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Textos com Etiquetas ‘Reflexão para a Quaresma’

Veja essa meditação IMPORTANTÍSSIMA para a Terça-Feira Santa.

27, março, 2018 1 comentário
Apresentação de Nosso Senhor aos Judeus.

Apresentação de Nosso Senhor aos Judeus.


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Da prisão e apresentação de Jesus aos judeus.

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J
udas entra no horto e, entregando com um beijo o seu Mestre, caem sobre Jesus aqueles insolentes ministros e o encadeiam como a um celerado (Jo 18,12).

Um Deus preso? E por quê? E por quem? Por suas próprias criaturas.

Que dizeis, ó anjos do céu? E vós, ó meu Jesus, por que vos deixais prender? “Ó Rei dos reis, que há de comum entre vós e as cadeias?” pergunta S. Bernardo.

Que relação existe entre as cordas dos escravos e dos réus com o Rei e o Santo dos santos?

Mas se os homens se atrevem a vos prender, vós, que sois onipotente, por que não vos desprendeis e livrais dos tormentos que esses bárbaros vos preparam?

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Ah, compreendo, não são propriamente essas as cordas que vos prendem: é o amor para conosco que vos ata e condena à morte.

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Vê, ó homem, como aqueles cães maltratam a Jesus, diz S. Boaventura; estes o agarram, aqueles o empurram, uns o amarram, outros lhe batem.

Contempla então a Jesus, que como um manso cordeiro se deixa conduzir e sacrificar sem resistência.

E vós, discípulos, que fazeis? Por que não socorreis a fim de arrancá-lo das mãos dos inimigos?

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Pelo menos, por que não o acompanhais para defender a sua inocência diante dos juízes? Mas, ó Deus, até os discípulos, ao vê-lo preso e acorrentado, fogem e o abandonam (Mc 14,50).

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Ó meu Jesus abandonado, quem tomará a vossa defesa, se até os que vos são mais caros vos abandonam? E ver que essa injúria não teve fim com a vossa paixão!

Quantas almas, depois de se haverem consagrado à vossa imitação e recebido muitas graças especiais, vos abandonaram por qualquer paixão de vil interesse, ou de respeito humano, ou louco prazer.

Infeliz de mim, que sou um esses ingratos.

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Ó meu Jesus, perdoai-me, que eu não quero mais deixar-vos. Eu vos amo e prefiro perder a vida a perder a vossa graça.

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Um Deus humilhado por amor 

Conduzido à presença de Caifás, este o interroga a respeito de seus discípulos e sua doutrina. Jesus responde que não havia falado em segredo, mas em público, e que os que o rodeava bem sabiam o que havia ensinado (Jo 18,20). 

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A tal resposta um dos ministros, dizendo-o temerário, dá-lhe uma horrível bofetada, perguntando-lhe: “É assim que respondes ao pontífice?” (Jo 18,22).

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Ó paciência de meu Senhor! Como é possível que uma resposta tão sensata mereça uma afronta tão grande na presença de tanta gente e do próprio pontífice que, em vez de repreender aquele insolente, antes o aplaude com seu silêncio?

Ah, meu Jesus, vós sofrestes tudo para pagar as afrontas que eu, temerário, vos fiz. Ó meu amor, eu vos agradeço.

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Eterno Pai, perdoai-me pelos merecimentos de Jesus. Meu Redentor, eu vos amo mais do que a mim mesmo.

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Em seguida o iníquo pontífice o interrogou se ele era em verdade o Filho de Deus. Jesus, por respeito ao nome de Deus, que tinha sido invocado, respondeu que sim. Caifás rasgou então suas vestes, afirmando ter Jesus blasfemado.

E todos gritaram que ele era digno de morte! (Mt 26,66). Sim, meu Salvador, sois de fato réu de morte, pois que vos obrigastes a satisfazer por mim, que sou em verdade réu de morte eterna.

Visto, porém, que com a vossa morte me adquiristes a vida, é justo que eu consagre a vós toda a minha vida. Eu vos amo e nada mais desejo senão amar-vos.

E depois que vós, o maior de todos os reis, quisestes por meu amor ser desprezado mais do que todos os homens, eu quero por vosso amor sofrer todas as afrontas que me forem feitas.

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Pelos merecimentos de vossos desprezos, dai-me a força para suportá-los.

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Um rei desprezou o Rei dos reis

Tendo o conselho dos sacerdotes declarado Jesus Cristo réu de morte, aquela gentalha pôs-se a maltratá-lo toda a noite com bofetadas, pontapés e escarros, como a um homem infame (Mt 27,67).

Nosso Senhor após ser flagelado!

Nosso Senhor após ser flagelado!

