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Textos com Etiquetas ‘Paixão de Cristo’

Comemoração da Ressurreição de Jesus Cristo! Inscreva seus pedidos na Missa de Páscoa

16, abril, 2019 18 comentários
O grande dia está chegando…

É 21 de abril a Santa Missa do Domingo de Páscoa, o aniversário do triunfo de Cristo…
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…A representação do acontecimento maior da humanidade, a Ressurreição de Jesus, depois de sua morte consentida por Ele para o resgate e a reabilitação do homem caído.

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Vamos celebrar este momento abençoado, rezando no domingo pascal a Missa de Páscoa do Sagrado Coração de Jesus.

O dia de comemorar a Vitória e a esperança universal. 

É o momento de unirmos nossos sofrimentos, desilusões e provações àquele que morreu por nós e ressuscitou com um único objetivo: a salvação de nossas almas.

Por isso, não deixe de ligar para o número abaixo e registrar seus pedidos:

0800 608 2126

Não vamos perder jamais a esperança na vitória do bem sobre o mal… Na alegria depois da dor.

Lembre-se que a Páscoa é a oportunidade de purificação total do homem… De sentirmos a presença de Nosso Senhor ressuscitado em nossas vidas.

E, como São Paulo mesmo disse:
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“Se ressuscitastes com Cristo, então vos manifestareis gloriosos com Ele”.
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Compartilhando essa matéria você dará oportunidades para outras pessoas inscreverem os pedidos na missa.

Quando o Amor Divino se mostrou aos homens?

12, janeiro, 2019 Sem comentários

Sagrado-Coração-de-JesusDe acordo com as Sagradas Escrituras o símbolo do Amor Divino, representado pelo Coração de Jesus, se mostrou somente no momento da sua Paixão.

Será que realmente foi dessa maneira?

Certamente, sim e não. O amor dEle começou antes mesmo de receber a sua vida carnal.

Entenda:

O amor dEle começou antes mesmo de receber sua vida carnal. Entenda:

Mesmo sabendo o quão dolorosa seria sua vida e inclusive seu fim, Nosso Senhor não deixou de nos amar, pelo contrário.

Ao ver que os homens o julgariam Ele “praticamente” nos amou mais ainda.

Somente através do amor matamos o ódio.

E Ele sabia que a própria morte era essencial para fazerem as pessoas acreditarem que Ele nos amava de fato, mas seu martírio não foi somente para isso.

Durante sua Paixão é possível dizer que Jesus aceitou o fardo de ser crucificado com ador.

Ao transpassarem seu coração ficaram surpresos ao verem que além de sangue jorrava água:.

A cor branca representa a água e a vermelha o sangue.

A cor branca representa a água e a vermelha o sangue.

A água significa o Batismo, apresentado por Jesus a Nicodemos como um renascer da água e do Espírito.

A água, vivificada pelo Espírito e feita sacramento, é o canal pelo qual passa a vida do Filho de Deus para aqueles que são feitos filhos adotivos ou filhos no filho.

O sangue que jorra do lado de Cristo, significa a Eucaristia, o sacramento central ou o ponto alto da comunhão dos homens com Deus.

Estes dois sacramentos são as colunas da Santa Igreja; enxertando os fiéis em Cristo, completam o Corpo Místico ou a Igreja.

A Igreja é a nova Eva (Mãe da Vida), que nasce do novo Adão (Jesus Cristo).

Por ter conhecimento de sua ressurreição, sabendo que os céticos ficariam calados, Ele não se preocupou com sua martírio.


Você tem filhos, sobrinhos ou alguém conhecem que está estudando?

 Provavelmente deve se lembrar que as férias deles estão acabando ou já acabaram.

Se lembrou de rezar pelos estudos deles?

Não?

Clicando aqui você inscreverá, gratuitamente, seus pedidos na Santa Missa para pedir Graças nos Trabalhos e Estudos.

Como foi Pôncio Pilatos? O juiz mais injusto da história!

1, março, 2018 1 comentário
Pilatos apresenta Jesus, Sevilha

Pilatos apresenta Jesus, Sevilha

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Os evangelistas nos descrevem com pormenor o procedimento do governador romano da Judeia Pôncio Pilatos durante a Paixão e Morte de Nosso Senhor.


Porém, nada mais sabemos sobre esse personagem. Tampouco abundam sobre ele outras fontes históricas.

