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“Sem Maria não chegamos a Jesus” – O que podemos aprender com esta reflexão de São Pedro Julião Eymard? Veja

14, maio, 2018 1 comentário
São Pedro Julião Eymard

São Pedro Julião Eymard


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Maria é fonte de bênçãos e graças, como assegura São Bernardo e muitos outros santos.

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T
odas as graças vêm através de Maria.

A honra que prestamos à Eucaristia não deve diminuir a devoção para com a Santíssima Virgem Maria.

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Seria uma insensatez pensar que basta o Santíssimo Sacramento e esquecer Nossa Senhora.

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Sempre encontramos Jesus nos braços de sua Mãe. Não foi ela que nos deu Jesus?

Foi através do seu consentimento que o Verbo se encarnou e iniciou o grande mistério de reparação; graças a esta anuência podemos nos unir a Jesus sacramentado.

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Sem Maria não podemos encontrar Jesus, o coração de Cristo pertence a ela, aí Cristo encontra suas delícias.

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Todos que desejam conhecer as virtudes íntimas de Jesus, seu amor recôndito e privilegiado, devem procurar no Coração de Maria; quem realmente ama esta boa Mãe encontra Jesus em seu coração puríssimo.

Jamais devemos separar Jesus e Maria; sem ela não chegamos até Jesus.

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Ouso afirmar que quanto mais amamos a Eucaristia, mais cresce o nosso amor para com a Santíssima Virgem.

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Existe alguma criatura mais amada por Deus ou uma mãe que tenha sido mais ternamente querida por seu filho que a Santíssima Virgem Maria?

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Seria uma grande falta de delicadeza com Nosso Senhor, não honrar sua Mãe; na Encarnação Jesus recebeu a natureza humana de Maria;

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Foi por essa carne recebida de Maria que glorificou o Pai, que nos salvou e que continua a alimentar o mundo através do Santíssimo Sacramento.

Nosso Senhor deseja que a honremos; sem dúvida o Filho honrou sua Mãe no aconchego do lar de Nazaré, porém a vida pública obrigou que Maria ficasse oculta, o Filho de Deus precisava cumprir sua missão.

Hoje, podemos retribuir todo o sacrifício da Virgem Santíssima, honrando-a como Mãe de Deus e nossa Mãe. Devemos um culto particular a Maria.

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Pertencer ao Filho é pertencer a Maria, adorar o Filho é honrar a Mãe.

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Para ser verdadeiros cristãos devemos prestar um culto de especial veneração à Santíssima Virgem invocando-a como Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento.

Quando honramos Jesus Cristo na Cruz, oramos a Nossa Senhora das Dores; quando meditamos a vida retirada de Nazaré, tomamos como modelo Maria; a Santíssima Virgem acompanha a vida inteira de Jesus.

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Fonte: São Pedro Julião Eymard – Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento: Um mês com Maria. São Paulo: Factash Editora, 2008, p. 16 – 18

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AQUI: Saiba mais sobre a Realeza de Nosso Senhor Jesus Cristo

31, dezembro, 2014 1 comentário

São Pedro Julião Eymard

“Deus Filho quis nascer de estirpe real para reunir
na sua Pessoa todos os gêneros de grandeza.”

Dos escritos sobre S. José, de S. Pedro Julião Eymard (1811-1868), Fundador dos Sacramentinos:

“Quando Deus Pai resolveu dar o seu Filho ao mundo, quis fazê-lo com honra, pois Ele é digno de toda a honra e de todo o louvor.

“Preparou-Lhe, pois, uma corte e um serviço régio dignos d’Ele: Deus queria que, mesmo na terra, o seu Filho encontrasse uma recepção digna e gloriosa, senão aos olhos do mundo, ao menos aos seus próprios olhos.

“Esse mistério de graça da Encarnação do Verbo, não foi realizado por Deus de improviso e aqueles que haviam sido escolhidos para tomar parte nele, foram preparados por Ele muito tempo antes.

A corte do Filho de Deus feito Homem compõe-se de Maria e de José; o próprio Deus não poderia ter encontrado para seu Filho servos mais dignos de estarem junto d’Ele.

