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Textos com Etiquetas ‘Santíssima Eucaristia’

Como se aproximar de Deus?

5, julho, 2019 2 comentários
Sagrado Coração de Jesus - Imagem Destacada 8

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Sagrado Coração de Jesus: A máxima aproximação de Deus

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Coração de Jesus de Majestade Infinita*

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Por meio do Coração Imaculado de Maria queremos dirigir-nos ao Coração Divino do seu Filho, ao Coração de Jesus, de Majestade infinita!

De fato, a infinita Majestade de Deus está escondida no Coração humano do Filho de Maria. 

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Este Coração é a nossa Aliança

Este Coração é a máxima aproximação de Deus em relação aos corações humanos e à história humana. 

Este Coração é a maravilhosa “Condescendência” de Deus: o Coração humano que pulsa com a vida divina: a vida divina que pulsa no coração humano.

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Na Santíssima Eucaristia descobrimos com o “sentido da fé” o mesmo Coração, o Coração de Majestade, que continua a pulsar com o amor humano de Cristo, Deus-Homem.

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Quão profundamente sentiu este amor o Santo Papa Pio X, antigo Patriarca de Veneza;

– quanto desejou ele que todos os cristãos, desde a mais tenra idade, se aproximassem da Eucaristia, fazendo a Sagrada Comunhão: para que se unissem a este Coração que, ao mesmo tempo, é para todos os homens “Casa de Deus e Porta do céu”.

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“Casa”: mediante a comunhão eucarística, o Coração de Jesus estende a sua morada a todo o coração humano.

“Porta”: porque em cada um dos corações humanos Ele abre a perspectiva da eterna união com a Santíssima Trindade. 

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 *”Angelus”, 16-6-85.

Meditações de João Paulo II sobre a Ladainha do Sagrado Coração de Jesus feitas na oração do Angelus. 

Fonte: Em louvor do Sagrado Coração de Jesus – Editorial Missões

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Que linda meditação, não é mesmo?!

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Se você acabou de ler este texto sobre o Sagrado Coração de Jesus, seguramente, não foi por acaso!

Sagrado Coração de Jesus - Sem Fundo 2

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É Nosso Senhor chamando VOCÊ para se aproximar e entregar seu coração a ELE.

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Assim como ELE “entregou” Seu Coração para NÓS!

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Entre em contato com o número:
0800 608 2126
Dica: Se estiver no celular é só clicar no número que o aparelho discará automaticamente.

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E registre seus pedidos de oração na Santa Missa que faremos celebrar.

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A ligação é gratuita para todo o Brasil e estamos disponíveis de segunda a sexta-feira, das 08h às 18h, para inscrever todas as preces que serão levadas ao altar da Celebração a Nosso Senhor Jesus.

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“Coração de Jesus que tanto me amais, fazei que eu Vos ame cada vez mais.”

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Famílias do Sagrado Coração de Jesus

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Ajude Nosso Senhor Jesus resgatar almas!

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Como?

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Inscreva-se aqui nas Famílias do Sagrado Coração e colabore dessa forma a levar a devoção do Seu Coração Misericordioso para milhares de pessoas.

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Certamente o Filho Deus Pai irá derramar muitas bênçãos em sua vida por Ajudá-lo a reencontrar seus filhos amados que estão perdidos neste mundo.

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Saiba mais clicando no botão abaixo:

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A importância da Parábola da Veste Nupcial, e descubra como é horrível receber a Sagrada Eucaristia indignamente. Veja

4, julho, 2018 Sem comentários
Nosso Senhor está presente na Santíssima Eucaristia

Nosso Senhor está presente na Santíssima Eucaristia


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Discípulo. — Padre, tenha a bondade de explicar-me a parábola dos convidados às núpcias, e o que sucedeu ao que não tinha a veste nupcial.

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Mestre. — 
Com muito gosto. Preste, pois atenção: 

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Narra o Santo Evangelho que um rei quis, com a maior pompa possível, celebrar o casamento de seu filho. Preparou um grande banquete e convidou todos os parentes e amigos.

Muitos, porém se recusaram em atender ao convite de tão bondoso rei. Vendo isto, o rei disse aos seus criados que fossem às praças e ruas da cidade e convidassem a todos que encontrassem.

Quando a sala ficou repleta e os lugares todos ocupados, entrou o rei para passar em revista os convidados. Encontrou um que não tinha a veste nupcial, e lhe disse: “Amigo, como entraste aqui não tendo a veste nupcial?”

