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Textos com Etiquetas ‘Tríduo Pascal’

Veja o que o Coração de Jesus espera de todos durante o Tríduo Pascal

18, abril, 2019 10 comentários

“Meu único desejo é dar-Me e inundar as almas com graças que meu Coração lhes prepara e que não pode conter!”

Coração de Jesus vitra

 

“Josefa! Eis o grande dia do amor…

Eis o seu dia festa! eis o dia em que Me entrego às almas a fim da ser para elas o que quiserem que Eu lhes seja.

Serei Pai, se Me quiserem por Pai, e esposo se me desejarem como Esposo… Tornar-Me-ei sua Força se têm necessidade da força e se almejam dar-Me consolo, deixar-Me-ei consolar.”

“… Meu único desejo é dar-Me e inundar as almas com graças que meu Coração lhes prepara e que não pode conter! Para ti, Josefa, que serei?”

“Meu Tudo, Senhor, porque nada tenho!”

“É o amor que Me vai conduzir à morte”, refletindo sobre o sacrifício que fizeste pela humanidade, acrescenta Josefa.

“Hoje estás amparada, consolada, fortificada pelo Amor. Amanhã O acompanharás e sofrerás com Ele até o Calvário!”

As sombras de Paixão vão descer com efeito sobre este dia tão luminoso.

Durante a noite, passada em parte diante do Senhor, encontra ela os tesouros que aprendera a estimar e a levar: a Cruz, a Coroa, as angústias e as dores do Mestre.

Por volta da meia noite Ele lhe aparece e chama-a de solidão de Sua Prisão.

“Josefa, Tu me consolaste… Venha buscar minha cruz.

Agora fazer-Me companhia. Não Me deixes sozinho na prisão… quando Eu levantar os Olhos pra te procurar, encontre o teu olhar fixo em Mim.

Sabes quão grande é para a alma que sofre o consolo da ter alguém que dela se compadeça.

Tu conheces a ternura do meu Coração, podes calcular a minha Dor no meio dos ultrajes dos inimigos e ao abandono dos Meus!”

Retirado do Livro: MENENDEZ, Josefa. Apelo ao Amor, Mensagem do Sagrado Coração da Jesus ao mundo.

Assim como convidou á Soror Josefa Menendez, o Coração de Jesus nos convida a partilhar de suas dores neste período do Tríduo Pascal.

Este é o tempo em que o nosso grau de espiritualidade será elevado e conseguiremos nos aproximar de Nosso Senhor.

Quando Josefa começou a carregar a Vossa cruz, Ele aparece e não permite que ela sofra sozinha.

Eis a melhor penitência que podemos oferecer ao Amor Divino que morreu por nós!

A Oração, Meditação é imprescindível neste período. Todos os dias reservamos nossos momentos para conteúdos ou funções banais, mas esquecemos de orar ou re-ver tudo aquilo que Ele passou por nós.

Este é o tempo em que devemos nos entregar a Deus! Nos humilhar, aceitar os próprios pecados para então buscar a remição. 

No dia 21/04 faremos celebrar a Santa Missa de Páscoa, uma das comemorações mais importantes do Ano. Inscreva os seus pedidos ligando para a Central de Missas:

0800 608 2126

 

Peça a um voluntário para acolher seus pedidos e nomes que deseja registrar no Livro da Missa de Páscoa.

Que o Sagrado Coração de Jesus conceda uma Páscoa abençoada para todas as famílias

Nosso Senhor já morreu na Cruz! Qual reflexão devemos fazer no Sábado de Aleluia? Veja aqui.

31, março, 2018 Sem comentários
Nosso Senhor sendo depositado no sepulcro.

Nosso Senhor sendo depositado no sepulcro.


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“Durante o Sábado santo a Igreja permanece junto ao sepulcro do Senhor, meditando sua paixão e sua morte, sua descida à mansão dos mortos e esperando na oração e no jejum sua ressurreição (Circ 73).