E ainda zombaram dele, dizendo: “Adivinha, ó Cristo, quem foi que te bateu?” (Mt 26,68).

Ah, meu caro Jesus, eles vos esbofeteiam, vos cospem no rosto e vós vos calais, e como um cordeiro tudo sofreis por nós, sem vos lamentar (Is 53,7).

Mas, se eles não vos conhecem, eu vos reconheço por meu Deus e Senhor e protesto que sei muito bem que tudo o que padeceis,padeceis como inocente e só por amor de mim.

Eu vos agradeço, ó meu Jesus, e vos amo de todo o meu coração. Tendo despontado o dia, conduzem Jesus a Pilatos, par que fosse condenado à morte.

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Pilatos, entretanto, o declarou inocente; mas, para livrar-se dos judeus que continuavam a vociferar, o enviou a Herodes.

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Este, desejando presenciar qualquer prodígio por mera curiosidade, interrogou-o sobre muitas coisas. Jesus, porém, se cala e não lhe dá resposta, visto que ele não a merecia.

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Por isso, o rei soberbo o desprezou soberanamente e mandou que o revestissem com a veste dos loucos, uma túnica branca.

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Ó Sabedoria eterna, ó meu Jesus, essa injúria ainda vos faltava, a de ser tratado como louco. Ó Deus, também eu vos desprezei no passado como Herodes.

Não me castigueis, porém, como a Herodes, negando-me a vossa voz. Herodes não vos reconheceu por quem éreis; eu vos reconheço por meu Deus;

Herodes não se arrependeu de vos ter injuriado,mas eu me arrependo de todo o coração; Herodes não vos amou, mas eu vos amo sobre todas as coisas.

Não me negueis, portanto, a voz de vossas inspirações. Dizei-me o que quereis de mim, que eu quero fazer tudo com a vossa graça. Maria, minha esperança, rogai a Jesus por mim. 

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Fonte: Do livro “Reflexões sobre a Paixão de Jesus Cristo expostas às almas devotas” de Santo Afonso de Ligório.
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Para reflexão nesta quinta-feira da Quaresma!

1, março, 2018 Sem comentários
A Cruz de Cristo, o centro da vida de todo cristão

A Cruz de Cristo, o centro da vida de todo cristão

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Mihi autem absit gloriari, nisi in cruce Domini nostri Iesu Christi.

Quanto a mim, livre-me Deus de me gloriar, a não ser na Cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo” (Gal. VI, 14)

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Como foi Pôncio Pilatos? O juiz mais injusto da história!

1, março, 2018 1 comentário
Pilatos apresenta Jesus, Sevilha

Pilatos apresenta Jesus, Sevilha

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Os evangelistas nos descrevem com pormenor o procedimento do governador romano da Judeia Pôncio Pilatos durante a Paixão e Morte de Nosso Senhor.


Porém, nada mais sabemos sobre esse personagem. Tampouco abundam sobre ele outras fontes históricas.

Entretanto, a agência católica ACI Digital republicou um apanhado de dados que nos permitem formar uma ideia sobre ele.

Em 1961, arqueólogos liderados pelo Dr. Antonio Frova descobriram em Cesareia Marítima, uma cidade romana na costa mediterrânea de Israel, uma pedra calcária que tinha inscrito o nome de Pôncio Pilatos.

Ela foi gravada em latim e posta numa das escadas do anfiteatro de Cesareia. A inscrição diz:


“Pôncio Pilatos, prefeito da Judeia, dedicou ao povo de Cesareia um templo em honra a Tibério”.


A placa de 82 cm de largura e 68 cm de altura está atualmente no Museu de Israel, em Jerusalém.

A informação corresponde ao reinado do imperador Tibério entre os anos 14 e 37 d.C. e concorda o período do julgamento de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Concorda também com o cronograma bíblico descrito no Novo Testamento.

São Lucas, em seu Evangelho, se refere a Pilatos como governador romano da Judeia durante o reinado de Tibério César. (Lc. 3,1)

Além dos Evangelhos, vários historiadores pagãos da época também mencionam aquele governador da Judeia.

Cornélio Tácito, historiador romano do século I, cita Pilatos em um de seus escritos, segundo ACI:

“Imputou os cristãos que tomam o nome de Cristo, o qual durante o reinado de Tibério havia sido condenado à morte pelo procurador Pôncio Pilatos”.

Também falou sobre ele Flavio Josefo, historiador hebreu que participou na Guerra dos Judeus entre os anos 66 e 70. No ano 93, no século I, escreveu o seguinte:

“Naquele tempo apareceu Jesus, homem excepcional, se é que podemos chamá-lo de homem, pois realizou milagres incríveis (…).

“Tanto entre os judeus como entre os gregos havia muitos discípulos que o seguiam. Devido à denúncia dos líderes do povo, Pilatos o condenou ao suplício da cruz.

