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Textos com Etiquetas ‘Os 7 sacramentos’

Confessar-se bem, saiba como!

30, agosto, 2017 Sem comentários
Confissão

Confissão

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O Catecismo da Igreja Católica, no início do Capítulo II, dedicado aos Sacramentos de Cura, ensina que:

“O Senhor Jesus Cristo, médico de nossas almas e de nossos corpos, que remiu os pecados do paralítico e restituiu-lhe a saúde do corpo;

Quis que sua Igreja continuasse, na força do Espírito Santo, sua obra de cura e de salvação, também junto de seus próprios membros.

É esta a finalidade dos dois sacramentos de cura: o sacramento da Penitência e o sacramento da Unção dos Enfermos.” (1421)

“O sacramento da penitência pode ter outros nomes também, dentre eles: conversão, confissão, perdão e reconciliação.

Pode ser denominado Sacramento da Confissão;

Porque a declaração, a confissão dos pecados diante do sacerdote e um elemento essencial desse sacramento.

Num sentido profundo esse sacramento é uma confissão, reconhecimento e louvor da santidade de Deus e de sua misericórdia para com o homem pecador.” (1424)


Portanto, as condições mínimas para a validade do sacramento da confissão são:


O arrependimento e a presença de um sacerdote.


O Código de Direito Canônico, em seu cânon 966, diz que:

Para a válida absolvição dos pecados se requer que o ministro, além do poder de ordem;

Tenha a faculdade de exercer esse poder em favor dos fiéis aos quais dá absolvição.

Entretanto, para a integridade do sacramento é preciso;

Que a pessoa manifeste verbalmente os seus pecados graves;

Inclusive citando as circunstâncias que sejam agravantes;

Que haja o arrependimento, manifestado geralmente pelo ato de contrição,;

Que receba do sacerdote uma obra satisfatória ou penitência e;

Por fim, que seja pronunciada a fórmula da absolvição.


É o que diz o Código de Direito Canônico, no cânon 987, cuja orientação remonta ao Concílio de Trento.

Por outro lado, para a integralidade do sacramento é preciso também uma disposição do sacerdote;

O qual deve estar aberto a ouvir a confissão, impor uma obra satisfatória, conforme diz o cânon 981:

De acordo com a gravidade e número dos pecados, levando em conta, porém, a condição do penitente;

O confessor imponha salutares e convenientes satisfações, que o penitente em pessoa tem obrigação de cumprir. 

É adequado, portanto, que o sacerdote prescreva um “remédio”, algo que ajude o penitente a sair da “doença” do pecado;


Exortando-o a praticar ações pessoais e concretas para sair do vício, para realmente converter-se.


É louvável ainda recordar que;

Aqueles que se aproximam do sacramento da Penitência obtêm da misericórdia divina o perdão da ofensa feita a Deus e ao mesmo tempo são reconciliados com a Igreja que feriram pecando, e a qual colabora para sua conversão com caridade, exemplo e orações. (1423)


“Aja com humildade e confesse-se com assiduidade.”
(Santo Padre Pio de Pietrelcina)

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Fonte: padrepauloricardo.org

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Os sete sacramentos

2, abril, 2014 4 comentários

Nosso Senhor Jesus Cristo redimiu os homens com a Sua Morte e Ressurreição. E instituiu a Santa Igreja, Católica, Apostólica e Romana, Seu Corpo Místico, para levar a salvação por Ele conquistada, a todos os homens de todos os tempos e lugares, até que Ele volte para encerrar a História, e julgar a humanidade.

Nosso Senhor deu a seus Apóstolos (hoje os Bispos católicos), a incumbência de levar a salvação a toda a humanidade, pela ensino da Doutrina Católica e celebração dos Sacramentos.

Quando o sacerdote nos batiza, é Nosso Senhor Jesus Cristo mesmo que nos batiza; quando o sacerdote nos perdoa, pela Confissão, é Nosso Senhor Jesus Cristo mesmo que nos perdoa, ou seja, a Igreja Católica (por meio de seus autênticos ministros) é a portadora e administradora da salvação, através dos Sete Sacramentos, instituídos pelo próprio Nosso Senhor Jesus Cristo.

Os Sacramentos são os canais por onde flui a salvação dos homens, que Nosso Senhor Jesus Cristo conquistou com a Sua Morte e Ressurreição.

Eles se relacionam intimamente com Nosso Senhor Jesus Cristo, com a Santa Igreja e com toda a Liturgia. A santíssima humanidade de Cristo é o grande sinal eficiente, transmissor da graça; também a Igreja, como Corpo Místico de Nosso Senhor Jesus Cristo, e a Liturgia, com seus ritos sagrados, continuam essa função. Nosso Senhor atua na alma do batizado pelos Sacramentos, não apenas de maneira psicológica ou afetiva, mas de uma forma real e efetiva.

Os Sacramentos são, pois, sinais comunicadores da graça divina. Por isso o católico não pode ficar sem os Sacramentos. O Cristianismo não é apenas uma filosofia religiosa, mas é uma união com o próprio Deus, da maneira como Ele estabeleceu, especialmente pelos Sete Sacramentos.