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N
o dia do silêncio: a comunidade cristã vela junto ao sepulcro. Calam os sinos e os instrumentos.

É ensaiado o aleluia, mas em voz baixa. É o dia para aprofundar. Para contemplar. O altar está despojado. O sacrário aberto e vazio.

A Cruz continua entronizada desde o dia anterior. Central, iluminada, com um pano vermelho com o louro da vitória. Deus morreu. Quis vencer com sua própria dor o mal da humanidade.

É o dia da ausência. O Esposo nos foi arrebatado. Dia de dor, de repouso, de esperança, de solidão. O próprio Cristo está calado. Ele, que é Verbo, a Palavra, está calado.

Depois de seu último grito da cruz “por que me abandonaste?”, agora ele cala no sepulcro. Descansa: “consummantum est”, “tudo está consumado”.

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Mas este silêncio pode ser chamado de plenitude da palavra. O assombro é eloquente. “Fulget crucis mysterium”, “resplandece o mistério da Cruz”.

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O Sábado é o dia em que experimentamos o vazio. Se a fé, ungida de esperança, não visse no horizonte último desta realidade, cairíamos no desalento: “nós o experimentávamos… “, diziam os discípulos de Emaús.

É um dia de meditação e silêncio. Algo parecido à cena que nos descreve o livro de Jó, quando os amigos que foram visitá-lo, ao ver o seu estado, ficaram mudos, atônitos frente à sua imensa dor:

“Sentaram-se no chão ao lado dele, sete dias e sete noites, sem dizer-lhe uma palavra, vendo como era atroz seu sofrimento” (Jó. 2, 13).

Ou seja, não é um dia vazio em que “não acontece nada”. Nem uma duplicação da Sexta-feira. A grande lição é esta:

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Cristo está no sepulcro, desceu à mansão dos mortos, ao mais profundo em que pode ir uma pessoa. E junto a Ele, como sua Mãe Maria, está a Igreja, a esposa.

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Calada, como ele. O Sábado está no próprio coração do Tríduo Pascal.

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Entre a morte da Sexta-feira e a ressurreição do Domingo nos detemos no sepulcro. Um dia ponte, mas com personalidade.

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São três aspectos-não tanto momentos cronológicos- de um mesmo e único mistério, o mesmo da Páscoa de Jesus: morto, sepultado, ressuscitado:

“…se despojou de sua posição e tomou a condição de escravo…se rebaixou até se submeter inclusive à morte, quer dizer, conhecesse o estado de morte;

O estado de separação entre sua alma e seu corpo, durante o tempo compreendido entre o momento em que Ele expirou na cruz e o momento em que ressuscitou.

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Este estado de Cristo morto é o mistério do sepulcro e da descida à mansão dos mortos.

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É o mistério do Sábado Santo em que Cristo depositado na tumba manifesta o grande repouso sabático de Deus depois de realizar a salvação dos homens, que estabelece na paz o universo inteiro”.

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Fonte: bit.ly/1R1CAnY

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Quinta-feira Santa! Uma meditação sobre a traição de Judas e a nossa. Veja.

29, março, 2018 Sem comentários
Nosso Senhor é traído por Judas com um beijo.

Nosso Senhor é traído por Judas com um beijo.


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“Convém que morra um homem pelo povo e que não pereça toda a nação” (Io. 11, 50). 

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T
endo os iníquos pontífices decretado a morte de Jesus Cristo, tiveram grande satisfação ao ver que Judas, um dos discípulos, se oferecia a traí-Lo e entregar-Lho nas mãos.

O Senhor conhece perfeitamente a felonia de Judas e todavia não deixa de tratá-lo como amigo na mesma forma que de antes;

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Olha-o com benevolência, não recusa a sua companhia e chega a prostrar-se-lhe aos pés para os lavar.

