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Os milagres são a principal parte do plano de salvação de Nosso Senhor

18, agosto, 2018 Comments off

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Os milagres são a principal parte do plano

de salvação de Nosso Senhor

Este é um conselho incrível para você que necessita de um milagre.

 

Em toda história do povo de Deus, existem testemunhos de verdadeiros milagres.


Milagres são ações de Deus, sobre as quais podemos dizer que, por amor, ele abre uma exceção para aquilo que supera a nossa natureza e compreensão.


Milagre é uma prova de Deus, uma prática exclusiva de Seu amor todo poderoso, que faz parte de um plano maior.


O Senhor não quer mimar seus filhos, mas os salvar; logo, todo milagre faz parte de Seu plano de salvação.


Deus nos colocou na terra, para que sejamos dignos da vida eterna no Céu.


A ponte de toda graça ou milagre, são as orações e a Santa Missa.


E através delas que sentimos o amor e a misericórdia de Deus, e assim, deixamos com que ele venha trabalhar em nossas vidas, nos trazendo os melhores e maiores milagres, que tenha a oferecer.

 

“Descubra como construir esta ponte indestrutível para você e toda sua família, é simples, clique aqui e se surpreenda

 

É preciso clamar por um milagre se você o quer.


Muitas pessoas perdem seu tempo lamuriando, reclamando, mas se esquecem de que Deus pode tudo, em tudo e em todos.


Você é o que reclama ou que adora a Deus?

Pegue esse tempo que você está reclamando ou murmurando e faça dele uma oração Àquele para quem nada é impossível. Ofereça suas lágrimas em oração.


Sempre suplique ao Nosso Senhor.


Ele o ouvirá!


E não tenha pressa, pois o tempo de Deus  é divino, e tudo de bom e de melhor vão estar presentes na sua vida.


Quando nós queremos algo nós lutamos, batalhamos, na vida espiritual não é diferente;


Devemos persistir na oração, assim, teremos cada vez mais consciência que Deus é o único que pode fortalecer a nossa fé.


E afinal de contas, ele é o único mesmo!


Não devemos nos esquecer das provações de Deus.Independente do que pedimos, ele sempre irá nos provar, muitas vezes às pessoas recorrem à Ele para alcançar uma graça, e quando recebe, esquecem Dele.


Muitos duvidam de seu tempo, porém, ele sabe quem crê e daqueles que duvidam.
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Magnifico testemunho de como a Graça pode agir em nós nas mais variadas ocasiões. Não perca!

31, janeiro, 2018 Comments off
Santos e Mártires chineses

Santos e Mártires chineses

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São Mark Ji Tianxiang era viciado em ópio. Atenção: ele não tinha sido viciado em ópio. Ele era viciado em ópio e continuou sendo até a morte.


Durante anos, Ji foi um cristão respeitável, criado em família cristã na China do século XIX. Mais ainda: era líder na comunidade cristã. Médico, atendia os pobres de graça.

Até que…

Um dia, ele ficou violentamente doente do estômago e tratou a si próprio com ópio.

Era algo perfeitamente razoável como tratamento médico, mas Ji acabou se viciando na droga.

E era um vício considerado gravemente vergonhoso e escandaloso.

Por mais que o vício se agravasse, Ji continuava tentando combater o seu vício.


Ele se confessava frequentemente, recusando-se a ser vencido pela aflição que o assaltava.


Infelizmente, porém, o padre a quem ele recorria para se confessar, assim com quase todo o mundo naquela época, não entendia que aquele vício era uma doença.

E, como Ji voltava a confessar vezes e mais vezes o mesmo pecado, o padre acabou achando que ele não tinha um propósito firme de emenda; que ele não tinha o desejo sincero de superar o vício.

Acontece que a confissão é inválida quando não há real arrependimento e real propósito de parar de pecar.

E foi pensando nisso que, depois de alguns anos ouvindo sempre o mesmo pecado e não vendo nenhum progresso, o confessor de Ji lhe disse para não voltar mais ao confessionário até cumprir os requisitos para uma confissão válida.

