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Como foi Pôncio Pilatos? O juiz mais injusto da história!

1, março, 2018 1 comentário
Pilatos apresenta Jesus, Sevilha

Pilatos apresenta Jesus, Sevilha

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Os evangelistas nos descrevem com pormenor o procedimento do governador romano da Judeia Pôncio Pilatos durante a Paixão e Morte de Nosso Senhor.


Porém, nada mais sabemos sobre esse personagem. Tampouco abundam sobre ele outras fontes históricas.

Entretanto, a agência católica ACI Digital republicou um apanhado de dados que nos permitem formar uma ideia sobre ele.

Em 1961, arqueólogos liderados pelo Dr. Antonio Frova descobriram em Cesareia Marítima, uma cidade romana na costa mediterrânea de Israel, uma pedra calcária que tinha inscrito o nome de Pôncio Pilatos.

Ela foi gravada em latim e posta numa das escadas do anfiteatro de Cesareia. A inscrição diz:


“Pôncio Pilatos, prefeito da Judeia, dedicou ao povo de Cesareia um templo em honra a Tibério”.


A placa de 82 cm de largura e 68 cm de altura está atualmente no Museu de Israel, em Jerusalém.

A informação corresponde ao reinado do imperador Tibério entre os anos 14 e 37 d.C. e concorda o período do julgamento de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Concorda também com o cronograma bíblico descrito no Novo Testamento.

São Lucas, em seu Evangelho, se refere a Pilatos como governador romano da Judeia durante o reinado de Tibério César. (Lc. 3,1)

Além dos Evangelhos, vários historiadores pagãos da época também mencionam aquele governador da Judeia.

Cornélio Tácito, historiador romano do século I, cita Pilatos em um de seus escritos, segundo ACI:

“Imputou os cristãos que tomam o nome de Cristo, o qual durante o reinado de Tibério havia sido condenado à morte pelo procurador Pôncio Pilatos”.

Também falou sobre ele Flavio Josefo, historiador hebreu que participou na Guerra dos Judeus entre os anos 66 e 70. No ano 93, no século I, escreveu o seguinte:

“Naquele tempo apareceu Jesus, homem excepcional, se é que podemos chamá-lo de homem, pois realizou milagres incríveis (…).

“Tanto entre os judeus como entre os gregos havia muitos discípulos que o seguiam. Devido à denúncia dos líderes do povo, Pilatos o condenou ao suplício da cruz.

“Mas isso não impediu que os seus discípulos continuassem amando-o como antes. Depois de três dias da sua morte, apareceu vivo”.


Filo de Alexandria, um contemporâneo de Jesus, descreveu Pilatos como uma pessoa cruel caracterizada pela:

“Venalidade, violência, furtos, assaltos, pelo seu comportamento abusivo, suas frequentes execuções de presos que não haviam sido julgados e sua ferocidade sem limites”.


Não se sabe ao certo como e onde Pôncio Pilatos morreu.


Mas há várias suposições.

Uma diz que teria cometido suicídio depois de cair na desgraça do imperador.

Outra acha que foi exilado para a Gália, atual França, onde morreu.

Outras supõem que Pilatos se converteu ao cristianismo antes de morrer ou, ainda, alguns textos apócrifos fantasiam que sofreu o martírio.

Uma carta apócrifa atribui a um suposto predecessor de Pôncio Pilatos no governo da Judeia de nome Publius Lentulus uma descrição de Jesus Cristo que não resiste à crítica histórica.

Pilatos temia perder o cargo de pró-cônsul. Por causa dessa ambição vil cometeu a maior injustiça judiciária da História.

Seu espírito mole e cruel, cheio de ambições rolou como rolam os homens sem amor a Deus, sem amor à justiça, e caiu na maior das infâmias.

Barrabás era um chefe de gangue que tinha participado de uma sedição, mas Pilatos o apresentou aos arruaceiros incitados pelo Sinédrio como uma opção a Jesus.