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Ó inefável benignidade! Que belo exemplo para nós, se o quisermos aproveitar! 

 

I.

No mesmo tempo em que Jesus andava derramando graças e fazendo milagres para benefício de todos, reúnem-se os primeiros personagens da cidade de Jerusalém a fim de tramarem a morte do Autor da vida.

Refere São João que se ajuntaram os pontífices e os fariseus em conselho e diziam: Que fazemos nós? Este homem faz muitos milagres; se o deixamos assim livre, todos crerão nele.

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Mas um deles, por nome Caifás, respondeu que lhes convinha que um homem morresse pelo povo, e não perecesse a nação toda.

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“E desde aquele dia”, diz o mesmo São João, “pensavam em como haviam de o fazer morrer.” — Ah, Judeus! Não temais;.

 

Nosso Senhor é levado para a prisão!

Nosso Senhor é levado para a prisão!

Vosso Redentor não fugirá, porquanto veio à terra exatamente para morrer;

E pela sua morte livrar-vos a vós e a todos os homens da morte eterna. 

Entretanto Judas apresenta-se aos pontífices e diz:

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Quid vultir mihi dare, et ego vobis eum tradam?
 “Que me quereis dar, e eu vô-Lo entregarei?”

Oh! Que alegria deviam sentir os Judeus, pelo ódio que devotavam a Jesus Cristo, ao verem que um dos seus discípulos o queria trair e entregar-Lho nas mãos!

Consideremos nisso o júbilo que, por assim dizer, reina no inferno, quando uma alma, depois de servir a Jesus Cristo por muitos anos, vem a traí-Lo por qualquer miserável bem ou vil satisfação. 

Mas, ó Judas, já que estás resolvido a vender o teu Deus, exige pelo menos o preço que Ele vale. É um bem infinito, merecedor portanto de um preço infinito.

Porque, pois, concluis o negócio por trinta dinheiros? At illi constituerunt ei triginta argenteos. “E eles prometeram-lhe trinta dinheiros de prata”.

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Minha alma, deixa Judas, e fixa em ti mesma os teus pensamentos. Dize-me, por que preço vendeste tu mesma tantas vezes a graça divina ao demônio? 

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Ah, meu Jesus, quantas vezes Vos virei as costas, e a Vós preferi um capricho, um empenho, um prazer passageiro e vil! Sabia que, pecando, perdia a vossa amizade e voluntariamente a troquei por um nada.

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Tivesse morrido antes de fazer-Vos tão grande ultraje! Ó meu Jesus, arrependo-me de todo o coração e quisera morrer de dor.

 

II.

Contemplemos agora a benignidade de Jesus Cristo, que, sabedor do ajuste feito por Judas, contudo, vendo-o, não o repele de si, nem o olha com maus olhos;

Admite-o em sua companhia, e ainda à sua mesa; repreende-o pela sua traição com o único intuito de chamá-lo à resipiscência;

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E vendo-o obstinado, chega a prostrar-se diante dele e a lavar-lhe os pés para desta arte o enternecer. 

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Ah, meu Jesus, é assim também que fizestes comigo. Eu Vos desprezei e traí, e não me repelis; não deixais de olhar-me com amor, e me admitis à vossa mesa da santa comunhão.
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O Remorso de Judas o traidor!

O Remorso de Judas o traidor!

Meu amado Salvador, nada mais podeis fazer para me obrigar a Vos amar.
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E eu terei ânimo de continuar a ofender-Vos e pagar-Vos com a minha ingratidão?

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Não, meu Deus, não quero mais abusar da vossa misericórdia.

Agradeço-Vos a luz com que me iluminais e prometo que mudarei de vida.

Vejo que já não me podeis suportar mais tempo.

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Porque, pois, esperarei até que Vós mesmo me mandeis ao inferno, ou me abandoneis em minha vida de perdição, castigo este maior do que a própria morte? 

