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Textos com Etiquetas ‘sofrimento’

10 Maneiras de conversar com Deus – Número 5

17, janeiro, 2020 Sem comentários

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10 Maneiras de conversar com Deus – Número 5

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5ª Maneira – Abandonar-se nas mãos de Deus em todo e qualquer sofrimento

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Nas penas e aridezes, abandonar-se, generosamente, ao sofrimento sem se inquietar nem fazer esforço para sair dele, sem fazer outros atos senão este abandono de si mesmo nas mãos de Deus para sofrer essa provação e todas aquelas que a Ele aprouver. 

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Ou então, unir-se à Agonia de Nosso Senhor no Horto e ao seu desamparo na Cruz. Persuadindo-se que nela está cravado com o próprio Salvador e, com o seu exemplo, desejando conservar-se lá e sofrer até à morte.

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Fonte: A alma de Todo o ApostoladoParte V – Jean-Baptiste Chautard

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10 Maneiras de conversar com Deus – Número 1

10 Maneiras de conversar com Deus – Número 2

10 Maneiras de conversar com Deus – Número 3

10 Maneiras de conversar com Deus – Número 4

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Veja estes presentes de agradecimento…

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– Seu nome incluído em mais de 60 Missas ao longo do ano;

– Acesso exclusivo e seguro ao Calendário de Missas para incluir suas orações;

Escudo do Sagrado Coração de Jesus, já benzido por um sacerdote, para sua proteção.

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Gostaria de recebê-los?

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O que está esperando então para participar do grupo de apostolado Famílias do Sagrado Coração de Jesus?

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Os presentes que você poderá receber são singelos, mas é um modo que encontramos de retribuir a generosidade de seu coração. 

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Para mais informações, ligue:

0800 608 2126

Dica: Se estiver no celular é só clicar no número que o aparelho discará automaticamente 

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A ligação é de graça para todo o Brasil.

Horário de Atendimento: De segunda a sexta-feira, das 08h às 18h.

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Sabemos que o maior de todos os presentes certamente virá do Céu, que é a BÊNÇÃO de Nosso Senhor Jesus Cristo em sua vida!

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“Sagrado Coração de Jesus, confio e espero em Vós.” 🙏❤️

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O que você prefere: sofrer com ou sem Jesus?

25, setembro, 2019 Sem comentários

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Ajude a levar a Fé e o Amor de Jesus para as almas que ainda não conhecem a grandeza de seu amparo.

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De que maneira?

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Desta forma você estará contribuindo para que a devoção ao Sagrado Coração de Jesus cresça cada vez mais no Brasil e até no mundo.

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Como agradecimento, todas as pessoas que se inscreverem no canal serão incluídas nas orações realizadas pelos religiosos e voluntários que apoiam o apostolado.

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Sagrado Coração de Jesus - 25

O carinho de sua família, o pão que não falta em sua mesa, o teto que o abriga, a saúde que permite alcançar seus objetivos, cada dia de vida

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Jesus faz tanto por VOCÊ

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FAÇA ALGO TAMBÉM POR ELE!

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Acesse aqui e descubra como agradecer a Nosso Salvador.

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“Coração de Jesus que tanto me amais, fazei que eu Vos ame cada vez mais.” ?❤️

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Livro de Missas

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O Sagrado Coração de Jesus é paciente. Descubra a importância de suportar todas as coisas da vida pelo Sagrado Coração de Jesus, bem aqui:

9, junho, 2017 Sem comentários
"O homem vale na medida de sua capacidade de sofrer".

“O homem vale na medida de sua capacidade de sofrer”.


Plínio Correa de Oliveira, grande líder católico do século XX.

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O homem vale na medida de sua capacidade de sofrer 


Porque, em última análise, vistas as coisas sob um certo ângulo, a vida do homem vale na medida em que sofre e ama o sofrimento que padece.

E então aqui temos o Coração de Jesus paciente.