Entretanto, a agência católica ACI Digital republicou um apanhado de dados que nos permitem formar uma ideia sobre ele.

Em 1961, arqueólogos liderados pelo Dr. Antonio Frova descobriram em Cesareia Marítima, uma cidade romana na costa mediterrânea de Israel, uma pedra calcária que tinha inscrito o nome de Pôncio Pilatos.

Ela foi gravada em latim e posta numa das escadas do anfiteatro de Cesareia. A inscrição diz:


“Pôncio Pilatos, prefeito da Judeia, dedicou ao povo de Cesareia um templo em honra a Tibério”.


A placa de 82 cm de largura e 68 cm de altura está atualmente no Museu de Israel, em Jerusalém.

A informação corresponde ao reinado do imperador Tibério entre os anos 14 e 37 d.C. e concorda o período do julgamento de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Concorda também com o cronograma bíblico descrito no Novo Testamento.

São Lucas, em seu Evangelho, se refere a Pilatos como governador romano da Judeia durante o reinado de Tibério César. (Lc. 3,1)

Além dos Evangelhos, vários historiadores pagãos da época também mencionam aquele governador da Judeia.

Cornélio Tácito, historiador romano do século I, cita Pilatos em um de seus escritos, segundo ACI:

“Imputou os cristãos que tomam o nome de Cristo, o qual durante o reinado de Tibério havia sido condenado à morte pelo procurador Pôncio Pilatos”.

Também falou sobre ele Flavio Josefo, historiador hebreu que participou na Guerra dos Judeus entre os anos 66 e 70. No ano 93, no século I, escreveu o seguinte:

“Naquele tempo apareceu Jesus, homem excepcional, se é que podemos chamá-lo de homem, pois realizou milagres incríveis (…).

“Tanto entre os judeus como entre os gregos havia muitos discípulos que o seguiam. Devido à denúncia dos líderes do povo, Pilatos o condenou ao suplício da cruz.

“Mas isso não impediu que os seus discípulos continuassem amando-o como antes. Depois de três dias da sua morte, apareceu vivo”.


Filo de Alexandria, um contemporâneo de Jesus, descreveu Pilatos como uma pessoa cruel caracterizada pela:

“Venalidade, violência, furtos, assaltos, pelo seu comportamento abusivo, suas frequentes execuções de presos que não haviam sido julgados e sua ferocidade sem limites”.


Não se sabe ao certo como e onde Pôncio Pilatos morreu.


Mas há várias suposições.

Uma diz que teria cometido suicídio depois de cair na desgraça do imperador.

Outra acha que foi exilado para a Gália, atual França, onde morreu.

Outras supõem que Pilatos se converteu ao cristianismo antes de morrer ou, ainda, alguns textos apócrifos fantasiam que sofreu o martírio.

Uma carta apócrifa atribui a um suposto predecessor de Pôncio Pilatos no governo da Judeia de nome Publius Lentulus uma descrição de Jesus Cristo que não resiste à crítica histórica.

Pilatos temia perder o cargo de pró-cônsul. Por causa dessa ambição vil cometeu a maior injustiça judiciária da História.

Seu espírito mole e cruel, cheio de ambições rolou como rolam os homens sem amor a Deus, sem amor à justiça, e caiu na maior das infâmias.

Barrabás era um chefe de gangue que tinha participado de uma sedição, mas Pilatos o apresentou aos arruaceiros incitados pelo Sinédrio como uma opção a Jesus.


“Qual dos dois quereis que eu vos solte? Responderam: Barrabás!”
(Mt, 27,21)


Jesus, entretanto, era o descendente primogênito de Davi, o fundador da mais ilustre e eminente estirpe real de Israel no Antigo Testamento e a nobreza de seu porte se impunha por si.

Jesus simbolizava a dignidade e a tradição da toda a história do povo judeu, o povo eleito amado por Deus.

Inesperadamente, o cônsul sem moral se encontrou face à face d’Aquele que tinha passado pela terra só fazendo o bem.

Ele tinha do outro lado, sob seu poder, o pináculo da infâmia e da torpeza, do crime e da corrupção.

Pilatos agiu como um centrista, achando que os homens não são tão ruins e que não iriam preferir Barrabás a Jesus.


Ele não compreendeu que quando os homens não seguem a Jesus, preferem quase necessariamente a Barrabás.


E suas mãos, embora ele tentasse lavar, ficaram sujas para toda a eternidade.

