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Textos com Etiquetas ‘Santíssima Eucaristia’

Nosso Senhor Jesus Cristo vai lhe dar o que você quiser! Descubra onde:

9, fevereiro, 2016 4 comentários

Sublimidade da Consagração da hóstia no altar!


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Nosso Senhor Jesus Cristo nos concede tudo o que Lhe pedimos na Santa Missa;

E o que mais vale é que nos dá ainda o que nem sequer cogitamos pedir-Lhe e que, entretanto, nos é necessário”.

Esta mensagem é de São Jerônimo. Como você sabe, um dos maiores Doutores da Igreja dos primeiros séculos.

É na Santa Missa que os católicos mostram a sua devoção a Jesus Cristo. Por isso, a importância de participar ativamente e unir-se vivamente ao Nosso Senhor, que se sacrifica no Altar entre as mãos do padre.

Os benefícios em participar de uma Santa Missa são diversos…

… unir-se vivamente a Jesus Cristo;
… receber neste dia Jesus Eucarístico;
… evita o pecado mortal, pois quem não participa da Santa Missa comete enorme pecado aos olhos de Deus;
… é um ato comunitário  e social;

Então, inscreva seu nome e suas intenções na Santa Missa da Saúde:

É só ligar gratuitamente para:

0800 774 7557

Este é o momento para meditar a respeito do que disse São Jerônimo e saber que Nosso Senhor sempre socorrerá quem participa da Santa Missa, até nos momentos que parecem não ter solução.

Muitos católicos se alegram simplesmente em participar de uma Santa Missa por um único motivo: estão comprovados os sacramentos da Comunhão e da Confissão.

Antigamente, os católicos chamavam a Santa Missa de “Dia do Pão”. O motivo é receber Jesus Eucarístico, Pão do Céu.

Você não acha que hoje deveria ser assim também?

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0800 774 7557 

Que o Sagrado Coração de Jesus sempre lhe proteja e guarde!

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É impressionante o que essa garotinha fez, veja:

18, janeiro, 2016 2 comentários

 

Criança fazendo oração piedosa.

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Joei era uma menina que as Irmãs de Caridade encontraram abandonada pelos pais às margens do Rio Amarelo, da Grande China.

Estava a criancinha a morrer de fome e frio, quando as Irmãs a levaram para o hospital. Logo que a vestiram e alimentaram, dando-lhe leite quente, começou a pequenina a recobrar a vida e a saúde.

Foi batizada e logo brilhou a inteligência em seus olhinhos vivos e começou a conhecer a Deus e a aprender as coisas do céu.

Andava já pelos oito anos e gostava de assistir à doutrina com as crianças que se preparavam para a primeira comunhão.

Mas a sua memória não acompanhava o seu coração e quando o missionário foi examiná-la, teve que dar-lhe a triste noticia de que não seria admitida à primeira comunhão enquanto não soubesse melhor a doutrina.

Julgava o Padre que essa determinação a deixaria indiferente. Mas não foi assim. Daquele dia em diante notou-se uma mudança extraordinária no comportamento da menina.

Em lugar de brincar, como antes, com as crianças de sua idade, Joei começou a passar seus recreios na capela aos pés de Jesus.

Um dia, estando Joei diante do Santíssimo, o Padre acercou-se dela devagarzinho e ouviu que repetia com frequência o nome de Jesus.

— Que é que fazes ai?

— Estou visitando o Santíssimo Sacramento.

— Visitando o Santíssimo?  Tu nem sabes quem é o Santíssimo…

— É meu Jesus, respondeu Joei.

— Bem, e que pedes a Jesus?

Então, com as mãos postas e sem levantar a cabeça, com lágrimas nos olhos, respondeu com indizível doçura:

Peço a Jesus que me dê Jesus.

E a pequena Joei teve licença de fazer sua primeira comunhão.

