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Textos com Etiquetas ‘Santo Afonso de Ligório’

Como são preciosas a Deus as nossas orações! Descubra o quanto elas são importantes e o quanto Deus insiste para que todos peçam a Ele pelas graças que precisam:

14, agosto, 2018 Sem comentários
orações

“Pedi tudo o que quiserdes e vos será concedido” (Jo. 15, 7).

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São tão preciosas a Deus as nossas orações que Ele destinou os Anjos para lhe apresentarem imediatamente as que estamos fazendo.


Os Anjos, diz Santo Hilário, presidem as orações dos fieis e diariamente as oferecem a Deus”.

É este exatamente aquele sagrado incenso, isto é, as orações dos santos, que São João viu subir ao Senhor, oferecido pelas mãos dos anjos.

Escreveu o mesmo Santo Apóstolo que as orações dos santos são como redomas de ouro, cheias de suave perfume e muito agradáveis a Deus.

Mas, para melhor compreendermos quanto valem junto de Deus as nossas orações, basta ler nas divinas Escrituras as inumeráveis promessas que Deus faz a quem reza, que no Antigo, quer no Novo Testamento.

“Chama por mim, e eu te ouvirei” (Jr. 33, 3). “Invoca-me e eu te livrarei” (Sl. 49, 15). “Pedi e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei e abrir-se-vos-á” (Mt. 7, 7). “Vosso Pai que está nos céus dará bens aos que lhe pedirem” (Mt. 7, 11).


“Todo aquele que pede, recebe; todo aquele que busca, acha” (Lc. 11, 10). “Qualquer coisa que pedirem, ser-lhes-á concedida por meu Pai que está nos céus” (Mt. 18, 19).


“Tudo o que pedirdes orando, crede que haveis de receber e que assim vos sucederá” (Mc. 11, 24).

“Se me pedirdes alguma coisa em meu nome, eu vos farei” (Jo. 14, 14). “Pedi tudo o que quiserdes e vos será concedido” (Jo. 15, 7).

“Em verdade eu vos digo: se pedirdes ao meu Pai alguma coisa em meu nome, Ele vo-la dará”
(Jo. 16, 23).

Existem muitos outros textos semelhantes, que deixamos de citar por brevidade.

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Fonte: “A Oração” de Santo Afonso de Ligório.

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Quem ama a Cristo não se irrita com o próximo

2, agosto, 2018 Sem comentários
Eis o Cordeiro de Deus

Eis o Cordeiro de Deus

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“A caridade não se irrita”.

 

A virtude de não se irritar nas contrariedades que acontecem, é filha da mansidão. Já falamos bastante nos capítulos anteriores sobre os atos de mansidão.

Por ser uma virtude que deve ser continuamente praticada por quem vive no meio dos homens, trataremos aqui apenas de alguns pontos mais particulares, mais úteis na prática.


A humildade e a mansidão foram as virtudes mais estimadas por Jesus Cristo. Por isso ele disse aos seus discípulos:

“Aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração”.


Nosso Redentor foi chamado cordeiro:

“Eis o Cordeiro de Deus”, não só pelo sacrifício que devia fazer na cruz para satisfazer pelos nossos pecados, mas também pela mansidão manifestada em toda sua vida, especialmente na sua Paixão.

Na casa de Caifás, recebeu uma bofetada daquele servo que, ao mesmo tempo, o tratava como um atrevido:

“Assim respondes ao pontífice?”, Jesus só disse essas humildes palavras: “Se falei mal, dize-me em que; se falei bem, por que me bates?”.


Esta mansidão ele continuou a vivê-la até a morte.

Pregado na cruz enquanto todos caçoavam e praguejavam, ele apenas dizia ao Pai Eterno que os perdoasse: “Pai, perdoai-lhes porque não sabem o que fazem”.


Coração Manso

Como são caros a Jesus os corações mansos. Recebendo ofensas, desprezos, calúnias, perseguições e até mesmo pancadas e ferimentos, não se irrita contra quem os injuria ou maltrata.


“Sempre lhe agradaram as súplicas dos mansos”. As preces dos bondosos de coração sempre são aceitas por Deus, isto é, ele nunca deixa de atendê-las.


A eles, de modo especial, está prometido o Céu: “Bem-aventurados os mansos, porque eles possuirão a terra”.

Dizia o Padre Álvarez que o paraíso é a pátria dos desprezados, perseguidos e oprimidos.

A eles, e não aos orgulhosos, que são honrados e estimados pelo mundo, está reservada a posse daquele reino eterno.

As pessoas bondosas não somente alcançarão a felicidade eterna na outra vida, mas já na terra gozarão de uma grande paz.

Isso é verdade, porque os santos não guardam ódio de quem os maltrata, mas os amam mais do que antes.


