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Textos com Etiquetas ‘Paixão de Nosso Senhor’

DOWNLOAD GRATUITO – Meditação da Via Sacra. Não deixe de rezar conosco nestes dias às 15 hrs!

28, março, 2018 Sem comentários
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Queridos devotos do Sagrado Coração de Jesus,


Nesta Quarta-Feria Santa, nossa associação convida à todos seus amigos e benfeitores à participarem deste momento de profunda oração nestes dias que antecedem a Paixão de Nosso Senhor.

Por isso não deixe de fazer o DOWNLOAD desta Meditação da Via Sacra e rezar conosco, nossos mosteiros e conventos.


Clique aqui e participe!

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Como foi Pôncio Pilatos? O juiz mais injusto da história!

1, março, 2018 1 comentário
Pilatos apresenta Jesus, Sevilha

Pilatos apresenta Jesus, Sevilha

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Os evangelistas nos descrevem com pormenor o procedimento do governador romano da Judeia Pôncio Pilatos durante a Paixão e Morte de Nosso Senhor.


Porém, nada mais sabemos sobre esse personagem. Tampouco abundam sobre ele outras fontes históricas.

Entretanto, a agência católica ACI Digital republicou um apanhado de dados que nos permitem formar uma ideia sobre ele.

Em 1961, arqueólogos liderados pelo Dr. Antonio Frova descobriram em Cesareia Marítima, uma cidade romana na costa mediterrânea de Israel, uma pedra calcária que tinha inscrito o nome de Pôncio Pilatos.

Ela foi gravada em latim e posta numa das escadas do anfiteatro de Cesareia. A inscrição diz:


“Pôncio Pilatos, prefeito da Judeia, dedicou ao povo de Cesareia um templo em honra a Tibério”.


A placa de 82 cm de largura e 68 cm de altura está atualmente no Museu de Israel, em Jerusalém.

A informação corresponde ao reinado do imperador Tibério entre os anos 14 e 37 d.C. e concorda o período do julgamento de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Concorda também com o cronograma bíblico descrito no Novo Testamento.

São Lucas, em seu Evangelho, se refere a Pilatos como governador romano da Judeia durante o reinado de Tibério César. (Lc. 3,1)

Além dos Evangelhos, vários historiadores pagãos da época também mencionam aquele governador da Judeia.

Cornélio Tácito, historiador romano do século I, cita Pilatos em um de seus escritos, segundo ACI:

“Imputou os cristãos que tomam o nome de Cristo, o qual durante o reinado de Tibério havia sido condenado à morte pelo procurador Pôncio Pilatos”.

Também falou sobre ele Flavio Josefo, historiador hebreu que participou na Guerra dos Judeus entre os anos 66 e 70. No ano 93, no século I, escreveu o seguinte:

“Naquele tempo apareceu Jesus, homem excepcional, se é que podemos chamá-lo de homem, pois realizou milagres incríveis (…).

“Tanto entre os judeus como entre os gregos havia muitos discípulos que o seguiam. Devido à denúncia dos líderes do povo, Pilatos o condenou ao suplício da cruz.

“Mas isso não impediu que os seus discípulos continuassem amando-o como antes. Depois de três dias da sua morte, apareceu vivo”.


Filo de Alexandria, um contemporâneo de Jesus, descreveu Pilatos como uma pessoa cruel caracterizada pela:

“Venalidade, violência, furtos, assaltos, pelo seu comportamento abusivo, suas frequentes execuções de presos que não haviam sido julgados e sua ferocidade sem limites”.


Não se sabe ao certo como e onde Pôncio Pilatos morreu.


Mas há várias suposições.

Uma diz que teria cometido suicídio depois de cair na desgraça do imperador.

Outra acha que foi exilado para a Gália, atual França, onde morreu.

Outras supõem que Pilatos se converteu ao cristianismo antes de morrer ou, ainda, alguns textos apócrifos fantasiam que sofreu o martírio.

Uma carta apócrifa atribui a um suposto predecessor de Pôncio Pilatos no governo da Judeia de nome Publius Lentulus uma descrição de Jesus Cristo que não resiste à crítica histórica.

Pilatos temia perder o cargo de pró-cônsul. Por causa dessa ambição vil cometeu a maior injustiça judiciária da História.

Seu espírito mole e cruel, cheio de ambições rolou como rolam os homens sem amor a Deus, sem amor à justiça, e caiu na maior das infâmias.

Barrabás era um chefe de gangue que tinha participado de uma sedição, mas Pilatos o apresentou aos arruaceiros incitados pelo Sinédrio como uma opção a Jesus.


