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5 conselhos para uma boa confissão nessa Semana Santa. Veja!

28, março, 2018 1 comentário
Sacerdote assistindo à Confissão

Sacerdote assistindo à Confissão

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Em uma palestra sobre o sacramento da penitência, em 2016, o Bispo de San Sebastián (Espanha), Dom José Ignacio Munilla, ofereceu alguns conselhos práticos para aproximar-se da confissão.


A seguir, confira esses 5 conselhos para uma boa confissão:


1. Exame de consciência

“Preparar-se para a confissão não tem que ser diferente de fazer um tempo de oração, colocando-se na presença de Deus, e isso é fazer oração”, assegurou o Prelado, que incentivou a “pedir luz ao Espírito Santo, para nos vermos com os olhos de Deus”.

Nesse sentido, explicou que devemos repassar os mandamentos da lei de Deus e os da Santa Madre Igreja para ver em que se pecou.

“Ou através das bem-aventuranças, repassar os pecados capitais, ou com as virtudes teologais e morais”, afirmou.


2. Contrição do coração

“O segundo conselho é que a confissão seja precedida por um ato de amor de Deus, que é o ato de contrição.

O amor e a dor são a cara e cruz de uma mesma moeda, uma grande alegria porque Deus me perdoa e uma grande pena porque não soube amá-lo como merecia”.

O Bispo de San Sebastián destacou que é “essencial o ato de contrição” que segue unido ao “desejo de confessar nossos pecados”.


3. Propósito de emenda

“Está muito ligado à contrição e se trata de ver quais passos tenho que dar para que meu arrependimento seja fecundo e sincero”, explicou.

Além disso, falou sobre fazer um “exercício de reflexão” para ver o que se poderia fazer para vencer quando formos tentados.


“É um juízo de prudência para ver como nos situarmos frente à tentação.

É preciso vencer a tentação respondendo-lhe desde o primeiro segundo, que não cresça, que não se torne mais forte”, insistiu.


Além disso, destacou que “com o demônio não se dialoga, porque sempre se sai perdendo”.


4. Confessar os pecados ao sacerdote

O Bispo de San Sebastián recordou a importância de se confessar diante de um sacerdote;

Porque durante o sacramento, este atua ‘in persona Christi’.

Nesse sentido, sublinhou que:


“A aplicação comunitária da absolvição nos fez um grande mal”;


Já que se tratava de algo para casos extremos e cujo uso se generalizou.


5. Cumprir a penitência

Dom Munilla, recordando São Francisco Xavier e outros santos, sublinhou a importância de que as penitências sejam pedagógicas e:


“Sirvam para que o pecador seja consciente do processo de santificação que sua vida seve levar”.


Também incentivou a viver a penitência “a partir do seu sentido medicinal, de cura”.

Incentivou ainda a que a confissão “seja um encontro transformador, de graça que nos faz homens novos” e recordou que;


“Para um sacerdote, este sacramento é exigente, mas compartilha com o coração de Cristo uma imensa alegria quando é testemunho de um novo nascimento”.

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Fonte: acidigital.com

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O que os santos disseram sobre a Paixão de Jesus? Veja aqui e medite suas palavras.

28, março, 2018 Sem comentários
Cristo chagado.

Cristo chagado.

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O Amor dos Santos por Nosso Senhor expresso em suas frases!

 

Santa Teresa de Lisieux,

“O canto do sofrimento unido aos Seus sofrimentos é aquilo que mais cativa o Seu coração.

Jesus arde de amor por nós…! Olha a Sua Face adorável…! Olha os Seus olhos apagados e baixos…! Olha essas chagas… Olha a Face de Jesus… Ali verás como nos ama”.

 

S. Francisco de Sales,
Introdução à Vida devota.

Aconselho-te a oração mental e cordial e particularmente sobre a Vida e a Paixão de Nosso Salvador. Se frequentemente a contemplas na meditação;

Encherá a tua alma, aprenderás a Sua modéstia e modelarás as tuas ações pelo modelo das Suas. Ele é a Luz do mundo e n’Ele, por Ele e para Ele devemos ser instruídos e iluminados.

