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Textos com Etiquetas ‘Santa Eucaristia’

Com Deus não se brinca. Descubra o que pode acontecer àqueles que recebem a Santíssima Eucaristia estando em pecado (Parte I)

2, setembro, 2018 2 comentários
Eucaristia

Deus é Misericórdia, mas é também Justiça. Ele, então, pune com severidade os pecadores obstinados.

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Conta a História Sagrada no I Livro dos Reis de como os Filisteus, atemorizados por tremendos castigos, resolveram devolver a Arca Santa aos Judeus.


D
urante o regresso a Arca ficou por algum tempo entre os Betsamitas os quais fizeram grande festa por tão insigne acontecimento; mas alguns mais curiosos, desejando conhecer o que havia dentro da Arca, a abriram.

Esta falta de respeito, para nós tão insignificante, custou a vida de mais de cinquenta mil pessoas, fulminadas repentinamente pela ira divina enquanto o povo gritava:

Quão terrível é a presença de um Deus tão poderoso e santo!

 

D. — Pelo que vejo, Padre, com Deus não se brinca.

M. — De fato.


E se tivéssemos verdadeira fé quando vamos comungar, deveríamos prorromper nas mesmas exclamações diante de Jesus realmente presente na Santíssima Eucaristia;


Em vez quantos betsamitas existem ainda hoje que se dizem cristãos, e vão alegres e desejosos de ver e receber a Jesus Cristo, porém não fazem o que devem para honrá-Lo dignamente.


Não conseguem ver as purulentas feridas da própria alma, por estarem atolados na matéria, no sensualismo, no egoísmo.

Não advertem que, cometendo sempre as mesmas faltas e permanecendo sempre nos mesmos defeitos sem vontade de se corrigir; 

Aproximando-se temerariamente daquele insondável Mistério do qual a Arca era uma simples imagem, convertem o remédio em veneno, e vão buscar a morte na fonte da vida. 

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(Continua…)

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Fonte: Livro “Comungai bem” do Rev. Pe. Luiz Chiavarino.

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botao_05

O poder de um sacerdote… Você já pensou nisso? Então veja aqui:

30, junho, 2017 Sem comentários
A Palavra de um homem, um sacerdote, é capaz de fazer descer do Céu o Filho de Deus, vivo, inteiro e imortal...

A Palavra de um homem, um sacerdote, é capaz de fazer descer do Céu o Filho de Deus, vivo, inteiro e imortal…

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Admirai-vos, talvez, de me ouvir dizer que a Missa é uma obra maravilhosa?


não é, com efeito, inefável maravilha o que opera a palavra de um humilde sacerdote?

Que língua angélica ou humana poderia explicar poder tão excessivo?

Quem, jamais, pode imaginar que a palavra de um homem, que não tem, naturalmente, a força de levantar da terra uma palha;

Receberia da graça o poder surpreendente de fazer descer do Céu o Filho de Deus?


Aí está um poder maior que o de transportar montanhas, esgotar o mar e abalar os céus;


Poder comparável, de certo modo, àquele primeiro Fiat com que Deus fez surgir do nada todas as coisas;

E que pode mesmo parecer sobrepujar, em outro sentido, aquele Fiat pelo qual a Virgem Santíssima atraiu a seu seio o Verbo Divino.

A Virgem Maria nada mais fez que fornecer a matéria do corpo de Cristo dela formado;

Sem dúvida, isto é, de seu puríssimo sangue, mas não por ela nem por sua operação:

Enquanto que a voz do sacerdote, sendo instrumento de Cristo no ato da consagração, O reproduz de um modo novo e admirável;


Quer dizer, sacramentalmente e isto tantas vezes quantas consagra.


O bem-aventurado João, o Bom, de Mântua, levou um eremita seu companheiro a compreender esta verdade.

Este não conseguia persuadir de que a palavra de um padre tivesse o poder de mudar a substância do pão, no Corpo de Jesus Cristo, e a do vinho em seu Sangue;]

E, o que é mais deplorável, tinha cedido a essa tentação diabólica.