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O que se DEVE saber sobre a Eucaristia: São Pio X responde

30, julho, 2014 2 comentários
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A SANTÍSSIMA EUCARISTIA – Catecismo Maior de São Pio X
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1. Da natureza da Santíssima Eucaristia e da presença real de Jesus neste Sacramento
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A Eucaristia é um Sacramento que, pela admirável conversão de toda a substância do pão no Corpo de Jesus Cristo, e de toda a substância do vinho no seu precioso Sangue, contém verdadeira, real e substancialmente o Corpo, Sangue, Alma e Divindade do mesmo Jesus Cristo Nosso Senhor, debaixo das espécies de pão e de vinho, para ser nosso alimento espiritual.
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Na Eucaristia está verdadeiramente o mesmo Jesus Cristo que está no Céu e que nasceu, na terra, da Santíssima Virgem Maria.
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Eu acredito que no Sacramento da Eucaristia está verdadeiramente presente Jesus Cristo porque Ele mesmo o disse, e assim no-lo ensina a Santa Igreja.
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A matéria do Sacramento da Eucaristia é a que foi empregada por Jesus Cristo, a saber: o pão de trigo e o vinho de uva.
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A forma do Sacramento da Eucaristia são as palavras usadas por Jesus Cristo: ‘Isto é o meu Corpo; este é o meu Sangue’.
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A hóstia antes da consagração é pão de trigo. Depois da consagração, a hóstia é o verdadeiro Corpo de Nosso Senhor Jesus Cristo, debaixo das espécies de pão.
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No cálice antes da consagração está vinho com algumas gotas de água. Depois da consagração, há no cálice o verdadeiro Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, debaixo das espécies de vinho.
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A conversão do pão no Corpo e do vinho no Sangue de Jesus Cristo faz-se precisamente no ato em que o sacerdote, na Santa Missa, pronuncia as palavras da consagração.