 

S. João da Cruz
Epistolário, carta 10

Acerca da Paixão do Senhor, procure… não querer fazer a sua vontade e gosto em nada, pois ela foi a causa da Sua Paixão e Morte.

 

S. Luís Beltran o.p
Obras e Sermões;
Meditações sobre a Paixão de Jesus; Tomo I

Saboreia o livro da Paixão de Cristo e captarás a sua doçura, porém quando o digerires experimentarás a amargura grande que existe nele.

Contempla essa Paixão. Avalia o preço da tua redenção.

 

Beata Ângela de Foligno,
O Livro da vida.

Se a tua mente não se eleva à contemplação desse Homem-Deus crucificado, volta atrás e, começando desde início até ao fim, rumina todos os caminhos da Paixão e da Cruz do Homem-Deus vilipendiado.

E se não podes retomar e falar de novo destas coisas com o coração, repete-as frequentemente e amorosamente com os lábios, porque aquilo que se repete com frequência com os lábios, dá calor e fervor ao coração.

 

S. Máximo de Turim,
Cristo dia sem ocaso;
Sermão 53, 1-2.4

A Paixão do Salvador tira-nos do abismo, eleva-nos acima do que é terreno e coloca-nos no mais alto dos Céus.

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Veja essa meditação IMPORTANTÍSSIMA para a Terça-Feira Santa.

27, março, 2018 1 comentário
Apresentação de Nosso Senhor aos Judeus.

Apresentação de Nosso Senhor aos Judeus.


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Da prisão e apresentação de Jesus aos judeus.

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J
udas entra no horto e, entregando com um beijo o seu Mestre, caem sobre Jesus aqueles insolentes ministros e o encadeiam como a um celerado (Jo 18,12).

Um Deus preso? E por quê? E por quem? Por suas próprias criaturas.

Que dizeis, ó anjos do céu? E vós, ó meu Jesus, por que vos deixais prender? “Ó Rei dos reis, que há de comum entre vós e as cadeias?” pergunta S. Bernardo.

Que relação existe entre as cordas dos escravos e dos réus com o Rei e o Santo dos santos?

Mas se os homens se atrevem a vos prender, vós, que sois onipotente, por que não vos desprendeis e livrais dos tormentos que esses bárbaros vos preparam?

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Ah, compreendo, não são propriamente essas as cordas que vos prendem: é o amor para conosco que vos ata e condena à morte.

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Vê, ó homem, como aqueles cães maltratam a Jesus, diz S. Boaventura; estes o agarram, aqueles o empurram, uns o amarram, outros lhe batem.

Contempla então a Jesus, que como um manso cordeiro se deixa conduzir e sacrificar sem resistência.

E vós, discípulos, que fazeis? Por que não socorreis a fim de arrancá-lo das mãos dos inimigos?

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Pelo menos, por que não o acompanhais para defender a sua inocência diante dos juízes? Mas, ó Deus, até os discípulos, ao vê-lo preso e acorrentado, fogem e o abandonam (Mc 14,50).

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Ó meu Jesus abandonado, quem tomará a vossa defesa, se até os que vos são mais caros vos abandonam? E ver que essa injúria não teve fim com a vossa paixão!

Quantas almas, depois de se haverem consagrado à vossa imitação e recebido muitas graças especiais, vos abandonaram por qualquer paixão de vil interesse, ou de respeito humano, ou louco prazer.

Infeliz de mim, que sou um esses ingratos.

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Ó meu Jesus, perdoai-me, que eu não quero mais deixar-vos. Eu vos amo e prefiro perder a vida a perder a vossa graça.

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Um Deus humilhado por amor 

Conduzido à presença de Caifás, este o interroga a respeito de seus discípulos e sua doutrina. Jesus responde que não havia falado em segredo, mas em público, e que os que o rodeava bem sabiam o que havia ensinado (Jo 18,20). 

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A tal resposta um dos ministros, dizendo-o temerário, dá-lhe uma horrível bofetada, perguntando-lhe: “É assim que respondes ao pontífice?” (Jo 18,22).

