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Textos com Etiquetas ‘pecados’

Chega de demagogia. Este sim é o maior SEGREDO para se viver bem!

18, julho, 2018 Sem comentários
vida

Nosso tempo é curto… Ocupemos o máximo dele às boas obras que nos hão de ganhar o Paraíso.

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Meu irmão, se quiseres viver bem, procura, durante o tempo de vida que te resta, viver pensando sempre na morte.


Ao veres um túmulo, ao assistires às exéquias de um amigo ou parente, ao verdes um cadáver sendo levado à sepultura, contempla nisso a tua própria imagem e o que um dia há de ser de ti.

Reflete então e dize contigo: Dentro em poucos anos, talvez meses ou dias tudo acabará para mim; meu corpo será apenas podridão e vermes. Estando então perdida a alma, tudo estará perdido para mim, e perdido para sempre.


Assim é que fizeram os Santos, que agora reinam no Céu; é por este meio que chegaram a desprezar todos os bens desta terra, que venceram as tentações mais fortes, e subiram a alta santidade.


Jó dizia à podridão: Tu és meu pai; e aos vermes: vós sois minha mãe e minha irmã.

São Carlos Borromeu conservava sempre sobre a mesa uma caveira, para tê-la continuamente diante dos olhos. 

O cardeal Baronio fez gravar no seu anel estas palavras: Memento mori – “Lembra-te da morte”. O Bem-aventurado Juvenal, bispo de Saluzzo, escrevera sobre uma caveira estas palavras: O que tu és, fui eu; o que eu sou, tu serás um dia.

Outro santo solidário, perguntado na hora da morte porque estava tão alegre, respondeu: Sempre tive a lembrança da morte diante dos olhos; por isso, agora que ela vem, não vejo coisa nova.

Finalmente, para não falar de outros, São Camilo de Lelis, ao ver os túmulos, dizia consigo: Se estes defuntos voltassem ao mundo, quanto não fariam pela vida eterna! E eu, que ainda tenho tempo, que faço pela minha alma? – o Santo falava assim por humildade.

Mas tu, meu irmão, tens talvez razão para temer que sejas aquela figueira sem fruto da qual disse o Senhor: Já há três anos que venho procurar fruto nesta figueira, e não o acho.


Tu que estás no mundo há mais de três anos, que fruto tens produzido? Considera, diz São Bernardo, que o Senhor não te procura somente flores;

Mas quer também frutos; isto é, bons desejos e propósitos, senão também obras santas.


“Considera-te desde já como morto”

Saibamos aproveitar o tempo que Deus nos dá na sua misericórdia, e não esperemos para fazer o bem até que não haja mais tempo, e se nos diga: Tempus non erit amplius… profiscere: É tempo de partir deste mundo; vamos depressa; o que está feito, está feito.

Considera-te, diz São Lourenço Justiniano, considera-te desde já como morto, já que é certo que deves morrer. Se já estivesses morto, quanto não quererias ter feito!


Diz São Boaventura que o piloto para bem governar o navio, se coloca na popa: assim o homem, para levar uma vida boa, deve considerar-se sempre como se estivesse para morrer.


Foi isto que fez São Bernardo dizer: Vide prima et erubesce, considera os pecados da tua mocidade e cora; vide media et ingemisce, considera os pecados da idade viril e geme; vide novíssima et contremisce, considera as desordens da idade atual e treme e apressa-te em os remediar.

Eis-me aqui, meu Deus, sou aquela árvore que há tantos anos mereceu ouvir a sentença: Corta-a; para que ocupa ainda a terra?

Sim, porque nos muitos anos que estou no mundo, ainda não dei outros frutos senão cardos e espinhos de pecados.

Mas Vós, Senhor, não quereis que eu desespere. Vós dissestes que o que Vos procurar, Vos achará: Quaerite et invenietis. Procuro-Vos, meu Deus, e desejo Vossa graça.

Detesto de todo coração todas as ofensas que Vos fiz, e quisera morrer de dor. Quero empregar o resto de minha vida em Vos amar e honrar.

Sim, amo-Vos, ó meu soberano Bem, e, com o Vosso auxílio, quero viver e morrer fazendo atos de amor a Vós, que por meu amor morrestes sobre a cruz.

Doce Coração de Maria, sede minha salvação.

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Fonte: “Meditações para todos os dias e festas do ano” de Santo Afonso de Ligório.

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Pela Santa Missa, podemos satisfazer a Justiça Divina pelos pecados cometidos – compreenda melhor o infinito valor da Santa Missa, aqui: (Parte II)

22, junho, 2018 1 comentário
Santa Missa

O Sacrifício da Santa Missa tem valor infinito, por isso só ele pode satisfazer a Justiça Divina pelos pecados de toda a Humanidade.