“Mas isso não impediu que os seus discípulos continuassem amando-o como antes. Depois de três dias da sua morte, apareceu vivo”.


Filo de Alexandria, um contemporâneo de Jesus, descreveu Pilatos como uma pessoa cruel caracterizada pela:

“Venalidade, violência, furtos, assaltos, pelo seu comportamento abusivo, suas frequentes execuções de presos que não haviam sido julgados e sua ferocidade sem limites”.


Não se sabe ao certo como e onde Pôncio Pilatos morreu.


Mas há várias suposições.

Uma diz que teria cometido suicídio depois de cair na desgraça do imperador.

Outra acha que foi exilado para a Gália, atual França, onde morreu.

Outras supõem que Pilatos se converteu ao cristianismo antes de morrer ou, ainda, alguns textos apócrifos fantasiam que sofreu o martírio.

Uma carta apócrifa atribui a um suposto predecessor de Pôncio Pilatos no governo da Judeia de nome Publius Lentulus uma descrição de Jesus Cristo que não resiste à crítica histórica.

Pilatos temia perder o cargo de pró-cônsul. Por causa dessa ambição vil cometeu a maior injustiça judiciária da História.

Seu espírito mole e cruel, cheio de ambições rolou como rolam os homens sem amor a Deus, sem amor à justiça, e caiu na maior das infâmias.

Barrabás era um chefe de gangue que tinha participado de uma sedição, mas Pilatos o apresentou aos arruaceiros incitados pelo Sinédrio como uma opção a Jesus.


“Qual dos dois quereis que eu vos solte? Responderam: Barrabás!”
(Mt, 27,21)


Jesus, entretanto, era o descendente primogênito de Davi, o fundador da mais ilustre e eminente estirpe real de Israel no Antigo Testamento e a nobreza de seu porte se impunha por si.

Jesus simbolizava a dignidade e a tradição da toda a história do povo judeu, o povo eleito amado por Deus.

Inesperadamente, o cônsul sem moral se encontrou face à face d’Aquele que tinha passado pela terra só fazendo o bem.

Ele tinha do outro lado, sob seu poder, o pináculo da infâmia e da torpeza, do crime e da corrupção.

Pilatos agiu como um centrista, achando que os homens não são tão ruins e que não iriam preferir Barrabás a Jesus.


Ele não compreendeu que quando os homens não seguem a Jesus, preferem quase necessariamente a Barrabás.


E suas mãos, embora ele tentasse lavar, ficaram sujas para toda a eternidade.

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Fonte: ipco.org.br

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Histórico da Quaresma. Veja!

24, fevereiro, 2018 Sem comentários
Oração, o caminho de renovação espiritual

Oração, o caminho de renovação espiritual

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Conscientes da importância que a Páscoa tinha para a sua vida, os cristãos desde os tempos apostólicos começaram a celebrá-la;


E bem cedo começaram também a reservar um tempo de preparação para a celebração do Mistério Pascal.

Esse período de preparação, através de sucessivas ampliações, acabou por se fixar, no século IV, em quarenta dias, número muito rico de simbolismo.

Na verdade, na História da Salvação, os grandes acontecimentos e os encontros decisivos do homem com Deus estão ligados a esse número, que na Bíblia exprime também a totalidade da nossa vida.


A Quaresma é, portanto, um período de quarenta dias de preparação para a Páscoa, “
a maior das solenidades”(SC,12), pois atualiza o Acontecimento culminante da História da Salvação.


Era durante esse “tempo aceitável, tempo de salvação” que os adultos, que haviam encontrado Cristo e se vinham iniciando, ao longo de três ou quatro anos, no Mistério cristão, terminavam o seu catecumenato.

Amparados por toda a comunidade, no início da Quaresma, começavam a sua «prova» e empreendiam uma preparação mais intensa em ordem à sua incorporação em Cristo, pelo Batismo recebido na noite da Páscoa.

Por seu lado os cristãos, que haviam já ressuscitado, com Cristo, da morte do pecado para a vida do Espírito, esforçavam-se por fazer uma séria revisão da sua vida cristã;

Morrendo mais profundamente para o mal, consolidando a sua perfeição de batizados, crescendo na vida divina;


De modo a participarem, mais intensa e vivamente, no Mistério Pascal da Morte e Ressurreição do Senhor.


Deste modo, como diz a Constituição conciliar sobre a reforma da Liturgia nº 109, a Quaresma tem uma dimensão penitencial e uma dimensão batismal.