Muita gente poderia ver nisto um motivo para abandonar a Igreja com raiva ou vergonha, mas Ji sabia que era amado por Nosso Senhor e pela Igreja apesar das quedas que a doença lhe causava e apesar daquela decisão do confessor, baseada num julgamento que desconhecia a totalidade da situação.

Ji sabia que o Senhor queria o seu coração. Ele não conseguia ficar sóbrio, mas continuava tentando ficar perto de Deus e da Igreja.


E tentou durante 30 anos. Durante 30 anos, ele não pôde receber os sacramentos.


E, durante 30 anos, ele rezou pedindo a graça de morrer mártir. Sim: Ji pensava que o único jeito de se salvar era a coroa do martírio.

Em 1900, quando a Rebelião dos Boxers estourou na China contra estrangeiros e cristãos, Ji viu a sua chance.

Ele foi preso junto com dezenas de outros cristãos, incluindo um filho, seis netos e duas noras.

Muitos daqueles presos estavam provavelmente enojados com a presença daquele homem que não conseguia passar um dia sem se drogar.

Com certeza ele vai ser o primeiro a negar o Senhor, talvez pensassem.

Só que não.

Ji nunca tinha conseguido vencer o seu vício, mas, no final da vida, viu-se inundado pela graça extraordinária da perseverança final.

Nenhuma ameaça poderia abalá-lo. Nenhuma tortura o faria pigarrear.


Ele estava determinado a seguir o Senhor, a seguir aquele Jesus que nunca o tinha abandonado.


Quando Ji e sua família foram arrastados para a prisão onde aguardariam a execução, seu neto olhou para ele apavorado.

– Vovô, para onde nós estamos indo?

Ji respondeu:

– Nós estamos indo para casa.


Nenhuma resposta poderia ter sido mais verdadeira, bela e repleta de esperança e fé.


Ji implorou aos seus captores que o matassem por último, de modo que ninguém da sua família tivesse que morrer sozinho.
Ele ficou ao lado de todos os nove quando cada um foi decapitado.


No final, ele encarou a própria morte cantando as Ladainhas da Santíssima Virgem Maria.

E, embora tenha tido que ficar longe dos sacramentos durante nada menos que três décadas, São Marcos Ji Tianxiang é um santo canonizado.

Ele é um dos mais belos testemunhos da graça de Deus que age constantemente em nós, das formas mais escondidas e impensáveis;

Da capacidade de Deus de tornar grandes santos os mais improváveis dentre nós, pecadores;

Da graça derramada abundantemente sobre aqueles que permanecem fiéis inclusive quando pareceria que a própria Igreja lhes negou acolhimento.

Peçamos a São Marcos Ji Tianxiang a intercessão por todos os dependentes de drogas e por todos os que não podem receber os sacramentos, para terem a coragem de ser fiéis à Igreja e para crescerem sempre no amor e na confiança em Deus.

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Fonte: pt.aleteia.org

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Seu nome pode ser inscrito em mais de 60 Missas por ano e você pode receber inúmeras graças em sua vida.

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Uma santa que dedicou a vida a fomentar a fidelidade e unidade da Igreja em torno ao Santo Padre numa era de desunião.

8, abril, 2017 Comments off
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Santa Catarina de Sena

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Santa Catarina nasceu em Sena, Itália, em 1347.


Ainda bem jovem, entrou na Ordem Terceira de São Domingos, sobressaindo pelo seu espírito de oração e penitência.

Levada pelo amor a Deus, à Igreja e ao Pontífice Romano, trabalhou sem descanso pela paz e unidade da Igreja nos tempos difíceis do desterro de Avignon.

Chegou a ir até esta cidade e pediu ao Papa Gregório XI que voltasse quanto antes a Roma, de onde o Vigário de Cristo na terra deveria governar a Igreja.

Se eu morrer, sabei que morro de paixão pela Igreja”, declarou poucos dias antes da sua morte, ocorrida no dia 30 de abril de 1380.

Santa Catarina escreveu inúmeras cartas, das quais se conservam cerca de quatrocentas;

Algumas orações e elevações, e um só livro, o Diálogo, que relata as suas conversas íntimas com o Senhor.