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A consagração é a renovação, por meio do sacerdote, do milagre operado por Jesus Cristo na última Ceia, quando mudou o pão e o vinho no seu Corpo e no seu Sangue adorável, por estas palavras: ‘Isto é o meu Corpo; este é o meu Sangue’.
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Esta miraculosa conversão, que todos os dias se opera sobre os nossos altares, é chamada pela Igreja transubstanciação.
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Foi o mesmo Jesus Cristo Nosso Senhor, Deus onipotente, que deu tanta virtude às palavras da consagração.
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Depois da consagração ficam só as espécies do pão e do vinho. Dizem-se espécies a quantidade e as qualidades sensíveis do pão e do vinho, como a figura, a cor e o sabor.
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As espécies do pão e do vinho ficam maravilhosamente sem a sua substância por virtude de Deus Onipotente.
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Tanto debaixo das espécies de pão, como debaixo das espécies de vinho, está Jesus Cristo vivo e todo inteiro com seu Corpo, Sangue, Alma e Divindade.
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Tanto na hóstia como no cálice está Jesus Cristo todo inteiro, porque Ele está na Eucaristia vivo e imortal como no Céu; por isso onde está o seu Corpo, está também o seu Sangue, sua Alma e sua Divindade; e onde está seu Sangue está também seu Corpo, sua Alma e Divindade, pois tudo isto é inseparável em Jesus Cristo.
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Quando Jesus está na hóstia, não deixa de estar no Céu, mas encontra-se ao mesmo tempo no Céu e no Santíssimo Sacramento.
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Jesus Cristo está em todas as hóstias consagradas por efeito da onipotência de Deus, a quem nada é impossível. Quando se parte a hóstia, não se parte o Corpo de Jesus Cristo, mas partem-se somente as espécies do pão.
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O Corpo de Jesus Cristo fica inteiro em todas e em cada uma das partes em que a hóstia foi dividida. Tanto numa hóstia grande como na partícula de uma hóstia, está sempre o mesmo Jesus Cristo.
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Conserva-se nas igrejas a Santíssima Eucaristia para que seja adorada pelos fiéis, e levada aos enfermos, quando necessário.
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A Eucaristia deve ser adorada por todos, porque Ela contém verdadeira, real e substancialmente o mesmo Jesus Cristo Nosso Senhor.
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2. Da instituição e dos efeitos do Sacramento da Eucaristia
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Jesus Cristo instituiu o Sacramento da Eucaristia na Última Ceia que celebrou com seus discípulos, na noite que precedeu sua Paixão. Jesus Cristo instituiu a Santíssima Eucaristia por três razões principais:
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1. para ser o sacrifício da Nova Lei;
2. para ser alimento da nossa alma;
3. para ser um memorial perpétuo da sua Paixão e Morte, e um penhor precioso do seu amor para conosco e da vida eterna.
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Jesus Cristo instituiu este Sacramento debaixo das espécies de pão e de vinho porque a Eucaristia devia ser nosso alimento espiritual, e era por isso conveniente que nos fosse dada em forma de comida e de bebida.
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Os principais efeitos que a Santíssima Eucaristia produz em quem a recebe dignamente são estes:
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1. conserva e aumenta a vida da alma, que é a graça, assim como o alimento material sustenta e aumenta a vida do corpo;
2. perdoa os pecados veniais e preserva dos mortais;
3. produz consolação espiritual.
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A Santíssima Eucaristia produz em nós outros três efeitos, a saber:
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1. enfraquece as nossas paixões, e em especial amortece em nós o fogo da concupiscência;
2. aumenta em nós o fervor e ajuda-nos a proceder em conformidade com os desejos de Jesus Cristo;
3. dá-nos um penhor da glória futura e da ressurreição do nosso corpo.
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3. Das disposições necessárias para bem comungar
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Para fazer uma comunhão bem feita, são necessárias três coisas:
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1. estar em estado de graça;
2. estar em jejum desde a meia-noite até o momento da comunhão* (*esta lei não está mais em vigor, bastanto, atualmente, o jejum de uma hora);
3. saber o que se vai receber e aproximar-se da sagrada comunhão com devoção”;
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“Estar em estado de graça” quer dizer: ter a consciência limpa de todo o pecado mortal.
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Quem sabe que está em pecado mortal deve fazer uma boa confissão antes de comungar; porque para quem está em pecado mortal, não basta o ato de contrição perfeita, sem a confissão, para fazer uma comunhão bem feita.
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A Igreja ordenou, em sinal de respeito a este Sacramento, que quem é culpado de pecado mortal não ouse receber a Comunhão sem primeiro se confessar.
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Quem comungasse em pecado mortal receberia a Jesus Cristo, mas não a sua graça; pelo contrário, cometeria sacrilégio e incorreria na sentença de condenação.
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O jejum eucarístico consiste em abster-se de qualquer espécie de comida ou bebida (exceto a água natural). Quem engoliu restos de comida presos aos dentes pode comungar, porque já não são tomados como alimentos ou perderam tal condição.
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Comungar sem estar em jejum é permitido aos doentes que estão em perigo de morte, e aos que obtiveram permissão especial do Papa em razão de doença prolongada.
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A comunhão feita pelos doentes em perigo de morte chama-se Viático, porque os sustenta na viagem que eles fazem desta vida à eternidade.
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“Saber o que vai receber” quer dizer: conhecer o que ensina com respeito a este Sacramento a Doutrina Cristã e acreditá-lo firmemente.
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“Comungar com devoção” quer dizer: aproximar-se da sagrada Comunhão com humildade e modéstia,

“A minha bênção permanecerá sobre as casas em que se achar exposta e venerada a imagem de meu Sagrado Coração”. Clique na imagem para receber a estampa do Sagrado Coração de Jesus

tanto na própria pessoa como no vestir, e fazer a preparação antes e a ação de graças depois da Comunhão.