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Meu Jesus, eis que me prostro aos vossos pés. Peço-Vos perdão das ofensas a que Vos fiz e rogo-Vos que me recebais em vossa graça.

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Quem me dera poder recomeçar os anos passados; quisera empregá-los unicamente em vosso serviço, ó Senhor meu.

Os anos, porém, não voltam mais; por piedade, fazei ao menos que empregue o que me resta de vida, unicamente em amar-Vos e fazer que outros também Vos amem.

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Ó grande Mãe de Deus e minha Mãe Maria, socorrei-me com a vossa intercessão, pedi a Jesus que me faça todo seu.

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Peço-vos esta graça pela parte que tomastes na Paixão de vosso divino filho
. (I 603.) 

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Fonte: Do livro de Santo Afonso Maria de Ligório. Meditações: Para todos os Dias e Festas do Ano: Tomo Primeiro: Desde o primeiro Domingo do Advento até Semana Santa inclusive. Friburgo: Herder & Cia, 1921, p. 377-379.

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Tríduo Pascal – Domingo de Páscoa

4, abril, 2010 Sem comentários

O Domingo de Páscoa, ou a Vigília Pascal, é o dia em que até mesmo a mais pobre igreja se reveste com seus melhores ornamentos, é o ápice do ano litúrgico. É o aniversário do triunfo de Cristo.

É a feliz conclusão do drama da Paixão e a alegria imensa depois da dor. E uma dor e alegria que se fundem pois se referem na história ao acontecimento mais importante da humanidade: a redenção e libertação do pecado da humanidade pelo Filho de Deus.

São Paulo nos diz : “Aquele que ressuscitou Jesus Cristo devolverá a vida a nossos corpos mortais”. Não se pode compreender nem explicar a grandeza da Páscoa cristã sem evocar a Páscoa Judaica, que Israel festejava, e que os judeus ainda festejam, como festejaram os hebreus há três mil anos.

O próprio Cristo celebrou a Páscoa todos os anos durante a sua vida terrena, segundo o ritual em vigor entre o povo de Deus, até o último ano de sua vida, em cuja Páscoa aconteceu na ceia e na istituição da Eucaristia.

Cristo, ao celebrar a Páscoa na Ceia, deu à comemoração tradicional da libertação do povo judeu um sentido novo e muito mais amplo. Não é um povo, uma nação isolada que Ele liberta, mas o mundo inteiro, a quem prepara para o Reino dos Céus.

A Páscoa cristã – cheia de profunda simbologia – celebra a proteção que Cristo não cessou nem cessará de dispensar à Igreja até que Ele abra as portas da Jerusalém celestial.

A festa da Páscoa é, antes de tudo, a representação do acontecimento chave da humanidade, a Ressurreição de Jesus depois de sua morte consentida por Ele para o resgate e a reabilitação do homem caído. Este acontecimento é um dado histórico inegável.

Além de que todos os evangelistas fizeram referência. São Paulo confirma como o historiador que se apoia, não somente em provas, mas em testemunhos.

Páscoa é vitória, é o homem chamado a sua maior dignidade. Como não se alegrar pela vitória d’Aquele que tão injustamente foi condenado à paixão mais terrível e à morte de cruz?, pela vitória d’Aquele que anteriormente foi flagelado, esbofeteado, cuspido, com tanta desumana crueldade.

Este é o dia da esperança universal, o dia em que em torno ao ressuscitado, unem-se e se associam todos os sofrimentos humanos, as desolusões, as humilhações, as cruzes, a dignidade humana violada, a vida humana respeitada.

A Ressurreição nos revela a nossa vocação cristã e nossa missão: aproximá-la a todos os homens. O homem não pode perder jamais a esperança na vitória do bem sobre o mal.

Creio na Ressurreição?, a proclamo?; creio em minha vocação e missão cristã, a vivo?; creio na ressurreição futura? , é alento para esta vida?, são perguntas que devem ser feitas.