E sem mais detença ordenou aos criados: “Tirai-o daqui, e atado de mãos e pés lançai-o no calabouço”.

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D. — 
Padre, que significa esta veste nupcial da qual não estava revestido aquele infeliz e por isso foi metido no cárcere, sendo ele pobre?

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M. —
Este banquete representa a Eucaristia, ou seja, a Sagrada Comunhão.

O rei que faz festa por motivo das núpcias de seu filho é o Padre Eterno; o filho é Jesus Cristo que se desposa com a natureza humana.

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Os convidados são todos os homens da terra.

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Esta parábola significa que Deus criou todos os homens para o paraíso;

E por isso, os convida a todos a alcançá-lo pela senda da fé, da caridade, da penitência e dos sacramentos; porém, dentre estes convidados, muitos não querem crer: são os ateus;

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Outros apresentam desculpas: são os pecadores que adiam a própria conversão;

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Finalmente alguns vão ao banquete, porém sem a veste nupcial: são os sacrílegos, representados naquele infeliz que foi expulso do banquete, atado e metido em um calabouço.

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D. — 
Então, porque o obrigaram a vir ao banquete?

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M. —
 Ele sabendo que era indigno, devia opor-se, apresentar pretextos, ou pedir desculpas antes de entrar.

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O fato é bem claro: todo aquele que vai comungar com pecado mortal na alma se encontra nas mesmas condições daquele infeliz e, portanto em perigo de ser condenado.

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Ademais, Deus mesmo o disse p
ela boca do grande apóstolo São Paulo:

“Aquele que come a minha carne indignamente, come a sua mesma condenação e a si mesmo se julga”.

Lê-se em um capítulo do Sagrado Livro dos Números que, quando o marido, por uma suspeita fundada, duvidasse da fidelidade de sua mulher, tinha o direito, conforme a lei de Moisés, de apresentá-la ao Sacerdote.

Este, para dissipar a dúvida, tomava um pouco de pó do chão do templo e misturando-o com água dava-o à mulher para beber.

Se ela era culpada, caía imediatamente morta, como corroída por um terrível veneno; mas se era inocente, nada lhe sucedia e voltava para casa, no meio do contentamento e alegria de seus parentes.

O mesmo sucede, embora invisivelmente, na Santa Comunhão.

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Ai da alma em pecado mortal, que ousa aproximar-se da mesa sagrada para receber a Comunhão das mãos do Sacerdote!… Ser-lhe-á um veneno mortal.

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Feliz, ao invés, mil vezes feliz aquele que se alimentar desse Pão da Vida, tendo o coração limpo e contrito; receberá bênçãos e graças e os aplausos dos anjos, e a comunhão será para ele penhor de glória eterna.

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D. — 
Serão muitos os que comungam sem a veste nupcial, ou seja, em pecado mortal?

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M. — 
Quem poderá dizer com certeza que sejam muitos? O certo é que, infelizmente, existem muitos em todas as classes sociais.

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Fonte: Livro “Comungai bem” do Rev. Pe. Luiz Chiavarino.

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Seu e-mail tem espaço para Deus?

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Clique aqui e deixe Deus entrar no seu dia-a-dia!

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“Sem Maria não chegamos a Jesus” – O que podemos aprender com esta reflexão de São Pedro Julião Eymard? Veja

14, maio, 2018 1 comentário
São Pedro Julião Eymard

São Pedro Julião Eymard


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Maria é fonte de bênçãos e graças, como assegura São Bernardo e muitos outros santos.

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T
odas as graças vêm através de Maria.

A honra que prestamos à Eucaristia não deve diminuir a devoção para com a Santíssima Virgem Maria.

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Seria uma insensatez pensar que basta o Santíssimo Sacramento e esquecer Nossa Senhora.

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Sempre encontramos Jesus nos braços de sua Mãe. Não foi ela que nos deu Jesus?

Foi através do seu consentimento que o Verbo se encarnou e iniciou o grande mistério de reparação; graças a esta anuência podemos nos unir a Jesus sacramentado.

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Sem Maria não podemos encontrar Jesus, o coração de Cristo pertence a ela, aí Cristo encontra suas delícias.

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Todos que desejam conhecer as virtudes íntimas de Jesus, seu amor recôndito e privilegiado, devem procurar no Coração de Maria; quem realmente ama esta boa Mãe encontra Jesus em seu coração puríssimo.