Consideremos particularmente S. José.

“Encarregado da educação do Príncipe real do Céu e da Terra, incumbido de dirigi-lo e de servi-lo, era necessário que os seus serviços fizessem honra ao seu divino pupilo: não ficava bem a um Deus, ter que se envergonhar do seu pai.

Portanto, devendo ser Rei, da estirpe de David, faz nascer S. José desse mesmo tronco real: quer que ele seja nobre, até mesmo da nobreza terrena.

Nas veias de S. José corre, pois, o sangue de David, de Salomão, e de todos os nobres reis de Judá e se a sua dinastia tivesse continuado a reinar, ele [S. José] seria o herdeiro do trono e haveria de ocupá-lo por sua vez.

“Não vos detenhais a considerar a sua pobreza atual: a injustiça expulsou a sua família do trono a que tinha direito, mas, nem por isso ele deixa de ser Rei, filho desses Reis de Judá, os maiores, os mais nobres, os mais ricos do universo.

Também nos registos do recenseamento em Belém S. José será inscrito e reconhecido pelo Governador romano, como o herdeiro de David: esse é o seu pergaminho real, facilmente reconhecível e leva a sua régia assinatura.

“Mas, que importa a nobreza de José? – direis talvez. Jesus só veio para se humilhar.

Respondo que o Filho de Deus, o qual se quis humilhar por algum tempo, também quis reunir na sua Pessoa todos os gêneros de grandeza: Ele também é Rei por direito de herança, pois é de sangue real.

Jesus é nobre, e quando escolher os seus Apóstolos entre os plebeus, Ele os enobrecerá: esse direito pertence-Lhe, já que é filho de Abraão e herdeiro do trono de David.

Ele ama esta honra de família; a Igreja não entende a nobreza em termos de democracia: respeitemos, portanto, tudo o que Ela respeita. A nobreza é de Deus.

“Mas então, é preciso ser nobre para servir a Nosso Senhor? Se o sois, dar-Lhe-eis uma glória a mais; porém, não é necessário, e Ele contenta-se com a boa vontade e a nobreza do coração.

Contudo, os anais da Igreja demonstram que um grande número de Santos, e dos mais ilustres, ostentavam um brasão, possuíam um nome, uma família distinta: alguns até eram de sangue real.

“Nosso Senhor compraz-se em receber a homenagem de tudo quanto é honorífico. S. José recebeu no Templo esmerada educação e Deus preparou-o assim para ser o nobre servidor do seu Filho, o cavalheiro do mais nobre Príncipe, o protetor da mais augusta Rainha do Universo”.

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Retirado de: Mois de Saint Joseph, le premier et le plus parfait des adorateurs – Extrait des écrits du P. Eymard, Desclée de Brouwer, Paris, 7ª ed., pp. 59-62. – apud “Nobreza e elites tradicionais análogas nas alocuções de Pio XII ao Patriciado e à Nobreza romana”, Plinio Corrêa de Oliveira, Editora Civilização, Porto, 1993, pág. 289. 

Fonte: pliniocorreadeoliveira.info

Um Milagre maior que a partilha dos pães e dos peixes – conheça a grandeza do Santíssimo Sacramento

28, outubro, 2014 2 comentários

São Padro Julião Eymard

Se a Eucaristia é a obra de um amor imenso, esse amor teve a seu serviço um poder infinito: a onipotência de Deus.

Santo Tomás chama a Eucaristia, a maravilha das maravilhas – maximum miraculorumPara convencer-se, basta meditar o que a fé da Igreja nos ensina sobre Este mistério.

A primeira das maravilhas que se operam na Eucaristia, é a transubstanciação:

Jesus primeiro, depois os sacerdotes, por sua ordem e instituição, tomam pão e vinho, pronunciam sobre essa matéria as palavras da consagração, e imediatamente desaparece toda a substância do pão, toda a substância do vinho, acha-se mudada no Corpo Sagrado e no Sangue adorável de Jesus Cristo!

