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Textos com Etiquetas ‘sacramentos’

O Sacramento da penitência caminho junto da oração

29, janeiro, 2019 Sem comentários

Devemos sempre lembrar das palavras que Jesus disse ao começar a pregar: “Fazei penitência, pois o Reino dos Céus está perto.” (Mat. IV,17).

É necessário praticá-la, pois assim estaremos conquistando a Vida Eterna.

Aquele que carrega consigo o pecado jamais entrará no Reino do Céu.

A penitência faz com o que pecado seja expurgado de nossas almas, por isso nunca devemos abandonar ou esquecer tal prática pois ela nos concederá a Misericórdia Divina do Coração de Jesus:

“Os pecadores encontrarão no meu Sagrado Coração uma fonte e um oceano sem fim de misericórdia.”
Promessa do Coração de Jesus à Santa Margarida Maria Alacoque.

Os padres precisam lembrar as pessoas das palavras de Nosso Senhor e reforçar diversos hábitos, que a muito, foram perdidos.

A própria oração a qual Ele ensinou aos seus discípulos já se mostra a essência de adotarmos essa prática.

Nos ensinou que, se pedirmos em Vosso nome, Deus atenderia ao nosso pedido. (João 14:13).

Além das graças que seria possível receber, Ele se referia também ao Reinos dos Céus.

Jesus tinha sempre o hábito de orar, conversar com Deus.

Ele mesmo o praticava para nos mostrar o quão bom é orar e ter contato com o Pai Eterno:

“De madrugada, ainda bem escuro, levantou-se, saiu e foi a um lugar deserto, e ali orava.” (Marcos 1:35).

É preciso reconhecer que os costumes dEle são necessários para alcançar a salvação. Sua vida foi um grande ensino para vivermos como filhos de Deus.

E se a penitência, a caridade e a oração é aquilo que O agrada, não devemos deixar de praticar estes sacramentos.


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Veja um segredo simples e eficaz para a Restauração do Matrimônio Cristão!

11, março, 2018 Sem comentários
Casamento dentro da Santa Missa

Casamento dentro da Santa Missa


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Há quem se admire do deplorável estado a que está reduzida uma grande parte das famílias cristãs;

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A
pesar de terem levantado o seu lar sobre os alicerces tão firmes de um legítimo Sacramento, instituído para conferir graça.

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Reflitamos, porém, desapaixonadamente sobre o caso.

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Todos os sacramentos da Igreja são meios ótimos de comunicar os méritos do sangue precioso de Jesus Cristo, derramado para nossa Redenção.

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Mas, para que o Sacramento produza os seus efeitos divinos para santificação das almas e, no caso, para a verdadeira vida cristã na família — são indispensáveis certas disposições da parte de quem o recebe.

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Antes de mais nada lembremos a obrigação de se confessarem os noivos, purificando a alma para receberem um Sacramento de vivos, como é o Matrimônio.
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Procedendo de acordo com o que manda a Igreja, os candidatos, bem dispostos, confortados com a divina Eucaristia, ingressarão no templo do lar, como quem passa de um santuário para outro.

O verdadeiro matrimônio cristão é o que se realiza com celebração da Missa e as bênçãos nupciais tão belas e emocionantes.
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Há um cerimonial litúrgico — a apresentação dos nubentes, a expressão do mútuo consentimento, a união simbólica das mãos, a bênção das alianças.
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O Sacerdote fala sobre o grande ato e segue-se a Missa, na qual os esposos recebem a sagrada Comunhão.
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Por duas vezes o celebrante interrompe o santo Sacrifício e, voltado para os esposos, implora as bênçãos da Deus para a nova família que nasce aos pés do altar sagrado.

Que diferença entre esta série de cerimônias tão sugestivas e os casamentos, mesmo entre cristãos, nos quais, cuida-se de tudo, menos da alma;
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E durante os minutos em que se está na Igreja, nem uma vez se eleva o pensamento para Deus!
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Não há motivo para exclamações, se desmorona um lar constituído sobre base frágil:
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Vaidade, interesse, paixão desregrada e… o que é mais grave para um crente — estando os noivos separados de Deus pelo pecado.

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Contraído cristãmente o Matrimônio, é indispensável conservar-lhe os efeitos preciosos, que hão de orientar para sempre o lar doméstico.
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Restaurar o Matrimônio é reavivar nele a figura da união entre Jesus Cristo e a sua Igreja; é viverem os esposos um para o outro, afastando energicamente tudo quanto possa esfriar o mútuo amor que há de uni-los para sempre.

Restaurar o Matrimônio é cumprir as suas leis: procriação e educação da prole e mútuo auxílio. Da perfeita harmonia entre os esposos vem a disciplina e o controle da concupiscência.
Daí estas profundas palavras de Santo Agostinho:

“Tu, a Deus; a ti, a carne” isto é, se tu estás unido a Deus, submeterás a matéria, a carne, as paixões, ao domínio pleno da razão. Serás senhor e não escravo dos instintos da animalidade.
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Para muitos — amor conjugal é velharia… em que só pensam os velhos casais, tipo colonial… 
Não!
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O amor conjugal é a verdadeira felicidade do lar. Restaurai-o, restaurando cristãmente o matrimônio e a família!
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Fonte: A Igreja e seus mandamentos por Monsenhor Henrique Magalhães Editora Vozes, 1946

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O que fez a graça santificante de Deus? Descubra agora mesmo.