“Qual dos dois quereis que eu vos solte? Responderam: Barrabás!”
(Mt, 27,21)


Jesus, entretanto, era o descendente primogênito de Davi, o fundador da mais ilustre e eminente estirpe real de Israel no Antigo Testamento e a nobreza de seu porte se impunha por si.

Jesus simbolizava a dignidade e a tradição da toda a história do povo judeu, o povo eleito amado por Deus.

Inesperadamente, o cônsul sem moral se encontrou face à face d’Aquele que tinha passado pela terra só fazendo o bem.

Ele tinha do outro lado, sob seu poder, o pináculo da infâmia e da torpeza, do crime e da corrupção.

Pilatos agiu como um centrista, achando que os homens não são tão ruins e que não iriam preferir Barrabás a Jesus.


Ele não compreendeu que quando os homens não seguem a Jesus, preferem quase necessariamente a Barrabás.


E suas mãos, embora ele tentasse lavar, ficaram sujas para toda a eternidade.

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Fonte: ipco.org.br

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As atuais oliveiras são as do tempo em que Jesus agonizou no Getsemani?

20, novembro, 2017 Sem comentários
Agonia de Jesus no Monte das Oliveiras, ou jardim do Getsemani

Agonia de Jesus no Monte das Oliveiras, ou jardim do Getsemani

Alguns amigos que estiveram em peregrinação pela Terra Santa voltaram trazendo inesquecíveis lembranças dos locais divinamente abençoados por Nosso Senhor Jesus Cristo na divina odisseia da Redenção.


Eles visitaram múltiplos locais sagrados de um valor espiritual que lhes marcou profundamente a alma.

E como que apalparam a presença sobrenatural e a dimensão histórica conferidas a esses lugares pela passagem do Redentor, de sua Mãe Santíssima e dos Apóstolos com a Igreja Católica nascente.

Ficaram eles também impressionados com a antiguidade das oliveiras existentes no Jardim sagrado onde Nosso Senhor agonizou, foi traído por Judas e preso pelos romanos para iniciar sua longa e dolorosa Paixão.

Contrataram guias para melhor aproveitar o tempo da peregrinação.

E como esses guias muitas vezes não são sequer cristãos e preocupam-se mais com o dinheiro, os peregrinos tomavam com alguma cautela certas coisas que eles diziam.

No Monte das Oliveiras, um desses guias lhes apontou uns pés de oliveiras que datariam, segundo ele, do tempo em que Jesus Cristo foi entregue à Morte no Getsemani.

A extraordinária longevidade natural das oliveiras e o multissecular aspecto daquelas falavam no sentido da informação.

Mas os guias não eram de toda confiança, sobretudo diante de estrangeiros dos quais queriam tirar uma boa gorjeta.


Teria sido verdade?


Aquelas velhíssimas oliveiras estavam ali quando Nosso Senhor bebeu o cálice que o anjo Lhe trouxe da parte do Pai para O reconfortar na iminência da Paixão?

Junto a alguma delas dormiram ingloriamente os Apóstolos, enquanto Jesus agonizava?
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Aspecto do jardim do Monte das Oliveiras

Aspecto do jardim do Monte das Oliveiras

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Em alguma delas teria se apoiado o soldado Malco, que teve a orelha cortada por São Pedro e colada milagrosamente por Jesus?

Recentemente, uma equipe de pesquisadores de cinco universidades italianas, trabalhando para o Consiglio Nazionale delle Ricerche – CNR;

Publicou um estudo sobre a longevidade das oito oliveiras mais antigas do Getsemani intitulado “Os segredos do jardim do Getsemani”.

Às três árvores menos velhas foram atribuídas idades de “pelo menos 900 anos”.

Não são os dois milênios que nos separam daquela augusta data, mas o “pelo menos” deixa aberta uma porta.

As outras cinco oliveiras mais antigas não puderam ser testadas.

A causa foi que suas partes mais velhas, as mais interessantes para o estudo, que ficavam no cerne, haviam secado.

Os troncos que hoje se podem ver imensamente alargados resultam de brotos de épocas posteriores.

Os resultados dos testes não permitiram definir se as árvores são exatamente as mesmas que estavam no Monte das Oliveiras quando Jesus foi traído e entregue aos soldados romanos e aos enviados do Sinédrio.


Os especialistas explicaram a hesitação que marca seu relatório pelo fato de as oliveiras rebrotarem muito facilmente após serem cortadas pela base.


“Não podemos excluir a possibilidade de que tenha havido uma intervenção para renovar os pés, quando pararam de produzir ou começaram a secar”, disse o chefe dos pesquisadores, Prof. Antonio Cimato, durante a apresentação dos resultados em Roma.