Sob a espécie do pão como sob a do vinho, acha-Se verdadeira, real e substancialmente o Corpo glorioso do Salvador.

Do pão, do vinho, restam somente as aparências: cor, sabor, peso; para os sentidos, é pão, é vinho. A fé nos diz que é o Corpo e o Sangue de Jesus velados sob os acidentes que só por um milagre subsistem.

Milagre que só o Onipotente pode operar, pois é contra as leis ordinárias existirem as qualidades dos corpos sem os corpos que as sustentam. Eis a obra de Deus; Sua vontade é a razão de ser dessa obra, como a razão de nossa existência. Deus pode tudo quanto quer: isto não Lhe exige mais esforço que aquilo.

Eis a primeira maravilha da Eucaristia.

Outra maravilha, que se contém na primeira, é que esse milagre se renova à simples palavra de um homem, do Sacerdote, e tantas vezes quantas ele o queira.

Tal é o poder que Deus lhe comunicou; quer que Deus esteja sobre este altar, e Deus está! O Sacerdote faz absolutamente a mesma maravilha que Jesus Cristo operou na Ceia Eucarística, e é de Jesus Cristo que recebe o poder, e em Seu Nome que age.

Nosso Senhor jamais resistiu à palavra de Seu Sacerdote. Milagre do poder de Deus: a criatura fraca, mortal, encarna Jesus sacramentado!

Jesus tomou cinco pães no deserto: abençoou-os e os Apóstolos tiveram com que alimentar cinco mil homens: pálida imagem dessa outra maravilha da Eucaristia, o milagre da multiplicação.

Jesus ama todos os homens; quer dar-Se todo inteiro e pessoalmente a cada um; cada um terá a sua parte no maná da vida: é, pois, necessário que Se multiplique tantas vezes quantos são os comungantes que querem recebê-l’O, e cada vez que o quiserem; é necessário, de certo modo, que a Mesa Eucarística recubra o mundo.

É o que se realiza por Seu poder: todos O recebem todo inteiro, com tudo o Que Ele é, cada hóstia consagrada O contém.

Dividi Essa santa hóstia em tantas partes quanto quiserdes, Jesus acha-se todo inteiro em cada uma das partes; em vez de dividi-l’O, a fração da hóstia O multiplica.

Quem poderá dizer o número de hóstias que Jesus, desde o Cenáculo, colocou à disposição de Seus filhos!

Mas Jesus não somente Se multiplica com as santas parcelas; por uma maravilha conexa, acha-se ao mesmo tempo em um número infinito de lugares.

Nos dias de Sua vida mortal, Jesus estava em um só lugar, habitava uma só casa: poucos ouvintes privilegiados podiam gozar de Sua presença e de Sua palavra.

Hoje, no Santíssimo Sacramento, acha-Se por toda parte, por assim dizer. Sua humanidade participa, de certo modo, da imensidade divina que tudo enche. Jesus acha-Se todo inteiro em um número infinito de templos e em cada um.

É que, sendo todos os cristãos, espalhados pela superfície da terra, os membros do corpo místico de Jesus Cristo, é bem necessário que Ele, Sua alma, esteja por toda parte, espalhado em todo o corpo, dando a vida e conservando-a em cada um de Seus membros.

“Os soberanos desta terra nem sempre, nem com facilidade concedem audiência; mas o Rei do Céu, ao contrário, escondido debaixo dos véus Eucarísticos, está pronto a receber a qualquer um…” (Santo Afonso Maria de Ligório)

Fonte: saopiov.org

 

“Sem Maria não chegamos a Jesus” – leia esta reflexão de São Pedro Julião Eymard

22, outubro, 2014 3 comentários

A Virgem Santíssima e a Eucaristia

São Pedro Julião Eymard

Maria é fonte de bênçãos e graças, como assegura São Bernardo e muitos outros santos.

Todas as graças vêm através de Maria.

A honra que prestamos à Eucaristia não deve diminuir a devoção para com a Santíssima Virgem Maria.

