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Visão de Santa Faustina: A falsa felicidade nos levará ao abismo! Cuidado com as tentações do demônio. Leia essa matéria

28, janeiro, 2019 1 comentário
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Representação da visão de Santa Faustina!

“Um dia, vi duas estradas:
Uma estrada larga, atapetada de areia e flores, cheia de alegria e de música e de vários prazeres.

As pessoas caminhavam por esta estrada dançando e divertindo-se – estavam chegando ao fim, sem se aperceberem disso.

E, no final dessa estrada, havia um enorme precipício, ou seja, o abismo do Inferno.

Essas almas caíam às cegas na voragem desse abismo; À medida que iam chegando, assim tombavam.

E seu número era tão grande que não era possível contá-las.

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E avistei uma outra estrada, ou antes uma vereda, porque era estreita e cheia de espinhos e de pedras;

Por onde as pessoas seguiam com lágrimas nos olhos e sofrendo dores diversas.

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Uns tropeçavam e caiam por cima dessas pedras, mas logo se levantavam e iam adiante.

E no final da estrada havia um magnífico jardim, repleto de todos os tipos de felicidade e aí entravam todas essas almas.

Já no primeiro momento, esqueciam de seus sofrimentos.”

Retirada do Livro: Diários de Santa Faustina, 153.


Santa Faustina nos faz refletir sobre a “falsa felicidade” que muitos acabam criando e quando, alguns, se deparam com isso já estão prestes a dar de cara com o abismo do inferno.

Mas alcançar o Coração de Jesus não é uma tarefa simples; existirá caminhos, provações e tentações, tudo isso para que você prove se é digno do céu.

Por isso que nEle a felicidade será eterna pois não teremos, mas conquistaremos.

E somente no paraíso, encontraremos a felicidade eterna, assim disse Santa Faustina:

“E no final da estrada havia um magnífico jardim, repleto de todos os tipos de felicidade e aí entravam todas essas almas.”

Com a tentações do mundo moderno, praticamente criadas pelo demônio, o método de felicidade da grande maioria é uma mentira.

Preferem uma vida de luxo, riquezas, bens materiais, bebidas, drogas, ofensas e etc.

Essa tendências de “uma vida boa” nos levam a alguns pecados, como a ganância, luxúria e a vaidade. Não caia nessas mentiras.

O Coração de Jesus quer proporcionar a VOCÊ a felicidade eterna, inclusive o próprio Paraíso, não se esqueça disso!

Faça com que todos conheçam essa verdade, não deixe compartilhar essa matéria!

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60 Missas ao Longo do Ano

 

Com Deus não se brinca. Descubra o que pode acontecer àqueles que recebem a Santíssima Eucaristia estando em pecado (Parte II)

3, setembro, 2018 1 comentário
Eucaristia

Receber o Santíssimo Sacramento na mão é um Sacrilégio, e atrai grandes castigos de Deus! O certo é recebê-lo diretamente  na boca.

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No segundo livro dos Reis encontramos o seguinte episódio:


O rei Davi determinara transladar a Arca para a cidade onde ele residia em meio de grandes e jubilosos festejos do povo.

Para isso colocaram-na em um carro de bois, ricamente adornado para tal fim.

Sucedeu, porém, que os bois a certo ponto pararam e aos coices fizeram a Arca tombar de um lado.

Ora, um levita, que ia ao lado do carro, levantou a mão para sustê-la. Imediatamente a ira divina fulminou-o e o levita caiu morto no mesmo lugar.


D.
— Coitado! O que havia na Arca?

M. — Na Arca Santa, além das tábuas da Lei e a vara de Arão, se achava um vaso com Maná símbolo da Eucaristia.


Isso serve para advertir-nos de que não devemos consentir que almas indignas recebam o adorável Sacramento da Eucaristia.


São Paulo recorda esta semelhança da Eucaristia com a Arca santa, quando diz que nos primeiros tempos da igreja eram castigados muitos cristãos com enfermidades e até com a morte por se haverem atrevido a comungar indignamente.