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Mas então, me direis;


Basta assistir ou encomendar uma única Santa Missa para pagar as maiores dívidas com Deus, em vista de tantos pecados cometidos, pois;

Sendo infinito o seu valor, com ela daremos a Deus uma satisfação infinita. – Devagar!, eu vos peço.

Realmente, se bem que o valor do Santo Sacrifício seja infinito, deveis saber entretanto, que Deus o aceita numa medida limitada e finita;

Mais ou menos, conforme a devoção maior ou menor de quem o celebra, manda celebrar, ou a ele assiste.

Quorum tibi fides cógnita est et nota devotio, diz a Santa Igreja no Cânon da Santa Missa, e, por esta linguagem, danos a entender o que ensinam expressamente os Doutores, e é;

Que a maior ou menor satisfação proporcionada pela Santa Missa, quanto à pena devida por nossos pecados, depende da disposição de quem a celebra ou a ela assiste. 


Note-se aqui o erro daqueles que preferem as missas mais curtas e menos devotas, ou, o que é pior, que a elas assistem com pouca ou nenhuma devoção.


É verdade que todas as Missas são iguais do ponto de vista do Sacramento, como ensina São Tomás; não o são, porém, quanto aos efeitos que delas provêm.

Quanto maior a piedade atual ou habitual do celebrante, maior será o fruto de seu sacrifício.

Assim, não fazer diferença entre um padre mais fervoroso e outro menos, seria o mesmo que, para pescar, lançar mão indiferentemente de uma rede de malhas pequenas ou grandes.


Diga-se o mesmo dos que assistem à Santa Missa.


E ainda que eu vos exorte, o mais que posso, a assistir muitas vezes à Santa Missa, advirto-vos de procurar, sobretudo assistir a cinqüenta, mais glória dais a Deus com aquela única Missa;

E retirais mais fruto, mesmo desse que chamamos ex opere operato, do que o outro há de tirar de cinqüenta, apesar do número considerável.

“Na satisfação, olha-se mais a piedade do oferente que a quantidade da oblação”. “In satisfactione magis attenditur affectus offrentis quam quantitas oblationis”, diz São Tomás.

Pode acontecer, sem dúvida, (como afirma um sério autor) que, com uma única Missa, assistida com extraordinária devoção, se dê satisfação à Justiça de Deus;

Por todos os pecados ainda do maior pecador, conforme se depreende do Santo concílio de Trento, que diz:


“Graças à oferenda deste santo Sacrifício, Deus concede o dom da verdadeira penitência, e por ela o perdão dos pecados, ainda os mais graves”.


No entanto, visto que conhecermos claramente a disposição interior com que assistimos à Santa Missa;

Nem a satisfação correspondente devemos ter o cuidado em assistir a muitas, o mais que pudermos, e assistir com todo o amor e devoção possíveis.


Felizes de vós se depositardes uma grande confiança em Deus, que tão admiravelmente exerce Seu Amor neste Divino Sacrifício;

E se assistirdes com fé, fervor e reverência, a todas as Santas Missas que puderdes!


Afirmo-vos que podeis alimentar a doce esperança de alcançar diretamente o Paraíso, sem passar pelo Purgatório.

À Santa Missa, portanto, à Santa Missa! E que jamais se ouça de vossos lábios esta palavra escandalosa: “Uma missa a mais, uma missa a menos não tem importância”.

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Fonte: “As Excelências da Santa Missa” de São Leonardo de Porto-Maurício.

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Pela Santa Missa, podemos satisfazer a Justiça Divina pelos pecados cometidos – compreenda melhor o infinito valor da Santa Missa, aqui: (Parte I)

21, junho, 2018 Sem comentários
Santa Missa

O Sacrifício da Santa Missa é propício para pagar pelos terríveis pecados de toda a Humanidade.

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A segunda obrigação que temos para com Deus é de satisfazer à sua justiça por tantos pecados cometidos.


Oh! Que dívida imensa esta! Um único pecado mortal pesa tanto na balança da Justiça Divina que não bastariam, para expiá-lo;

Todas as boas obras de todos os mártires e de todos os santos passados, presentes e futuros.

No entanto com o Santo Sacrifício da Missa, se considerarmos o seu valor intrínseco e seu preço, pode-se satisfazer plenamente por todos os pecados cometidos.

E aqui buscai compreender quanto de reconhecimento deveis a Jesus .