Seria uma insensatez pensar que basta o Santíssimo Sacramento e esquecer Nossa Senhora.

Sempre encontramos Jesus nos braços de sua Mãe. Não foi ela que nos deu Jesus?

Foi através do seu consentimento que o Verbo se encarnou e iniciou o grande mistério de reparação; graças a esta anuência podemos nos unir a Jesus sacramentado.

Sem Maria não podemos encontrar Jesus, o coração de Cristo pertence a ela, aí Cristo encontra suas delícias.

Todos que desejam conhecer as virtudes íntimas de Jesus, seu amor recôndito e privilegiado, devem procurar no Coração de Maria; quem realmente ama esta boa Mãe encontra Jesus em seu coração puríssimo.

Jamais devemos separar Jesus e Maria; sem ela não chegamos até Jesus.

Ouso afirmar que quanto mais amamos a Eucaristia, mais cresce o nosso amor para com a Santíssima Virgem.

Existe alguma criatura mais amada por Deus ou uma mãe que tenha sido mais ternamente querida por seu filho que a Santíssima Virgem Maria?

Seria uma grande falta de delicadeza com Nosso Senhor, não honrar sua Mãe; na Encarnação Jesus recebeu a natureza humana de Maria; foi por essa carne recebida de Maria que glorificou o Pai, que nos salvou e que continua a alimentar o mundo através do Santíssimo Sacramento.

Nosso Senhor deseja que a honremos; sem dúvida o Filho honrou sua Mãe no aconchego do lar de Nazaré, porém a vida pública obrigou que Maria ficasse oculta, o Filho de Deus precisava cumprir sua missão.

Hoje, podemos retribuir todo o sacrifício da Virgem Santíssima, honrando-a como Mãe de Deus e nossa Mãe. Devemos um culto particular a Maria.

Pertencer ao Filho é pertencer a Maria, adorar o Filho é honrar a Mãe. Para ser verdadeiros cristãos devemos prestar um culto de especial veneração à Santíssima Virgem invocando-a como Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento.

Quando honramos Jesus Cristo na Cruz, oramos a Nossa Senhora das Dores; quando meditamos a vida retirada de Nazaré, tomamos como modelo Maria; a Santíssima Virgem acompanha a vida inteira de Jesus.

(São Pedro Julião Eymard – Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento: Um mês com Maria. São Paulo: Factash Editora, 2008, p. 16 – 18)

Fonte: saopiov.org

Aprendendo com Cristo: mansidão de coração e o amor ao próximo

4, agosto, 2014 1 comentário

Jesus é a mesma Bondade e Sua mansidão é cativante e prende os corações. Os povos, falando d’Ele, diziam: “Vamos à suavidade”.

São Pedro Julião Eymard

Não Lhe agradam discussões ou contendas. Sua palavra é modesta, doce como Seu Coração.

Jamais pronuncia uma palavra injuriosa, jamais Lhe saem dos lábios palavras orgulhosas.

Calmo, bom, sincero, Jesus é sempre o Bom Mestre.

Imita a Jesus, ó minha alma, evitando cuidadosamente palavras vivas e impetuosas, prenúncios duma alma agitada.

Não te permitas tampouco palavras de gracejo, palavras maliciosas, mortificantes, críticas ou arrogantes.

Jesus é tão bom para ti.

Deves sê-lo também para com os outros. Se queres que te tratem com bondade e doçura, saibas tratar teu próximo da mesma forma.

Mansidão de Jesus para com Seus Apóstolos

Eram eles grosseiros, materiais, sem educação.

E Jesus tolera-os com Bondade, sem se queixar, sem lhes censurar a falta de cortesia.

Não os despede com vivacidade ou por lassidão, mas fala-lhes suavemente, explicando-lhes cem vezes as mesmas coisas, sem a mais ligeira impaciência.

Chama-lhes docemente a atenção sobre as suas faltas, corrige-lhes com calma os defeitos; suporta-os durante três anos, noite e dia, junto a Si.

