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Como ser um bom católico – Dica 1

18, maio, 2019 Sem comentários


Sagrado Coração de Jesus 3


Os Exercícios Espirituais do Bom Religioso por Tomás de Kempis

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DICA 1

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A vida do bom religioso deve ser ornada de todas as virtudes para que corresponda o interior ao que por fora veem os homens; e com razão, ainda mais perfeito deve ser no interior do que por fora parece, pois lá penetra o olhar perscrutador de Deus, a quem devemos suma reverência, em qualquer lugar onde estivermos, e em cuja presença devemos andar com pureza Angélica.

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Cada dia devemos renovar nosso propósito e exercitar-nos a maior fervor, como se esse fosse o primeiro dia de nossa conversão, dizendo:

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“Confortai-me, Senhor, meu Deus, no bom propósito e em Vosso santo serviço; concedei-me começar hoje deveras, pois nada é o que até aqui tenho feito.”

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Fonte: Imitação de Cristo de Tomás de Kempis


Vamos rezar juntos ao Sagrado Coração de Jesus?

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Um dos primeiros passos para ser um bom católico é colocarmos a oração em nossas vidas.

Mas muitas vezes a falta de tempo e até mesmo de um lugar para colocarmos nossas preces nos impedem de cumprir esta simples tarefa.

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Pensando nisso, criamos um espaço especial onde você poderá:

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– escrever suas preces para rezarmos por você e…
– participar desta corrente de oração rezando por todas as pessoas que você ama e por nossos irmãos.

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Não deixe para depois!

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Acesse aqui

e coloque seus pedidos para que possamos rezar ao Sagrado Coração de Jesus para que lhe atenda.

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Ainda não conhece o grupo Famílias do Sagrado Coração de Jesus?

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Não perca mais tempo!

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O que está por trás da palavra “coração”? Descubra nessa matéria.

28, novembro, 2018 Sem comentários

Além de usarmos a palavra coração para descrever um órgão masculino, podemos usar a analogia onde ele também representa valores de ordem moral.

Metaforicamente dizemos: fulano tem um “coração de ouro ou pedra”.

Ouro representa uma pessoa bondosa e cheia de empatia, já a pedra é uma pessoa insensível, amarga de coração fechado.

O Coração de Jesus representa o mais puro ouro deste mundo.

Através dEle os corações frios, serão transformados por um de puro amor.
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Mas para isso devemos entroniza-lo para que muitos corações sejam transformados.

Mais uma das missões do Grupo Famílias do Sagrado Coração de Jesus. 

Os participantes nos ajudam a leva-lo para diversas famílias de todo o Brasil.

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Sua compaixão supera o próprio sofrimento por nós.

Nessa fonte de inesgotável de misericórdia e amor, os corações angustiantes pararão de sofrer e os de pedra virarão carne ao conhecer sua grandeza.

Quantas pessoas sofrem toda uma vida e não conhecem uma solução? Pode ver, são muitas, e o melhor auxílio é o Coração de Jesus.

São diversos corações vazios que precisam ser preenchidos por tesouros, e somente Ele é capaz disso.
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E ele PODE confortar todos os corações aflitos, basta que essas pessoas socorram a Vós.
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Uma oração é a melhor maneira de socorrer à Ele, e com certeza são muitas pessoas que necessitam.

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Quando foi a última vez que dedicou uma oração ou intenção por alguém?
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Faz muito tempo?

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Não se preocupe.
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Clicando aqui, você poderá rezar por você e por alguém também. Além do mais serão 9 dias de orações continuas pelas intenções que forem registradas.
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Se preferir, é só clicar na figura abaixo:

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A madeira da verdadeira cruz