Pensai-o bem: é Ele o ofendido; entretanto, não contente de no Calvário ter satisfeito por nós à Justiça Divina, deu-nos e continua a dar-nos incessantemente o meio de apaziguá-la no sacrifício da Santa Missa;

Pois ai renova a oferenda que, na Cruz, fez a Deus Pai, pelos pecados do Mundo inteiro.


O mesmo sangue que derramou para resgatar o gênero humano é aplicado e oferecido especialmente na Santa Missa;

Pelos pecados daquele que a celebra ou manda celebrar, e de todos os que participam deste augusto Sacrifício.


Não que o Sacrifício da Santa Missa apague por si mesmo e imediatamente nossos pecados, como é o caso do sacramento da Confissão;

Mas obtém que eles nos sejam apagados, proporcionando-nos, seja no momento mesmo da Santa Missa, seja em outra ocasião oportuna, boas inspirações;

Movimentos salutares e graças atuais que nos são indispensáveis para nos arrependermos dignamente de nossas faltas.


Só Deus sabe quantas almas escaparam das garras do pecado pelos socorros extraordinários que lhes provieram deste divino Sacrifício!


A Santa Missa e a resistência ao pecado

Assim conquanto às almas em estado de pecado mortal não lhes aproveite o valor no que tem de propiciatório;

Todos os pecadores deviam assistir muitas vezes à Santa Missa para alcançar mais facilmente a graça da conversão.

Quanto às almas vivendo em paz com Deus, o Sacrifício da Santa Missa lhes dá uma força surpreendente para se manterem nesse estado e;

Conforme a opinião comum, são apagados todos os pecados veniais, casso tenham ao mesmo tempo um arrependimento geral.


É o que ensina claramente Santo Agostinho: “Se alguém assiste devotamente à Santa Missa, não cairá em pecado mortal e os pecados veniais lhe serão perdoados”.


Narra São Gregório que uma pobre mulher encomendava a celebração de Santas Missas, todas as segundas-feiras, em ação de graças, para o seu marido, que ela julgava morto, pois ele caíra nas mãos dos bárbaros.

Estava vivo, porém, e durante o tempo em que se celebravam essas Santas Missas, a cadeias se lhe soltavam dos pés e das mãos e lhe caíam as algemas;

E ele ficava livre e desembaraçado, como, ao libertar-se da escravidão, pôde contar a sua mulher.

Quanto mais devemos crer na eficácia deste Sacrifício para desatar os laços espirituais, isto é, os pecados veniais;

Que de certo modo mantém cativa a alma, impedindo-a de agir com a liberdade e o fervor que ela teria, não fossem esses entraves.


Ó bem-aventurada Santa Missa, que nos restitui a liberdade de filhos de Deus, e satisfaz todas as penas devidas por nossos pecados!

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(Continua…)

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Por que Deus permite o sofrimento? Descubra aqui.

5, junho, 2018 1 comentário
O sofrimento de Cristo por nós.

Nosso Senhor sofreu por nós. Nunca devemos nos esquecer disso


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Do ponto de vista natural, pode-se dizer que o sofrimento decorre da própria natureza do homem.


T
odo ser dotado de sensibilidade está sujeito à dor, assim como à alegria. Quando os objetos ou as pessoas estão em harmonia com sua sensibilidade, ela experimenta prazer;

Quando, ao contrário, ferem essa sensibilidade, ele sofre. É possível, portanto, sofrer sem culpa própria.

Mas a fé nos ensina que o sofrimento entrou no mundo por causa do pecado. Por um ato de bondade infinita e essencialmente gratuita, Deus havia preservado o homem da dor.

Criado em lugar de delícias, ele devia, se fosse fiel a Deus, passar deste Paraíso terrestre diretamente para o Céu, para nele gozar por toda a eternidade, de uma felicidade sem sombras.

O pecado de Adão, transmitido a seus descendentes, veio transtornar este belo plano.


Com o pecado, a dor e a morte entraram no mundo, não somente como uma consequência natural da sensibilidade, mas também como um castigo pelo pecado.


Era justo: pois, tendo o homem pecado por um amor desordenado ao prazer, para satisfazer o seu orgulho e a sua sensualidade, era bom que ele sofresse para expiar a sua falta, e;

Para sentir-se mais inclinado a evitar toda a transgressão, vendo que há uma justiça imanente e que o culpado é punido por seu pecado.


Assim, o sofrimento que parece ser um mal, torna-se um bem na ordem moral, uma reparação e um preventivo contra novas transgressões.


Essa ideia se torna mais clara com o grande mérito da Redenção.

