Voltar à página inicial

Minha Oferta ao Sagrado Coração de Jesus

Facebook Youtube Instagram

Arquivo

Textos com Etiquetas ‘Santos’

Dia de São Pedro e São Paulo: Descubra por que eles são considerados as colunas da Santa Igreja

29, junho, 2019 2 comentários
São Paulo e São Pedro, colunas da Santa Igreja

São Paulo e São Pedro, colunas da Santa Igreja


Hoje é a festa de São Pedro e São Paulo


Leia abaixo o texto do D. Guéranger, no Année Liturgique e entenda o papel fundamental dos Apóstolos São Pedro e São Paulo na Santa Igreja:

.

“Pedro e Paulo não cessam de ouvir a prece de seus devotos.

O tempo não diminuiu seus poderes, e mais no Céu que outrora na terra, a grandeza dos interesses gerais da Igreja não os absorve a ponto de;

Negligenciarem o menor dos habitantes dessa gloriosa cidade de Deus, da qual foram e permanecem príncipes.

Um dos triunfos do inferno em nossa época foi o de ter adormecido, nesse ponto, a fé dos justos.

É preciso insistir para terminar esse sono funesto, que nos levará ao esquecimento de que o Senhor quis confiar a homens o cuidado de continuar a Sua obra e representá-lo visivelmente na terra.


Santo Ambrósio exalta a ação apostólica sem cessar eficaz e viva da Igreja, exprime com delicadeza e profundidade o papel de Pedro e Paulo na retificação dos eleitos.


A Igreja, diz ele, é um navio onde Pedro deve pescar e nessa pesca ele recebe ordens de usar ora a rede, ora anzol. Grande mistério, porque essa pesca é toda espiritual.

A rede protege, o anzol fere, mas a rede é multidão, o anzol o peixe solitário. O bom peixe não repele o anzol de Pedro;


Ele não mata, mas consagra. Preciosa ferida a sua, que no sangue faz encontrar a moeda necessária ao pagamento do tributo do apóstolo e mestre.

.

.
Alusão ao fato do Evangelho.

.

Então, não te subestimes porque teu corpo é fraco; tens da tua boca do que pagar para Cristo e sua Igreja e para Pedro.

Porque um tesouro está em nós: o Verbo de Deus. A confissão de Jesus o põe em nossos lábios.

É por isto que Ele diz a Simão: Vai ao mar alto, isto é, ao coração do homem, porque o coração do homem em seus recônditos é como as águas profundas.


Vai ao mar alto, isto é, a Cristo, porque Cristo é o reservatório profundo das águas vivas no qual estão os tesouros da sabedoria e da ciência.


Todos os dias Pedro continua a pescar. Todos os dias o Senhor lhe diz: vai ao mar alto.

Mas parece-me ouvir Pedro: Mestre, trabalhamos toda a noite, sem nada conseguir. Pedro sofre em nós quando nossa devoção é trabalhosa.

Paulo está também em luta. Vós o ouvistes hoje dizendo: Quem está doente sem que eu também não esteja doente?

Fazei de forma tal que os apóstolos não tenham que sofrer por vossa causa”.


São muito bonitas as palavras e poderíamos fazer um comentário sobre cada uma delas.

Uma é essa primeira parte, essa referência interessante de D. Guéranger de que a Providência permitiu que a fé dos justos se tornasse sonolenta;


Quanto ao papel que do alto do céu São Pedro e São Paulo desenvolvem para o bem da Igreja Católica e para a salvação das almas.


É curioso, mas a devoção aos Apóstolos caiu muito, exceção feita a São Judas Tadeu, que era exatamente um Apóstolo quase desconhecido e havia assim da parte de algumas pessoas uma espécie de estranheza instintiva:

Não sabiam se não era Judas – não o Santo – representado com outra massa no Colégio Apostólico. Com essa exceção, a devoção aos outros Apóstolos caiu muito.

E essa queda é tudo quanto se possa imaginar de menos razoável, porque é evidente que a missão desses Apóstolos não diminui com o tempo.

Pelo contrário, deve-se entender que essa missão se mantém íntegra até o fim dos tempos. Porque não foram apóstolos apenas de uma época;

Não foram apenas pessoas que salvaram as almas numa ocasião, mas são os que estão logo depois de Nosso Senhor Jesus Cristo e que contêm em seu apostolado todas as épocas;

.
Porque fizeram uma espécie de implantação da Igreja nos lugares onde Ela depois floresceu. 
Compreendemos, portanto, que a devoção a eles é mais do que razoável.