A mensagem redentora da Páscoa não é outra coisa que a purificação total do homem, a libertação de seus egoísmos, de sua sensualidade, de seus complexos, purificação que, ainda que implique em uma fase de limpeza e saneamento interior, contudo se realiza de maneira positiva com dons de plenitude, com a iluminação do Espírito, a vitalização do ser por uma vida nova, que transborda alegria e paz – soma de todos os bens messiânicos-, em uma palavra, a presença do Senhor ressuscitado.

São Paulo o expressou com incontida emoção neste texto: ” Se ressuscitastes com Cristo, então vos manifestareis gloriosos com Ele”.

(extraído de ACI Digital)

Tríduo Pascal – O Sábado Santo

3, abril, 2010 Sem comentários

“Durante o Sábado santo a Igreja permanece junto ao sepulcro do Senhor, meditando sua paixão e sua morte, sua descida à mansão dos mortos e esperando na oração e no jejum sua ressurreição (Circ 73).

No dia do silêncio: a comunidade cristã vela junto ao sepulcro. Calam os sinos e os instrumentos. É ensaiado o aleluia, mas em voz baixa. É o dia para aprofundar. Para contemplar. O altar está despojado. O sacrário aberto e vazio.

A Cruz continua entronizada desde o dia anterior. Central, iluminada, com um pano vermelho com o louro da vitória. Deus morreu. Quis vencer com sua própria dor o mal da humanidade. É o dia da ausência. O Esposo nos foi arrebatado. Dia de dor, de repouso, de esperança, de solidão. O próprio Cristo está calado. Ele, que é Verbo, a Palavra, está calado.

Depois de seu último grito da cruz “por que me abandonaste?”, agora ele cala no sepulcro. Descansa: “consummantum est”, “tudo está consumado”. Mas este silêncio pode ser chamado de plenitude da palavra. O assombro é eloqüente. “Fulget crucis mysterium”, “resplandece o mistério da Cruz”.

O Sábado é o dia em que experimentamos o vazio. Se a fé, ungida de esperança, não visse no horizonte último desta realidade, cairíamos no desalento: “nós o experimentávamos… “, diziam os discípulos de Emaús.

É um dia de meditação e silêncio. Algo pareceido à cena que nos descreve o livro de Jó, quando os amigos que foram visitá-lo, ao ver o seu estado, ficaram mudos, atônitos frente à sua imensa dor: “Sentaram-se no chão ao lado dele, sete dias e sete noites, sem dizer-lhe uma palavra, vendo como era atroz seu sofrimento” (Jó. 2, 13).

Ou seja, não é um dia vazio em que “não acontece nada”. Nem uma duplicação da Sexta-feira. A grande lição é esta: Cristo está no sepulcro, desceu à mansão dos mortos, ao mais profundo em que pode ir uma pessoa. E junto a Ele, como sua Mãe Maria, está a Igreja, a esposa. Calada, como ele. O Sábado está no próprio coração do Tríduo Pascal.

Entre a morte da Sexta-feira e a ressurreição do Domingo nos detemos no sepulcro. Um dia ponte, mas com personalidade. São três aspectos -não tanto momentos cronológicos- de um mesmo e único mistério, o mesmo da Páscoa de Jesus: morto, sepultado, ressuscitado:

“…se despojou de sua posição e tomou a condição de escravo…se rebaixou até se submeter inclusive à morte, quer dizer, conhecesse o estado de morte, o estado de separação entre sua alma e seu corpo, durante o tempo compreendido entre o momento em que Ele expirou na cruz e o momento em que ressuscitou.

Este estado de Cristo morto é o mistério do sepulcro e da descida à mansão dos mortos. É o mistério do Sábado Santo em que Cristo depositado na tumba manifesta o grande repouso sabático de Deus depois de realizar a salvação dos homens, que estabelece na paz o universo inteiro”.

(extraído de ACI Digital)

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