O Senhor, em recompensa à sua paciência, aumenta-lhes a paz interior.


Dizia Santa Teresa: “As pessoas que falam mal de mim, parece que eu as amo com mais amor”.

Mais tarde, disseram dela: “As ofensas eram para ela alimento de amor”, isto é, as ofensas davam-lhe mais oportunidades para mais amar aquelas pessoas que mais a ofendiam.

Tal mansidão só possui quem tem grande humildade e pouco conceito de si mesmo, pelo que julga merecer todo o desprezo.


Por isso mesmo, os orgulhosos são sempre raivosos e vingativos, porque julgam-se bons e acreditam ser merecedores de toda a honra.

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Fonte: “A prática do amor a Jesus Cristo” de Santo Afonso de Ligório.

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Chega de demagogia. Este sim é o maior SEGREDO para se viver bem!

18, julho, 2018 Sem comentários
vida

Nosso tempo é curto… Ocupemos o máximo dele às boas obras que nos hão de ganhar o Paraíso.

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Meu irmão, se quiseres viver bem, procura, durante o tempo de vida que te resta, viver pensando sempre na morte.


Ao veres um túmulo, ao assistires às exéquias de um amigo ou parente, ao verdes um cadáver sendo levado à sepultura, contempla nisso a tua própria imagem e o que um dia há de ser de ti.

Reflete então e dize contigo: Dentro em poucos anos, talvez meses ou dias tudo acabará para mim; meu corpo será apenas podridão e vermes. Estando então perdida a alma, tudo estará perdido para mim, e perdido para sempre.


Assim é que fizeram os Santos, que agora reinam no Céu; é por este meio que chegaram a desprezar todos os bens desta terra, que venceram as tentações mais fortes, e subiram a alta santidade.


Jó dizia à podridão: Tu és meu pai; e aos vermes: vós sois minha mãe e minha irmã.

São Carlos Borromeu conservava sempre sobre a mesa uma caveira, para tê-la continuamente diante dos olhos. 

O cardeal Baronio fez gravar no seu anel estas palavras: Memento mori – “Lembra-te da morte”. O Bem-aventurado Juvenal, bispo de Saluzzo, escrevera sobre uma caveira estas palavras: O que tu és, fui eu; o que eu sou, tu serás um dia.

Outro santo solidário, perguntado na hora da morte porque estava tão alegre, respondeu: Sempre tive a lembrança da morte diante dos olhos; por isso, agora que ela vem, não vejo coisa nova.

Finalmente, para não falar de outros, São Camilo de Lelis, ao ver os túmulos, dizia consigo: Se estes defuntos voltassem ao mundo, quanto não fariam pela vida eterna! E eu, que ainda tenho tempo, que faço pela minha alma? – o Santo falava assim por humildade.

Mas tu, meu irmão, tens talvez razão para temer que sejas aquela figueira sem fruto da qual disse o Senhor: Já há três anos que venho procurar fruto nesta figueira, e não o acho.


Tu que estás no mundo há mais de três anos, que fruto tens produzido? Considera, diz São Bernardo, que o Senhor não te procura somente flores;

Mas quer também frutos; isto é, bons desejos e propósitos, senão também obras santas.


“Considera-te desde já como morto”

Saibamos aproveitar o tempo que Deus nos dá na sua misericórdia, e não esperemos para fazer o bem até que não haja mais tempo, e se nos diga: Tempus non erit amplius… profiscere: É tempo de partir deste mundo; vamos depressa; o que está feito, está feito.

Considera-te, diz São Lourenço Justiniano, considera-te desde já como morto, já que é certo que deves morrer. Se já estivesses morto, quanto não quererias ter feito!


Diz São Boaventura que o piloto para bem governar o navio, se coloca na popa: assim o homem, para levar uma vida boa, deve considerar-se sempre como se estivesse para morrer.


Foi isto que fez São Bernardo dizer: Vide prima et erubesce, considera os pecados da tua mocidade e cora; vide media et ingemisce, considera os pecados da idade viril e geme; vide novíssima et contremisce, considera as desordens da idade atual e treme e apressa-te em os remediar.

Eis-me aqui, meu Deus, sou aquela árvore que há tantos anos mereceu ouvir a sentença: Corta-a; para que ocupa ainda a terra?

Sim, porque nos muitos anos que estou no mundo, ainda não dei outros frutos senão cardos e espinhos de pecados.

Mas Vós, Senhor, não quereis que eu desespere. Vós dissestes que o que Vos procurar, Vos achará: Quaerite et invenietis. Procuro-Vos, meu Deus, e desejo Vossa graça.

Detesto de todo coração todas as ofensas que Vos fiz, e quisera morrer de dor. Quero empregar o resto de minha vida em Vos amar e honrar.