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A preparação antes da Comunhão consiste em nos entretermos algum tempo a considerar quem é Aquele que vamos receber e quem somos nós; e em fazer atos de fé, de esperança, de caridade, de contrição, de adoração, de humildade e de desejo de receber a Jesus Cristo.
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A ação de graças depois da Comunhão consiste em nos conservarmos recolhidos a honrar a presença do Senhor dentro de nós mesmos, renovando os atos de fé, de esperança, de caridade, de adoração, de agradecimento, de oferecimento e de súplica, pedindo sobretudo aquelas graças que são mais necessárias para nós e para aqueles por quem somos obrigados a orar.
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No dia da Comunhão deve-se manter, o mais possível, o recolhimento, e ocupar-se em obras de piedade, bem como cumprir com grande esmero os deveres de estado.
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Depois da sagrada Comunhão, Jesus Cristo permanece em nós com a sua graça enquanto não se peca mortalmente; e com a sua presença real permanece em nós enquanto não se consomem as espécies sacramentais.
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4. Da maneira de comungar
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No ato de receber a sagrada Comunhão, devemos estar de joelhos, com a cabeça medianamente levantada, com os olhos modestos e voltados para a sagrada Hóstia, com a boca suficientemente aberta e com a língua um pouco estendida sobre o lábio inferior.
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Senhoras e meninas devem estar com a cabeça coberta.
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A toalha ou a patena da Comunhão deve-se segurar de maneira que recolha a sagrada Hóstia, caso ela venha a cair.
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Devemos procurar engolir a sagrada Hóstia o mais depressa possível, e convém abster-nos de cuspir algum tempo. Se a sagrada Hóstia se pegar ao céu da boca, é preciso despegá-la com a língua, nunca porém com os dedos.
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5. Do preceito da comunhão
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Há obrigação de comungar todos os anos pela Páscoa, na própria paróquia, e, além disso, em perigo de morte. O preceito da Comunhão pascal começa a obrigar na idade em que a criança é capaz de recebê-la com as devidas disposições.
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Aqueles que, tendo a idade capaz para serem admitidos à Comunhão, não comungam, ou porque não querem ou porque não estão instruídos por sua própria culpa, pecam sem dúvida.
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Pecam igualmente os seus pais, ou quem lhes faz as vezes, se o adiamento da Comunhão se dá por sua culpa, e hão de dar por isso severas contas a Deus.
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É coisa ótima comungar freqüentemente e até todos os dias, contanto que se faça com as devidas disposições. Pode-se comungar tão freqüentemente quanto o permita o conselho de um confessor piedoso e douto.
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A festa de Corpus Christi e a procissão de Corpus Christi

1, junho, 2011 8 comentários

Leia aqui a parte 1

Portanto, a primeira exigência do ensino é de ser claro. Se aquele que ensina, intencionalmente não ensina com clareza, ele é pior do que um incompetente: ele é um desonesto! Porque é uma fraude alguém se apresentar com a intenção de não dar a verdade inteira, quando se está na suposição de que ele vai dar verdade inteira.

Então, se aqueles grandes teólogos e doutores da Igreja fizessem silêncio ou de alguma forma camuflassem a presença real de Nosso Senhor no Santíssimo Sacramento, os fiéis, ouvindo um ensinamento confuso sobre uma verdade indispensável à salvação, a Igreja estaria fraudando os fiéis. E Ela estava faltando com a sua missão.

Se a Igreja fosse silenciar a respeito de alguma verdade sobre a Eucaristia, faria com que os fiéis comungassem mal. Porque, não tendo o ensinamento claro sobre o que eles estão recebendo, não podiam receber bem a santa comunhão. Quem pode ter um ato de adoração ao Santíssimo Sacramento se não tem certeza se ali está de fato Nosso Senhor Jesus Cristo? Não era possível porque, nesse caso, a Igreja, para manter uma unidade pútrida com os protestantes, estaria sacrificando a vida espiritual de seus fiéis.

Por outro lado, a força de toda instituição consiste em levar às últimas conseqüências os seus próprios princípios. Ora, a partir do momento em que se ache que a Igreja, para sobreviver, teria que “adoçar” seus princípios e sua doutrina, seria reconhecer que ela já morreu… Portanto a Igreja tem que ensinar a verdade inteira!

Vocações clericais: um padre deve ser como padre, pensar como padre, viver como padre e vestir-se como padre. Se alguém achar que sendo assim então não haverá mais padres, no Brasil, por exemplo, não adianta pôr padre de macacão para ver se alguém quer ficar padre, porque é preciso tomar o problema pela base.