E devemos ver nessas palavras de D. Guéranger uma ocasião para nos recomendarmos a eles, pedirmos graças a eles, de maneira tal que sejamos atendidos e com esse atendimento se afervore nossa devoção.

Esta é a primeira consideração.

Há uma outra consideração: é uma comparação entre a pesca milagrosa e o papel de São Pedro e São Paulo.


Parece-me interessante notar aqui aquela distinção entre apostolado de rede e apostolado de anzol, que costumamos usar em nossa linguagem.


Apostolado de rede são certas campanhas gerais que se destinam a atrair muita gente.

Apostolado de anzol, ou de pinça — o anzol não é senão uma pinça aquática — é feito para pegar este ou aquele ou aquele outro. E assim temos duas modalidades de apostolado aqui expressas.

Ele fala a respeito do apostolado de rede e depois do anzol, e quando fala do anzol tem palavras muito bonitas.


O anzol fere, machuca a boca do peixe, mas com o sangue com que o peixe se apresenta, vem o pagamento da conversão.


Isto quer dizer que muitas vezes há conversões duras, conversões ao longo das quais a pessoa sofre, sangra, mas essas conversões feitas com sangue vêm trazendo consigo o preço de si mesmas.

O sangue paga a dívida daquele que deve ser convertido. Esse é um tipo de conversão e é uma conversão que se opera por meio da dor.

Mas há outro tipo de conversão que se opera de um modo mais largo, de modo menos dolorido, que é pela rede.

.

Pega-se um mundo de gente, e a ação da misericórdia é mais palpável. Então, vê-se aí um grande número de pessoas convertidas, e convertidas com pouca dor.

.

"<yoastmark

Os senhores têm exemplo maravilhoso disso na Idade Média, onde se notava que pela conversão dos reis, de certos reis, nações inteiras se convertiam.

O reino dos francos, por exemplo, o reino dos poloneses e assim outros reinos, os reinos ânglicos, etc. O reino inteiro se convertia.

É claro que não se podia imaginar que cada um daqueles homens passasse por um drama horroroso até se converter.

Mas era a rede que era deitada e que trazia um mundo, uma multidão de peixes para dentro da Igreja Católica.

.
Uma outra referência bonita é a que diz aqui a respeito de não conseguir nada. São Pedro e São Paulo sempre tiveram enorme dificuldade em seu apostolado e depois tiveram resultados extraordinários.

Não foram apostolados fáceis, não foi apostolado tipo happy end, certo tipo de apostolado, falso apostolado, como fazem certos liturgicistas.

Essa gente gostava de contar: foi a uma fábrica, e falou com fulana. “Amigos, bom dia”, e todos responderam “bom dia”. E daqui a pouco toda a fábrica estava convertida…


É o contrário que acontece. É apostolado difícil, apostolado pedregoso, em que a gente deve continuamente pedir a Nossa Senhora que nos alcance a bênção de Deus para nosso apostolado.


Sem esse auxílio especial, esse apostolado tão pedregoso não rende nada.

Há uma bonita prece do Cardeal Merry del Val, em que ele pede para ter sempre em mente que Deus estava na origem do apostolado dele;

Quer dizer, é quem lhe tinha dado as graças, quem lhe tinha dado a idéia, quem lhe tinha dado os meios para iniciar.

Deus estava no meio, porque era a ação de Deus, obtida pelas preces de Nossa Senhora, que determinava os auxílios que faziam progredir o apostolado, e Deus era o fim do apostolado, Aquele a quem o apostolado deve servir.

Devemos nos lembrar disso. Se tivermos isso bem em mente, estaremos fazendo como São Pedro, que pediu o auxílio de Deus e a rede estalou de tão cheia.


Se não tivermos isto em mente nosso apostolado corre o risco de ser minguado, corre o risco de ser um apostolado ilusório. Por quê? Porque exatamente a graça de Deus não veio.


Então, a referência à pesca milagrosa vem muito a propósito para termos isto em mente; para termos, ao longo de nosso apostolado, aquela humildade, aquele espírito sobrenatural,;

Para compreendermos que de nós para nós não somos coisa nenhuma e que na ordem sobrenatural não conseguimos nada; na própria ordem natural precisamos o auxílio de Deus.


Então, nos recomendarmos a Nossa Senhora, que é a Medianeira onipotente, para que Ela nos alcance porque nossas preces sem Ela de nenhum modo alcançariam porque não merecemos.