Uma das expressões mais típicas da capacidade de sofrer é o espírito de iniciativa;

Por onde o homem vence a preguiça, vence a moleza, vence o tédio, vence o amor a si mesmo e se joga ao trabalho;


E se joga à luta e se joga até ao mais grosso e ardoroso da luta, se for necessário;

Quites a deixá-la imediatamente se o interesse da Igreja conduzi-lo no sentido oposto.


Aqui está a forma superior de paciência, que é esse espírito de iniciativa e de combatividade;

Por onde o homem renuncia a todas as suas preguiças, a todos os seus relaxamentos e é isto que devemos pedir ao Coração de Jesus, paciente e misericordioso.

Misericordioso quer dizer quem tem pena: é um corolário do segundo sentido da palavra paciência.

E aqui vem esta outra questão:

A enorme dificuldade de convencer as almas da minha tão cara geração novada misericórdia de Deus;


Que perdoa uma vez, perdoa duas vezes, perdoa duas mil vezes e só não quer que se desanime do perdão.


Então, para termos confiança no perdão de Nosso Senhor, pela intercessão do Coração Imaculado de Maria, aqui está uma invocação magnífica:


Coração de Jesus, paciente e misericordioso.
Paciente com os meus defeitos, com os meus pecados;
Misericordioso com relação a minhas lacunas, pelo Coração Imaculado de Maria, tendo pena de nós.


É uma excelente invocação até para recitar durante o dia, para não se perder a confiança em Nosso Senhor Jesus Cristo.

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Fonte: pliniocorreadeoliveira.info

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Por que existe o sofrimento?

19, abril, 2017 Sem comentários
Sofrimento maior não houve.

Sofrimento maior não houve.

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Do ponto de vista natural, pode-se dizer que o sofrimento decorre da própria natureza do homem.


Todo ser dotado de sensibilidade está sujeito à dor, assim como à alegria.

Quando os objetos ou as pessoas estão em harmonia com sua sensibilidade, ela experimenta prazer; quando, ao contrário, ferem essa sensibilidade, ele sofre.

É possível, portanto, sofrer sem culpa própria.

Mas a fé nos ensina que o sofrimento entrou no mundo por causa do pecado.

Por um ato de bondade infinita e essencialmente gratuita, Deus havia preservado o homem da dor.

Criado em lugar de delícias, ele devia, se fosse fiel a Deus, passar deste Paraíso terrestre diretamente para o Céu;

Para nele gozar por toda a eternidade, de uma felicidade sem sombras.

O pecado de Adão, transmitido a seus descendentes, veio transtornar este belo plano.

Com o pecado, a dor e a morte entraram no mundo, não somente como uma consequência natural da sensibilidade, mas também como um castigo pelo pecado.

Era justo: pois, tendo o homem pecado por um amor desordenado ao prazer, para satisfazer o seu orgulho e a sua sensualidade;

Era bom que ele sofresse para expiar a sua falta, e para sentir-se mais inclinado a evitar toda a transgressão;

Vendo que há uma justiça imanente e que o culpado é punido por seu pecado.


Assim, o sofrimento que parece ser um mal, torna-se um bem na ordem moral, uma reparação e um preventivo contra novas transgressões.


Essa ideia se torna mais clara com o grande mérito da Redenção.

Para reparar a ofensa infinita cometida contra Deus por nossos primeiros pais e por sua posteridade;

O Filho de Deus consente em fazer-se homem, e tornar-se o representante da Humanidade culpada;

Em assumir sobre si o peso de nossas iniquidades, em expiá-las por trinta e três anos de sofrimentos e, sobretudo, pela imolação no Calvário.


Assim, o sofrimento é reabilitado, enobrecido e divinizado.

Já não é mais somente um castigo mas um ato de obediência aceito voluntária e generosamente por amor;

Um ato que, na pessoa de Jesus Cristo, tem um valor infinito.