“Qual dos dois quereis que eu vos solte? Responderam: Barrabás!”
(Mt, 27,21)


Jesus, entretanto, era o descendente primogênito de Davi, o fundador da mais ilustre e eminente estirpe real de Israel no Antigo Testamento e a nobreza de seu porte se impunha por si.

Jesus simbolizava a dignidade e a tradição da toda a história do povo judeu, o povo eleito amado por Deus.

Inesperadamente, o cônsul sem moral se encontrou face à face d’Aquele que tinha passado pela terra só fazendo o bem.

Ele tinha do outro lado, sob seu poder, o pináculo da infâmia e da torpeza, do crime e da corrupção.

Pilatos agiu como um centrista, achando que os homens não são tão ruins e que não iriam preferir Barrabás a Jesus.


Ele não compreendeu que quando os homens não seguem a Jesus, preferem quase necessariamente a Barrabás.


E suas mãos, embora ele tentasse lavar, ficaram sujas para toda a eternidade.

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Fonte: ipco.org.br

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“O sudário que cobria o rosto de Jesus, não estava entre os panos, mas dobrado e posto ao lado”. Entenda o porque deste ato!

18, novembro, 2017 Sem comentários
Pintura retratando o lenço dobrado sobre a mesa do sepulcro.

Pintura retratando o lenço dobrado sobre a mesa do sepulcro.

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O Evangelho segundo São João, no capítulo 20, nos fala de um lenço que tinha sido colocado sobre a Face de Jesus quando Ele foi sepultado, ao final da tarde da Sexta-Feira Santa.


Ocorre que, após a Ressurreição, quando o sepulcro foi encontrado vazio, esse lenço não estava caído a um lado, como os lençóis que tinham envolvido o Corpo de Jesus.

O Evangelho reserva um versículo inteiro para nos contar que o lenço fora dobrado cuidadosamente e colocado à cabeceira do túmulo de pedra.


Mas por que Jesus dobrou o lenço que cobria a Sua cabeça no sepulcro depois de ressuscitar?


Bem cedo pela manhã de domingo, Maria Madalena foi até o local e descobriu que a pesadíssima pedra que bloqueava a entrada do sepulcro tinha sido removida.

Ela correu e encontrou Simão Pedro e outro discípulo, aquele a quem Jesus tanto amara – São João Evangelista – e lhes disse:

“Retiraram o Corpo do Senhor e não sei para onde O levaram!”


Pedro e o outro discípulo correram até o túmulo.

João passou à frente de Pedro e chegou primeiro. Parou e observou os lençóis, mas não entrou.

Então Simão Pedro chegou, entrou no sepulcro e notou os lençóis ali deixados, enquanto o lenço que havia coberto a Divina Face estava dobrado e colocado a um lado.


Isto é importante? Definitivamente.

Isto é significativo? Sim.


Por quê?

Para poder entender a significância do lenço dobrado, temos que entender um pouco a respeito da tradição hebraica da época.

O lenço dobrado tem a ver com uma dinâmica diária entre o amo e o servo – e todo menino judeu conhecia bem essa dinâmica.

O servo, quando preparava a mesa de jantar para o amo, procurava ter a certeza de fazê-lo exatamente da maneira desejada pelo seu senhor.

Depois que a mesa era preparada, o servo ficava esperando fora da visão do amo até que ele terminasse a refeição.

O servo não se atreveria jamais a tocar na mesa antes que o amo tivesse acabado.

Ao terminar, o amo se levantaria, limparia os dedos, a boca e a barba, embolaria o lenço e o jogaria sobre a mesa.

lenço embolado queria dizer: “Eu terminei“.

Agora, se o amo se levantasse e deixasse o lenço dobrado ao lado do prato, o servo não ousaria tocar ainda na mesa;


Porque aquele lenço dobrado queria dizer: “Eu voltarei!”