Sim, amo-Vos, ó meu soberano Bem, e, com o Vosso auxílio, quero viver e morrer fazendo atos de amor a Vós, que por meu amor morrestes sobre a cruz.

Doce Coração de Maria, sede minha salvação.

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Fonte: “Meditações para todos os dias e festas do ano” de Santo Afonso de Ligório.

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Feliz de verdade é aquele que é fiel ao Sagrado Coração de Jesus! Por quê? Descubra aqui.

24, junho, 2018 Sem comentários
Sagrado Coração de Jesus

Sagrado Coração de Jesus

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Ó! Quanto o belo Coração de Jesus é fiel para com aqueles a quem ele chama a seu santo amor!


Fiel é aquele que vos chamou: ele também assim fará.
A fidelidade de Deus nos dá animo para esperar tudo, se bem que nada mereçamos.

Depois de expulsarmos a Deus de nosso coração, basta que lhe abramos a porta, para ele entrar logo, segundo a promessa feita:

“Se alguém me abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele”.

Se desejamos graças, peçamo-las em nome de Jesus Cristo, visto que ele nos prometeu que assim as obteremos: Se pedirdes alguma coisa a meu Pai em meu nome, ele vo-la dará.


Nas tentações, confiemos nos méritos de Jesus, e ele não permitirá que os inimigos nos incomodem acima das nossas forças.


Ó, como é preferível tratar com Deus a tratar com os homens!

Quantas vezes estes não prometem e depois faltam à palavra, quer porque enganam na promessa, quer porque depois da promessa mudam de opinião.

Deus, assim diz o Espírito Santo,  não pode ser infiel em suas promessas, porque não pode mentir, sendo a verdade mesma; nem pode mudar de opinião, porque tudo o que quer, é justo e reto.

Prometei acolher todo aquele que a ele se chega; dar auxílio ao que o pede, amar àquele que o ama, e depois não o há de fazer?

Oxalá fossemos nós tão fieis a Deus, assim como ele o é para conosco!

No passado, quantas vezes não lhe temos prometido sermos todos dele, servi-lo e amá-lo; e depois nos tornamos traidores, e renunciando ao seu serviço, fizemo-nos escravos do demônio!

Peçamos-lhe que nos dê força para lhe sermos fieis no futuro.

– Felizes de nós se formos fieis a Jesus Cristo nas poucas coisas que ele nos manda!


Ele nos será fiel nos recompensando copiosissimamente, e nos fará ouvir o que prometeu a seus servos fieis:

“Eia, servo bom e fiel; já que foste fiel no pouco, te investirei na posse do muito: entra no que é gozo de teu Senhor”.

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Súplica ao Sagrado Coração.

Amadíssimo Redentor meu, oxalá que eu Vos tivesse sido fiel, como Vós o fostes comigo.

Cada vez que Vos abri a porta do meu coração, nele entrastes para me perdoar e receber a vossa graça; cada vez que Vos invoquei, correstes em meu socorro.


Vós fostes sempre fiel e eu Vos fui muitas vezes infiel: prometi servir-Vos, e depois tantas vezes Vos virei as costas;


Prometi amar-Vos, e depois mil vezes Vos recusei meu amor, como se Vós, meu Deus, meu Criador e meu Redentor;

Fosseis menos digno de ser amado, que as criaturas e as miseráveis satisfações, pelas quais Vos abandonava. Perdoai-me, ó meu Jesus.

Reconheço a minha ingratidão e a detesto.


Reconheço que sois a bondade infinita, digna de um amor infinito, especialmente digna de ser amada por mim, a quem tanto tendes amado após tantas ofensas da minha parte.


Desgraçado de mim se me condenasse! As graças que me destes e as provas que amor que me prodigalizastes, seriam o inferno do meu inferno.

Não seja assim, ó meu amor; não permitais que Vos abandone de novo, e que, por um justo castigo, seja precipitado no inferno para continuar a pagar com o ódio e injúrias o vosso amor para comigo.

Ó Coração terno e fiel de Jesus, inflamai meu pobre coração, para que se abrase de amor para convosco, como Vós para comigo.


Parece que de presente Vos amo, ó meu Jesus, mas amo-Vos muito pouco; dai-me que Vos ame muito, e Vos seja fiel até a morte.


É esta graça que Vos peço, bem como a graça de a pedir sempre. Deixai-me morrer antes que venha novamente a trair-Vos.

”Fazei, Senhor Jesus Cristo, que nos vistamos das virtudes, e nos inflamemos com os afetos de Vosso Santíssimo Coração, para que mereçamos ser conformes à imagem da vossa bondade e participar do fruto da redenção”.

