que te mostrei e ama-me.


Ah, meu Redentor, como pude viver até agora esquecido do vosso amor?

Ó pecados meus, vós haveis amargurado o coração de meu Senhor, esse coração que tanto me amou.

Ó meu Jesus, arrependo-me da injustiça que vos fiz, agradeço-vos a paciência que tendes tido comigo e vos amo:


Amo-vos com toda a minha alma e só a vós eu quero amar.


Recordai-me sempre do amor que me consagrastes, para que eu nunca mais deixe de vos amar.


“…tome a sua cruz todos os dias, e siga-me”.


Jesus Cristo sobe o Calvário e nos convida a segui-lo.

Sim, meu Senhor, vós, inocente, ides adiante com a vossa cruz; pois bem, caminhai, que eu não vos abandonarei.


Enviai-me a cruz que quiserdes, que eu a abraço e com ela quero acompanhar-vos até à morte.

Quero morrer juntamente convosco, como vós morrestes por mim.

Vós me mandais que eu vos ame e eu nada mais desejo senão amar-vos.


Meu Jesus, vós sois e sempre haveis de ser meu único amor.


Ajudai-me a vos permanecer fiel
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Maria, minha esperança, rogai a Deus por mim. 

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Fonte: “Reflexões sobre a Paixão de Jesus Cristo, expostas às almas devotas” de S. Afonso de Ligório.

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Sorriso, Agonia e Morte do Filho de Deus

3, abril, 2015 Sem comentários

Do alto da Cruz, Nosso Senhor vê a Virgem Maria

Plínio Correa de Oliveira

Que Vos levaria, Senhor, a sorrir do alto da Cruz?

Que abismo de contradição entre as dores que da cabeça aos pés Vos atormentam o Corpo sagrado, e esse sorriso que aflora doce, suave, meigo, entreabrindo-Vos os lábios e iluminando-Vos o rosto?

Sobretudo, Senhor, que contradição entre o abismo de dores morais que enche vosso Coração, e essa alegria tão delicada e tão autêntica que transluz em vossa Face!

Contra Vós, todo o oceano da ignomínia e da miséria humana se atirou. Não houve ingratidão nem calúnia que Vos fosse poupada.

Pregastes o Reino do Céu, e vossa pregação foi rejeitada pelo vil apetite das coisas da terra. O Demônio, o Mundo, a Carne, em infame revolta contra Vós, Vos levaram ao patíbulo, e aí estais à espera da morte.

E entretanto sorris! Por que?

Vossas pálpebras estão quase cerradas. Quase… Mas ainda podeis ver algo.

E o que vedes é, Senhor, a maior maravilha da criação, a obra-prima do Pai Celeste, uma alma – e quanta beleza pode haver em uma alma, embora o ignore o materialismo de nosso século – riquíssima e íntegra em sua natureza, cumulada por todos os dons da graça, e santificada por uma correspondência contínua e perfeitíssima a todos esses dons!

Vedes Maria. Vedes vossa Mãe. E no meio de todos os horrores em que estais imerso, tal é a maravilha que vedes, que sorris afetuosamente, para a alentar, para lhe comunicar algo de vossa alegria, para lhe dizer vosso infinito e sublime amor.

Vós vedes Maria. E ao lado da Virgem Fiel, vedes os heróis da fidelidade: o Apóstolo-Virgem, as Santas Mulheres, a fidelidade da inocência, e a fidelidade da penitência.

Vosso olhar, para o qual tudo é presente, vê mais, pois se alonga pelos séculos, e Vos faz ver todas as almas fiéis que hão de Vos adorar ao pé da Cruz até o dia do Juízo. Vedes a Santa Igreja Católica, vossa Esposa. E por tudo isto, sorris com o sorriso mais triste e mais jubiloso, o mais doce e mais compassivo sorriso de toda a História.

O Evangelho nunca Vos apresenta rindo, Senhor. E só as almas que ignoram a gargalhada frascária e baixa, e que lhe têm horror, possuem o segredo de sorrisos análogos a este!

Entre as miríades de almas que seguindo a Maria estão ao pé da Cruz, e para as quais sorris, também está a minha, Senhor?