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Fonte: pt.aleteia.org

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REVELAÇÃO a Santa Gertrudes: veja como o Sagrado Coração de Nosso Senhor revelou o amor que tem à Humanidade.

20, junho, 2017 Sem comentários
Ícone do Sagrado Coração de Jesus.

Ícone do Sagrado Coração de Jesus.

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Santa Gertrudes via um dia as suas companheiras se apressarem em ir à Igreja, para assistir um sermão, enquanto a doença a retinha na cela:


Ah! Meu caríssimo Senhor, diz ela gemendo, como eu iria prazerosamente ao sermão se não estivesse doente!

Queres, minha dileta, respondeu Nosso Senhor, queres que eu próprio pregue para ti?

Com muito gosto”, replicou Gertrudes.

Então Jesus inclinou a alma de Gertrudes para o seu Coração, e ela logo discerniu neste duas pulsações dulcíssimas de ouvir:

Uma destas pulsações, diz Jesus, opera a salvação dos pecadores; a segunda, a santificação dos justos.

“A primeira fala sem trégua a meu Pai, a fim de lhe aplacar a justiça e atrair a misericórdia.

Por essa mesma pulsação falo a todos os Santos, desculpando junto a eles os pecadores, com o zelo e indulgência de um bom irmão, induzindo-os a intercederem por eles.

Essa mesma pulsação é o incessante apelo que dirijo misericordiosamente ao próprio pecador;

Com o indizível desejo de vê-lo regressar a mim, que não me canso de esperá-lo”.

“Pela segunda pulsação digo continuamente a meu Pai quanto me felicito de ter dado meu sangue para resgatar tantos justos, no coração dos quais fruo tantas alegrias.

Convido a corte celeste a admirar comigo a vida dessas almas perfeitas e a dar graças a Deus por todos os bens que Ele já lhes deu ou lhes prepara.

Enfim, esta pulsação do meu Coração é a conversa habitual e familiar que tenho com os justos;

Já para lhes testemunhar deliciosamente o meu amor, já para repreendê-los em suas faltas e fazê-los progredir de dia em dia, de hora em hora”.

“Nenhuma ocupação exterior, nenhuma distração da vista e do ouvido, interrompe as pulsações do coração do homem;

Assim o governo providencial do universo não será capaz, até o fim dos séculos;

De deter, de interromper, de moderar, sequer por um instante, estas duas pulsações do meu Coração”.


Na quinta-feira santa…


Jesus fez compartilhar ao coração de Gertrudes as angústias que o seu divino Coração experimentou ao aproximar-se  a sua Paixão.

Parecia à santa que Jesus passava todo aquele dia na prostração e nos sofrimentos da agonia, porque sabia de antemão tudo o que devia aturar.

Por isso, como ele era Filho de uma terna Virgem e mais delicado ainda que sua Mãe, assustava-se e tremia a todo momento, apresentando já as convulsões e a palidez de um moribundo.

À Gertrudes, partilhando-lhes as angustias, sentia tal compaixão dele que, se tivesse o poder de mil corações;

Te-lo-ia consumido todo naquele dia em compadecer-se de amigo tão caro e tão amável.


Sentia também no seu coração  violentas pulsações, provocadas pelo desejo e pelo amor;

Que correspondiam  às pulsações do Coração de Jesus;

De sorte que estava prestes a desmaiar sob a violência delas.

Ora, o Senhor lhe disse:

“O amor que me animava no tempo da minha Paixão;

Quando eu suportava no meu Coração todas essas angustias;

Sinto-o hoje no seu coração, que tantas vezes se tem comovido e penetrado de compaixão pelas minhas dores, pela salvação dos meus eleitos.

Assim, dou-te em troca desta compaixão que testemunhaste durante aquele dia, todo o preço da minha sagrada Paixão;

Pelo bem de tua alma, e quero que recebas também, para distribuí-lo à toda a Igreja;

Esse mesmo fruto da minha Paixão em todos os lugares onde se adora hoje em dia o lenho da Cruz”.