O mesmo com a instituição da família. Se alguém disser: “Se não se implantar o divórcio, no Brasil muita gente começa a não mais se casar e a viver no amor-livre”. A resposta é: então diga que morreu a instituição da família no Brasil. Porque não vale a pena fazer uma “caricatura abastardada” daquilo que deve ser! Então, vamos logo dizer: morreu o Brasil! Porque um país onde não há compreensão, nem apreço, pela família, pelo estado eclesiástico e pelo estado militar, esse é um país morto…

Os padres do Concílio de Trento entenderam que era preciso fazer o contrário dessa “tática” do ecumenismo. Por isso, em oposição ao protestantismo, acentuaram o culto ao Santíssimo Sacramento:

A) instituíram uma festa para a adoração do Santíssimo Sacramento;

B) estabeleceram uma procissão em que o Santíssimo Sacramento sai à rua, adorado por todos, para que as multidões todas O adorem de joelhos postos em terra, reconhecendo que, debaixo das aparências eucarísticas, ali está Nosso Senhor Jesus Cristo.

C) impulsionaram o culto ao Santíssimo Sacramento, chegando a essa plenitude que é a adoração perpétua do Santíssimo Sacramento, instituída por São Pedro Julião Eymard.

Era a política de enfrentar, de não conceder, de lutar, de afirmar, de proclamar. Era o apostolado da honestidade, da lealdade, da integridade e da coerência. E dele adveio para a Igreja uma torrente de graças, como as graças da Contra-Reforma, que representaram uma das maiores chuvas de graça que a Igreja tem recebido.

O acentuar o culto ao Santíssimo Sacramento, a Nossa Senhora, à devoção ao Papa, foi a resposta da Igreja ao protestantismo. Uma longa resposta de 300 anos. Enquanto a Igreja manifestou-se católica em todo o seu conteúdo, essas respostas se acentuaram. No século XIX, ainda, a proclamação da infalibilidade papal, a proclamação do dogma da Imaculada Conceição, o dogma da Assunção e uma série de afirmações, de instituições, etc., afirmaram aquilo que o protestantismo negava. De maneira que quanto mais os herejes persistiam no seu erro, tanto mais os católicos iam alto, proclamando as verdades. Quanto mais eles se esfarelavam, tanto mais a unidade dos católicos se afirmava. Quanto mais o protestantismo apodrecia, tanto mais a vitalidade católica se multiplicava.

Até que outros ventos sopraram… E em nossos dias a realidade é que há incontáveis católicos que já não têm mais a coerência de sua Fé. Não têm mais a pugnacidade, não têm mais aquela integridade que caracteriza a instituição quando está viva.

Junho é o mês do Sagrado Coração de Jesus, também celebramos o Corpus Christi. Clique aqui e inscrevi seus pedidos na Santa Missa. Não deixe de agradecer por todos os benefícios que Nosso Senhor Jesus Cristo tem feito em sua vida. Inscreva seu nome e de seus familiares na Santa Missa em louvor ao Santíssimo 

A Igreja nunca diminui de vitalidade, porque Ela é imortal, por Ela ser sobrenatural, por Ela ser divina. Mas a correspondência de seus filhos a Ela pode enfraquecer e pode, portanto, a densidade de fé diminuir no espírito de muitos filhos da Igreja.

Como é real aquela afirmação da Escritura de que viria um dia em que as verdades estariam diminuídas entre os filhos dos homens. Não propriamente negadas, mas murchas, reduzidas, apoucadas, amesquinhadas, entre os filhos dos homens.

Por isso na festa de Corpus Christi, e especialmente na procissão de Corpus Christi, devemos considerar a coragem e a vantagem de proclamar os dogmas de nossa Fé. Pelo favor de Nossa Senhora, ainda há, felizmente em muitos católicos, uma tendência de vitalidade, de correspondência à Fé, de energia e de plenitude no crer na intransigência e na combatividade.

Por isso a festa de Corpus Christi é a festa do Santíssimo Sacramento. E é uma grande lição de combatividade.

Aprendamos essa lição, e procuremos ser, por amor a Nossa Senhora, cada vez mais proclamadores, combativos e adoradores do Santíssimo Sacramento. Porque todo autêntico católico tem obrigação de fazer apostolado. E fazer apostolado significa praticar ações que tenham como fim retrair a ação do demônio e facilitar, de todos os modos, a atuação do Corpo Místico de Cristo. Portanto, é qualquer ação ou atitude que, de um modo ou de outro, intervenha na luta a favor da expansão do Reino de Cristo.

GRÁTIS.
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