Caso essa renovação tivesse acontecido, as oliveiras poderiam ter o dobro da idade e com isso se aproximariam muito do ano da Paixão.

“Quero esclarecer – disse o Prof. Cimato – que na literatura científica não há menção a árvores de tão grande idade como estas oliveiras.

As oliveiras do Getsemani estão entre as mais antigas árvores de folha larga do mundo”.

Testes de datação pelo carbono sobre amostras extraídas das partes mais velhas dos troncos de três oliveiras, apontaram respectivamente para os anos de 1092, 1166 e 1198.

Os testes foram realizados pelo Conselho Nacional das Pesquisas – CNR da Itália e por acadêmicos de mais cinco universidades italianas.

Esses cernes de tal maneira antigos teriam existido nos momentos trágicos e gloriosos daquele passo da Paixão?

A ciência não pode dizê-lo. Ao menos, com os conhecimentos, tecnologias e métodos que possui atualmente.

Malgrado a sua imensa idade, os estudos mostraram que as três oliveiras mais antigas testadas encontram-se em excelentes condições e não foram afetadas pela poluição da região.

Análises de DNA indicaram que os pés foram plantados a partir de uma mesma oliveira, talvez com a finalidade de preservar uma mesma espécie ou linhagem de árvores, disseram os especialistas.

O Pe. Pierbattista Pizzaballa, O.F.M., Zelador de Terra Santa, responsável pelo local;

Disse que esta procedência comum das oliveiras mostra a tentativa deliberada de passar às gerações futuras uma preciosa herança.

“A questão mais importante não é se essas são as mesmas árvores, mas se este aqui é o local referido no Evangelho.


E este é o local, a respeito disto não há dúvida alguma”, concluiu Fr. Pizzaballa.

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Fonte: Blog Ciência Confirma Igreja.

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“O sudário que cobria o rosto de Jesus, não estava entre os panos, mas dobrado e posto ao lado”. Entenda o porque deste ato!

18, novembro, 2017 Sem comentários
Pintura retratando o lenço dobrado sobre a mesa do sepulcro.

Pintura retratando o lenço dobrado sobre a mesa do sepulcro.

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O Evangelho segundo São João, no capítulo 20, nos fala de um lenço que tinha sido colocado sobre a Face de Jesus quando Ele foi sepultado, ao final da tarde da Sexta-Feira Santa.


Ocorre que, após a Ressurreição, quando o sepulcro foi encontrado vazio, esse lenço não estava caído a um lado, como os lençóis que tinham envolvido o Corpo de Jesus.

O Evangelho reserva um versículo inteiro para nos contar que o lenço fora dobrado cuidadosamente e colocado à cabeceira do túmulo de pedra.


Mas por que Jesus dobrou o lenço que cobria a Sua cabeça no sepulcro depois de ressuscitar?


Bem cedo pela manhã de domingo, Maria Madalena foi até o local e descobriu que a pesadíssima pedra que bloqueava a entrada do sepulcro tinha sido removida.

Ela correu e encontrou Simão Pedro e outro discípulo, aquele a quem Jesus tanto amara – São João Evangelista – e lhes disse:

“Retiraram o Corpo do Senhor e não sei para onde O levaram!”


Pedro e o outro discípulo correram até o túmulo.

João passou à frente de Pedro e chegou primeiro. Parou e observou os lençóis, mas não entrou.

Então Simão Pedro chegou, entrou no sepulcro e notou os lençóis ali deixados, enquanto o lenço que havia coberto a Divina Face estava dobrado e colocado a um lado.


Isto é importante? Definitivamente.

Isto é significativo? Sim.


Por quê?

Para poder entender a significância do lenço dobrado, temos que entender um pouco a respeito da tradição hebraica da época.

O lenço dobrado tem a ver com uma dinâmica diária entre o amo e o servo – e todo menino judeu conhecia bem essa dinâmica.

O servo, quando preparava a mesa de jantar para o amo, procurava ter a certeza de fazê-lo exatamente da maneira desejada pelo seu senhor.

Depois que a mesa era preparada, o servo ficava esperando fora da visão do amo até que ele terminasse a refeição.

O servo não se atreveria jamais a tocar na mesa antes que o amo tivesse acabado.

Ao terminar, o amo se levantaria, limparia os dedos, a boca e a barba, embolaria o lenço e o jogaria sobre a mesa.

lenço embolado queria dizer: “Eu terminei“.

