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A importância da Parábola da Veste Nupcial, e descubra como é horrível receber a Sagrada Eucaristia indignamente. Veja

4, julho, 2018 Sem comentários
Nosso Senhor está presente na Santíssima Eucaristia

Nosso Senhor está presente na Santíssima Eucaristia


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Discípulo. — Padre, tenha a bondade de explicar-me a parábola dos convidados às núpcias, e o que sucedeu ao que não tinha a veste nupcial.

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Mestre. — 
Com muito gosto. Preste, pois atenção: 

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Narra o Santo Evangelho que um rei quis, com a maior pompa possível, celebrar o casamento de seu filho. Preparou um grande banquete e convidou todos os parentes e amigos.

Muitos, porém se recusaram em atender ao convite de tão bondoso rei. Vendo isto, o rei disse aos seus criados que fossem às praças e ruas da cidade e convidassem a todos que encontrassem.

Quando a sala ficou repleta e os lugares todos ocupados, entrou o rei para passar em revista os convidados. Encontrou um que não tinha a veste nupcial, e lhe disse: “Amigo, como entraste aqui não tendo a veste nupcial?”

E sem mais detença ordenou aos criados: “Tirai-o daqui, e atado de mãos e pés lançai-o no calabouço”.

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D. — 
Padre, que significa esta veste nupcial da qual não estava revestido aquele infeliz e por isso foi metido no cárcere, sendo ele pobre?

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M. —
Este banquete representa a Eucaristia, ou seja, a Sagrada Comunhão.

O rei que faz festa por motivo das núpcias de seu filho é o Padre Eterno; o filho é Jesus Cristo que se desposa com a natureza humana.

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Os convidados são todos os homens da terra.

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Esta parábola significa que Deus criou todos os homens para o paraíso;

E por isso, os convida a todos a alcançá-lo pela senda da fé, da caridade, da penitência e dos sacramentos; porém, dentre estes convidados, muitos não querem crer: são os ateus;

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Outros apresentam desculpas: são os pecadores que adiam a própria conversão;

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Finalmente alguns vão ao banquete, porém sem a veste nupcial: são os sacrílegos, representados naquele infeliz que foi expulso do banquete, atado e metido em um calabouço.

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D. — 
Então, porque o obrigaram a vir ao banquete?

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M. —
 Ele sabendo que era indigno, devia opor-se, apresentar pretextos, ou pedir desculpas antes de entrar.

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O fato é bem claro: todo aquele que vai comungar com pecado mortal na alma se encontra nas mesmas condições daquele infeliz e, portanto em perigo de ser condenado.

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Ademais, Deus mesmo o disse p
ela boca do grande apóstolo São Paulo:

“Aquele que come a minha carne indignamente, come a sua mesma condenação e a si mesmo se julga”.

Lê-se em um capítulo do Sagrado Livro dos Números que, quando o marido, por uma suspeita fundada, duvidasse da fidelidade de sua mulher, tinha o direito, conforme a lei de Moisés, de apresentá-la ao Sacerdote.

Este, para dissipar a dúvida, tomava um pouco de pó do chão do templo e misturando-o com água dava-o à mulher para beber.

Se ela era culpada, caía imediatamente morta, como corroída por um terrível veneno; mas se era inocente, nada lhe sucedia e voltava para casa, no meio do contentamento e alegria de seus parentes.

O mesmo sucede, embora invisivelmente, na Santa Comunhão.

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Ai da alma em pecado mortal, que ousa aproximar-se da mesa sagrada para receber a Comunhão das mãos do Sacerdote!… Ser-lhe-á um veneno mortal.

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Feliz, ao invés, mil vezes feliz aquele que se alimentar desse Pão da Vida, tendo o coração limpo e contrito; receberá bênçãos e graças e os aplausos dos anjos, e a comunhão será para ele penhor de glória eterna.

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D. — 
Serão muitos os que comungam sem a veste nupcial, ou seja, em pecado mortal?

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M. — 
Quem poderá dizer com certeza que sejam muitos? O certo é que, infelizmente, existem muitos em todas as classes sociais.

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Fonte: Livro “Comungai bem” do Rev. Pe. Luiz Chiavarino.

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Veja como é importante a Parábola da Veste Nupcial, e descubra como é horrível receber a Sagrada Eucaristia indignamente:

26, junho, 2017 Sem comentários
Aquele que recebe a Comunhão indignamente é como aquele da parábola da veste nupcial, que foi expulso do banquete, atado e metido em um calabouço...

Aquele que recebe a Comunhão indignamente é como aquele da parábola da veste nupcial, que foi expulso do banquete, atado e metido em um calabouço…

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Discípulo. — Padre, tenha a bondade de explicar-me a parábola dos convidados às núpcias, e o que sucedeu ao que não tinha a veste nupcial.


Mestre. —
Com muito gosto. Preste, pois atenção.

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Narra o Santo Evangelho que um rei quis, com a maior pompa possível, celebrar o casamento de seu filho.


Preparou um grande banquete e convidou todos os parentes e amigos.