Humilde, genuflexo, sabendo-me indigno, entretanto eu Vos peço que sim. Vós que não expulsastes do Templo o publicano ( cfr. Lc. 18, 6-20 ), pelas preces de Maria não rejeitareis para longe de Vós um pecador contrito e acabrunhado. Dai-me do alto da Cruz um pouco de vosso sorriso inefável, ó bom Jesus.

“Pelas lágrimas de Maria,

Pela última agonia,

Tende de mim compaixão…”

Estes versos tão simples de um cântico religioso sem pretensões, se gravaram profundamente em mim. E eles me vêm à mente ao contemplar vossa Face posta em agonia.

A última agonia… Que força nesta expressão. Cada etapa da agonia é como que um fim, do qual brota não o fim, mas uma outra agonia ainda pior.

E assim, de dor em dor, de requinte em requinte, se chega à agonia extrema, em que a morte vai rompendo os vínculos últimos e mais profundos que ligam a alma ao corpo.

Última agonia de um Corpo pavorosamente atormentado… agonia de uma Alma em que a perfídia humana causou todas as tristezas que se possam conceber. É a parte mais atroz de
vossa Paixão
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Maria Santíssima, que tudo vê e tudo sente, chora. O Céu se tolda. A terra parece prestes a estremecer de horror. O vozerio alvar do poviléu hostil procura impregnar de vulgaridade a cena sublime. Enquanto isto, um brado de dor partido de vosso peito sobe até o Céu:

“Meu Deus, meu Deus, por que Me abandonastes?” ( Mt. 27, 46 ).

É a hora do triunfo supremo da iniqüidade. É também a hora da misericórdia extrema, das conversões inesperadas e miraculosas.

A alma do Bom Ladrão vai Vos esperar no limbo. E milhões e milhões de almas, pelos méritos infinitos de vossa última agonia, pelo valor impetratório das lágrimas de Maria, em todos os séculos se vão converter meditando nesse passo de vossa Paixão.

Entre estas, Senhor, ponde-me a mim. Quebrai o gelo de minha vontade tíbia. Queimai minhas vis condescendências para com as pompas e obras de Satanás.

Fazei de mim um filho da Luz, forte, puro, destemido, terrível para vossos adversários como se fora um exército em ordem de batalha.

“Pelas lágrimas de Maria,

Pela última agonia,

Tende de mim compaixão…”

Tudo se acabou: “consummatum est” ( Jo. 19, 30 ).

Vossa cabeça pende inerte. Uma paz majestosa, suavíssima e divina se mostra em todo o vosso Corpo. Estais cheio de paz, ó Príncipe da Paz.

Mas em torno de Vós tudo é aflição e perturbação. Aflição extrema no Coração de Maria, e no pugilo de vossos fiéis. Perturbação no universo inteiro. O sol se obscurece, a terra treme, o véu do Templo se cinde, os algozes fogem. Mas Vós estais em paz.

Sim, porque tudo se consumou. Porque a iniqüidade patenteou sua infâmia até o fim. E porque Vós patenteastes até o extremo vossa divina perfeição.

Pelos méritos superabundantes de vossa Paixão e Morte, é dado aos homens reconhecer toda a beleza da Luz e todo o horror das Trevas. Para que sejam filhos da Luz e irredutíveis inimigos das Trevas.

Ao pé da Cruz, está Maria. Que sublimes meditações se dão no íntimo d’Aquela de quem narra o Evangelho que já nos albores de vossa vida terrena “guardava no seu Coração todas as coisas” que Vos diziam respeito ( cfr. Lc. 2, 51 ).

Imaculado Coração de Maria, Sede da Sabedoria, comunicai-me uma centelha, por pequena que seja, de vossa lucidíssima e ardorosíssima meditação sobre a Paixão e Morte de vosso Filho, meu Redentor, para que eu a guarde como fogo sagrado e purificador, no íntimo de minha alma…

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Publicado na Revista Catolicismo Nº 148 – Abril de 1963

Fonte: http://www.pliniocorreadeoliveira.info/

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