7, junho, 2014 5 comentários
Felizes os que sofrem as perseguições da justiça: esta bem aventurança, a última na categoria, é a primeira na estima, e considero-a como a suprema felicidade da vida presente.
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Os que são injustamente perseguidos tem mais semelhança com o Salvador e levam uma vida oculta com Jesus Cristo em Deus; parecem maus e são bons; parecem mortos e estão vivos; pobres e são ricos, tolos e são sábios, detestados pelos homens e benditos por Deus. As perseguições são parcelas da cruz de Nosso Senhor, e não podemos perder delas a menor porção.
Vi há tempos, uma moça que levava à cabeça um cântaro cheio de água e em cuja superfície colocara um pedaço de madeira. Perguntei-lhe para que, e ela me respondeu que era para a água não verter.Ora daqui por diante convém colocar a cruz no centro de nossas orações, para determos o movimento dos nossos afetos com esta madeira, afim de que não derramem em inquietações e turbações de espírito.
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Sofrer é quase o único bem que neste mundo podemos praticar; porque raramente praticamos algum bem que lhe não juntemos o mal. Nosso Senhor nunca esta tão certo de nós como quando sofremos com paciência por seu amor. Vigia sempre sobre nós quando repousamos em seu seio e faz com que tiremos proveito das nossas tribulações.
É onde poderemos nós exercitar os grandes atos de invariável união do coração à vontade de Deus, da mortificação do nosso amor próprio, do amor da própria abjeção, em uma palavra, da nossa crucifixão, senão nestes rudes e perigosos assaltos? Não vos disse já muitas vezes que vos despojásseis de todas as criaturas, para vos unirdes a Jesus Cristo crucificado?
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Coragem pois; Deus é que quer despojar assim os nossos corações. Não é um rigor, é uma doçura. Animai-vos: contanto que o vosso coração se conserve fiel, não vos dará peso superior às vossas forças, e ajudar-vos-á a levá-lo, quando vir que vos abaixais para conduzirdes o feixe que vos entregar.
Bem aventurados os crucificados! Neste mundo a nossa herança é a cruz; mas no outro será a glória. Tudo passa. Após poucos dias desta vida mortal que nos faltam, virá a infinita eternidade.
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Pouco nos importa que tenhamos aqui comodidades ou não, contanto que sejamos felizes por toda a eternidade. Seja vossa consolação a eternidade santa que vos espera, e o serdes cristão, filho de Jesus Cristo e regenerado com o seu sangue, porque a nossa glória consiste em Jesus Cristo ter morrido por nós.
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Extraído de São Pio V.org

Por que o Católico não pode ser Espírita?

2, abril, 2014 12 comentários

O católico não pode ser espírita porque:

1)  O católico acredita nos Mistérios e aceita as Verdades contidas na Sagrada Escritura e na Tradição católica, certo de que elas foram reveladas ou inspiradas por Deus.

Ao contrário, o espírita proclama que não há mistérios e tudo o que ultrapassa a compreensão natural da mente humana  é falso e deve ser rejeitado.

2) O católico instruído crê que Deus pode fazer milagres e que muitos milagres ocorreram e ocorrem ao longo da História.

O espírita rejeita a possibilidade de milagres e ensina que Deus também está submisso às leis da natureza.

3) O católico crê que a Sagrada Escritura foi inspirada por Deus e, portanto, não pode conter erros em questão de fé e moral.

O espírita declara que a Bíblia está cheia de erros e contradições e que esta nunca foi inspirada por Deus.

4) O católico crê que Nosso Senhor Jesus Cristo enviou o Espírito Santo aos apóstolos e que a Igreja tem a assistência do Espírito Santo para que os autênticos sucessores dos apóstolos possam transmitir fielmente a sua doutrina.

O espírita declara que os apóstolos e seus autênticos sucessores não entenderam os ensinamentos de Nosso Senhor Jesus Cristo e que tudo quanto transmitiram está errado ou foi falsificado.

5) O católico crê que o Papa, sucessor de São Pedro, é infalível em questões de fé e moral.

O espírita declara que os papas só espalharam o erro e a incredulidade.

6) O católico crê que Nosso Senhor Jesus Cristo instituiu a Igreja para continuar a sua obra.

O espírita declara que até a vinda de Allan Kardec, a obra de Cristo estava inutilizada e perdida.

7) O católico crê que Nosso Senhor Jesus Cristo encerrou toda a Revelação e que não há mais nada para ser revelado.

O espírita proclama que o espiritismo é a terceira revelação, destinada a retificar e até mesmo substituir o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo.

8) O católico crê na Santíssima Trindade.

O espírita nega esta verdade.

9) O católico crê que Deus é o Criador de tudo, Ser pessoal, distinto do mundo.

O espírita afirma que os homens são partículas de Deus (panteísmo).

10) O católico crê que a alma humana é criada do nada, diretamente por Deus, no momento da concepção.

O espírita afirma que nossa alma é resultado de lenta e longa evolução, tendo passado pelo reino mineral, vegetal e animal.

11) O católico crê que o homem é um ser composto, substancialmente, de alma e corpo (união substancial).

O espírita afirma que é composto entre perispírito e alma e que o corpo é apena um invólucro temporário, um “alambique para purificar o espírito”.

12) O católico obedece a Deus que, sob severas penas, proíbe a evocação dos mortos.

O espírita faz desta evocação uma nova religião.

13) O católico crê na existência de anjos e demônios.

O espírita afirma que não há anjos, mas espíritos evoluídos e que eram homens; que não há demônios, mas apenas espíritos imperfeitos que alcançarão a perfeição.

14) O católico crê que Nosso Senhor Jesus Cristo é verdadeiramente o Filho Unigênito de Deus, Segunda Pessoa da Santíssima Trindade.

O espírita nega esta verdade fundamental da fé e afirma que Cristo era apenas um grande médium e nada mais.

15) O católico crê também que Nosso Senhor Jesus Cristo é verdadeiro homem, com corpo real e alma humana.