Jamais devemos separar Jesus e Maria; sem ela não chegamos até Jesus.

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Ouso afirmar que quanto mais amamos a Eucaristia, mais cresce o nosso amor para com a Santíssima Virgem.

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Existe alguma criatura mais amada por Deus ou uma mãe que tenha sido mais ternamente querida por seu filho que a Santíssima Virgem Maria?

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Seria uma grande falta de delicadeza com Nosso Senhor, não honrar sua Mãe; na Encarnação Jesus recebeu a natureza humana de Maria;

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Foi por essa carne recebida de Maria que glorificou o Pai, que nos salvou e que continua a alimentar o mundo através do Santíssimo Sacramento.

Nosso Senhor deseja que a honremos; sem dúvida o Filho honrou sua Mãe no aconchego do lar de Nazaré, porém a vida pública obrigou que Maria ficasse oculta, o Filho de Deus precisava cumprir sua missão.

Hoje, podemos retribuir todo o sacrifício da Virgem Santíssima, honrando-a como Mãe de Deus e nossa Mãe. Devemos um culto particular a Maria.

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Pertencer ao Filho é pertencer a Maria, adorar o Filho é honrar a Mãe.

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Para ser verdadeiros cristãos devemos prestar um culto de especial veneração à Santíssima Virgem invocando-a como Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento.

Quando honramos Jesus Cristo na Cruz, oramos a Nossa Senhora das Dores; quando meditamos a vida retirada de Nazaré, tomamos como modelo Maria; a Santíssima Virgem acompanha a vida inteira de Jesus.

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Fonte: São Pedro Julião Eymard – Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento: Um mês com Maria. São Paulo: Factash Editora, 2008, p. 16 – 18

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Quinta-feira Santa! Uma meditação sobre a traição de Judas e a nossa. Veja.

29, março, 2018 Sem comentários
Nosso Senhor é traído por Judas com um beijo.

Nosso Senhor é traído por Judas com um beijo.


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“Convém que morra um homem pelo povo e que não pereça toda a nação” (Io. 11, 50). 

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T
endo os iníquos pontífices decretado a morte de Jesus Cristo, tiveram grande satisfação ao ver que Judas, um dos discípulos, se oferecia a traí-Lo e entregar-Lho nas mãos.

O Senhor conhece perfeitamente a felonia de Judas e todavia não deixa de tratá-lo como amigo na mesma forma que de antes;

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Olha-o com benevolência, não recusa a sua companhia e chega a prostrar-se-lhe aos pés para os lavar.

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Ó inefável benignidade! Que belo exemplo para nós, se o quisermos aproveitar! 

 

I.

No mesmo tempo em que Jesus andava derramando graças e fazendo milagres para benefício de todos, reúnem-se os primeiros personagens da cidade de Jerusalém a fim de tramarem a morte do Autor da vida.

Refere São João que se ajuntaram os pontífices e os fariseus em conselho e diziam: Que fazemos nós? Este homem faz muitos milagres; se o deixamos assim livre, todos crerão nele.

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Mas um deles, por nome Caifás, respondeu que lhes convinha que um homem morresse pelo povo, e não perecesse a nação toda.

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“E desde aquele dia”, diz o mesmo São João, “pensavam em como haviam de o fazer morrer.” — Ah, Judeus! Não temais;.

 

Nosso Senhor é levado para a prisão!

Nosso Senhor é levado para a prisão!

Vosso Redentor não fugirá, porquanto veio à terra exatamente para morrer;

E pela sua morte livrar-vos a vós e a todos os homens da morte eterna. 

Entretanto Judas apresenta-se aos pontífices e diz:

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Quid vultir mihi dare, et ego vobis eum tradam?
 “Que me quereis dar, e eu vô-Lo entregarei?”

Oh! Que alegria deviam sentir os Judeus, pelo ódio que devotavam a Jesus Cristo, ao verem que um dos seus discípulos o queria trair e entregar-Lho nas mãos!

Consideremos nisso o júbilo que, por assim dizer, reina no inferno, quando uma alma, depois de servir a Jesus Cristo por muitos anos, vem a traí-Lo por qualquer miserável bem ou vil satisfação. 

Mas, ó Judas, já que estás resolvido a vender o teu Deus, exige pelo menos o preço que Ele vale. É um bem infinito, merecedor portanto de um preço infinito.