Para reparar a ofensa infinita cometida contra Deus por nossos primeiros pais e por sua posteridade,

O Filho de Deus consente em fazer-se homem, e tornar-se o representante da Humanidade culpada;

Em assumir sobre si o peso de nossas iniquidades, em expiá-las por trinta e três anos de sofrimentos e, sobretudo, pela imolação no Calvário.

Assim, o sofrimento é reabilitado, enobrecido e divinizado. Já não é mais somente um castigo mas um ato de obediência aceito voluntária e generosamente por amor;

Um ato que, na pessoa de Jesus Cristo, tem um valor infinito.


Por ele, Jesus glorifica a Deus muito mais do que o pecado que O havia ofendido, e coloca o homem, sob vários pontos de vista, a um estado superior ao de Adão inocente.


Esse ato tem para nós, portanto, as mais felizes consequências. Associando nosso sofrimento aos seus, Nosso Senhor lhe confere um valor incomensurável.

Eles se tornam, não mais um castigo, mas uma reparação: nós havíamos pecado por desobediência e por egoísmo;

Ao sofrer com Jesus e por suas intenções, reparamos nossa falha por um ato de obediência e de amor.

Mas, além disso, utilizamos o sofrimento para progredir na santidade: cada dor pacientemente suportada por amor a Jesus aproxima-nos de Deus e aumenta nosso amor por Ele.

E aumenta, ao mesmo tempo, a glória que nos caberá no Céu:


Como afirma São Paulo, nossas tribulações são breves e fáceis de suportar, em comparação com a glória imensa e eterna que receberemos em recompensa!


Por isso o apóstolo se alegra em suas enfermidades e se gloria em suas tribulações, feliz por uni-las às do Cristo Jesus e completar assim Sua Paixão, para o maior bem da Igreja e das almas.

Milhões de santos, caminhando nas pegadas do Mestre, sofreram e sofrem com alegria; dentre eles, muitos se ofereceram como vítimas, seja à Justiça divina para expiar suas faltas e as dos outros;

Seja ao Amor, para serem consumidos pela Divina Caridade, para viver e morrer como mártires e assim ter uma parte maior na eterna visão e no eterno amor.

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Fonte: “A Divinização do Sofrimento” – Pe. Adolphe Tanquerey.

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Você sabe o motivo do choro de Nosso Senhor? Descubra aqui.

16, abril, 2018 Sem comentários
Nosso Senhor Jesus Cristo morreu na Cruz para a remissão de nosso pecados.

Nosso Senhor Jesus Cristo morreu na Cruz para a remissão de nosso pecados.


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O pecado vestiu o céu de luto, o inferno de chamas e a terra de espinhos. Ele foi o que trouxe a enfermidade e a peste, a fome e a morte sobre o mundo.

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E
le, o que cavou a sepultura das cidades mais ilustres e cheias de gente. Ele presidiu os funerais da Babilônia, dos ostentosos jardins; de Nínive, a excelsa; de Persópolis, a filha do sol;

De Mênfis, a dos profundos mistérios; de Sodoma, a impúdica; de Atenas, a cômica; de Jerusalém, a ingrata; de Roma, a grande;

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Porque ainda que Deus quisesse todas estas coisas, não as quis senão como castigo e remédio do pecado.

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O pecado arranca todos os gemidos que saem de todos os peitos humanos e todas as lágrimas que caem, gota a gota, de todos os olhos dos homens, e o que é mais todavia e o que nenhum entendimento pode conceber nem nenhum vocábulo expressar:

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Ele tem arrancado lágrimas dos sacratíssimos olhos do Filho de Deus, mansíssimo Cordeiro, subiu à Cruz carregado com os pecados do mundo.

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Nem os céus, nem a terra, nem os homens o viram rir, e os homens, e a terra, e os céus o viram chorar, e chorava porque tinha postos seu olhos no pecado.

Chorou sobre o sepulcro de Lázaro; e na morte de seu amigo, nada chorou senão a morte da alma pecadora.

Chorou sobre Jerusalém, e a causa de seu pranto era o pecado abominável do povo deicida. Sentiu a tristeza e a turbação ao por os pés no horto, e o horror do pecado era o que punha nEle aquela turbação insólita e aquele véu de tristeza.

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Sua face suou sangue, e o espectro do pecado era o que fazia brotar em sua fronte aqueles estranhos suores.

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Foi encravado em um madeiro, e o pecado o encravou, o pecado o pôs em agonia e o pecado lhe deu a morte.

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Fonte: Do livro “LA PALABRA DE CRISTO”, Tomo VIII — Mons. Angel Herrera Oria — Biblioteca de Autores Cristianos, BAC, Madrid, Espanha — 1ª. edição, 1953, p. 540

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