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Textos com Etiquetas ‘São Leonardo de Porto Maurício’

Sinceridade absoluta na Confissão! Veja o quanto ela é importante, com esta história:

13, agosto, 2018 Comments off
"De sorte são todos aqueles que acreditam no grande bem da confissão e se servem dela, impedindo assim a própria perdição".

“De sorte são todos aqueles que acreditam no grande bem da confissão e se servem dela, impedindo assim a própria perdição”.

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M. – De sorte são todos aqueles que acreditam no grande bem da confissão…


E se servem dela, impedindo assim a própria perdição;

Enquanto que é bem diferente o caso da infeliz de quem lhe vou falar.

São Leonardo de Porto Maurício, acode à cabeceira de uma moribunda, acompanhado por um frade leigo.

Depois de confessada a doente, o padre sai sossegado, e;

Reunindo-se ao companheiro que o esperava no quarto vizinho, apronta-se para sair, quando este, muito triste e assustado lhe diz:

— “Padre Leonardo, o quê significa aquilo que eu vi?”

— O que é que você viu?


— Eu vi uma mão horrendamente negra que vagava pela antecâmara;

E, assim que o senhor saiu ela entrou, rápida como um raio, no quarto da doente.


Diante de tal história São Leonardo volta para trás, torna a entrar no quarto e oh!

Que cena terrível.

Aquela mão negra estrangulava aquela desgraçada que, com olhos fora das órbitas, e a língua caída, morria gritando:

“Malditos sejam os sacrilégios… Malditos sejam os sacrilégios…”

D. — Oh, Padre, então é mesmo verdade que as confissões mal feitas são a causa principal da perdição!


M. — Por conseguinte, guerra à mentira e sinceridade absoluta na confissão.

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Fonte: Do livro “Confessai-vos bem” do Rev. Pe. Luiz Chiavarino.

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Sabe porque a Santa Missa é uma oferta digna a Deus? Clique aqui para descobrir.

17, junho, 2018 Comments off

A Santa Missa é a perfeita oferenda a Deus, porque nela se oferece o próprio Deus como Sacrifício!

Dignidade de Deus na Missa

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Nossa primeira obrigação para com Nosso Senhor é adorá-Lo e honrá-Lo.


É
preceito da própria lei natural que todo inferior deve homenagem a seu superior, no caso Deus.

E quanto maior a dignidade deste, tanto maiores devem ser as honras que se lhes prestam. Daí resulta que, sendo Deus de majestade infinita, homenagens infinitas Lhe devemos.

Infelizes que somos! Onde encontraremos oferenda digna de nosso Criador? Passei vós em revista todas as criaturas do Universo: coisa alguma encontrareis digna d’Ele.

Ah! é que uma oferenda digna de Deus não pode ser senão o próprio Deus.


Necessário é que Aquele, que está sentado no trono de Sua Majestade, desça para oferecer-se como vítima sobre os nossos altares, a fim de que a homenagem corresponda perfeitamente à Excelência de sua grandeza infinita.


Isto é o que se realiza na Santa Missa, pela qual Deus é adorado na medida que merece, porque é adorado por Deus mesmo, isto é, por Jesus que,  pondo-se sobre o altar em estado de vítima, adora a Santíssima Trindade por um ato de inefável dependência e tanto quanto Ela merece.

E de tal modo que todas as outras homenagens que Lhe possam prestar as criaturas, comparadas a essa humilhação de Jesus, desaparecem como as estrelas em presença do sol.

Conta-se de uma santa alma que, totalmente abrasada de amor a Deus, traduzia em mil desejos o ardor de sua ternura:


“Ah! meu Deus, dizia ela, quisera ter tantos corações e tantas línguas como há de folhas nas árvores, de átomos no ar e de gotas d´água, para vos amar e louvar como mereceis.


Oh! Se eu tivesse em meu poder todas se consumissem de amor por vós, contanto que eu vos amasse mais que todas juntas, mais que todos os Anjos, os Santos e todo o Paraíso!”

Certo dia em que tal desejo repetia com mais fervor do que nunca, ouviu o Senhor responder-lhe:


“Consola-te, minha filha, pois com uma só Missa que participas com devoção, dás-me toda esta glória que me desejas, e ainda mais infinitamente.”


Admirai-vos talvez esta afirmação?

Não tendes motivo, pois visto nosso boníssimo Jesus ser não somente Homem, mas Deus verdadeiro e Todo-Poderoso, quando Ele se aniquila sobre o altar, dá com este ato homenagem e adoração infinitas à Santíssima Trindade.

Deste modo que nós, que concorremos com Ele no oferecimento deste grande Sacrifício, damos também de nossa parte, a Deus, honra e homenagem infinitas.