Então, tudo isto redunda na glória de Nossa Senhora e no desejo de nos acercarmos cada vez mais a Ela, como sendo nossa Mãe muito afável;

Mas onipotente enquanto suplicante, Aquela cuja oração pode tudo e que nos pode alcançar tudo aquilo que devemos desejar.

.
.
Fonte: www.pliniocorreadeoliveira.info

.

Já incluiu suas preces na próxima Santa Missa?

 .

Ainda não?! Não preocupe! 

.

CLIQUE AQUI para inscrever seu nome e seus pedidos de oração no Livro de Missas do Sagrado Coração de Jesus. 

.

Todas as intenções registradas serão encaminhadas na próxima Missa que faremos celebrar.
.


Gostaria de se aproximar mais de Nosso Senhor Jesus nas Santas Missas?

.

Faça parte das Famílias do Sagrado Coração de Jesus

Como agradecimento, você receberá o Calendário de Missas Online para incluir seu nome em mais 60 Missas que serão celebradas ao longo do ano. 


Clique aqui para fazer sua inscrição.

.

“Sagrado Coração de Jesus, confio e espero em Vós.” 

.

O Amor Divino e o Papel Fundamental dos Santos da Igreja

15, fevereiro, 2019 1 comentário
Santos da Igreja

Santos da Igreja.

.

A mensagem de Deus que todos os santos da Igreja compreenderam, fora que o Vosso desejo está inscrito no coração da humanidade, assim como desejo humano está inscrito no coração de Deus.
.

A humanidade necessitava da vidas dos santos, pois serviram de exemplos carnais a serem seguidos, assim como o Verbo Divino.

Pois da vida de cada um deles, extraímos conhecimentos profundos, como aprendizados para nossa própria vida.

Quantas vezes, você leu a vida de um santo e assemelhou a sua dificuldade com a dele? Assim o pensamento lógico ” Se ele conseguiu superar com a fé, também conseguirei.”

Pequenas demonstrações da preocupação de Nosso Senhor conosco são em fatos poucos vistos como este.

A vida dos santos fora constituída por histórias as vezes diferentes e semelhantes, já que todos sofreram:
.

“A trajetória de cada, não foi elaborada por meros dogmas ou ensinamentos, mas sim por uma história de amor, mais dramática e que a mais terrível das tragédias, e mais encantadora que a mais romântica das estórias.”Padre Paulo Ricardo.

.
A vida da grande maioria deles fora marcado por alguns fatos como estes: morte de pais ou familiares, ainda sendo crianças ou adolescentes, doenças, perseguições, preconceitos, casamentos, violências e muitos outros… 
Quantas pessoas não passam por alguma dessas situações?

E mesmo possando por diversas situações, eles no ensinam a importância do apego ao Amor de Jesus e prática da oração, para superar qualquer transtorno. 

Ações que se fazem cada vez mais ausentes na vida de muitas pessoas.

Deus fora genioso, ao nos apresentar seus servos legítimos; Os Santos da Igreja. E por que Ele os escolheu? Encontramos a resposta em Levíticos:

“Sejais santos por que eu sou santo”.

Conseguinte a isso, os santos possuem um papel fundamental na história.

Não somente devido aos milagres e devoções aos quais trouxeram ao mundo, mas o enorme impacto que ainda causam na vida de muitos atualmente.

A vida deles são os melhores exemplos que devemos seguir, após a vida carnal de Jesus Cristo.

Referência – O Livro dos Santos Anjos, escrito por Padre Rohrbacher.

 

2 Meios PODEROSOS para alcançar o amor de Deus e a Santidade. Veja.

18, março, 2018 Sem comentários
Buscando a santidade

Buscando a santidade


.
“Os desejos matam o preguiçoso; porém, o que é justo dará e não cessará” (Prov. 21, 25 26).

.
I. Quem mais ama a Deus é mais santo.

Dizia São Francisco Borges que a oração faz entrar o amor divino no coração, ao passo que a mortificação dele remove a terra e fá-lo apto a receber aquele fogo sagrado.
.
Quanto mais espaço a terra ocupa no coração, tanto menos lugar achará ali o santo amor: Sapientia… nec invenitur in terra suaviter viventium – “A sabedoria… não se acha na terra dos que vivem em delícias”

.
Por isso é que os Santos sempre procuraram mortificar, o mais possível, o seu amor próprio e os seus sentidos.