Todo Sacramento é um sinal, que não apenas assinala, mas que realiza o que assinala; assim, a água do Batismo indica a purificação da criança e a realiza. Os Sacramentos dão continuidade à santíssima humanidade de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Cada Sacramento consta de matéria (água, pão, vinho, gestos…) e forma, que são as palavras proferidas sobre a matéria, declarando o sentido da mesma: “Eu te batizo…; Isto é o meu Corpo…”

Os Sacramentos são sinais visíveis porque o ser humano é formado de corpo e alma; ele passa do visível ao invisível. Aristóteles († 322 a.C.) dizia que: “Nada há no intelecto que não tenha passado pelos sentidos”. É pelos sentidos que ele aprende.

Os Sacramentos agem “ex opere operato” (quer dizer, pela força do próprio rito), independente da santidade do ministro; em outras palavras, é Nosso Senhor Jesus Cristo quem ministra todo e qualquer Sacramento, pois Ele é o sumo sacerdote do Novo Testamento; os demais sacerdotes são seus ministros, como disse S. Tomás de Aquino.

Se tiverem sido validamente ordenados pela Igreja e ministrarem os sacramentos com a mesma intenção que Nosso Senhor Jesus Cristo fez, então, participam do único Sacerdócio de Cristo, e aí a sua ação é eficaz.

Todo sacramento produz dois efeitos: o caráter e a graça santificante.botao_3 (2)

O caráter é uma marca, um selo espiritual que é impresso na alma do católico pelos três Sacramentos que não podem ser repetidos: Batismo, Crisma e Ordem. Os demais sacramentos imprimem um “quase-caráter”; por exemplo, o vínculo conjugal para os validamente casados (não pode ser novamente ministrado enquanto viver os dois cônjuges).

Esta marca significa que a pessoa pertence a Nosso Senhor Jesus Cristo. Independe, portanto, das disposições morais da pessoa que recebe o sacramento. Santo Agostinho comparava esta marca com aquela que era impressa nas ovelhas, no gado, e até nos escravos pelos seus donos. Mesmo desertado o escravo continuava com a marca para sempre.

A graça santificante, comunicada pelo Sacramento, é a “participação na vida divina” de que falou S. Pedro (1Pe 1, 4), que a pessoa pode não receber se põe obstáculo a ela. Por exemplo, se alguém comunga em pecado grave, ou se não crê na Eucaristia, mesmo assim recebe o verdadeiro Corpo de Cristo, mas não recebe a graça.

Por isso os frutos dos Sacramentos dependem do estado de alma da pessoa e das suas disposições interiores.

Há na Igreja sete sacramentos: Batismo, Confirmação ou Crisma, Eucaristia, Confissão, Unção dos Enfermos, Ordem e Matrimônio (cf. DS 860;1310;1601).

Os Sacramentos encerram em si todas as graças que precisamos durante a vida para que Nosso Senhor Jesus Cristo seja formado em nós. Nascemos com o pecado original, herdado de nossos primeiros pais. O Batismo nos faz renascer para a graça divina, dando-nos uma vida nova, de filhos de Deus e herdeiros do Céu (Rm 6, 1-11).

Aos poucos a criança atinge a adolescência e se robustece; na vida espiritual recebe o Sacramento da Crisma que lhe dá pelo dom do Espírito Santo, a maturidade espiritual e a força para praticar e defender a fé, como um soldado.

A cada dia a vida precisa ser alimentada, mas isto não impede que a morte aconteça; então, Nosso Senhor Jesus Cristo nos dá, pela Igreja, o Pão do Céu, a Sagrada Eucaristia, que é remédio e alimento, para alcançarmos a vida eterna.

As doenças ameaçam o nosso corpo e a nossa vida terrena. Também os pecados ameaçam nossa vida espiritual. Temos os remédios para a vida do corpo e Nosso Senhor Jesus Cristo nos dá, pela Confissão, o remédio que cura a alma.

Quando chegamos à vida adulta escolhemos a profissão e o trabalho, e nos preparamos para ele; na vida espiritual seguimos a nossa vocação, para a vida religiosa ou para o matrimônio (com o objetivo da propagação dos homens e até encher a terra). Para realizar bem esta missão Deus nos dá o Sacramento da Ordem e do Matrimônio.

No final da vida, ou na doença grave, quando o sofrimento e até a morte se aproxima, novamente Nosso Senhor Jesus Cristo tem o remédio para nos curar ou para nos preparar para o desenlace final, pelo Sacramento da Unção dos Enfermos (comumente chamado de Extrema Unção).

Assim, os Sacramentos servem para que a vida espiritual não pereça, e sejamos felizes sempre em união com Nosso Senhor Jesus Cristo, para que possamos chegar “ao estado de homem perfeito, à medida da estatura da plenitude de Cristo” (cf. Ef 4, 13; 1Cor 2,6).

 Baseado em OS SETE SACRAMENTOS

 

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