O servo de Deus percebeu o erro do companheiro, e, conduzindo-o a beira de uma fonte, aí encheu de água uma taça e deu-lhe de beber.

Depois de sorver toda a água, o outro confessou que jamais, em toda a sua vida, provara um vinho tão delicioso.

Então João, o Bom, disse-lhe:

Não vedes o milagre, meu querido irmão?

Se, por meio de um miserável como eu, a água se mudou em vinho pela onipotência divina;

Quanto mais deveis crer, por meio das palavras do sacerdote, que são palavras de Deus;

O pão e o vinho mudam-se no Corpo e Sangue de Jesus Cristo?

Quem ousaria jamais pôr limites à onipotência de Deus?”


Bastou isso para dissipar o engano do eremita, que, expulsando de seu espírito toda a dúvida, fez grande penitência por seu pecado.


Um pouco de fé, mas de fé viva, e confessaremos que inúmeras são as prodigiosas prerrogativas contidas neste admirável Sacrifício.


Aí veremos, com admiração, renovar-se-á a toda hora este prodígio da sagrada humanidade de Jesus Cristo presente em milhares e milhares de lugares;

E gozando, por assim dizer, de uma sorte de imensidade que não possui nenhum outro corpo, e só a ela reservada em recompensa do sacrifício de sua vida que Ele fez a Deus Altíssimo.


Um demônio,

…falando pela boca de uma pessoa, fez com que um judeu incrédulo compreendesse esta verdade, por meio de uma comparação material e grosseira.

O homem achava-se numa praça com muitas pessoas, entre as quais a mulher possessa.


Nesse momento passou um padre que levava o Santo Viático a um doente. 


Todos os presentes se ajoelharam e prestaram homenagem ao  Santíssimo Sacramento.

Só o judeu ficou imóvel e não deu sinal algum de respeito.

Vendo isso, a mulher levantou-se furiosa, arrancou-lhe o chapéu e deu-lhe um vigoroso bofetão, dizendo-lhe.

“Desgraçado, porque não te prostras diante do verdadeiro Deus presente neste Divino Sacramento?”

“Que Deus?”, replicou o judeu.

“Se fosse verdade, a conseqüência seria haver muitos deuses, pois, ao celebrarem a Santa Missa ele estaria em cada um dos vossos altares”.

A estas palavras, o espírito, que habitava naquela mulher, tomou um crivo e opondo-se ao sol, disse ao judeu que olhasse os raios filtrando-se pelos buracos.

Em seguida ajuntou:

“Dize-me, judeu, há então muitos sóis passando pelas aberturas deste crivo, ou um só?”

E, à resposta do judeu de que não havia senão um sol, a mulher replicou.

“Por que te espantas, então, de que Deus, feito Homem e feito Sacramento, possa ter, por um excesso de amor;

Uma presença real e verdadeira sobre vários altares, permanecendo, no entanto, uno, indivisível e imutável?”


Foi o suficiente para confundir a incredulidade do judeu, que por esse raciocínio se viu constrangido a confessar a verdade de nossa Fé.

Ó santa Fé! Apenas um raio de tua luz, e exclamaremos com fervor:

Quem ousaria estabelecer limites à onipotência de Deus?

Nesta grande concepção que tinha do poder de Deus, Santa Teresa dizia, muitas vezes;

Que quanto mais sublimes eram os mistérios de nossa fé, e profundos e impenetráveis à nossa inteligência;


Com tanto mais força e felicidade neles acreditava, sabendo bem que Deus todo-poderoso pode fazer prodígios infinitamente maiores.


Reanimai, espontaneamente, vossa fé e confessai que este Divino Sacramento é o milagre dos milagres, a maravilha das maravilhas;

E que sua maior excelência consiste em ultrapassar nossa pobre inteligência. 

E tomados de admiração dizei e repeti muitas vezes:


Oh! Que grande tesouro! Que imenso tesouro!


Se, porém, sua excelência prodigiosa não vos comove, que vos toque, ao menos, sua soberana necessidade.

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Fonte: Livro “As Excelências da Santa Missa” de São Leonardo de Porto Maurício.

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