Agora, se o amo se levantasse e deixasse o lenço dobrado ao lado do prato, o servo não ousaria tocar ainda na mesa;


Porque aquele lenço dobrado queria dizer: “Eu voltarei!”

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Fonte: pt.aleteia.org

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Hoje é Sexta-Feira Santa – Veja o que todos devem considerar no dia de hoje

14, abril, 2017 Sem comentários
Apresentação e Condenação de Nosso Senhor

Apresentação e Condenação de Nosso Senhor

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Da condenação de Jesus e subida ao Calvário.


Pilatos, com medo de perder as boas graças de César, depois de haver declarado tantas vezes a inocência de Jesus, condenou-o finalmente a morrer crucificado.

Ó meu inocentíssimo Salvador, que delito cometestes para serdes condenado à morte?

Pergunta S. Bernardo, e responde: O vosso pecado é o vosso amor.

O vosso pecado é o grande amor que nos tendes, é ele que mais do que Pilatos vos condena à morte.

Lê-se a iníqua sentença.

Jesus a escuta e todo resignado a aceita, submetendo-se à vontade do eterno Padre, que o quer ver morto e morto na cruz por nossos pecados:


“Humilhou-se a si mesmo, fazendo-se obediente até à morte de cruz” (Fl 2,8).


Ah, meu Jesus, vós aceitastes inteiramente inocente a morte por meu amor;

Eu, pecador, por vosso amor, aceito a morte quando e como vos aprouver.

Lida a sentença, precipitam-se com fúria sobre o inocente cordeiro, impõem-lhe novamente suas vestes e apresentam-lhe a cruz feita com duas toscas traves.


Jesus não espera que lha imponham, ele mesmo a abraça, beija-a e coloca-a sobre seus feridos ombros, dizendo:

“Vem, minha querida cruz, há trinta anos que eu te busco; quero morrer por ti por amor de minhas ovelhas”.


Ah, meu Jesus, que podíeis fazer ainda para obrigar-me a vos amar?

Se um criado meu se tivesse oferecido unicamente a morrer por mim, teria conquistado todo o meu amor.

Como, pois, pude eu viver tanto tempo sem vos amar, sabendo que vós, meu sumo e único senhor, morrestes por mim?

Eu vos amo, ó sumo bem, e, porque vos amo, arrependo-me de vos ter ofendido.


Contempla o Salvador que vai morrer por ti


Os condenados deixam o tribunal e se dirigem para o lugar do suplício: entre eles se acha também o rei do céu com a cruz às costas:


“E carregando sua cruz se encaminhou para o lugar que se chama Calvário” (Jo 19,17).


Saí também vós do paraíso, ó serafins, e vinde acompanhar o vosso Senhor que sobre o Calvário para ser crucificado.

Ó espetáculo! Um Deus que vai ser crucificado pelos homens! Minha alma, contempla o teu Salvador que vai morrer por ti.

Vê como está com a cabeça curvada, com os olhos trêmulos, todo coberto de feridas, escorrendo sangue com aquele feixe de espinhos na cabeça e aquele pesado madeiro sobre os ombros.


Ó Deus, com que dificuldade caminha ele, parecendo que vai expirar a cada passo que dá.

Ó Cordeiro de Deus, aonde ides? Vou morrer por ti.

Quando me vires morto, recorda-te do amor que te mostrei e ama-me.


Ah, meu Redentor, como pude viver até agora esquecido do vosso amor?

Ó pecados meus, vós haveis amargurado o coração de meu Senhor, esse coração que tanto me amou.

Ó meu Jesus, arrependo-me da injustiça que vos fiz, agradeço-vos a paciência que tendes tido comigo e vos amo:


Amo-vos com toda a minha alma e só a vós eu quero amar.


Recordai-me sempre do amor que me consagrastes, para que eu nunca mais deixe de vos amar.


“…tome a sua cruz todos os dias, e siga-me”.


Jesus Cristo sobe o Calvário e nos convida a segui-lo.

Sim, meu Senhor, vós, inocente, ides adiante com a vossa cruz; pois bem, caminhai, que eu não vos abandonarei.


Enviai-me a cruz que quiserdes, que eu a abraço e com ela quero acompanhar-vos até à morte.

Quero morrer juntamente convosco, como vós morrestes por mim.

Vós me mandais que eu vos ame e eu nada mais desejo senão amar-vos.


Meu Jesus, vós sois e sempre haveis de ser meu único amor.


Ajudai-me a vos permanecer fiel
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Maria, minha esperança, rogai a Deus por mim. 

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Fonte: “Reflexões sobre a Paixão de Jesus Cristo, expostas às almas devotas” de S. Afonso de Ligório.

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