.
“Os santos são poucos, mas devemos viver com os poucos, se nos quisermos salvar com os poucos”
, escreve São João Clímaco: Vive cum paucis, si vis regnare cum paucis.

E São Bernardo diz:“Quem quer levar vida perfeita, deve levar vida singular: Perfectum non potest esse nisi singulare”.

.
Para sermos santos, devemos, antes de mais nada, ter o desejo de nos tornarmos santos: desejo e resolução. Alguns sempre desejam, mas nunca começam a por mãos à obra.

.
“De semelhantes almas irresolutas”, dizia Santa Teresa, “o demônio não tem medo. Ao contrário, Deus é amigo das almas generosas.”

.
É, pois, um engano do demônio, no dizer da mesma seráfica Santa, fazer-nos pensar que há orgulho em se querer tornar santo.

.
Seria orgulho e presunção se metêssemos a nossa confiança em nossas obras ou resoluções; mas não, se esperamos tudo de Deus, que então nos dará a força que nos falta. 

Desejemos, portanto, e ardentemente, chegar a um grau sublime de amor divino e digamos com coragem: Omnia possum in eo qui me confortat — “Eu posso tudo naquele que me fortalece”.

Se não achamos em nós tão grande desejo, peçamo-lo instantemente a Jesus Cristo, que não deixará de no-lo dar.

II. Devemo-nos, portanto, alentar, tomar uma resolução e começar; lembrando-nos de que, na perfeição cristã, segundo a expressão de São Francisco de Sales, vale muito mais a prática do que a teoria.

.
O que não podemos fazer com as nossas próprias forças, ser-nos-á possível com o auxílio de Deus, que prometeu dar-nos tudo o que Lhe pedíssemos: Quodcumque volueritis, petetis, et fiet vobis.

 

.
Oremos

.
Ó meu amado Redentor, Vós desejais o meu amor e me mandais que Vos ame de todo o coração. Sim, Jesus meu, quero amar-Vos de todo o meu coração.

.
Não, meu Deus — assim Vos direi, confiado em vossa misericórdia, — não me assustam os pecados que cometi, porque agora detesto-os e abomino-os mais do que qualquer outro mal, e sei que Vos esqueceis das ofensas da alma que se arrepende e Vos ama.

Porque Vos ofendi mais do que os outros, quero, com o auxílio que de Vós espero, amar-Vos mais do que os outros.

.
Senhor meu, Vós me quereis santo, e eu quero tornar-me santo, não tanto para gozar no paraíso, como para Vos agradar.

.
Amo-Vos, bondade infinita! Jesus, meu Deus, amo-Vos sobre todas as coisas, e me consagro todo a Vós, vós sois o meu único bem, o meu único amor.

Aceitai-me, ó meu amor, e fazei-me todo vosso, e não permitais que ainda Vos dê desgosto. Fazei com que eu me consuma todo por Vós, assim como Vós Vos consumistes todo por mim. 

Ó Maria, ó Esposa mais amável do Espírito Santo, e a mais amada, obtende-me amor e fidelidade. Alcançai-me somente, ó minha Mãe, que eu seja sempre vosso devoto servo;

Porquanto quem se distingue na devoção para convosco, distingue-se também no amor a vosso divino Filho. (II 400.)

.

.
.

Fonte: Santo Afonso Maria de Ligório. Meditações: Para todos os Dias e Festas do Ano: Tomo Primeiro: Desde o primeiro Domingo do Advento até Semana Santa inclusive. Friburgo: Herder & Cia, 1921, p. 360-362.


*  *  *

.
botao-oferta-aascj

A pureza e a castidade ainda importam para nós nos dias de hoje? Veja o que dizem os Santos.

17, março, 2018 Sem comentários
Nossa Senhora, mãe da Pureza.

Nossa Senhora, mãe da Pureza.


.
“Ninguém melhor que o Espírito Santo saberá apreciar o valor da castidade.”

.
.
Ora, Ele diz: ”Tudo o que se estima não pode ser comparado com uma alma continente” (Ecli 26, 20), isto é, todas as riquezas da terra, todas as honras, todas as dignidades, não lhe são comparáveis.
.
Santo Efrém chama a castidade de “a vida do espírito”; São Pedro Damião, “a rainha das virtudes”; e São Cipriano diz que, por meio dela, se alcançam os triunfos mais esplêndidos.
.
Quem supera o vício contrário à castidade, facilmente triunfará de todos os mais; quem, pelo contrário, se deixa dominar pela impureza, facilmente cairá em muitos outros vícios e far-se-á réu de ódio, injustiça, sacrilégio, etc.
.
.
A castidade faz do homem um anjo.
 “Ó castidade, exclama Santo Efrém (De cast.), tu fazes o homem semelhante aos anjos”.