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Fonte: retirado do livro “Amor, paz e alegria: mês do Sagrado Coração de Jesus segundo Santa Gertrudes” do Rev. Pe. André Prevot.

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A “Loucura” da Cruz (Parte I)

10, abril, 2015 Sem comentários

Verdadeiramente, nós somos loucos, mas loucos de amor por Jesus Cristo.

A obra prima da alegria é a Cruz de Jesus Cristo. Esta cruz, que aos olhos do século parece não ser mais que o símbolo da tristeza, do sofrimento e da dor, é, na realidade, o requinte da ventura;

E essa loucura de que fala o apóstolo São Paulo, a do cristão que procura assemelhar-se a Jesus Cristo e por Seu amor se torna como que louco, essa loucura é verdadeiramente o supremo arroubo da felicidade.

Sei, o século não entende assim: um Deus flagelado, ferido, ensangüentado, crucificado, morto, parece-lhe um símbolo absurdo.

O homem que o cobre de beijos e lágrimas, que pelo repúdio de sua vaidade e de seu orgulho, pela renúncia de suas paixões, que procura reproduzir em si a Cruz de Jesus Cristo, parece-lhe o cúmulo da loucura.

Que importa, porém, os pensamentos do século?! Se na terra já houve uma alegria completa e inefável, a do Amor Crucificado; se as criaturas humanas já foi dado algum antegosto da felicidade, que ardentemente desejam, elas o acharam no contato com Jesus Cristo.

O mundo físico tem muitas alegrias: a vida, a saúde, a força, o espetáculo das cenas variadas da natureza, o aspecto das montanhas, a extensão dos mares, a beleza das planícies, os brilhos do sol, os próprios ruídos da tempestade são fontes de prazer para o homem.

O mundo intelectual tem muitas alegrias: o simples exercício das faculdades do espírito, a rapidez, o fluxo e o refluxo dos pensamentos, os encantos da poesia, as harmonias da música, os atrativos da forma e da cor, a pintura, a escultura, a arquitetura são para o espírito e o coração do homem fontes de emoções deliciosas.

O mundo moral tem muitas alegrias: o amor da família, da pátria, da humanidade; as tranqüilas afeições do lar; os afetos ardentes da juventude; as profundas meditações da idade madura; uma grande esperança que se alimenta; uma grande vitória que se conquista – tudo isso é para o homem perene, inesgotável manancial de alegria.

Pois bem; resumi numa só as variadas alegrias do mundo físico, as alegrias variadíssimas do mundo intelectual e moral; resumi num só todos os gozos puríssimos da inteligência, todos os prazeres mais delicados da imaginação,

…vós não tereis senão uma pálida sombra desta infinita alegria que se chama – a Cruz.

Strauss escreveu:

– “A Cruz com um Deus morto pelos pecados dos homens é para os crentes não somente o penhor visível da redenção, mas também a apoteose do sofrimento.

É a humanidade na sua forma mais triste, com todos os seus membros dilacerados e quebrados; a perfeição do cristão e a maldição do mundo.

A humanidade moderna, satisfeita de viver e operar, não pode mais achar em tal símbolo a expressão de sua consciência religiosa; e conservá-lo na Igreja é acrescentar mais uma razão às muitas que já o tornam incapaz de existir. A Cruz é um anacronismo, um sinal de decadência e caducidade”.

Que ignorância!

A Cruz, o poema predileto da humanidade, é o símbolo que se encontra ainda nos lares, em milhares de corações e em todos os túmulos; a Cruz é o alívio do desventurado, a esperança do moribundo.

Na alegria ela enternece; na tristeza ela consola; até mesmo no cemitério, nas sombras da morte, a Cruz é um penhor de vida!

Mas a humanidade ama ardentemente o gozo e o prazer; de fato, ela não procura senão a felicidade.