Por ele, Jesus glorifica a Deus muito mais do que o pecado que O havia ofendido;

E coloca o homem, sob vários pontos de vista, a um estado superior ao de Adão inocente.

Esse ato tem para nós, portanto, as mais felizes consequências.

Associando nossos sofrimentos aos seus, Nosso Senhor lhe confere um valor incomensurável.

Eles se tornam, não mais um castigo, mas uma reparação:

Nós havíamos pecado por desobediência e por egoísmo;

Ao sofrer com Jesus e por suas intenções, reparamos nossa falha por um ato de obediência e de amor.


Mas, além disso, utilizamos o sofrimento para progredir na santidade:

Cada dor pacientemente suportada por amor a Jesus aproxima-nos de Deus e aumenta nosso amor por Ele.


E aumenta, ao mesmo tempo, a glória que nos caberá no Céu:

Como afirma São Paulo: “nossas tribulações são breves e fáceis de suportar, em comparação com a glória imensa e eterna que receberemos em recompensa!”

Por isso o apóstolo se alegra em suas enfermidades e se gloria em suas tribulações;

Feliz por uni-las às do Cristo Jesus e completar assim Sua Paixão, para o maior bem da Igreja e das almas.


Milhões de santos, caminhando nas pegadas do Mestre, sofreram e sofrem com alegria;


Dentre eles, muitos se ofereceram como vítimas, seja à Justiça divina para expiar suas faltas e as dos outros;

Seja ao Amor, para serem consumidos pela Divina Caridade, para viver e morrer como mártires e assim ter uma parte maior na eterna visão e no eterno amor.

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Fonte: “A Divinização do Sofrimento” – Pe. Adolphe Tanquerey.

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“Doutor dos hereges, mestre dos impudicos, Pai dos mentirosos, Príncipe do mal”, é ele o autor do sofrimento…

28, novembro, 2016 Sem comentários

Caim mata Abel por influência do demônio

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O demônio é o autor responsável de nossos sofrimentos.


O homem pecou por instigação do demônio: era justo que fosse punido; e Deus o puniu abandonando-o, até certo ponto, ao poder do demônio.

Se não fora alongar-nos, caberia neste ponto explicar com detalhes como todo o mal que existe no mundo, todas as desordens perturbadoras da natureza;

Todas e quaisquer destruições, resultam da maldita influência deste grande espírito, criado por Deus para ser como que administrador de todo o mundo material.

Tais desordens e destruições não podem provir de Deus, que é a ordem infinita; tão pouco provém dos anjos, que são ministros de paz, de ordem e de vida;

Não procedem dos elementos materiais, de si destituídos de poderes e movimento:

Logo vêm desta força secreta e detestável chamada o demônio, que, posto que não possa destruí-la, perturba a bela harmonia da natureza.


Assim é que, por mais de mil maneiras, que os sábios chamam causas secundárias, o autor do mal a espaços conturba a atmosfera e;

Nela produz os temporais, as tempestades, o granizo, o raio e quantas assolações os acompanham.


É assim que, para fazer mal ao homem e às demais criaturas de Deus, ele empeçonha esta e aquela planta, este e aquele suco, e comunica o seu furor a alguns animais.

É também assim que, com permissão divina, ele suscita no ar e na água animálculos microscópicos, que difundem sobre a terra terríveis epidemias, essas tão assoladoras enfermidades contagiosas:

A peste, a cólera, a varíola, todas as variedades de febres, etc.

A Medicina e a Ciência reconhecem os efeitos dessas enfermidades;

Combatem e por vezes cerceiam-lhes os estragos, mediante remédios, nos quais é latente o influxo benefício e misericordioso de Deus e dos anjos;

Mas só a fé descortina a causa invisível de todos esses males, disseminados pelo inimigo de Deus e dos homens, o pai do mal, o horrível demônio, que está escondido como malfeitor que é.


É a fonte de que dimanam todos os males que sofremos.