Muitos, porém se recusaram em atender ao convite de tão bondoso rei.

Vendo isto, o rei disse aos seus criados que fossem às praças e ruas da cidade e convidassem a todos que encontrassem.

Quando a sala ficou repleta e os lugares todos ocupados;

Entrou o rei para passar em revista os convidados.

Encontrou um que não tinha a veste nupcial, e lhe disse:

“Amigo, como entraste aqui não tendo a veste nupcial?”


E sem mais detença ordenou aos criados: “Tirai-o daqui, e atado de mãos e pés lançai-o no calabouço”.


Padre, que significa esta veste nupcial da qual não estava revestido aquele infeliz e por isso foi metido no cárcere, sendo ele pobre?


Este banquete representa a Eucaristia, ou seja, a Sagrada Comunhão.

O rei que faz festa por motivo das núpcias de seu filho é o Padre Eterno;

O filho é Jesus Cristo que se desposa com a natureza humana.

Os convidados são todos os homens da terra.


Esta parábola significa que Deus criou todos os homens para o paraíso;

E por isso, os convida a todos a alcançá-lo;

Pela senda da fé, da caridade, da penitência e dos sacramentos; porém, dentre estes convidados, muitos não querem crer: são os ateus;

Outros apresentam desculpas: são os pecadores que adiam a própria conversão;

Finalmente alguns vão ao banquete, porém sem a veste nupcial: são os sacrílegos;

Representados naquele infeliz que foi expulso do banquete, atado e metido em um calabouço.

Então, porque o obrigaram a vir ao banquete?

Ele sabendo que era indigno, devia opor-se, apresentar pretextos, ou pedir desculpas antes de entrar.


O fato é bem claro:

Todo aquele que vai comungar com pecado mortal na alma se encontra nas mesmas condições daquele infeliz;

E, portanto em perigo de ser condenado.


Ademais, 
Deus mesmo o disse:

Pela boca do grande apóstolo São Paulo:


Aquele que come a minha carne indignamente, come a sua mesma condenação e a si mesmo se julga”.


Lê-se em um capítulo do Sagrado Livro dos Números que;

Quando o marido, por uma suspeita fundada, duvidasse da fidelidade de sua mulher;

Tinha o direito, conforme a lei de Moisés, de apresentá-la ao Sacerdote.

Este, para dissipar a dúvida, tomava um pouco de pó do chão do templo e misturando-o com água dava-o à mulher para beber.

Se ela era culpada, caía imediatamente morta, como corroída por um terrível veneno;

Mas se era inocente, nada lhe sucedia e voltava para casa, no meio do contentamento e alegria de
seus parentes.

O mesmo sucede, embora invisivelmente, na Santa Comunhão.


Ai da alma em pecado mortal, que ousa aproximar-se da mesa sagrada para receber a Comunhão das mãos do Sacerdote!… Ser-lhe-á um veneno mortal.


Feliz, ao invés, mil vezes feliz aquele que se alimentar desse Pão da Vida;


Tendo o coração limpo e contrito;


Receberá bênçãos e graças e os aplausos dos anjos, e a comunhão será para ele penhor de glória eterna.

Serão muitos os que comungam sem a veste nupcial, ou seja, em pecado mortal?

Quem poderá dizer com certeza que sejam muitos?


O certo é que, infelizmente, existem muitos em todas as classes sociais.

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Fonte: Livro “Comungai bem” do Rev. Pe. Luiz Chiavarino.

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As parábolas do tesouro e da pérola

7, agosto, 2013 2 comentários

Comentário do Evangelho feito por São João Crisóstomo, (c. 345-407), presbítero de Antioquia, bispo de Constantinopla, doutor da Igreja Homilias sobre o Evangelho de São Mateus, n° 47, 2 

As parábolas do tesouro e da pérola 
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As duas parábolas do tesouro e da pérola ensinam a mesma coisa: que temos de preferir o Evangelho a todos os tesouros do mundo. […] Mas há uma situação ainda mais meritória: preferi-lo com gosto, com alegria e sem hesitação. Jamais podemos esquecer-nos de que ganhamos mais do que perdemos ao renunciar a tudo para seguir a Deus. O anúncio do Evangelho está oculto neste mundo como um tesouro escondido, um tesouro inestimável.
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Para procurar esse tesouro […], são necessárias duas condições: a renúncia aos bens do mundo e uma sólida coragem. Efetivamente, trata-se «de um negociante que busca boas pérolas. Tendo encontrado uma pérola de grande valor, vende tudo quanto possui e compra a pérola».
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Essa pérola única é a verdade, e a verdade é una, não se divide. Possuis uma pérola? Tu conheces a tua riqueza; mas, se a tens fechada na concha da mão, o mundo ignora a tua fortuna.
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Acontece o mesmo com o Evangelho. Se o abraças com fé, e o manténs fechado no coração, que tesouro! Mas só tu o conhecerás: os não crentes, que ignoram a sua natureza e o seu valor, não fazem ideia da incomparável riqueza que tu possuis.

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Fonte: Escrito dos santos 

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