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Textos com Etiquetas ‘Sagrada Eucaristia’

“Novos Judas” – é assim que Nosso Senhor os chamou… Quem? Leia aqui para descobrir!

24, setembro, 2018 Comments off
Nosso Senhor Jesus Cristo

“Novos Judas”, é como Nosso Senhor chama aqueles que comungam indignamente e Profanam Seu Sagrado Corpo.

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Em meados do século XVIII;


U
ma religiosa da Visitação, em Turim, teve uma visão tremenda e por demais impressionante.

Enquanto estava em oração fervorosa diante de Jesus Sacramentado, apareceu-lhe a Sagrada Hóstia gotejando sangue fresco.

A visão repentinamente desapareceu, e a irmã, como por encanto, se encontrou no átrio das duas igrejas situadas no começo da praça S. Carlos, e ali começou a ouvir uma algazarra de vozes dissonantes, blasfêmias e gritos que vinham das ruas laterais…


O barulho ia aumentando cada vez mais, por fim uma enorme multidão invade a praça.


Aí representam uma comédia asquerosíssima e logo após saem precipitadamente pelas ruas da direita em direção ao rio Pó;

Imediatamente uma grande enxurrada de sangue inunda toda a praça e depois escorre pelas mesmas ruas até perder-se no rio, juntamente com aquela gentalha horrível, verdadeiros demônios.

A irmã, horrorizada, volta-se para Nosso Senhor e exclama: “Ó Jesus, salvai-nos!” E Jesus responde-lhe: “Não tenhas medo, pois a enxurrada já passou.


Fique sabendo, porém, que todos esses são os profanadores do meu Sangue Eucarístico. São todos os que nesta cidade eucarística, calcam aos pés a Sagrada Eucaristia, comungando sacrilegamente.

São novos Judas que se sucedem através dos séculos. Vai e conte a todos o que lhe mostrei”.


A religiosa cumpriu o encargo. A narração desse fato impressionou grandemente, fazendo muito bem.

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Discípulo. —
Estou trêmulo de medo, Padre, mas… será que isso é verdade?

Mestre. — Fato autêntico! Existem documentos Comprobatórios nos arquivos da Igreja e na Cúria de Turim.

D. — Será possível que existam tantos Judas?

M. — Mais do que certo, e como já disse, em todas as classes sociais.

D. — E por que Jesus Cristo, sendo Deus não previu estes abusos?

M. — Sim, Ele previu, mas instituiu a Comunhão e o Sacerdócio, pois sabia também que muitos comungariam digna e santamente, prestando-lhe grande honra e grande amor, e sabia também que sem a comunhão muitos cristãos não conseguiriam manter-se fiéis e constantes na fé.

D. — Então Jesus Cristo, ao instituir a Santíssima Eucaristia, preferiu nosso proveito, à custa de ser desprezado?

M. — Realmente preferiu nosso proveito à custa de ser desprezado. Jesus é sempre Jesus, infinita bondade e misericórdia.


Faz como a mãe que se deixa arranhar pelo filhinho e depois quase o come com tantos beijos; ou como aquela outra que, apesar de ser ameaçada e desprezada pelo filho, contudo continua amá-lo e atendê-lo em tudo.


Jesus é sempre o Divino Mestre, amante, paciente, resignado, indulgente.

D. — Mesmo assim, acho que Jesus não deveria permitir tantos sacrilégios.

M. — Sua opinião e juízo são demasiado curtos e terrenos; o de Jesus é muito diverso.

Mais alegria e felicidade experimenta Ele quando uma alma comunga bem, do que a amargura que lhe podem causar todos os sacrilégios de todos os tempos.


É como o sol, que embora reverbere seus raios sobre todas as imundícies da terra, não obstante a enche de luz, vida e calor.


É como aquela mãe que se sente feliz e contente com os carinhos de um bom filho, que triste com os desgostos que lhe dão os maus.

D. — Oh! Jesus tão bondoso e tão mal correspondido.

M. — Sim, infinitamente bondoso é Jesus. Por isso é que tantos abusam de sua bondade. Porém, ai dos ingratos e dos traidores!

D. — Serão terríveis os seus castigos?


M. — Terribilíssimos, mas bem merecidos. Não haverá desculpas para eles; as palavras de Jesus Cristo são eternas e infalíveis: “Quem come indignamente a minha carne, come sua mesma condenação”.