.
.
Essa comparação é muito acertada, pois os anjos vivem isentos de todos os deleites carnais; eles são puros por natureza; as almas castas, por virtude.

.
“Pelo mérito desta virtude, diz Cassiano (De Coen. Int., 1. 6, c. 6), assemelham-se os homens aos anjos”; e São Bernardo (De mor. et off., ep., c. 3):
.
.
“O homem casto difere do anjo não em razão da virtude, mas da bem-aventurança; se a castidade do anjo é mais ditosa, a do homem é mais intrépida”.
.
.
“A castidade torna o homem semelhante ao próprio Deus, que é um puro espírito”, afirma São Basílio (De ver. virg.)
.
.
O Verbo Eterno, vindo a este mundo, escolheu para Sua Mãe uma Virgem, para pai adotivo um virgem, para precursor um virgem;
.
.
E a São João Evangelista amou com predileção porque era virgem, e, por isso, confiou-lhe Sua santa Mãe, da mesma forma como entrega ao sacerdote, por causa de sua castidade, a santa Igreja e Sua própria Pessoa.

.
Com toda a razão, pois, exclama o grande doutor da Igreja, Santo Atanásio (De virg.): ‘Ó santa pureza, és o templo do Espírito Santo, a vida dos Anjos e a coroa dos Santos!”.
.
.
Grande, portanto, é a excelência da castidade; mas também terrível é a guerra que a carne nos declara para no-la roubar.
.
.
Nossa carne é a arma mais poderosa que possui o demônio para nos escravizar; é, por isso, coisa muito rara sair-se ileso ou mesmo vencedor deste combate. Santo Agostinho diz (Serm. 293):
.
“O combate pela castidade é o mais renhido de todos: ele repete-se cotidianamente, e a vitória é rara”.
.
“Quantos infelizes que passaram anos na solidão, exclama São Lourenço Justiniano, em orações, jejuns e mortificações, não se deixaram levar, finalmente, pela concupiscência da carne;
.
Abandonaram a vida devota da solidão e perderam, com a castidade, o próprio Deus!”
.
.
Por isso, todos os que desejam conservar a virtude da castidade devem ter suma cautela:
.
.
“É impossível que te conserves casto, diz São Carlos Borromeu, se não vigiares continuamente sobre ti mesmo
, pois negligência traz consigo mui facilmente a perda da castidade”.
.
.
.
*  *  *
.
botao-oferta-aascj

Esse Santo bateu no demônio! Você sabe quem ele é? Veja aqui.

9, março, 2018 2 comentários
São Leofredo surra diabo que fingia ser monge, santinho italiano

São Leofredo surra diabo que fingia ser monge, santinho italiano


.
São Leofredo (Leutfrido, Leufroi, ouLeufroy) foi um abade francês do século VIII canonizado pela Igreja Católica.

.
Leofredo estudou na abadia de Condat e em Chartres. Ensinou em Evreux, França. Viveu como ermitão em Cailly e Ruão.

Fundou a abadia da Santa Cruz de Saint-Qu’en por volta de 690. A abadia foi renomeada como Saint-Leufroy em honra do santo, seu fundador.

São Leofredo morreu no ano 738 e sua festa se comemora em 21 de junho. De São Leofredo, escreve Ernest Hello na sua “Fisionomia dos Santos”:

.

.
Nasceu na Neustria; de boa família, a qual deixou para ser sacerdote. Depois de muita luta, fundou a Abadia de Santa Cruz.

Sofreu perseguições por seu espírito independente. Recebeu o dom dos milagres e da profecia. Era extremamente severo.

Como não tivesse cabelo, um dia, uma mulher, dele zombou. Disse-lhe o santo: Por que zombas de um defeito da natureza?

Não tenha na tua cabeça mais cabelos do que eu tenho na testa; e o mesmo suceda a teus descendentes.

Trabalhavam, uns camponeses, no dia domingo. Levantou o santo os olhos ao Céu, dizendo: 

– Senhor, fique essa terra eternamente estéril. Nunca nela se veja nem grão, nem trigo. E o campo encheu-se de cardos e espinhos.

.
São Leofredo tinha um zelo de misericórdia, mais de justiça mais ardente ainda.