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Ó paciência de meu Senhor! Como é possível que uma resposta tão sensata mereça uma afronta tão grande na presença de tanta gente e do próprio pontífice que, em vez de repreender aquele insolente, antes o aplaude com seu silêncio?

Ah, meu Jesus, vós sofrestes tudo para pagar as afrontas que eu, temerário, vos fiz. Ó meu amor, eu vos agradeço.

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Eterno Pai, perdoai-me pelos merecimentos de Jesus. Meu Redentor, eu vos amo mais do que a mim mesmo.

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Em seguida o iníquo pontífice o interrogou se ele era em verdade o Filho de Deus. Jesus, por respeito ao nome de Deus, que tinha sido invocado, respondeu que sim. Caifás rasgou então suas vestes, afirmando ter Jesus blasfemado.

E todos gritaram que ele era digno de morte! (Mt 26,66). Sim, meu Salvador, sois de fato réu de morte, pois que vos obrigastes a satisfazer por mim, que sou em verdade réu de morte eterna.

Visto, porém, que com a vossa morte me adquiristes a vida, é justo que eu consagre a vós toda a minha vida. Eu vos amo e nada mais desejo senão amar-vos.

E depois que vós, o maior de todos os reis, quisestes por meu amor ser desprezado mais do que todos os homens, eu quero por vosso amor sofrer todas as afrontas que me forem feitas.

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Pelos merecimentos de vossos desprezos, dai-me a força para suportá-los.

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Um rei desprezou o Rei dos reis

Tendo o conselho dos sacerdotes declarado Jesus Cristo réu de morte, aquela gentalha pôs-se a maltratá-lo toda a noite com bofetadas, pontapés e escarros, como a um homem infame (Mt 27,67).

Nosso Senhor após ser flagelado!

Nosso Senhor após ser flagelado!

E ainda zombaram dele, dizendo: “Adivinha, ó Cristo, quem foi que te bateu?” (Mt 26,68).

Ah, meu caro Jesus, eles vos esbofeteiam, vos cospem no rosto e vós vos calais, e como um cordeiro tudo sofreis por nós, sem vos lamentar (Is 53,7).

Mas, se eles não vos conhecem, eu vos reconheço por meu Deus e Senhor e protesto que sei muito bem que tudo o que padeceis,padeceis como inocente e só por amor de mim.

Eu vos agradeço, ó meu Jesus, e vos amo de todo o meu coração. Tendo despontado o dia, conduzem Jesus a Pilatos, par que fosse condenado à morte.

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Pilatos, entretanto, o declarou inocente; mas, para livrar-se dos judeus que continuavam a vociferar, o enviou a Herodes.

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Este, desejando presenciar qualquer prodígio por mera curiosidade, interrogou-o sobre muitas coisas. Jesus, porém, se cala e não lhe dá resposta, visto que ele não a merecia.

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Por isso, o rei soberbo o desprezou soberanamente e mandou que o revestissem com a veste dos loucos, uma túnica branca.

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Ó Sabedoria eterna, ó meu Jesus, essa injúria ainda vos faltava, a de ser tratado como louco. Ó Deus, também eu vos desprezei no passado como Herodes.

Não me castigueis, porém, como a Herodes, negando-me a vossa voz. Herodes não vos reconheceu por quem éreis; eu vos reconheço por meu Deus;

Herodes não se arrependeu de vos ter injuriado,mas eu me arrependo de todo o coração; Herodes não vos amou, mas eu vos amo sobre todas as coisas.

Não me negueis, portanto, a voz de vossas inspirações. Dizei-me o que quereis de mim, que eu quero fazer tudo com a vossa graça. Maria, minha esperança, rogai a Jesus por mim. 

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Fonte: Do livro “Reflexões sobre a Paixão de Jesus Cristo expostas às almas devotas” de Santo Afonso de Ligório.
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O que todo Católico deve meditar na Semana Santa? Veja.

26, março, 2018 1 comentário
Iniciamos a Semana Santa, maior tempo para meditarmos sobre a entrega de Nosso Senhor por nós!

Iniciamos a Semana Santa, maior tempo para meditarmos sobre a entrega de Nosso Senhor por nós!