Grande parte dos espíritas afirma que Cristo tinha apenas um corpo aparente ou fluídico.

Inclua suas intenções e de seus familiares e milhares rezarão por elas

16) O verdadeiro católico crê que Maria Santíssima é a Mãe de Deus, Imaculada e assunta ao céu.

O espírita nega e ridiculariza todos os privilégios da Santíssima Virgem.

17) O católico crê que Nosso Senhor Jesus Cristo veio para nos salvar, por sua Paixão e Morte.

O espírita afirma que Nosso Senhor Jesus Cristo não é nosso Redentor, mas apenas veio para ensinar algumas verdades e de modo obscuro; e que cada pessoa precisa remir-se a si mesma.

18) O católico crê que Deus pode perdoar o pecador contritamente arrependido.

O espírita afirma que Deus não pode perdoar os pecados sem que se proceda rigorosa expiação e reparação feita pelo próprio pecador, sempre em novas reencarnações.

19) O católico crê nos Sete Sacramentos e na graça própria de cada Sacramento.

O espírita não aceita nenhum Sacramento, nem mesmo o poder da graça santificante.

20) O católico crê que o homem vive uma só vez sobre a Terra e que desta única existência depende a vida eterna.

O espírita afirma que a pessoa nasce, vive, morre e renasce, e progride continuamente (reencarnação).

21) O católico crê que após esta vida existe o céu e o inferno.

O espírita nega, pois crê em novas reencarnações.

Extraído de Frei Boaventura Kloppenburg, O.F.M. Bispo da Diocese de Novo Hamburgo (RS)

Você sabe realmente o que é e como orar?

15, fevereiro, 2014 10 comentários

O que é orar?

 1. Orar é tudo o que há de mais simples, primeira razão disso é a própria a necessidade que temos da oração.

2. Para orar, não é preciso talento especial, eloqüência, dinheiro nem recomendação de  espécie alguma. Até a devoção sensível não é necessária; a doçura a consolação não dependem de nós.

Se Deus no-las der, devemos recebê-las com reconhecimento, porquanto elas tornam a oração mais agradável. Orar, não obstante a aridez, é sempre orar. Consolados, ou não, cumpre fazê-lo.

3. Para isso, basta o conhecimento de Deus e o de nós mesmos, saber o que Ele é o que somos nós; como infinita é sua bondade e quão profunda a nossa miséria.

Para orar, uma única ciência é necessária: a fé e o catecismo.

 As palavras serão deitadas pelas nossas próprias necessidades. Poucas idéias (quan­to menos numerosas, melhor será) alguns desejos, e finalmente umas palavras saí­das do coração, – porque se assim não for, não há oração propriamente dita, – eis tudo o que é preciso.

Haverá, por acaso, um homem que não tenha um só pensamento, um único de­sejo? Pois bem, é apenas do que precisamos saber para empreender o nobre trabalho da oração. A graça, Deus no-la dá, de bom grado, a todos e a cada um em particular.

4. Por conseguinte, orar, é simplesmen­te falar com Deus; é conversar com Ele, mediante a adoração, o louvor, a súplica. Alguns teólogos opinam ser a oração um discurso feito a Deus, uma audiência por Ele concedida. É avançar muito. Grande é o numero dos que não sabem produzir um discurso, e a audiência, sendo por demais cerimoniosa, exclui a cordialidade.

Durante a oração, o nosso proceder deve ser idêntico ao que temos relativamente a um amigo íntimo e querido. A ele confiamos com sinceridade o que nos vai na alma: dissabores ou alegrias, esperanças e receios; dele recebemos conselhos e avisos, auxilio e conforto; com ele decidimos os mais importantes negócios, sin­gelamente e quase sempre sem que a sensibilidade se manifeste de forma alguma. É assim que, na oração, devemos ser para com Deus.

Quanto mai­or for a nossa simplicidade, tanto melhor será: demos voz ao coração.

 5. Se muitas vezes a oração se desenvolve de forma penosa e difícil, é culpa nossa; é porque não sabemos como nos colocar em concordância, e fazemos dela uma ideia errônea. Manifes­temos a Deus os sentimentos de nossa alma; digamos as coisas tais como se apresentam e a oração será sempre pro­veitosa. Todo caminho leva a Roma, diz o adágio, e toda ideia abre o seu para chegar a Deus.

Só saberemos orar quando o fizermos simplesmente. Que nos adianta dirigirmos ao Senhor discursos sublimes ou tornea­dos com graça?

Se acontecer que nenhuma ideia nos ve­nha à mente, tenhamos a simplicidade, de expor essa mesma nossa indigência. É isto ainda orar, glorificar a Deus e ex­pressamente advogar a nossa causa.

Extraído do livro A VIDA ESPIRITUAL Reduzida a Três Princípios – R. P. Maurício Meschler, S. J. Livro de 1923  – 253 págs

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