.
As cóleras de São Leofredo acendiam as chamas da Caridade. As suas imprecações, o poder de sua caridade, o seu amor aos pobres, o seu ódio à injustiça, são as linhas paralelas de sua vida.

Um de seus religiosos morrera; e, com ele, encontraram três moedas. Estava violando o voto de pobreza. Leofredo mandou enterrá-lo em terra profana.


E após esses dias, o Senhor revelou-lhe que Sua misericórdia havia liberado a alma que Sua justiça condenara. Depois, fez um retiro de 40 dias; rezando e chorando pela alma daquele que parecera rejeitar.

“Sua fúria contra o demônio era tremenda”.

Uma vez, estando em sua cela, um frade foi avisá-lo que o demônio estava aprontando na Igreja.

Reconhecendo seu velho inimigo, o santo correu à capela e fez sinal da cruz sobre as portas e as janelas, como para vedar as saídas.

E, avançando sobre ele bateu-lhe com furor”.

.
O demônio quis fugir, mas as saídas estavam vedadas. O corpo que ele tomara para si, poderia ter se dissipado subitamente.

.
Parece, porém, que ele não teve permissão para isso. Deus quis humilha-lo sob as pancadas de São Leofredo”.

.
Muito pouca gente reage e luta contra o demônio com furor. 

Ora, o demônio merece ser repelido com ódio. E quando ele se aproxima de nós, nós devemos ter um assanhamento de ódio maior do que nós temos com qualquer pessoa viva nesta terra.

Porque é o inimigo declarado de Deus, o inimigo declarado de nossa alma, que quer toda espécie de mal; e quando nos sentimos tentados, nós devemos ter contra ele um ódio militante, como São Miguel Arcanjo.

 

São Leofredo: detalhe de vitral de Saint-Ouen, Ruão, França

Há coisa melhor do que esse exemplo de São Leofredo? 

São Leofredo bateu no corpo, que era um boneco que o demônio usava.

Naturalmente, aquelas pancadas, atormentavam mesmo o demônio. Como o atormenta a gente falar mal dele. Que humilhação! 

Pode-se imaginar São Leofredo, já velho, de barba branca, cabelo branco, mas muito conservado ainda; de olhos castanhos.

.
Mas forte e dando pancada com uma serenidade e um ódio únicos. E aquele “boneco” gemendo e estertorando até acabar de ser visto fugindo pela torre.

.
.
.
.
Valeria a pena, numa época futura, edificar uma capela consagrada a São Leofredo e à Santa Teresinha que também pôs em fuga os demônios.

São Leofredo e Santa Teresinha do Menino Jesus formariam um conjunto perfeito. 

Examinemos a intensidade de nossa cólera ao contrário daquilo que amamos. É assim que nosso amor se conta.Queremos medir a intensidade de nosso amor? 

O amor perfeito percebe tudo; a cólera perfeita percebe tudo. O amor perfeito só se alimenta da cólera, e a cólera perfeita também só se alimenta de amor. 

.
O amor perfeito vive da contemplação daquele que ama e a cólera perfeita vive da contemplação daquilo que odeia. E o ato do amor é a perfeição do amor; o ato de cólera é a perfeição da cólera.

.
“Eu durmo, mas o meu coração vigia”. Isso se pode dizer do amor. É como uma mãe que está com o filho muito doente. Ela dorme, mas o coração dela não dorme. 

.
Da mesma forma os católicos deveriam poder dizer de si: nós dormimos, mas o nosso ódio ao demônio não dorme.

.
É que, até no sono, nós devemos ser uma tocha viva de ódio contra o mal e contra os inimigos de Nossa Senhora.

.
Aí, se pode dizer: “eu durmo, mas o meu coração vigia à espera do momento da ocasião de glorificar ainda mais Nossa Senhora”!

.

.
Fonte: http://bit.ly/1M2SjEC

.
*  *  *

.
botao-oferta-aascj

GRÁTIS.
Coloque seu e-mail abaixo e receba orações, conselhos católicos e Mensagens de fé

Pesquisar no site

Veja o que acabamos de publicar

  • Quebre suas correntes com Nossa Senhora Aparecida Leia Mais +
  • Dia de São João Eudes: O grande divulgador do Sagrado Coração de Jesus Leia Mais +
Topo ↑

Inclua agora seu nome na Missa de Súplicas ao Coração de Jesus.
Ligue grátis de qualquer lugar do Brasil:

0800 774 7557

Política de Privacidade