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Fonte: ipco.org.br

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“O sudário que cobria o rosto de Jesus, não estava entre os panos, mas dobrado e posto ao lado”. Entenda o porque deste ato!

18, novembro, 2017 Sem comentários
Pintura retratando o lenço dobrado sobre a mesa do sepulcro.

Pintura retratando o lenço dobrado sobre a mesa do sepulcro.

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O Evangelho segundo São João, no capítulo 20, nos fala de um lenço que tinha sido colocado sobre a Face de Jesus quando Ele foi sepultado, ao final da tarde da Sexta-Feira Santa.


Ocorre que, após a Ressurreição, quando o sepulcro foi encontrado vazio, esse lenço não estava caído a um lado, como os lençóis que tinham envolvido o Corpo de Jesus.

O Evangelho reserva um versículo inteiro para nos contar que o lenço fora dobrado cuidadosamente e colocado à cabeceira do túmulo de pedra.


Mas por que Jesus dobrou o lenço que cobria a Sua cabeça no sepulcro depois de ressuscitar?


Bem cedo pela manhã de domingo, Maria Madalena foi até o local e descobriu que a pesadíssima pedra que bloqueava a entrada do sepulcro tinha sido removida.

Ela correu e encontrou Simão Pedro e outro discípulo, aquele a quem Jesus tanto amara – São João Evangelista – e lhes disse:

“Retiraram o Corpo do Senhor e não sei para onde O levaram!”


Pedro e o outro discípulo correram até o túmulo.

João passou à frente de Pedro e chegou primeiro. Parou e observou os lençóis, mas não entrou.

Então Simão Pedro chegou, entrou no sepulcro e notou os lençóis ali deixados, enquanto o lenço que havia coberto a Divina Face estava dobrado e colocado a um lado.


Isto é importante? Definitivamente.

Isto é significativo? Sim.


Por quê?

Para poder entender a significância do lenço dobrado, temos que entender um pouco a respeito da tradição hebraica da época.

O lenço dobrado tem a ver com uma dinâmica diária entre o amo e o servo – e todo menino judeu conhecia bem essa dinâmica.

O servo, quando preparava a mesa de jantar para o amo, procurava ter a certeza de fazê-lo exatamente da maneira desejada pelo seu senhor.

Depois que a mesa era preparada, o servo ficava esperando fora da visão do amo até que ele terminasse a refeição.

O servo não se atreveria jamais a tocar na mesa antes que o amo tivesse acabado.

Ao terminar, o amo se levantaria, limparia os dedos, a boca e a barba, embolaria o lenço e o jogaria sobre a mesa.

lenço embolado queria dizer: “Eu terminei“.

Agora, se o amo se levantasse e deixasse o lenço dobrado ao lado do prato, o servo não ousaria tocar ainda na mesa;


Porque aquele lenço dobrado queria dizer: “Eu voltarei!”

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Fonte: pt.aleteia.org

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Conheça a Compaixão de Maria, a Mãe das Dores.

6, abril, 2017 Sem comentários
Nossa Senhora das Dores

Pietà, Basílica de São Pedro

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Associadas à obra redentora do Salvador, Maria devia partilhar de suas dores,


Já que foi pelo sofrimento e pela humilhação que Jesus, em obediência à vontade do Pai, quis salvar e santificar os membros pecadores de seu corpo místico.

Assim, pois, como a vida de Jesus foi um longo martírio, também a vida de Maria foi, do berço ao túmulo;

E sobretudo depois da profecia do santo ancião Simeão, uma longa série de provações e de dores;

Tanto assim que a Igreja celebra também a Compaixão da Virgem, além da Paixão
do Salvador.

Nada melhor para nos fazer compreender esta grande verdade, a saber;

Que aqueles que desejam colaborar na salvação das almas devem carregar com generosidade as suas cruzes e unir seus sofrimentos aos do divino Redentor;

Para expiar não somente as suas faltas pessoais, mas também as de seus irmãos.


Pois a Virgem imaculada, que jamais incorreu na menor falta, não sofreu por seus próprios pecados, mas pelos de seus filhos.


Nós, que somos pecadores, temos de reparar nossas próprias faltas, assim como as de nossos irmãos:

Mais uma razão para aceitar ainda mais generosamente as cruzes que Deus nos envia;

E mesmo para nos antecipar àquelas que ele nos prepara, para tornar nosso apostolado mais fecundo.