D. —
Logo, ai dos sacrílegos!

M. — Em verdade são bem infelizes…

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Fonte: “Comungai bem” do Rev. Pe. Luiz Chiavarino.

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Com Deus não se brinca. Descubra o que pode acontecer àqueles que recebem a Santíssima Eucaristia estando em pecado (Parte II)

3, setembro, 2018 1 comentário
Eucaristia

Receber o Santíssimo Sacramento na mão é um Sacrilégio, e atrai grandes castigos de Deus! O certo é recebê-lo diretamente  na boca.

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No segundo livro dos Reis encontramos o seguinte episódio:


O rei Davi determinara transladar a Arca para a cidade onde ele residia em meio de grandes e jubilosos festejos do povo.

Para isso colocaram-na em um carro de bois, ricamente adornado para tal fim.

Sucedeu, porém, que os bois a certo ponto pararam e aos coices fizeram a Arca tombar de um lado.

Ora, um levita, que ia ao lado do carro, levantou a mão para sustê-la. Imediatamente a ira divina fulminou-o e o levita caiu morto no mesmo lugar.


D.
— Coitado! O que havia na Arca?

M. — Na Arca Santa, além das tábuas da Lei e a vara de Arão, se achava um vaso com Maná símbolo da Eucaristia.


Isso serve para advertir-nos de que não devemos consentir que almas indignas recebam o adorável Sacramento da Eucaristia.


São Paulo recorda esta semelhança da Eucaristia com a Arca santa, quando diz que nos primeiros tempos da igreja eram castigados muitos cristãos com enfermidades e até com a morte por se haverem atrevido a comungar indignamente.


D.
— Atualmente não temos exemplos de semelhantes castigos?

M. — Temos muitíssimos.


Ouça o seguinte: Uma senhorita de dezesseis anos havia passado a noite dançando. Pela manhã seguinte foi atrevidamente comungar a fim de encobrir sua falta perante o vigário e suas colegas.


Pobrezinha! Apenas voltara ao banco, sentiu um calafrio e um desarranjo interno seguidos de vômitos que;

A fizeram lançar fora a sagrada Partícula e tudo quanto havia ingerido e por fim até as próprias entranhas.


Só se pode servir a um Senhor


D.
— Coisa horrível! Com Deus verdadeiramente não se brinca. Por isso procurarei comungar sempre dignamente, com o maior respeito e reverência a tão grande Sacramento.


M. — Muito bem! Esse é o propósito que todos deveriam fazer. Comungar sempre com as devidas disposições possíveis, com os melhores sentimentos de piedade e devoção de que é capaz.


D.
— E que hão de fazer os que mesmo querendo não conseguem ter essa piedade e devoção?

M. — Para muitos será suficiente a fé interna e os esforços que fazem para manter-se em graça; outros suprem essa falha com o cuidado em evitar as faltas veniais.

O que Jesus detesta são os desgraçados maliciosos, os indiferentes, tíbios e, sobretudo, aqueles que pretendem servir a dois senhores, ser cristãos ou  pagãos, crentes e liberais, bons e maus, castos e desonestos.

D. — Aqueles enfim, que cantam para espantar os próprios males, não é, Padre?

M. — Isso mesmo: Mas chegará o dia da Justiça Divina.

Dia em que lhes será tolhida a venda dos olhos e aparecerão claros e diáfanos todos os sacrilégios cometidos.

Que confusão e vergonha não experimentarão todos os que profanaram a Pessoa adorável de Jesus Cristo na Eucaristia.


Agora Jesus se oculta e permanece caladinho, mas naquele dia aparecerá em todo seu poder e majestade como um Juiz rigoroso.


D.
— Basta, basta, Padre, já estou com medo…

M. — Oxalá! Ficassem com medo todos os indignos, os traidores, os miseráveis sacrílegos… Jesus na sua infinita bondade lhes conceda conhecimento, temor e conversão.

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Fonte: Livro “Comungai bem” do Rev. Pe. Luiz Chiavarino.

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“Tudo fiz para manifestar na Eucaristia a ternura do meu Coração” Conheça esta belíssima revelação de Nosso Senhor a Santa Gertrudes; estas palavras irão te impressionar!

22, julho, 2018 Comments off
comunhão

Nosso Senhor disse a Santa Gertrudes: “Tudo fiz para manifestar na Eucaristia a ternura do meu Coração”.

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O amor do Coração de Jesus revelou-se a Santa Gertrudes principalmente nos mistérios da Paixão e da sagrada Eucaristia.