Ah! Jesus era tão delicado pelo Coração, tão grande pelo Espírito, tão generoso, tão nobre, tão divino! Habituado à Corte Angélica, à sociedade eterna do Pai e do Espírito Santo, agora só tem por companheiros os doze barqueiros da Galiléia. Ah! Nunca poderíamos crer um tal prodígio de Santidade, se Jesus não fosse a mesma Bondade, a mesma Doçura.

Pois bem, serás, ó minha alma, a exemplo de Deus, doce para com aqueles que te são desagradáveis, antipáticos. Serás doce com aqueles que te fizeram sofrer; suportarás com paciência as faltas de atenção, de consideração, de delicadeza por parte daqueles, com quem vives.

E nos momentos de mau humor, nas tristezas de coração, na irritação interior, tomarás teu coração nas duas mãos, ou antes, tu o darás a Jesus, a fim de não perderes essa doce paz, esse licor do mel da caridade que adquiriste à custa de tantos sacrifícios.

Nesses momentos mais vale calar-se do que fazer mal ao próximo sob pretexto de lhe querer fazer bem.

Mansidão de Jesus no correr de sua Paixão

Ciente de que Judas O há de trair, tolera-o, todavia em Sua companhia, falando-lhe sempre com Bondade, ocultando aos demais Apóstolos o seu crime, e, para triunfar da dureza de seu coração, chamando-o ainda de amigo no Jardim das Oliveiras e, prestando-se a beijá-lo.

Ó minha alma, como hás de recusar a Jesus a mesma graça para aqueles que te ofendem? Não é possível!

Jesus é atado pelos carrascos e submete-Se, qual cordeiro, a tudo, sem oferecer resistência, apresentando Ele mesmo as mãos para serem ligadas, e não respondendo às injúrias, às blasfêmias de toda espécie com que o atormentam ao longo do caminho.

Aprende, ó minha alma, tu também a guardar, por entre todas as violências, um silêncio nobre e suave, a ser manso como o Cordeiro de Deus.

Que mansidão a de Jesus em presença de Caifás!

Entregue à fúria da soldadesca vil que Lhe cospe no rosto, Lhe arranca os cabelos e faz d’Ele seu joguete, Jesus nada diz, nem sequer uma palavra de queixa.

Que Bondade no olhar que lança sobre Pedro, que três vezes O renega. Olhar de Pai que censura ao filho sua culpa enquanto lha perdoa.

Que Mansidão a de Jesus nos muitos sofrimentos do Pretório, nessa flagelação de milhares de golpes e, mais tarde, sob o peso esmagador da Cruz!

E que Paciência nessa mesma Cruz, recebendo as maldições com bênçãos, a injúria com o perdão, a ingratidão com a graça. Mas a doçura de Jesus brilha com fulgor sem igual ao exclamar: “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonastes?”

Ah! Esse abandono do Pai foi a provação máxima de Jesus.

Nunca se queixou das dores físicas, nem da Sua crucificação, mas essa dor do Coração leva os Seus sofrimentos ao auge. E então o revela. Jamais nos teria sido dado a conhecer este novo sacrifício, se Jesus não no-lo tivesse ensinado.

Mas sua queixa é toda respeitosa. “Meu Deus, meu Deus”, e a sua exclamação é antes um ato de amor no sacrifício, de que só falará quando estiver consumado, terminando com estas palavras divinas: “Meu Pai, entrego a minha Alma entre as Vossas Mãos”.

Ó bom Jesus, é certamente na Cruz que Vos mostrais manso e humilde de Coração, tudo atraindo a Vós pela Vossa doçura: o ladrão penitente, os carrascos contritos, o mundo todo – também o meu pobre coração!

A exemplo de Jesus, ó minha alma, tu praticarás a doçura de paciência na moléstia e no sofrimento. A doçura de paz nas contradições. A doçura de submissão no infortúnio. A doçura de amor na cruz.

“Bem-aventurados os mansos de coração, porque possuirão a terra.”
“Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.”
“Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus.”
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(A Divina Eucaristia, Escritos e Sermões de São Pedro Julião Eymard, volume 3)
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Fonte: a-grande-guerra.blogspot

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