Oh! Que coisa sublime! Digamos uma vez ainda, pois importantíssimo é sabê-lo: sim, assistindo à Santa Missa, prestamos a Deus adoração, honra e homenagem infinitas.

Deixai, aqui, empolgar-vos de admiração, e reconhecei que é absolutamente verdade dizer que, ao assistirmos com devoção à Santa Missa, damos a Deus mais glória, do que lhe dão, com suas adorações, todos os Anjos e todos os Santos juntos:

Pois, definitivamente, eles são apenas simples criaturas e, portanto, suas homenagens são limitadas e curtas.


Na Santa Missa, porém, Jesus se aniquila e esta humilhação é de valor e mérito infinitos.


Por conseguinte, a homenagem e a honra que por meio d´Ele prestamos a Deus na Santa Missa, são homenagem e amor infinitos.

Sendo assim, como quitaremos bem a nossa primeira dívida com Nosso Senhor, assistindo à Santa Missa! Ó mundo obcecado, quando abrirás os olhos para compreender verdade tão importante.


E vós cristãos negligentes, tereis ainda a coragem de dizer: “Uma missa a mais, uma missa a menos, pouco importa”? Que triste cegueira!

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Fonte: Livro “As Excelências da Santa Missa” de São Leonardo de Porto Maurício.

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A Santa Missa tem por sacerdote Nosso Senhor Jesus Cristo. Duvida? Então leia aqui:

10, julho, 2017 Comments off
O Sacrifício da Santa Missa é o mesmo da Cruz; e o Sacerdote é o próprio Cordeiro Imaculado, Nosso Senhor Jesus Cristo, na pessoa do sacerdote.

O Sacrifício da Santa Missa é o mesmo da Cruz; e o Sacerdote é o próprio Cordeiro Imaculado, Nosso Senhor Jesus Cristo, na pessoa do sacerdote.

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Depois de dizer que o Sacrifico da Missa é o mesmo Sacrifício da Cruz,


E não uma cópia, era de imaginar que não se poderia encontrar prerrogativa melhor.

O que o torna, entretanto, mais sublime é o fato de ter como sacerdote o próprio Deus feito homem.

Três coisas, certamente são para considerar no santo Sacrifício: o Sacerdote que oferece.

A Vítima oferecida e a Majestade divina, a quem se oferece.


Ora, três considerações: o Sacerdote, que oferece, é um Homem-Deus, Jesus Cristo: A vítima é a vida de um Deus; e não se oferece a outrem senão Deus.

Reanimai, portanto, a vossa fé, e reconhecei no padre que celebra, a pessoa adorável de Nosso Senhor Jesus Cristo.


É Ele o principal oferente, não só porque instituiu este santo Sacrifício, e lhe dá, por seus méritos, a eficácia;

Mas porque se digna, em cada Santa Missa e para nosso benefício mudar o pão e o vinho em seu santíssimo Corpo e preciosíssimo Sangue.

Eis porque a maior excelência da Santa Missa consiste em ter por Sacerdote um Deus feito Homem.

E quando virdes o celebrante no altar, sabei que sua maior dignidade é ser o ministro deste Sacerdote invisível e eterno que é nosso Redentor.


Daí vem que o Sacrifício não deixa de ser agradável a Deus;


Ainda que o padre celebrante seja um pecador;

Visto que o principal oferente é Cristo Nosso Senhor, e o padre seu simples representante.

Do mesmo modo, aquele que dá esmola pela mão dum servidor, é verdadeiramente o principal autor do benefício;

E ainda que o servo fosse um celerado, se o patrão é um justo, a esmola é santa e é meritória.

Bendito seja Deus que nos deu um Sacerdote infinitamente santo, a própria Santidade;

O qual oferece ao Pai Eterno este divino Sacrifício, não só em todo lugar;

Pois hoje a fé está difundida em toda parte;

Mas também em todo tempo, todos os dias e mesmo a toda hora, graças a Deus, o sol se levanta para outras regiões, quando pra nós desaparece.


A toda hora, portanto em qualquer parte da Terra, este Santíssimo Sacerdote oferece seu Corpo, seu Sangue, todo o Ser ao Pai;

Por nós, e o faz tantas vezes quantas Missas se celebram em todo o Universo.


Que tesouro imenso!

Que mina de inestimáveis riquezas possuímos na Igreja de Deus!

Felizes de nós se pudéssemos assistir devotamente a todas as Santas Missas!

Que capital de méritos amontoaríamos!

Que abundância de graças nesta vida, e que grau de glória na outra nos proporcionará a devota e amorosa assistência a tantas Santas Missas!