D.
— Atualmente não temos exemplos de semelhantes castigos?

M. — Temos muitíssimos.


Ouça o seguinte: Uma senhorita de dezesseis anos havia passado a noite dançando. Pela manhã seguinte foi atrevidamente comungar a fim de encobrir sua falta perante o vigário e suas colegas.


Pobrezinha! Apenas voltara ao banco, sentiu um calafrio e um desarranjo interno seguidos de vômitos que;

A fizeram lançar fora a sagrada Partícula e tudo quanto havia ingerido e por fim até as próprias entranhas.


Só se pode servir a um Senhor


D.
— Coisa horrível! Com Deus verdadeiramente não se brinca. Por isso procurarei comungar sempre dignamente, com o maior respeito e reverência a tão grande Sacramento.


M. — Muito bem! Esse é o propósito que todos deveriam fazer. Comungar sempre com as devidas disposições possíveis, com os melhores sentimentos de piedade e devoção de que é capaz.


D.
— E que hão de fazer os que mesmo querendo não conseguem ter essa piedade e devoção?

M. — Para muitos será suficiente a fé interna e os esforços que fazem para manter-se em graça; outros suprem essa falha com o cuidado em evitar as faltas veniais.

O que Jesus detesta são os desgraçados maliciosos, os indiferentes, tíbios e, sobretudo, aqueles que pretendem servir a dois senhores, ser cristãos ou  pagãos, crentes e liberais, bons e maus, castos e desonestos.

D. — Aqueles enfim, que cantam para espantar os próprios males, não é, Padre?

M. — Isso mesmo: Mas chegará o dia da Justiça Divina.

Dia em que lhes será tolhida a venda dos olhos e aparecerão claros e diáfanos todos os sacrilégios cometidos.

Que confusão e vergonha não experimentarão todos os que profanaram a Pessoa adorável de Jesus Cristo na Eucaristia.


Agora Jesus se oculta e permanece caladinho, mas naquele dia aparecerá em todo seu poder e majestade como um Juiz rigoroso.


D.
— Basta, basta, Padre, já estou com medo…

M. — Oxalá! Ficassem com medo todos os indignos, os traidores, os miseráveis sacrílegos… Jesus na sua infinita bondade lhes conceda conhecimento, temor e conversão.

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Fonte: Livro “Comungai bem” do Rev. Pe. Luiz Chiavarino.

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Com Deus não se brinca. Descubra o que pode acontecer àqueles que recebem a Santíssima Eucaristia estando em pecado (Parte I)

2, setembro, 2018 2 comentários
Eucaristia

Deus é Misericórdia, mas é também Justiça. Ele, então, pune com severidade os pecadores obstinados.

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Conta a História Sagrada no I Livro dos Reis de como os Filisteus, atemorizados por tremendos castigos, resolveram devolver a Arca Santa aos Judeus.


D
urante o regresso a Arca ficou por algum tempo entre os Betsamitas os quais fizeram grande festa por tão insigne acontecimento; mas alguns mais curiosos, desejando conhecer o que havia dentro da Arca, a abriram.

Esta falta de respeito, para nós tão insignificante, custou a vida de mais de cinquenta mil pessoas, fulminadas repentinamente pela ira divina enquanto o povo gritava:

Quão terrível é a presença de um Deus tão poderoso e santo!

 

D. — Pelo que vejo, Padre, com Deus não se brinca.

M. — De fato.


E se tivéssemos verdadeira fé quando vamos comungar, deveríamos prorromper nas mesmas exclamações diante de Jesus realmente presente na Santíssima Eucaristia;


Em vez quantos betsamitas existem ainda hoje que se dizem cristãos, e vão alegres e desejosos de ver e receber a Jesus Cristo, porém não fazem o que devem para honrá-Lo dignamente.


Não conseguem ver as purulentas feridas da própria alma, por estarem atolados na matéria, no sensualismo, no egoísmo.

Não advertem que, cometendo sempre as mesmas faltas e permanecendo sempre nos mesmos defeitos sem vontade de se corrigir; 

Aproximando-se temerariamente daquele insondável Mistério do qual a Arca era uma simples imagem, convertem o remédio em veneno, e vão buscar a morte na fonte da vida. 

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(Continua…)

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Fonte: Livro “Comungai bem” do Rev. Pe. Luiz Chiavarino.