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A Igreja está diante de nós como Cristo ante a Verônica

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A Igreja, sofredora, perseguida, vilipendiada, aí está a nossos olhos indiferentes ou cruéis. Ela está diante de nós como Cristo diante de Verônica.

Condoamo-nos com os padecimentos d’Ela.

Com nosso carinho, consolemos a Santa Igreja de tudo quanto ela sofre.

Podemos estar certos de que, com isto, estaremos dando ao próprio Cristo uma consolação idêntica à que lhe deu Verônica.

O avanço da incredulidade

Comecemos pela Fé. Certas verdades referentes a Deus e a nosso destino eterno, podemos conhecê-las pela simples razão.

Outras, conhecemo-las porque Deus no-las ensinou.

Em sua infinita bondade, Deus se revelou aos homens no Antigo e Novo Testamento, ensinando-nos não apenas o que nossa razão não poderia desvendar;

Mas ainda muitas verdades que poderíamos conhecer racionalmente, mas que por culpa própria a humanidade já não conhecia de fato.

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A virtude pela qual cremos na Revelação é a Fé. Ninguém pode praticar um ato de Fé sem o auxílio sobrenatural da graça de Deus.

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Essa graça, Deus a dá a todas as criaturas e, em abundância torrencial, aos membros da Igreja Católica.

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Esta graça é a condição da salvação deles. Nenhum chegará à eterna bem-aventurança, se rejeitar a Fé. Pela Fé, o Espírito Santo habita em nossos corações.

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Rejeitar a Fé é rejeitar o Espírito Santo, é expulsar de sua alma a Jesus Cristo
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Vejamos, em torno de nós, quantos católicos rejeitam a Fé. Foram batizados, mas no curso do tempo perderam a Fé.

Perderam-na por culpa própria, porque ninguém perde a Fé sem culpa, e culpa mortal.

Ei-los que, indiferentes ou hostis, pensam, sentem e vivem como pagãos. São nossos parentes, nossos próximos, quiçá nossos amigos!

Sua desgraça é imensa. Indelével, está neles o sinal do Batismo.

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Estão marcados para o Céu, e caminham para o inferno. Em sua alma redimida, a aspersão do Sangue de Cristo está marcada.

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Ninguém a apagará!

É, de certo modo, o próprio Sangue de Cristo que eles profanam, quando nesta alma resgatada acolhem princípios, máximas, normas contrárias à doutrina da Igreja.

O católico apóstata tem qualquer coisa de análogo ao sacerdote apóstata.

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Arrasta consigo os restos de sua grandeza, profana-os, degrada-os e se degrada com eles. Mas não os perde.

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E nós?
 Importamo-nos com isto? Sofremos com isto? Rezamos para que estas almas se convertam? Fazemos penitências? Fazemos apostolado? Onde nosso conselho?

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Onde nossa argumentação? Onde nossa caridade? Onde nossa altiva e enérgica defesa das verdades que eles negam ou injuriam?

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O Sagrado Coração sangra com isto. Sangra pela apostasia deles, e por nossa indiferença.

Indiferença duplamente censurável, porque é indiferença para com nosso próximo, e sobretudo indiferença para com Deus.

 

 

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Fonte: Revista Catolicismo.
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Domingo de Ramos! Qual importante meditação devemos fazer nesse dia? Descubra.

25, março, 2018 1 comentário
Entrada de Nosso Senhor Jesus Cristo em Jerusalém. Início da Semana Santa com o Domingo de Ramos.

Entrada de Nosso Senhor Jesus Cristo em Jerusalém. Início da Semana Santa com o Domingo de Ramos.


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A entrada “solene” de Jesus em Jerusalém 

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Semana Santa começa no Domingo de Ramos, porque celebra a entrada de Jesus em Jerusalém montado em um jumentinho – o símbolo da humildade – e aclamado pelo povo simples, que O aplaudia como:

“Aquele que vem em nome do Senhor”

Esse povo tinha visto Jesus ressuscitar Lázaro de Betânia havia poucos dias e estava maravilhado. Ele tinha a certeza de que este era o Messias anunciado pelos profetas;

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Mas esse mesmo povo tinha se enganado no tipo de Messias que Cristo era.