Mas que digo? Assistência?

Os que assistem a Missa à Santa Missa não fazem apenas o ofício de assistentes;

Mas também o de celebrantes e pode-se chama-los sacerdotes: 

Fecisti nos Deo nostro regnun et sacerdotes (Apoc 5,10).


O sacerdote que oficia é como o ministro público da Igreja inteira, é o mediador de todos os fiéis;

E especialmente daqueles que participam da Santa Missa, junto do Sacerdote invisível que é Jesus.


Com Cristo, ele oferece ao Eterno Pai, em seu Nome e em nome de todos, o resgate precioso da Redenção dos homens.

Não está, porém, sozinho nesta santa função.

Todos os que assistem a Santa Missa, concorrem com ele no oferecimento do Sacrifício.

Assim, voltado para os fiéis, o sacerdote diz:

Orate, fratres, ut meum ac vestrum sacrificium acceptabile fiat:”


“Orai, meus irmãos, para que o meu sacrifício, que é também o vosso, seja agradável a Deus”.


Estas palavras, que o sacerdote profere, é para nos dar a entender que, conquanto desempenhe ele o papel de ministro principal, todos, que ali assistem, com ele oferecem a grande Vítima.

Quando assistis à Santa Missa, fazeis, portanto, de certo modo, o ofício de sacerdote.

Que dizeis agora?


Ousaríeis ainda assistir à Santa Missa, sentados, tagarelando, olhando para um e outro lado;
E contentando-vos de recitar, bem ou mal, umas preces vocais, sem levar em conta o ofício de tanta responsabilidade que exerceis, o ofício de sacerdote?


Ah! não posso evitar de exclamar aqui:

Ó mundo insensato, que nada compreende de tão augustos mistérios.

Como é possível permanecer ao pé dos altares com o espírito distraído e o coração dissipado;

Num momento em que os Anjos e os Santos se absorvem em admiração e temo à vista de tão maravilhosa obra!

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Fonte: adf.org.br

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O mundo inteiro precisa do Sacrifício da Santa Missa! Clique aqui e saiba o porquê:

24, junho, 2017 Comments off
O Sacrifício diário de Nosso Senhor na Santa Missa é o evita os castigos de Deus pelos horrendos pecados da Humanidade...

O Sacrifício diário de Nosso Senhor na Santa Missa é o evita os castigos de Deus pelos horrendos pecados da Humanidade…

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Se não houvesse o Sol, que seria da Terra? Oh! Tudo seria trevas, horror, esterilidade e desolação.


E se o Mundo não tivesse a Santa Missa, que seria de nós?

Infelizes! Ficaríamos privados de todos os bens sobrecarregados de todos os males.

Estaríamos expostos a todos os raios da cólera de Deus.

Alguns há que se admiram, e acham que, de certo modo Deus mudou a sua maneira de governar.

Antigamente Ele se nomeava de Deus dos exércitos, e falava ao povo do meio das nuvens, manejando o trovão;

E de fato, era com todo o rigor da justiça que castigava os pecados.

Por um único adultério, mandou passar a fio de espada vinte e cinco mil homens da tribo de Benjamim. (Juiz 20,46).


Por um leve pecado de orgulho de Davi em computar o povo;

Enviou Ele uma peste tão terrível que, em poucas horas pereceram setenta mil pessoas (II Sam. 24,15).


Por um só olhar curioso e desrespeitoso dos betsamitas, fez que cinqüenta mil deles perecessem.
(I Sam. 6, 19).

E agora suporta, com paciência, não só vaidades e irreverências;

Mas adultérios, os mais vergonhosos, escândalos gravíssimos, e tantas blasfêmias horríveis que muitos cristãos vomitam contra Seu Nome Santíssimo.


Porque assim acontece?


Por que tão grande mudança de conduta?

Serão as ingratidões dos homens mais escusáveis hoje do que outrora?


Bem ao contrário, são muito mais culpáveis, já que os imensos benefícios de Deus se multiplicam cada dia.


A verdadeira razão desta clemência espantosa é a Santa Missa, pela qual esta grande Vítima, que se chama Jesus, se oferece ao Eterno Pai.

Eis aí o sol da santa Igreja que dissipa as nuvens e torna sereno o céu.


Eis aí o arco-íris que detém os raios da Divina Justiça.

Creio para mim que, não fosse a Santa Missa, o Mundo estaria já no abismo, incapaz de suportar o imenso fardo de suas iniqüidades.

A Santa Missa é o poderoso sustentáculo que lhe permite subsistir.


Concluí, de tudo isto, quanto este divino Sacrifício é necessário; assim então, sabei aproveitá-lo o máximo que for possível.