Foi canonizada por Pio II e seu culto se estendeu rapidamente por toda a Europa.


Santa Teresa diz que, depois de Deus, devia a Santa Catarina, muito singularmente, o progresso da sua alma.


Pio IX a nomeou segunda padroeira da Itália e Paulo VI a proclamou Doutora da Igreja.

Sem particular instrução, aprendeu a escrever quando já era bastante crescida.

Numa existência curta, Santa Catarina teve uma vida cheia de frutos;


“Como se tivesse pressa de chegar ao eterno tabernáculo da Santíssima Trindade” (São João Paulo II, Homilia em Sena, 14/10/1980).


Para nós, é um modelo de amor à Igreja e ao Romano Pontífice, a quem chamava:

“O doce Cristo na terra” (S. Catarina de Sena, Cartas, III), e de clareza e valentia para se fazer ouvir por todos.


Os papas residiam naquele tempo em Avignon, França, enquanto Roma, o centro da cristandade, se transformava numa grande ruína;


Como é evidente, tal situação acarretava inúmeras dificuldades para a Igreja universal.

E o Senhor levou Santa Catarina a compreender a necessidade de que os papas voltassem à sede romana para darem início à ansiada e imprescindível reforma.

Ela correspondeu: orou incansavelmente, entregou-se à penitência, escreveu ao papa, aos cardeais, aos príncipes cristãos…

Proclamou ainda, por todo o mundo, a obediência e o amor ao Pontífice Romano, sobre quem escreveu:

“Quem não obedece a Cristo na terra, àquele que está no lugar de Cristo no Céu, não participa do fruto do sangue do Filho de Deus” (idem, Carta 207, III).

Com vigor imenso, dirigiu prementes exortações a cardeais, bispos e sacerdotes, implorando-lhes a reforma da Igreja e a pureza dos costumes.

E não deixou de censurá-los gravemente, embora sempre com humildade e respeito pela dignidade de que estavam revestidos;

Pois “são ministros do sangue de Cristo” (cfr. Paulo VI, Homilia na proclamação de Santa Catarina de Sena como Doutora da Igreja, 04/10/1970).


Estava convencida de que a saúde espiritual do rebanho dependia da conversão e do exemplo dos pastores da Igreja.


Peçamos hoje a Santa Catarina de Sena a graça de sabermos alegrar-nos com as alegrias da nossa Mãe, a Igreja, e de sofrer com as suas dores.

E nos perguntemos como é a nossa oração pelos pastores que a governam;

Se oferecemos diariamente algum sacrifício, horas de trabalho, contrariedades suportadas com serenidade, pelas intenções do Santo Padre;

Desejosos de ajudá-lo a enfrentar essa imensa carga que Deus colocou sobre os seus ombros.

Peçamos também a Santa Catarina que nunca faltem bons colaboradores ao lado do “doce Cristo na terra”.


Para tantos momentos da história, que o diabo se encarrega de repetir;

Parece-me uma consideração muito acertada aquela que me escrevias sobre lealdade:

‘Trago o dia todo, no coração, na cabeça e nos lábios, uma jaculatória: Roma!’” (São Josemaría Escrivá, Sulco, nº 344).

Esta única palavra é suficiente para nos ajudar a manter a presença de Deus durante o dia e a manifestar a nossa unidade com o Romano Pontífice e a nossa oração por ele.


Santa Catarina sempre revelou requintada sensibilidade;

Foi profundamente feminina (cfr. São João Paulo II, Homilia, 29/04/1980).

Ao mesmo tempo, era extraordinariamente enérgica, tal como são as mulheres que amam o sacrifício e permanecem junto à Cruz de Cristo;

E não permitia desfalecimentos nem fraquezas no serviço a Deus.

Estava convencida de que, em se tratando da salvação própria e das almas, resgatadas por Cristo com o seu Sangue;

Não tinha cabimento enveredar por caminhos de excessiva indulgência, adotar por comodismo ou covardia atitudes de débil filantropia, e por isso gritava:


“Basta de unguentos! Pois com tanto unguento estão apodrecendo os membros da Esposa de Cristo!”.


