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Textos com Etiquetas ‘vitrais’

A surpreendente verdade que nunca contaram a você sobre o significado dos vitrais. Veja.

1, julho, 2018 Sem comentários
Vitral da Catedral de Chartres. França.

Vitral da Catedral de Chartres. França.


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Imaginemos um vitral em forma circular, ou seja, uma rosácea. Um mundo de cores diferentes. 

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Dentro do conjunto de cores, poder-se-ia fazer um passeio: ora “entrar” no céu cor de anil, ora no dourado absoluto, depois no verde total ou no vermelho bem rubro. 

Os olhos “entram” em vários pedacinhos de céu, olham daqui, de lá e de acolá. 

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Em determinado momento, surge a maior alegria: a visão do conjunto.

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Ao cabo de algum tempo, não sou mais eu que estou olhando para a rosácea, mas é ela que está como que olhando para mim. 

Um imenso olhar de “alguém” que contém todos os estados de espírito correlatos com aquelas várias cores e que no seu conjunto me analisa.

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Analisa não tal aspecto ou tal outro de minha psicologia, mas a mim como um todo, composto de proporções desiguais e irrepetíveis. 

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Nunca houve antes, nem haverá depois, um outro igual a cada um de nós. 

Se eu olho em torno de mim e vejo outras pessoas também contemplando o vitral, noto como elas são diferentes de mim e para cada uma delas o vitral diz coisas diferentes. 

Percebo a variedade inesgotável de interpretações que a alma humana, olhando para a rosácea, pode estabelecer, a ponto de se sentir compreendida por ela.

Chartres rosacea lateral centro

Gosto muito de ver fotografias de vitrais medievais. Aquelas que retratam aspectos isolados deles não dão, a meu ver, o melhor do vitral. 

O melhor é quando a rosácea inteira projeta sua luz para nós. Por quê?

Por causa da própria natureza da alma humana. Somos tais que podemos ter aspectos de alma lindos. 

Entretanto, o mais belo não é nenhum deles.

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O mais bonito é contemplar a alma humana enquanto criatura em que Deus vai formando, com aspectos vários, uma imagem d’Ele dentro da coleção quase incontável dos homens. 

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Desde o primeiro homem até o último, cada um ocupa um lugar sem o qual a coleção ficaria incompleta.

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Como um vitral que recebeu uma pedrada e nesse ponto aparece um buraco. 

Assim, analisando cada homem no seu conjunto, notamos uma porção de elementos individualmente lindos; mas o mais belo é, se cada um se santificar, observar no seu todo a plenitude de sua personalidade.

 

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Autor: Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, excertos da conferência proferida em 26/10/1980. 

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Fonte: joiasesimbolosmedievais.blogspot.com.br

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Os vitrais das Catedrais Medievais contam a história do Cristianismo.

22, novembro, 2017 Sem comentários
Catedral de Saint Chapell

Catedral de Sainte Chapelle

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A gente não sabe por onde esta catedral é mais bela!


A gente poderia dizer dela, utilizando uma palavra da Escritura, que ela é o edifício de uma beleza perfeita, alegria do mundo inteiro!


Se isto não é bonito, não há beleza na terra!


E o vitral da catedral, também.

Uma renda de pedra, uma sinfonia de cores, inspirada pelo clero.

Nos vitrais se representavam os fatos fundamentais da História Sagrada, do Antigo e do Novo Testamento, a Vida, Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo e a vida dos santos.

Na grande rosácea da fachada é representado o Apocalipse.

Jesus Cristo está no centro, na sua segunda vinda como Juiz triunfante, e em volta d’Ele estão os justos e os símbolos de que fala o livro que encerra a Bíblia.


As crianças aprendiam o catecismo com as esculturas na pedra e os vitrais.

Os catequistas ensinavam a eles o significado de cada detalhe e o modo de lê-los.


Dessa maneira, os fiéis tinham sempre diante dos olhos os ensinamentos fundamentais da Fé e da História Sagrada, representados com imagens interessantes e bonitas.

O povo medieval, inclusive os que não sabiam ler, podia ensinar a qualquer um o ensinamento contido nessas obras de arte.