A Cruz, portanto, é só aparentemente a apoteose dos sofrimentos; e a maior dasfelicidades humanas é a dos corações crucificados.

A Cruz é a obra prima da alegria, porque ela é obra de Deus, e Deus é alegria infinita; e compreende mal a criação, mesmo depois da queda primitiva, quem supõe que a dor representa nas obras de Deus mais que um papel secundário.

No mundo físico não é a dor que prepondera: ninguém pode descrever o número, a grandeza e magnificência de suas alegrias, que envolvem o globo inteiro.

No mundo moral, sem dúvida, existe a dor; mas ela procede da prevaricação do homem, e não de Deus, cuja bondade aponderou-se dela, transfigurou-a, e de tal sorte transformou-a, que a dor tornou-se para o homem, na condição em que ficou colocada depois da queda, uma condição da alegria.

É uma alegria a dor que o homem sente vendo o que há de irregular no mundo físico, de trágico e triste no mundo moral.

É uma alegria a dor do arrependimento, a contrição dos pecados, a resignação na desgraça, a paciência no infortúnio, a conformidade com a vontade de Deus em todos os estados e condições da vida.

É pela dor que a criação reassume a sua alegria; e por isso a dor entra em tudo que há de dramático e patético na vida humana; e por isso glorificar a dor é uma das mais altas funções da música, da pintura e da escultura;

E por isso para a humanidade nada tem interesse real se não tem alguma relação com a dor; e por isso a dor é verdadeiramente para a vida de cada homem uma condição necessária de sua alegria.

(Continua…)

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Fonte: retirado do livro “A Paixão” do Rev. Pe. Júlio Maria de Lombaerde.

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Frases dos santos – Para uma boa meditação sobre a Paixão

1, abril, 2015 2 comentários

Jesus é condenado


O Amor dos Santos por Nosso Senhor expresso em suas frases!

 

Santa Teresa de Lisieux,

“O canto do sofrimento unido aos Seus sofrimentos é aquilo que mais cativa o Seu coração.

Jesus arde de amor por nós…! Olha a Sua Face adorável…! Olha os Seus olhos apagados e baixos…! Olha essas chagas… Olha a Face de Jesus… Ali verás como nos ama”.

 

S. Francisco de Sales,
Introdução à Vida devota.

Aconselho-te a oração mental e cordial e particularmente sobre a Vida e a Paixão de Nosso Salvador. Se frequentemente a contemplas na meditação, encherá a tua alma, aprenderás a Sua modéstia e modelarás as tuas acções pelo modelo das Suas. Ele é a Luz do mundo e n’Ele, por Ele e para Ele devemos ser instruídos e iluminados.

 

S. João da Cruz
Epistolário, carta 10

Acerca da Paixão do Senhor, procure… não querer fazer a sua vontade e gosto em nada, pois ela foi a causa da Sua Paixão e Morte.

 

S. Luís Beltran o.p
Obras e Sermões;
Meditações sobre a Paixão de Jesus; Tomo I

Saboreia o livro da Paixão de Cristo e captarás a sua doçura, porém quando o digerires experimentarás a amargura grande que existe nele. Contempla essa Paixão. Avalia o preço da tua redenção.

 

Beata Ângela de Foligno,
O Livro da vida.

Se a tua mente não se eleva à contemplação desse Homem-Deus crucificado, volta atrás e, começando desde início até ao fim, rumina todos os caminhos da Paixão e da Cruz do Homem-Deus vilipendiado. E se não podes retomar e falar de novo destas coisas com o coração, repete-as frequentemente e amorosamente com os lábios, porque aquilo que se repete com frequência com os lábios, dá calor e fervor ao coração.

 

S. Máximo de Turim,
Cristo dia sem ocaso;
Sermão 53, 1-2.4

A Paixão do Salvador tira-nos do abismo, eleva-nos acima do que é terreno e coloca-nos no mais alto dos Céus.

 

 

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