Porque, pois, concluis o negócio por trinta dinheiros? At illi constituerunt ei triginta argenteos. “E eles prometeram-lhe trinta dinheiros de prata”.

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Minha alma, deixa Judas, e fixa em ti mesma os teus pensamentos. Dize-me, por que preço vendeste tu mesma tantas vezes a graça divina ao demônio? 

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Ah, meu Jesus, quantas vezes Vos virei as costas, e a Vós preferi um capricho, um empenho, um prazer passageiro e vil! Sabia que, pecando, perdia a vossa amizade e voluntariamente a troquei por um nada.

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Tivesse morrido antes de fazer-Vos tão grande ultraje! Ó meu Jesus, arrependo-me de todo o coração e quisera morrer de dor.

 

II.

Contemplemos agora a benignidade de Jesus Cristo, que, sabedor do ajuste feito por Judas, contudo, vendo-o, não o repele de si, nem o olha com maus olhos;

Admite-o em sua companhia, e ainda à sua mesa; repreende-o pela sua traição com o único intuito de chamá-lo à resipiscência;

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E vendo-o obstinado, chega a prostrar-se diante dele e a lavar-lhe os pés para desta arte o enternecer. 

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Ah, meu Jesus, é assim também que fizestes comigo. Eu Vos desprezei e traí, e não me repelis; não deixais de olhar-me com amor, e me admitis à vossa mesa da santa comunhão.
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O Remorso de Judas o traidor!

O Remorso de Judas o traidor!

Meu amado Salvador, nada mais podeis fazer para me obrigar a Vos amar.
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E eu terei ânimo de continuar a ofender-Vos e pagar-Vos com a minha ingratidão?

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Não, meu Deus, não quero mais abusar da vossa misericórdia.

Agradeço-Vos a luz com que me iluminais e prometo que mudarei de vida.

Vejo que já não me podeis suportar mais tempo.

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Porque, pois, esperarei até que Vós mesmo me mandeis ao inferno, ou me abandoneis em minha vida de perdição, castigo este maior do que a própria morte? 

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Meu Jesus, eis que me prostro aos vossos pés. Peço-Vos perdão das ofensas a que Vos fiz e rogo-Vos que me recebais em vossa graça.

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Quem me dera poder recomeçar os anos passados; quisera empregá-los unicamente em vosso serviço, ó Senhor meu.

Os anos, porém, não voltam mais; por piedade, fazei ao menos que empregue o que me resta de vida, unicamente em amar-Vos e fazer que outros também Vos amem.

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Ó grande Mãe de Deus e minha Mãe Maria, socorrei-me com a vossa intercessão, pedi a Jesus que me faça todo seu.

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Peço-vos esta graça pela parte que tomastes na Paixão de vosso divino filho
. (I 603.) 

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Fonte: Do livro de Santo Afonso Maria de Ligório. Meditações: Para todos os Dias e Festas do Ano: Tomo Primeiro: Desde o primeiro Domingo do Advento até Semana Santa inclusive. Friburgo: Herder & Cia, 1921, p. 377-379.

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O que São Paulo da Cruz pode nos ensinar sobre a Santa Missa? Veja.

14, janeiro, 2018 Sem comentários

Santa Missa.


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“Apesar de absorto nos augustos mistérios, cumpria escrupulosamente as cerimônias, nada julgando de somenos nas coisas de Deus.

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Inflamava-se-lhe paulatinamente o rosto e lágrimas copiosas umedeciam os paramentos sagrados.
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Com o decorrer dos tempos, diminuíram as lágrimas, particularmente nas aridezes e desolações espirituais. Porém, jamais deixou de chorar depois da Consagração.”
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Este grande Santo, fundador da Congregação da Paixão de Jesus Cristo, comumente conhecidos como os passionistas, nasceu com o nome de Francisco Danei Massari, em Ovada, Itália, aos 3 de Janeiro de 1694.

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Apaixonado pela Paixão de Cristo, dedicou-se a uma vida de solidão e pobreza e idealizou a fundação de uma congregação.

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Foi ordenado sacerdote pelas mãos do Papa Bento XIII em 07/06/1727, na Basílica de São Pedro, onde futuramente foi canonizado, em 1866, pelo Papa Pio IX.

As Regras foram aprovadas pelo Papa Bento XIV em 1741.