Fazei-o pelo amor de vossa e minha amada Mãe, Maria.

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Fonte: Livro “Meditações para todos os dias e festas do ano” de Santo Afonso de Ligório.

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O corpo na tumba – Subter te sternetur tinea, et operimentum tuum erunt vermes – “Debaixo de ti se estenderá por cama os insetos, e a tua coberta serão os bichos” (Is 14, 11)

30, maio, 2018 Sem comentários
Momento de expiação, tumba

Momento de expiação

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Meu irmão, para ver melhor o que és, aproxima-te de um túmulo.


Eis como daquele cadáver sai uma matéria infecta, na qual se gera uma multidão de vermes que se nutrem da carne. Caem as faces, os lábios, os cabelos.

E finalmente, daquele corpo nutrido com tanta delicadeza, causa talvez de tantas ofensas do Senhor, não resta nada senão um esqueleto fétido, um punhado de pó.


Quantos têm, à vista de um cadáver, deixado o mundo e entrado numa ordem religiosa!


I. Para melhor ver o que és, ó cristão, diz São João Crisóstomo: Perge ad sepulchrum – “vai visitar os túmulos”.

Vê como esse cadáver se vai tornando de amarelo em negro. Em seguida aparece pelo corpo todo uma penugem branca e repelente. Sai dela uma matéria viscosa e infecta que corre pela terra.

Nesse pus gera-se em breve uma multidão de vermes que se nutrem das carnes.

Despegam-se e caem as faces, os lábios, os cabelos; e daquele corpo só resta finalmente um esqueleto fétido, que com o tempo se divide, destacando-se os ossos uns dos outros, e separando-se a cabeça do tronco.

Redacta quasi in favillam aestivae areae, quae rapta sunt vento – “Como a miúda palha, que o vento leva fora da eira em tempo de estio”. Tal é o homem, um pouco de pó arrastado pelo vento.


Onde está aquele cavalheiro, outrora encanto e alma da sociedade?


Entra no seu quarto; já lá não está. Se procurares o seu leito, saberás que foi dado a outro. Os vestidos, as armas: outros já tomaram posse delas e as dividiram entre si.

Se o queres ver, vai a essa cova, onde jaz em podridão e com os ossos descarnados.

Ó Deus! A que estado ficou reduzido o corpo nutrido com tanta delicadeza, vestido com tanta pompa, cercado de tantos servos!

Quantos têm, à vista de um cadáver, deixado o mundo e entrado numa ordem religiosa!

II. Santos do céu, como haveis sido prudentes, vós que pelo amor de Deus, a quem só amastes na terra, soubestes mortificar o vosso corpo.

Agora, vossos ossos são conservados e honrados como relíquias santas em relicários de ouro, enquanto que vossas belas almas gozam de Deus, esperando o dia final em que vossos corpos irão também tomar parte na glória eterna, como tomaram parte na cruz durante a vida.


É assim que se ama verdadeiramente o corpo, carregando-o neste mundo de aflições, afim de que seja eternamente feliz e recusando-lhe as doçuras que o tornariam infeliz na eternidade.


Aí está, meu Deus, o que deve ser um dia este corpo, pelo qual tanto Vos ofendi, presa dos vermes e da podridão!

Mas não me aflijo, ó Senhor, antes me regozijo, de que assim se deve corromper e consumir esta carne, que me fez perder-Vos, ó soberano Bem.

O que me aflige é ter-Vos dado tantos desgostos, só para alcançar mais algum prazer. Não quero, porém, desconfiar da vossa misericórdia. Vós esperastes por mim para me perdoar:


Expectat Deus, ut misereatur vestri.


Quereis perdoar-me, se eu me arrepender. Oh, sim! Eu me arrependo de todo o meu coração, de Vos haver desprezado, ó bondade infinita.

Dir-Vos-ei com Santa Catarina de Gênova:


“Meu Jesus, nunca mais pecarei; não, nunca mais pecarei! Não, não quero mais abusar de vossa paciência.”


Ó meu amor crucificado, não quero esperar para Vos abraçar até que me sejais apresentado pelo confessor no momento da morte.

Desde já Vos abraço; desde já Vos recomendo a minha alma: In manus tuas, Domine, commendo spiritum meum.


A minha alma entregou-se anos e anos ao mundo e não Vos amou: dai-me a luz e a força para Vos amar o resto de minha vida.


Não quero, para Vos amar, esperar pela hora da morte; desde já Vos amo, Vos abraço, e Vos estreito ao coração; e prometo nunca mais abandonar-Vos.


Ó Virgem Santíssima, ligai-me a Jesus Cristo e alcançai-me a graça de nunca mais o perder.

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Fonte: Meditações para todos os dias e festas do ano – Santo Afonso Maria de Ligório.

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