 

Um dia em que Gertrudes segurava afetuosamente e beijava seu Crucifixo, Nosso Senhor
lhe disse:

“Cada vez que o homem age assim, ou sequer olha com devoção um Crucifixo, a misericórdia de Deus detém-lhe os olhos n’alma.

O homem deveria então pensar, no seu coração, que estas ternas palavras lhe são dirigidas: Eis como, por teu amor, eu quisera ser pregado, nu, desfigurado, coberto de chagas, com todos os membros violentamente esticados, numa cruz;

E o meu coração é tão apaixonadamente enamorado de ti que, se preciso fora, para te salvar eu suportaria ainda de bom grado, só por ti, tudo o que pude sofrer pela salvação do mundo inteiro”.

Jesus revelava em seguida a Gertrudes o amor de seu divino Coração na Eucaristia:


“As minhas delícias são estar com os filhos dos homens. Foi para contentar o meu amor que instituí este Sacramento;

Obriguei-me a permanecer nele até o fim do mundo, e quis que o recebessem frequentemente.

 

Se alguém desvia uma alma da comunhão, esse impede as delícias do meu Coração. Tudo fiz para manifestar na Eucaristia a ternura do meu Coração.

Quando arrastado pela veemência do meu amor, venho pela Comunhão a uma alma, cumulo-a de bens e ela própria e todos os habitantes do céu, todos os habitantes da terra, todas as almas do purgatório sentem no mesmo instante algum novo efeito da minha bondade”.

Reflexões


– O objeto próprio da devoção ao Sagrado Coração, é o amor do divino Salvador manifestado principalmente na sua Paixão e na sagrada Eucaristia.


Eis o objeto, espiritual e sensível ao mesmo tempo, que é proposto ao nosso amor: “Olhai, e fazei segundo o modelo que vos é proposto!”.

Olhai, pois é o objeto mais digno da vossa atenção. Possa ele atrair-vos de tal modo os olhares, que o vosso coração se fixe nele para todo o sempre!

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Fonte: “Amor, Paz e Alegria: Mês do Sagrado Coração de Jesus segundo Santa Gertrudes” do Rev. Pe. André Prevot.

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Um pequeno herói! Veja o que esse menino fez para proteger a Sagrada Eucaristia:

8, fevereiro, 2018 Comments off
São Tarcísio, jovem mártir defensor da Eucaristia!

São Tarcísio, jovem mártir defensor da Eucaristia!


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Era nos primeiros tempos do cristianismo. Os cristãos eram perseguidos, lançados as feras, mortos.


Quase todos procuravam antes receber a santa comunhão. Os sacerdotes tinham de esconder-se porque eram os mais procurados pelos inimigos.

Um dia, depois de celebrar os divinos mistérios nas catacumbas, o padre, voltando-se para os fiéis reunidos, mostrou-Ihes a Hóstia e disse:

— Amanhã muitos dos nossos serão conduzidos as feras. Quem de vós, menos conhecido que eu, poderá levar-lhes secretamente o Pão dos fortes?


A estas palavras aproxima-se um menino de dez anos, chamado Tarcísio, que parecia ter roubado aos anjos a pureza da alma e a formosura do rosto;


E, ajoelhando-se diante do altar, estendia os braços para o sacerdote sem pronunciar palavra, parecendo querer dizer:

— Eu mesmo levarei Jesus aos irmãos encarcerados…

— És muito pequeno — disse o padre — como poderei confiar-te tamanho tesouro?

— Sim, padre; justamente por ser eu pequeno me aproximarei dos mártires sem que ninguém desconfie.

Falava com tanto ardor e candura, que o padre lhe confiou os “Mistérios de Jesus”.

O pequeno, radiante de alegria, aperta ao peito o seu tesouro e diz:

— Antes que me façam em pedaços ninguém mo arrebatará.

Partiu pressuroso para o cárcere Mamertino.

Ao atravessar a praça, eis que um grupo de rapazes o cerca e quer obrigá-lo a tomar parte em seus brinquedos.

— Não posso — dizia Tarcísio — não posso, estou com pressa.


Os outros, vendo que ele conservava as mãos sobre o peito, suspeitaram tratar-se dos mistérios dos cristãos.


Gritando como possessos, lançaram por terra o pobrezinho, deram-lhe golpes, atiraram-lhe pedras, deixaram-no prostrado.

O sangue corria-lhe principalmente da boca, mas as mãos não se desprendiam do peito.