Foi sempre fundamentalmente otimista e não desanimava se, depois de ter feito o que estava ao seu alcance, os assuntos não se resolviam à medida dos seus desejos.

Durante toda a vida, foi uma mulher profundamente delicada.

Os seus discípulos recordaram sempre o seu sorriso aberto e seu olhar franco;


Andava sempre bem arrumada, amava as flores e costumava cantar enquanto caminhava.


Quando um personagem da época, incitado por um amigo, a procurou para conhecê-la, esperava encontrar uma pessoa de olhar oblíquo e sorriso ambíguo.

Teve a grande surpresa de encontrar uma mulher jovem, de olhar claro e sorriso cordial;

Que o acolheu “como a um irmão que voltava de uma longa viagem”.


Pouco tempo depois do retorno a Roma, o papa morreu.


A eleição do sucessor deu início ao cisma que tantas dilacerações e dores provocaria na Igreja.

Santa Catarina falou e escreveu a cardeais e reis, a príncipes e bispos… Em vão.

Exausta e cheia de pena, ofereceu-se a Deus como vítima pela Igreja.


Num dia de janeiro, quando rezava diante do túmulo de São Pedro, sentiu sobre os ombros o imenso peso da Igreja, como aconteceu com outros santos.


Mas o tormento durou poucos meses: em 29 de abril, por volta do meio-dia, Deus a chamou para a Sua glória.

Do leito de morte, dirigiu ao Senhor esta comovente oração:


“Ó Deus eterno, recebe o sacrifício da minha vida em benefício deste Corpo Místico da Santa Igreja.

Não tenho nada para te oferecer senão o que Tu mesmo me deste” (S. Catarina de Sena, Carta 371, V).


Alguns dias antes, tinha dito ao seu confessor:


“Eu lhe garanto que, se morrer, a causa única da minha morte será o zelo e o amor à Igreja que me abrasa e me consome…”.


Os nossos dias também são de provações e dor para o Corpo Místico de Cristo.

Por isso,

“Temos de pedir ao Senhor, com clamor incessante (cfr. Is 58, 1);

Que os abrevie, que olhe com misericórdia para a sua Igreja e conceda novamente a luz sobrenatural às almas dos pastores e às de todos os fiéis”

(São Josemaría Escrivá, Amar a Igreja, Prumo-Rei dos Livros, Lisboa, 1990, pág. 59).

Ofereçamos a nossa vida diária, com as suas mil pequenas incidências, pelo Corpo Místico de Cristo.

O Senhor haverá de nos abençoar, e Santa Maria, Mãe da Igreja, derramará a sua graça sobre nós com particular generosidade.

Santa Catarina nos ensina a falar com clareza e valentia quando se debatem assuntos que afetam a Igreja, o Sumo Pontífice ou as almas.

Não serão poucos os casos em que teremos a grave obrigação de esclarecer a verdade e, nessas ocasiões;

Podemos aprender de Santa Catarina, que nunca retrocedeu diante do fundamental porque tinha a sua confiança posta em Deus.

O Apóstolo São João nos diz:


Eis a mensagem que ouvimos de Jesus e vos anunciamos: Deus é luz e nele não há nenhuma espécie de trevas” (1 Jo 1, 5).


Aqui estava a origem da força dos primeiros cristãos, bem como da dos santos de todos os tempos:

Não ensinavam uma verdade própria, mas a mensagem de Cristo que nos foi transmitida de geração em geração.

É o vigor de uma Verdade que está por cima das modas, da mentalidade de uma época concreta.

Devemos aprender cada vez mais a falar das coisas de Deus com naturalidade e simplicidade;

Mas, ao mesmo tempo, com a segurança que Cristo nos pôs na alma.

Diante da campanha sistematicamente organizada para obscurecer a verdade ou silenciar toda obra boa e reta;

Que às vezes mal têm eco nos grandes meios de comunicação, nós, cada um no seu ambiente, temos de atuar como porta-vozes da verdade.

Alguns papas falaram da conspiração do silêncio (cfr. Pio XI, Enc. Divini Redemptoris, 10/03/1937) que se tece em torno das boas obras;

Literárias, cinematográficas, religiosas, de benemerência social, promovidas por bons católicos ou por instituições organizadas por católicos.