Instigador de todos os crimes

Mais do que ninguém, aquele que deve vergar ao peso de nossa indignação, quando nos vemos a braços com a perversidade e com as ruins paixões dos homens;

É ele tão somente, que os incita ao pecado.


A inveja, a cólera, a impiedade que mataram Abel, foi ele que as suscitou no coração de Caim; ,

Deste modo fez, primeiro que todos, correr o sangue do homem e espremeu-lhe as primeiras lágrimas.


Foi, é e será até o fim o instigador de todos os crimes, de todas as rebeldias, de todas as cruezas, de todos os erros, de todas as infâmias do gênero humano.

Todo pecado, toda a desordem o tem por fundamento.

Por isso a Igreja, em sua linguagem enérgica e profunda, o cognomina doutor dos hereges, mestre dos impudicos, pai dos mentirosos, príncipe do mal.


E sua astúcia, que poucas vezes falha, consiste em se esconder sempre e em persuadir suas desditosas vítimas a achar que vêm de Deus os males que sofrem.


Daqui procede a blasfêmia, extraordinário e abominável mistério, pelo qual o homem infiel, quando a si próprio faz mal ou quando lho fazem;

Clama e se irrita contra Deus, ameaça-o e maldiz o seu santo nome.

O blasfemador que maldiz a Deus assemelha-se ao indivíduo que, ameaçado por um assassino e defendido por um amigo;

Confunde-se um com o outro, e, deixando intacto o assassino, arremetesse contra o amigo e o matasse.

O demônio é, pois, o autor secreto e universal do mal, e portanto do sofrimento.

Todos e quaisquer males, vêm direta ou indiretamente dele; assim como todos e quaisquer bens direta ou indiretamente vêm de Deus.

Nunca imputemos a Deus o que é obra do demônio…


E assim como Deus distribui a vida a todas as criaturas pelo ministério de seus anjos fieis, assim também Satanás;


O maior dos anjos rebelados, difunde na criação a rebeldia, a desordem e o mal, coadjuvado por todos os outros anjos maus, que o acompanharam em sua rebeldia.

Essa luta invisível, que em nós tão dolorosamente repercute, só no fim do mundo acabará, porque a fidelidade ou infidelidade dos anjos não lhes pode torcer a vocação;

Que consiste em administrar ou governar os elementos da matéria.


De fato, não é à míngua de poder ou de bondade que o Senhor tolera o influxo maléfico dos demônios através dos séculos;

Sua soberana sabedoria assim o requer, porque não pode a criatura mudar a seu talante os planos do Criador.


Muitos veem as coisas por um prisma falso só porque ignoram isso.

Conheci uma senhora, bastante piedosa e de muitas virtudes até então, que, não tendo podido livrar uma filha de terrível enfermidade, perdeu, pode-se assim dizer, a fé;


Acreditou que Deus era mal e surdo aos seus rogos, deixou de servi-lo e passou o resto da vida em sombrio desespero. Infeliz!


Se ela soubera, ou antes, se tivesse querido saber!

O mesmo sucedeu a um excelente pai de família, da Bretanha, cristão prático, que, tendo perdido consecutivamente a mulher e um filho, tão cegamente pôs à conta de Deus sua desgraça;

Que, há já vinte anos, deixou de rezar e de participar de qualquer ato de piedade; nem mais vai à Igreja.

Durante o cerco de Mans pelos prussianos, declarava uma senhora que, se estes penetrassem na cidade, nunca mais rezaria nem iria à Missa.

“Se, dizia a infeliz desvairada, eles entrarem, será sinal evidente de que os Céu nos abandonou. E então para que invocar mais a Deus?”


Cumpre que estejamos precatados contra as ilusões, e que nunca imputemos a Deus, extremamente o bom, o que é obra do demônio e daqueles que o servem.

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Fonte: Retirado do livro “Aos que sofrem, consolações” de Mons. de Ségur.

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