Nisto passa por ali um oficial cristão, por nome Quadrato, que, saltando no meio dos rapazes, dá golpes á direita e á esquerda e dispersa a quadrilha malfeitora.

Como urna mãe carinhosa, toma com todo o respeito o pequenino mártir da eucaristia e leva-o em seus robustos braços até ás catacumbas, onde o sacerdote, ao ver o menino, não pode conter as lágrimas.

Tarcísio, o defensor de Jesus, expirou ali mesmo.

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Fonte: Do livro “Tesouro de exemplos” Vol. I –  Pe. Francisco Alves 

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A pergunta que todos devem fazer a si mesmos: Será possível comungar mal? A reposta pode te surpreender…

6, julho, 2017 Comments off
A Sagrada Eucaristia é o Sacramento mais importante; comungar mal é profanar o Divino Corpo de Cristo.

A Sagrada Eucaristia é o Sacramento mais importante; comungar mal é profanar o Divino Corpo de Cristo.

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Será possível comungar mal?


Discípulo – Padre, uma vez que admiravelmente me explicou o modo para bem me confessar;

E tão maravilhosamente me falou da excelência da confissão bem feita, explique-me também como devo comungar, a fim de evitar o perigo de comungar, mal.

Mestre – Com todo prazer o farei, pois que, se é importante bem confessar-se;

Mais importante ainda é comungar bem, por se tratar do mais augusto e nobre dos Sacramentos.

D – Antes de tudo Padre, diga-me: será que existem cristãos que comungam mal?


M – Infelizmente sim…

E é coisa tão certa e que nos faz derramar tantas lágrimas o fato de que alguns por falta de fé ou de amor e temor de Deus;

Ou até por indiferença e maldade, comungam mal, cometendo assim verdadeiros sacrilégios.


D – Será possível Padre? Custa-me crê-lo.

M – Pode acreditar, porque se trata de uma triste realidade.

Sim, há entre os cristãos quem se atreve a isso, levados pela indiferença e pela má fé.


Pobres almas desgraçadas que assim espezinham a Jesus Cristo em seu Corpo, em sua Alma e em sua divindade.


D – E quem são estes cristãos?

M – Todos aqueles que se aproximam da mesa eucarística cientes de que se acham em pecado mortal.

E nisto não há desculpa que valha:

Nenhuma conciliação, nenhuma tolerância, nada há que possa diminuir a malícia do horrível sacrilégio que é perpetrado.


Ninguém é obrigado a comungar; por conseguinte, quem não quiser crer, quem não quiser abandonar o pecado, não comungue.


Por que tratar tão mal a Jesus e martirizá-lo com tanta crueldade?

Nos atos dos Mártires lê-se de certos imperadores tão cruéis;


Que a fim de causar maiores tormentos aos cristãos e induzi-los a renegar a fé;


Encarceravam-nos em sacos de couro repletos de serpentes, escorpiões e víboras;

Para que assim morressem vítimas das mordeduras desses repelentes animais.

Conta-se também de outros, mais cruéis ainda, que atavam os cristãos a cadáveres em putrefação;

Rosto com rosto, braços com braços, peito com peito e os deixavam assim até morrerem ao contato com tais cadáveres em decomposição, plenos de vermes nauseabundos.


Pois bem, aquele que comunga sacrilegamente faz o mesmo com Jesus Cristo.

Obrigando-O a habitar em seu coração junto com o demônio, obriga-O a sentir o cheiro de uma alma morta à graça divina.


D — Essas coisas, Padre, me fazem estremecer, e nem sequer as teria imaginado.


M — Pois bem, pense seriamente nelas agora, e faça um sincero propósito de nunca e por nenhum motivo aproximar-se indignamente da mesa sagrada da Comunhão.


O imperador Carlos Magno, vendo um dia avizinhar-se para saudá-lo um general que se achava em estado de embriaguês;

Repeliu-o com estas palavras de indignação: “Retire-te daqui, pois me causas nojo”.

O general sentiu tanto esta repulsa que jurou nunca mais se embriagar e cumpriu, de fato,
a palavra.


Assim também poderia dizer Jesus Cristo aos que se apresentam para receber indignamente a Sagrada Comunhão.


E, se não o diz com os lábios, contudo o faz sentir no fundo do coração desses infelizes que não se convertem;

Ou porque já estão acostumados a comungar mal, ou porque já perderam completamente a fé.

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Fonte: Livro “Comungai bem” do Rev. Pe. Luiz Chiavarino.

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