Para isto, quando participamos da Santa Missa, devemos imitar Afonso de Albuquerque.

Achando-se, com sua frota, em perigo de naufragar numa horrível tempestade, teve uma inspiração:

Tomou nos braços uma criança que viajava em sua nau, e, elevando-a ao alto, exclamou:

“Se todos somos pecadores, esta criaturinha é certamente sem mácula, Ah! Senhor por amor deste inocente compadecei-vos dos culpados!”


Acreditareis?

A vista dessa criança inocente agradou tanto a Deus;

Que Ele acalmou o mar e devolveu a alegria àqueles infelizes, gelados já pelo terror da morte certa.


Ora, qual pensais seja a atitude do Eterno Pai, quando o sacerdote, levantando a Santa Hóstia, lhe apresenta o Divino Filho?

Ah! seu amor não pode resistir à vista do inocente Jesus;

Ele se sente forçado a acalmar nossas tormentas, e acudir a todas as nossas necessidades.

Sem esta santa vítima, portanto, sem Jesus sacrificado por nós, primeiro sobre a Cruz;

E todos os dias sobre nossos altares, estaríamos perdidos, e poderia cada um dizer a seu companheiro:


“Até à vista no inferno! Sim, sim, no inferno, no inferno! Até à vista no inferno!”.


Mas, com este tesouro da Santa Missa a nosso alcance, nossa esperança renasce; e se não opusermos obstáculos, teremos assegurado o Paraíso.

Deveríamos, portanto, beijar nossos altares, perfumá-los de incenso, e sobretudo honrá-los com nosso máximo respeito, pois que deles nos vêem tantos bens.


Juntai as mãos e agradecei a Deus Pai que nos deu o mandamento tão doce de oferecer-Lhe muitas vezes a Vítima celeste.


Agradecei-Lhe, sobretudo, pelo imenso proveito que dela recebeis;

Se sois fiel não somente em oferecê-la, mas de fazê-lo para os fins a que nos foi concedido este dom tão precioso.

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Fonte: Livro “As Excelências da Santa Missa” de São Leonardo de Porto-Maurício.

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Sabe o que é a Santa Missa de verdade? Veja aqui:

7, maio, 2017 Comments off
Santa Missa!

Santa Missa!

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Grande paciência é necessária para suportar a indiferença,

Que a maioria dos batizados na Igreja Católica têm pela Santa Missa: eles rescendem ateísmo e são o veneno da piedade. Pensam eles:

“Uma missa a mais, uma missa a menos, que importa… Já é bastante ouvir a missa nos dias de festa.

A missa de tal padre é uma missa de semana santa: quando ele surge no altar eu fujo
da igreja”.

Esses que assim falam deixam perceber claramente que pouca ou nenhuma estima têm pelo santíssimo Sacrifício da Missa.

Sabeis que, na realidade, a Santa Missa?


É o sol da cristandade, a alma da Fé, o centro da religião Católica apostólica com a sede em Roma;

A que tendem todos os seus ritos, todas as suas cerimônias, todos os seus sacramentos.

É a essência de tudo o que há de bom e belo na Igreja de Deus.


Por isso caros leitores meditem bem tudo que vou dizer-vos nesta instrução.


Excelência do Santo Sacrifício da Missa


É uma verdade incontestável que todas as religiões, que existiram desde o começo do Mundo, tiveram sempre algum sacrifício como parte essencial do culto devido a DEUS.

Mas porque essas religiões eram vãs ou imperfeitas, seus sacrifícios, também, eram vãos
ou imperfeitos. 

Totalmente vãos eram os sacrifícios do paganismo, e nem acode ao espírito falar sobre eles.

Quanto ao dos hebreus, eram imperfeitos.

Se bem que professassem, então, a religião verdadeira, seus sacrifícios eram podres e defeituosos, infirma et egena elementa, como qualifica São Paulo.

Não podiam, assim, apagar os pecados nem conferir graça.


Só o Sacrifício que temos em nossa santa religião, que é a Santa Missa, é um sacrifício santo, perfeito, e, em todo sentido, completo:
Por ele, cada fiel honra dignamente a DEUS, reconhecendo, ao mesmo tempo, o próprio nada e o supremo domínio de DEUS.


Davi o chama: Sacrifício de Justiça, sacrificium justitiae;

Tanto porque contém o Justo dos justos e o Santo dos santos, ou, melhor a própria Justiça e Santidade;

Como porque santifica as almas pela infusão das graças e abundância dos dons que lhes confere.

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Fonte: livro “As excelências da Santa Missa” de São Leonardo de Porto Maurício.

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