12, setembro, 2017 Sem comentários
A Graça Santificante de Deus

A Graça Santificante de Deus

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Filhos de Deus


D
eus elevou o homem da simples condição de criatura para a excelsa dignidade de seu filho. Elevado à ordem sobrenatural, o homem se tornou filho de Deus.

Isto Deus realizou pela graça santificante. Passamos de servos a filhos.

A graça nos deu direito a um lugar na casa de Deus, como os filhos têm direito a um lugar na casa do pai.

Começamos a fazer parte da família de Deus. E como o filho há de ser da mesma natureza, do pai, Deus nos fez participantes da sua natureza divina (2 São Pedro 1, 4).

Deus nos tratará, não como a simples servos, mas como verdadeiros amigos (São João 15, 15).


A graça santificante (que se recebemos nos Sacramentos) é a mesma coisa que a amizade de Deus.

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Fonte: Do livro “A doutrina viva” do Rev. Pe. Álvaro Negromonte.

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Confessar-se bem, saiba como!

30, agosto, 2017 Sem comentários
Confissão

Confissão

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O Catecismo da Igreja Católica, no início do Capítulo II, dedicado aos Sacramentos de Cura, ensina que:

“O Senhor Jesus Cristo, médico de nossas almas e de nossos corpos, que remiu os pecados do paralítico e restituiu-lhe a saúde do corpo;

Quis que sua Igreja continuasse, na força do Espírito Santo, sua obra de cura e de salvação, também junto de seus próprios membros.

É esta a finalidade dos dois sacramentos de cura: o sacramento da Penitência e o sacramento da Unção dos Enfermos.” (1421)

“O sacramento da penitência pode ter outros nomes também, dentre eles: conversão, confissão, perdão e reconciliação.

Pode ser denominado Sacramento da Confissão;

Porque a declaração, a confissão dos pecados diante do sacerdote e um elemento essencial desse sacramento.

Num sentido profundo esse sacramento é uma confissão, reconhecimento e louvor da santidade de Deus e de sua misericórdia para com o homem pecador.” (1424)


Portanto, as condições mínimas para a validade do sacramento da confissão são:


O arrependimento e a presença de um sacerdote.


O Código de Direito Canônico, em seu cânon 966, diz que:

Para a válida absolvição dos pecados se requer que o ministro, além do poder de ordem;

Tenha a faculdade de exercer esse poder em favor dos fiéis aos quais dá absolvição.

Entretanto, para a integridade do sacramento é preciso;

Que a pessoa manifeste verbalmente os seus pecados graves;

Inclusive citando as circunstâncias que sejam agravantes;

Que haja o arrependimento, manifestado geralmente pelo ato de contrição,;

Que receba do sacerdote uma obra satisfatória ou penitência e;

Por fim, que seja pronunciada a fórmula da absolvição.


É o que diz o Código de Direito Canônico, no cânon 987, cuja orientação remonta ao Concílio de Trento.

Por outro lado, para a integralidade do sacramento é preciso também uma disposição do sacerdote;

O qual deve estar aberto a ouvir a confissão, impor uma obra satisfatória, conforme diz o cânon 981:

De acordo com a gravidade e número dos pecados, levando em conta, porém, a condição do penitente;

O confessor imponha salutares e convenientes satisfações, que o penitente em pessoa tem obrigação de cumprir. 

É adequado, portanto, que o sacerdote prescreva um “remédio”, algo que ajude o penitente a sair da “doença” do pecado;


Exortando-o a praticar ações pessoais e concretas para sair do vício, para realmente converter-se.


É louvável ainda recordar que;

Aqueles que se aproximam do sacramento da Penitência obtêm da misericórdia divina o perdão da ofensa feita a Deus e ao mesmo tempo são reconciliados com a Igreja que feriram pecando, e a qual colabora para sua conversão com caridade, exemplo e orações. (1423)


“Aja com humildade e confesse-se com assiduidade.”
(Santo Padre Pio de Pietrelcina)

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Fonte: padrepauloricardo.org

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Veja aqui o que Nosso Senhor Jesus Cristo ganhou para nós com a Sua Paixão na Cruz

29, maio, 2017 Sem comentários
Nosso Senhor vêm até nós!

Nosso Senhor vêm até nós!

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A Redenção

Estaríamos definitivamente perdidos, se Deus não tivesse usado de uma bondade ainda maior com os homens.

Mandou o seu Filho, segunda Pessoa da Santíssima Trindade, nos remir.

Pela Paixão e Morte de Jesus Cristo, Deus nos concedeu de novo a graça santificante, porém de maneira diferente.

É a mesma graça, com as mesmas vantagens.

É a participação da natureza divina, é a amizade de Deus, como antes.


A diferença é que agora ela será dada a cada homem por meio dos Sacramentos, que Jesus Cristo instituiu.

Só os que recebem batismo têm direito aos méritos de Nosso Senhor Jesus Cristo.


E os que, depois do Batismo, tiverem perdido a graça santificante, só a poderão alcançar por meio de outro, que é a Penitência.


E os outros Sacramentos servem para aumentar a graça santificante.


De modo que a Redenção nos dá direito à graça santificante; mas nós as alcançamos
pelos Sacramentos.

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Fonte: Livro “a Doutrina Viva” do Rev. Pe. Álvaro Negromonte.

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