São silenciadas ou deixadas na penumbra justamente porque são promovidas por católicos;


Enquanto se orquestram louvores a obras ou iniciativas que atentam contra os valores humanos;

Que pregam uma falsa liberdade e a antissolidariedade, ou que apagam do horizonte do homem as ânsias de Deus.

Podemos fazer grande bem neste apostolado da opinião pública.

Às vezes, só conseguiremos esclarecer os vizinhos, os amigos que visitamos ou nos visitam, os colegas de trabalho…

Em outros casos, poderemos ir um pouco além, por meio de uma carta aos jornais, de uma ligação telefônica a uma emissora de rádio ou de televisão;

Não nos furtando a responder ao questionário de uma pesquisa de opinião pública…


Devemos afastar a tentação do desalento, o sentimento de que “pouco podemos fazer”.


Um rio caudaloso é alimentado por pequenos riachos, que, por sua vez, se formaram gota a gota.

Que não falte a nossa.


Foi assim que os primeiros cristãos começaram.


Peçamos hoje a Santa Catarina que nos comunique um pouco do seu amor à Igreja e ao Sumo Pontífice;

E que tenhamos o anseio de divulgar a doutrina de Cristo em todos os ambientes, por todos os meios ao nosso alcance;


Com imaginação e com amor, com otimismo e de modo positivo, sem negligenciar uma única oportunidade.


E, com palavras da santa, peçamos também a Nossa Senhora:

“A ti recorro, Maria!

Ofereço-te a minha súplica pela doce Esposa de Cristo e pelo seu Vigário na terra;

A fim de que lhe seja concedida luz para governar a Santa Igreja com discernimento e prudência” (Santa Catarina de Sena, Oração, XI).

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Fonte: pt.aleteia.org

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“Fiz o meu pedido a Santo Expedito neste site e um problema meu que se estendia há meses foi solucionado rapidamente, eu mal pude acreditar”

27, junho, 2016 5 comentários

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Não é mais segredo para ninguém: a campanha online para escrever pedidos e agradecimentos a Santo Expedito já é sucesso em TODO o Brasil:

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www.agradecosantoexpedito.com.br

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E os testemunhos não param de chegar!

Recebemos nesta semana o depoimento da sra. Mônica, veja que surpreendente o que ela relatou:

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“Fiz meu pedido a Santo Expedito neste site e um problema meu que
se estendia há meses foi solucionado rapidamente, eu mal pude acreditar.

Quero agora retribuir, ajudando para que mais pessoas tenham acesso a esse site maravilhoso”..

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É exatamente assim que Santo Expedito opera milagres, mesmo aqueles que parecem sem solução, ou pelo menos sem solução imediata – ele pode realizar! (Escreva aqui o milagre que você precisa).

Não é superstição. Não é mito. Não é promessa vazia.

Quanto mais o tempo passa, mais e mais pessoas se tornam devotos de Santo Expedito: um intercessor das graças de Deus.

E você? Já escreveu os pedidos e agradecimentos ao Padroeiro das Graças Urgentes?

Escreva aqui os seus pedidos e agradecimentos.

É gratuito e totalmente seguro. Esta é uma campanha nacional para aproximar fieis daquele que realmente pode lhes ajudar.

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Santo Expedito, rogai por nós e por nossas causas urgentes

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SEMANA ESPECIAL de São José: baixe Orações Especiais dedicadas ao Santo mais poderoso do céu! (19 de março é dia de São José)

16, março, 2016 2 comentários

Livro digital: as mais poderosas orações a São José

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No próximo sábado, dia 19 de março, o mundo inteiro celebra o dia de São José: 

 

– PAI adotivo de Nosso Senhor Jesus Cristo;

– Esposo castíssimo da Virgem Maria;

– Terror dos demônios;

– Chefe da Sagrada Família;

– O SANTO MAIS PODEROSO DO CÉU!

 

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Você poderá rogar a ele através das Orações mais poderosas e indicadas pela Santa Igreja!.

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