Gostaria de transcrever algumas passagens de uma biografia sua, em que se fala de seu amor zeloso pela Sagrada Liturgia.

Há quem tente identificar o zelo pelas rubricas com um espírito distante do amor ao próximo ou superficial na vida espiritual.

Neste caro Santo encontramos o contrário: uma profunda caridade para com o próximo, aliada a uma vida intensamente mística e um zelo ardente pela Sagrada Liturgia.

Seja ele um modelo para todos os sacerdotes de Cristo! Eu diria que esta é a forma mais completa e autêntica da Ars Celebrandi! São Paulo da Cruz, rogai por nós!

O SANTO NO ALTAR

O nosso santo é, pois, sacerdote!… Vai tomar nas mãos o sangue do Cordeiro divino e oferecer a Vítima imaculada…

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Tudo eram transportes de alegria e êxtases de amor… (…) Imaginemos com que fé e amor subiria São Paulo da Cruz ao altar!

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Apesar de absorto nos augustos mistérios, cumpria escrupulosamente as cerimônias, nada julgando de somenos nas coisas de Deus. Inflamava-se-lhe paulatinamente o rosto e lágrimas copiosas umedeciam os paramentos sagrados.

Com o decorrer dos tempos, diminuíram as lágrimas, particularmente nas aridezes e desolações espirituais. Porém, jamais deixou de chorar depois da Consagração.

São Paulo da Cruz.

Qual a fonte misteriosa e inesgotável dessas lágrimas? Ouçamo-lo em palestra com seus filhos.

Acompanhai a Jesus em sua Paixão e Morte, porque a missa é a renovação do Sacrifício da Cruz.

Antes de celebrardes revesti-vos dos sofrimentos de Jesus Crucificado e levai ao altar as necessidades de todo o mundo.

Quando celebrava, afigurava-se-lhe estar no Calvário;

Ao pé da Cruz, em companhia da Mãe das Dores e do Discípulo predileto, a contemplar Jesus em suas penas.

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Essa a causa de tantas lágrimas, verdadeiro sangue da alma que, mesclado com o Sangue divino do Cordeiro, eram oferecidas ao Eterno Pai para aplacá-Lo e atrair sobre os homens graças e benefícios.

Revestir-se de Jesus Crucificado antes do santo Sacrifício, Paulo o fazia diariamente;

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Pois não subia ao altar sem macerar com disciplina terminada em agudas pontas, enquanto meditava a dolorosa Paixão do Senhor;

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Unindo-se espiritual e corporalmente aos tormentos do seu Deus. Terminada a santa missa, retirava-se a lugar solitário, entregando-se aos mais vivos sentimentos de gratidão e amor.

E prescreveu nas santas Regras este método de preparação e ação de graças à santa missa.

Ao comentar as palavras do Evangelho Coenaculum Stratum, dizia ser o cenáculo o coração do padre, cuja integridade deve ser defendida a todo custo, mantendo-se sempre acesas as lâmpadas da fé e da caridade.

Comparava também o coração sacerdotal ao sepulcro de N. Senhor, sepulcro virgem, onde ninguém fora depositado.

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E acrescentava: O coração do sacerdote deve ser puro e animado de viva fé, de grande esperança, de ardentíssima caridade e veemente desejo da glória de Deus e da salvação das almas.

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Zeloso da rigorosa observância das rubricas, corrigia as menores faltas. Velava outrossim pelo asseio das alfaias sagradas.

Tudo o que serve ao santo Sacrifício, dizia, deve ser limpo, sem a menor mancha. Vez por outra mostrou N. Senhor com prodígios quão agradável lhe era a missa celebrada pelo seu fiel servo.

Celebrava certo dia na capela do mosteiro de Santa Luzia, em Corneto. Tinha como ajudante o ilustre personagem Domingos Constantini.

Pouco antes da Consagração, envolveu-o tênue nuvem de incenso, embalsamando o santuário de perfume desconhecido, enquanto o santo se elevava a cerca de dois palmos acima do supedâneo.

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Terminada a Consagração, envolto sempre naquela misteriosa nuvem, alçou-se novamente ao ar, com os braços abertos. Dir-se-ia um Serafim em oração.

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O piedoso Constantini de volta à casa, maravilhado, relatou o fato, glorificando a Deus, tão admirável nos seus santos.
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Fonte: Pe. Luís Teresa de Jesus Agonizante, Vida de São Paulo da Cruz, Capítulo XII. 

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