Diferenças entre a Paixão de Jesus e a Compaixão de Maria


Importa inteiramente notar a diferença essencial entra a Paixão do Salvador e a Compaixão
de Maria.

No plano divino, a paixão de Nosso Senhor era necessária à nossa Salvação:

Desejando Deus uma reparação do pecado igual à ofensa, e sendo a ofensa feita a Deus moralmente infinita;


Era precisa uma reparação de um valor moral infinito, que somente uma pessoa divina encarnada poderia oferecer em nome da humanidade culpada.


Essa pessoa divina escolhida por Deus foi o Verbo encarnado;

Que foi constituído Senhor e cabeça da humanidade inteira, podendo assim merecer em favor de todos os homens.

Ao mesmo tempo, foi decretado que nossa salvação seria conquistada pelo sacrifício sangrento do Calvário.

Assim, a dolorosa paixão de Jesus era tão necessária, segundo os desígnios providenciais, que sem ela não nos poderíamos salvar.


Não é esse o caso da Compaixão de Maria:

Sendo mãe do Salvador, ela foi associada à obra redentora de seu Filho, mas de uma forma secundária e dependente da obra principal desse divino Filho.


Desde o momento da encarnação, Deus, que trata com maior respeito a futura Mãe do Verbo;

Pede seu consentimento para a obra da Encarnação e da Redenção;

E é somente depois que humilde virgem dá livremente seu fiat que o Verbo encarna em seu seio virginal e associa sua mãe à obra de nossa salvação.


Era muito conveniente que assim fosse: era dela que vinha esse corpo que ele iria imolar, esse sangue que ele iria derramar por nós;


Era justo que ela tivesse um papel importante em nossa santificação, mas era um papel secundário;

Já que somente Jesus Cristo fora constituído chefe espiritual da raça humana, e que somente ele podia, pela união hipostática, conferir um valor infinito às suas ações;

E era também um papel subordinado, já que Maria somente poderia merecer e satisfazer em virtude de sua estreita união com seu Filho.

Mas, se o mérito de Maria é dependente daquele de seu Filho e é um mérito de conformidade (de congruência);

Já que ela não foi constituída chefe da raça humana, ainda assim é um mérito bem superior ao dos outros membros do corpo místico.

Como observou o Santo Papa Pio X;


“Para a obra de salvação de todos nós, Cristo uniu-se de tal forma à sua mãe;

Que ela nos merece de conformidade o que ele nos merece de justiça, promeret nobis de côngruo quae Christus de condigno”.


“Em sua qualidade de mãe do Redentor, diz o Pe. R. Bernard;

Ela adquire uma certa participação, embora imperfeita, no papel de chefe da humanidade que pertence propriamente a seu Filho.

Ela tem todas as graças relacionadas à sua missão”…

Mesmo na ordem da Redenção, ela não é uma pessoa como as outras e possui uma existência à parte…

Sendo a nova Eva totalmente voltada para a obra do novo Adão;

Ela realiza atos que interessam à raça humana como um todo e que são meritórios para a inumerável família do reino de Deus feito homem.


Ela contribui para nos salvar na mesma proporção em que nossa primeira mãe contribuiu para nos perder…

Ela não se limita a nos aplicar, segundo os seus méritos, os frutos da Redenção: ela é Aquela por quem nos vieram a Encarnação e a Redenção.


E é o Papa Bento XV quem afirma que podemos com justiça dizer que ela, em união com Cristo, redimiu o gênero humano.

Eis porque ela é chamada co-redentora, mas, como já dissemos, em um sentido restrito e secundário.

Podemos acrescentar que os seus sofrimentos foram, no fundo, os mesmos de Jesus;

Seu coração tão amoroso e tão compassivo sentiu vivamente todas as torturas físicas e morais infligidas a seu Filho;

E cada uma delas cravava mais profundamente em sua alma a espada de dor.


Se Deus quis associar assim a mãe e o Filho na obra da redenção;
Foi para nos mostrar que todos os membros do corpo místico devem aceitar sofrer com seu Senhor por sua salvação e pela salvação de seus irmãos.


Ó Virgem compassiva, ajudai-nos, pois, a nos manter perto de Vós ao pé da cruz para suportar, sem queixas, as dores que aprouver à divina bondade enviar-nos para nos associar à obra redentora.

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Fonte: retirado do livro “A Divinização do Sofrimento” do Rev. Pe. Adolphe Tanquerey.

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