Na sua dimensão penitencial, a Quaresma é, para catecúmenos e batizados, tempo de tomada de consciência dos seus pecados, tempo de busca de Deus, tempo de conversão, o que implica, necessariamente, participação na luta e sacrifício de Cristo, pois a guerra contra o mal e a renovação interior no pensar, no amar e no agir, não se realizam sem esforço.


Na sua dimensão batismal, a Quaresma leva todos os batizados a reviverem e a aprofundarem, acompanhando o dinamismo dos catecúmenos, todas as etapas do caminho da fé;

A fim de, consciente e generosamente, renovarem a sua aliança com Deus, juntamente com aqueles que a recebem o Batismo, na noite da Páscoa.

Nesta caminhada espiritual, que é a Quaresma :


– Somos alimentados pela Palavra de Deus, a qual nos faz reviver as grandes etapas da História da Salvação e as figuras que as encarnam :

– Adão e Noé – criação, pecado e graça (1º Domingo ).
– Abraão – vocação e promessa (2º Domingo).
– Moisés – aliança e lei (3º Domingo).
– David – o reino messiânico (4º Domingo).
– Ezequiel e Jeremias – a esperança dos profetas (5º Domingo).
– Isaías – poema do Messias (Domingo de Ramos na Paixão).


– Somos fortalecidos com os Sacramentos da Penitência e da Eucaristia, que nos ajudam :

– A viver a nossa opção, resistindo às tentações (1º Domingo).
– A realizar o trabalho da nossa transformação espiritual, com base na Transfiguração de Cristo (2º Domingo).
– A pôr-nos em contacto vital com Cristo, fonte de água via com a Samaritana e a expulsão dos Vendilhões (3º Domingo).
– A tornarmo-nos a luz do mundo com a cura do cego, o renascimento com Nicodemos e a recuperação do Filho Pródigo (4º Domingo).
– A possuir uma nova vida com Lázaro ressuscitado e a mulher adúltera (5º Domingo).

Nesta travessia, feita de dificuldades e trabalhos, em que o novo Povo de Deus está empenhado, temos um guia.

É o mesmo Cristo, «Senhor que age na observância quaresmal da Igreja, para levar os homens à paz, à liberdade, à vida divina e à perfeita comunhão com os irmãos.

 


Celebrar a Eucaristia no Tempo da Quaresma significa :

– Percorrer com Cristo o itinerário da promoção que cabe à Igreja e a todos os homens.
– Assumir mais decididamente a obediência filial ao Pai, e o dom de si mesmo aos irmãos, que constituem o sacrifício espiritual.
– Renovar os compromissos do nosso Batismo na noite de Páscoa, passando da morte à vida nova com Jesus Ressuscitado, para a glória do Pai na unidade do Espírito Santo.

No tempo presente, vai-se perdendo o sentido do Tempo Quaresmal, sobretudo porque se vai também perdendo a consciência de pecado.

Na verdade, para quem não há pecado não há necessidade de renovação espiritual, de arrependimento e de Reconciliação.

Ora como tudo isto está errado, a Igreja luta com sérios problemas por falta de clero, falta de vocações sacerdotais e, consequentemente, por falta de evangelização.

Uma boa reflexão para todos nós neste Tempo Quaresmal que começou na Quarta-Feira de Cinzas.

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Extraído do blog Vocacionados Menores

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Meditação para esta sexta da Quaresma.

23, fevereiro, 2018 Sem comentários

soldado-quaresma.
“O anúncio do Evangelho não é uma motivação pessoal, ou ação de prospecção humana, muito acima disto, é muito mais nobre ou superior.


É a proposição de viver sobre a graça de Deus, responder e corresponder a participação de sua graça, que é uma das formas da presença e também pertença a Deus (vida divina ou sobrenatural).

Por isso, os conselhos de Nosso Senhor Jesus Cristo estão muito acima ou além das respostas humanas.

É um amor acima da natureza humana, ainda mais tão decadente, a graça sobrenatural.

Outrossim, não seria tão somente “não matar” mas “não irar-se ou aborrecer-se com o irmão” queixando dele, como diz o Evangelho de hoje (S.Mt.V, 20-26), mas suportá-lo, buscar o quanto antes a sua amizade por amor a Deus.

Humanamente, sabemos, chega no impossível muito breve.


Pois aquele que não se reconcilia com seu adversário, não pode alcançar o altar do Senhor Eucarístico, muito menos alcançar o céu.


Eis o que temos que restaurar o quanto antes esta condição, pois, aqui é o momento e em último caso, mas somente contando com a graça de Deus, o purgatório. “

“Receba minha filha todo dia na comunhão o que lhe dará força para alcançar as almas e também o céu” (N.Sr. Jesus Cristo à Sta. Faustina Kowalska)


Jesus, eu confio em vós!

Totuus Tuus!

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Fonte: “Meditações Oratorianas”

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