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O que é o amor de Cristo?

21, agosto, 2018 2 comentários

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O que é o amor de Cristo?

 

Ele voluntariamente deixou o Seu trono (João 1:1-14).

O preço do pecado da humanidade foi pago pelo nosso perfeito Salvador, Jesus Cristo, o Deus justo e santo agora pode perdoar os nossos pecados quando aceitarmos o pagamento de Cristo Jesus como o nosso (Romanos 3:21-26).

Assim, o amor de Cristo é demonstrado pelo fato de que Ele deixou a sua casa no céu.

Para vir à Terra como um homem que seria ridicularizado, traído, espancado e crucificado em uma cruz para pagar a pena por nossos pecados, ressuscitando dentre os mortos no terceiro dia.

Ele considerou a nossa necessidade de um Salvador do nosso pecado e de sua penalidade como mais importante do que o Seu próprio conforto e vida (Filipenses 2:3-8).

As vezes algumas pessoas voluntariamente entregam as suas vidas por aqueles que consideram dignos:

Um amigo, um parente, outras pessoas “boas”, por exemplo.

O amor de Cristo se estende aos que menos o merecem.

Ele voluntariamente tomou sobre si a punição daqueles que o torturaram, odiaram, rebelaram-se contra ele e não se importavam com ele, ou seja, os mais indignos do Seu amor (Romanos 5:6-8).

Ele deu o máximo que podia dar por aqueles que menos mereciam! Sacrificar-se, então, é a essência do amor divino, chamado de amor ágape. 
Esse amor que Ele demonstrou por nós na cruz é apenas o começo.

Quando colocamos nossa confiança n’Ele como o nosso Salvador, somos feitos filhos de Deus e co-herdeiros com Ele!

Ele vem habitar dentro de nós através do Espírito Santo, prometendo que nunca nos deixará ou nos abandonará (Hebreus 13:5-6).

Assim, temos um companheiro afetuoso por toda a vida. Independente do que tivermos que enfrentar, Ele está presente e o Seu amor está sempre disponível a nós (Romanos 8:35).

No entanto, assim como Ele devidamente reina como um rei benevolente no céu.

Precisamos dar-lhe a posição que merece em nossas vidas, a de Mestre e não meramente a de um companheiro. Só então experimentaremos a vida como Ele pretendia e viveremos na plenitude do Seu amor (João 10:10 b).

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Sinceridade absoluta na Confissão! Veja o quanto ela é importante, com esta história:

13, agosto, 2018 Sem comentários
"De sorte são todos aqueles que acreditam no grande bem da confissão e se servem dela, impedindo assim a própria perdição".

“De sorte são todos aqueles que acreditam no grande bem da confissão e se servem dela, impedindo assim a própria perdição”.

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M. – De sorte são todos aqueles que acreditam no grande bem da confissão…


E se servem dela, impedindo assim a própria perdição;

Enquanto que é bem diferente o caso da infeliz de quem lhe vou falar.

São Leonardo de Porto Maurício, acode à cabeceira de uma moribunda, acompanhado por um frade leigo.

Depois de confessada a doente, o padre sai sossegado, e;

Reunindo-se ao companheiro que o esperava no quarto vizinho, apronta-se para sair, quando este, muito triste e assustado lhe diz:

— “Padre Leonardo, o quê significa aquilo que eu vi?”

— O que é que você viu?


— Eu vi uma mão horrendamente negra que vagava pela antecâmara;

E, assim que o senhor saiu ela entrou, rápida como um raio, no quarto da doente.


Diante de tal história São Leonardo volta para trás, torna a entrar no quarto e oh!

Que cena terrível.

Aquela mão negra estrangulava aquela desgraçada que, com olhos fora das órbitas, e a língua caída, morria gritando:

“Malditos sejam os sacrilégios… Malditos sejam os sacrilégios…”

D. — Oh, Padre, então é mesmo verdade que as confissões mal feitas são a causa principal da perdição!


M. — Por conseguinte, guerra à mentira e sinceridade absoluta na confissão.

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Fonte: Do livro “Confessai-vos bem” do Rev. Pe. Luiz Chiavarino.

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