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Pensavam que fosse um Messias político, libertador social que fosse arrancar Israel das garras de Roma e devolver-lhe o apogeu dos tempos de Salomão. 

Para deixar claro a este povo que Ele não era um Messias temporal e político, um libertador efêmero, mas o grande Libertador do pecado, a raiz de todos os males, então;

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O Senhor entra na grande cidade, a Jerusalém dos patriarcas e dos reis sagrados, montado em um jumentinho; expressão da pequenez terrena.

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Ele não é um Rei deste mundo! Dessa forma, o Domingo de Ramos dá o início à Semana Santa, que mistura os gritos de hosanas com os clamores da Paixão de Cristo.

O povo acolheu Jesus abanando seus ramos de oliveiras e palmeiras.

Esses ramos significam a vitória:

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“Hosana ao Filho de Davi: bendito seja o que vem em nome do Senhor, o Rei de Israel; hosana nas alturas”

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Os ramos santos nos fazem lembrar que somos batizados, filhos de Deus, membros de Cristo, participantes da Igreja, defensores da fé católica, especialmente nestes tempos difíceis em que esta é desvalorizada e espezinhada.

Os ramos sagrados que levamos para nossas casas, após a Missa, lembram-nos de que estamos unidos a Cristo na mesma luta pela salvação do mundo;

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A luta árdua contra o pecado, um caminho em direção ao Calvário, mas que chegará à Ressurreição.

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O sentido da Procissão de Ramos é mostrar essa peregrinação sobre a terra que cada cristão realiza a caminho da vida eterna com Deus.

Ela nos recorda que somos apenas peregrinos neste mundo tão passageiro, tão transitório, que se gasta tão rapidamente.

E nos mostra que a nossa pátria não é neste mundo, mas sim na eternidade, que aqui nós vivemos apenas em um rápido exílio em demanda da casa do Pai.

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A Missa do Domingo de Ramos traz a narrativa de São Lucas sobre a Paixão de Nosso Senhor Jesus: Sua angústia mortal no Horto das Oliveiras, o Sangue vertido com o suor, o beijo traiçoeiro de Judas;

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A prisão, os maus-tratos causados pelas mãos do soldados na casa de Anãs, Caifás; Seu julgamento iníquo diante de Pilatos, depois, diante de Herodes, Sua condenação, o povo a vociferar “crucifica-o, crucifica-o”.

As bofetadas, as humilhações, o caminho percorrido até o Calvário, a ajuda do Cirineu, o consolo das santas mulheres, o terrível madeiro da cruz, Seu diálogo com o bom ladrão, Sua morte e sepultura. 

As Mesmas pessoas que louvam Cristo, pedem sua morte!

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A entrada “solene” de Jesus em Jerusalém foi um prelúdio de Suas dores e humilhações.

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Aquela mesma multidão que O homenageou, motivada por Seus milagres, agora vira as costas a Ele e muitos pedem a Sua morte.

Jesus, que conhecia o coração dos homens, não estava iludido. Quanta falsidade há nas atitudes de certas pessoas!

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Quantas lições nos deixam esse Domingo de Ramos! O Mestre nos ensina, com fatos e exemplos, que o Reino d’Ele, de fato, não é deste mundo.

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Que Ele não veio para derrubar César e Pilatos, mas veio para derrubar um inimigo muito pior e invisível: o
 pecado.

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E para isso é preciso se imolar; aceitar a Paixão, passar pela morte para destruir a morte; perder a vida para ganhá-la.

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A muitos o Senhor Jesus decepcionou; pensavam que Ele fosse escorraçar Pilatos e reimplantar o reinado de Davi e Salomão em Israel; mas Ele vem montado em um jumentinho frágil e pobre.

O Domingo de Ramos nos ensina que seguir o Cristo é renunciar a nós mesmos, morrer na terra como o grão de trigo para poder dar fruto, enfrentar os dissabores e ofensas por causa do Evangelho do Senhor.

Ele nos arranca das comodidades e das facilidades, para nos colocar diante d’Aquele que veio ao mundo para nos Salvar.

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