Hoje, muito turistas, e não poucas vezes graduados em Universidades, podem passar até admirativos ao pé dessas maravilhas, mas sem saber interpretar nada.

Quem era afinal mais culto: aqueles medievais ou os atuais diplomados?

 

Esse era um poderoso estímulo para que desabrochassem as vocações de artesãos e artistas que, aliás, fizeram da França, e da Europa em geral, o berço da cultura ocidental.


Os vitrais equivaliam a slides permanentes no período da Idade Média, e a vida artística inspiradora partia dos estudos do clero que os tinha concebido.


A Sainte Chapelle é uma capela construída por ordem de São Luís para abrigar a Coroa de Espinhos de Nosso Senhor Jesus Cristo.

É, a bem dizer, uma caixa de cristal, quase não tem pedras.

Os senhores estão vendo que é o necessário para suportar as janelas e o teto. É inspiração medieval.

Os turistas do mundo inteiro vão visitar isso, hoje, em nosso século XX.

A variedade das formas e das combinações até hoje surpreende.

Por exemplo, na Inglaterra, a catedral de Salisbury resplandece pela sua nobreza, sua esbelteza, a beleza de suas linhas! Mas a inspiração veio do clero.

Outro exemplo é a escada da catedral de Burgos.

É uma das escadas mais bonitas do mundo, feita no fim da Idade Média, já na transição para os tempos modernos.

Justificaria um post exclusivamente para descrever a majestade, a grandeza e a harmonia dessa magnifica escada. Também foi fruto da inspiração do clero.


Toda essa maravilha foi gestada em longas horas, anos e décadas de estudo do clero.

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Fonte: Plinio Corrêa de Oliveira, 22.04.73. Sem revisão do autor.
Extraído do blog Glória da Idade Média.

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Reflexão: A luz fugidia dos vitrais falando de Deus como nenhuma outra coisa consegue

12, novembro, 2017 Sem comentários

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A luz da graça que desceu no começo da construção da Cristandade foi se definindo à medida em que ia tomando conta a Civilização Cristã nascente.


E os artistas e o povo iam se enchendo cada vez mais dessa luz.

Por isso se podia dizer de muito católico medieval aquilo que por excelência se diz dos santos: “Ele é luz”.

Poderia se dizer: “A luz se chama fulano”.

A luz penetrava nele e parecia criada só para estar dentro dele.

Exatamente como num belo vitral onde bate um raio de sol: bate tão bem e passa uma luz tão bonita que se diria que o sol existe para enviar aquele raio para aquele vitral.

E quando a luz do sol atravessa o vitral, projeta no chão não sei que rubi, que esmeralda, que safira ou que topázio.

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Luz entre os vitrais.

Luz entre os vitrais.

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A impressão é que aquela luz existe para projetar aquela joia no chão.

Ainda por cima, a luz vai andando e transformando cada centímetro do granito do chão sucessivamente em joia.

Até que, a tarefa cumprida, a joia vai se desbotando enquanto o sol vai saindo.

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Vitral

Vitral


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A gente já não vê a luz no chão, mas vê ainda o vitral e os últimos lampejos do dia que se manifestam naqueles pedaços que formam o vitral que encantou a gente: verde, vermelho, azul, amarelo, sei lá o quê.
A gente ainda olha. Quando o sol se põe, a gente tem vontade de dizer:

“Eu também vou dormir, porque eu tive o meu dia cheio. Eu vi a joia passar pelo granito da Catedral!”

 

Esses encontros de alma definem a vida do católico, e como que falam para nós mais ou menos o seguinte:

“Você foi feito para isto; isto foi feito para você.

“E de tal maneira você ama isto, que se diria que isto existe para você, que isto é você, ou que você é aquilo.

“E quando você lembra daquilo, tem a impressão de ver aquilo que nem está presente, mas que está presente na sua alma.

“Dessa forma você vê, naquele jogo fugidio de cores, o próprio Deus de um modo mais belo que em qualquer realidade policromada e material que existe por aí”.

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(Autor: Plinio Corrêa de Oliveira, excertos de conferência proferida em 13/10/79. Sem revisão do autor).
Fonte: Blog Catedrais Medievais

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