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Dia de São João Batista! Leia essa meditação e descubra algo incrível que nunca contaram a você. (Parte I)

Comemoração da festa da Natividade de São João Batista


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24 de junho, é festa da natividade de São João Batista.

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ão Luís Maria Grignion de Montfort (31/1/1673 – 28.4.1716) é o autor do livro “Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem”.

Nesse livro São Luís G. de Montfort profetiza a vinda do “Reino de Maria” pelo qual se realizará, da melhor forma e no maior esplendor, o Reinado de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Esse período do “Reino de Maria” São Luís designa de “Últimos Tempos”, de cuja decadência advirá um período de pecado e de abominação tal que culminará com a vinda do anti-Cristo e o fim do mundo.

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E aí Nosso Senhor Jesus Cristo virá pela segunda vez para destruir de vez a trama dos maus e “julgar os vivos e os mortos” (Juízo Final).

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Para preparar o “Reino de Maria”, segundo São Luis G. de Montfort, “grandes homens hão de vir, suscitados por Maria Santíssima, em obediência às ordens do Altíssimo;

Para que o seu império se estenda sobre o império dos ímpios, dos idólatras e dos maometanos”.  Estes “grandes homens” serão os Apóstolos dos Últimos Tempos.

Então, sobre São João Batista seria interessante procurar, em sua vida, os traços que o caracterizam como o perfeito Apóstolo dos Últimos Tempos, de São Luís Grignion de Monfort.

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Não porque os tempos de São João Batista fossem os “últimos tempos”, mas porque eram os últimos tempos de uma era determinada.

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São João Batista foi a pessoa enviada por Deus para “aplainar os caminhos do Senhor”, para preparar a vinda de Jesus Cristo e atuar no fim dos tempos que precediam a vinda do Messias.

Os Apóstolos dos Últimos Tempos também devem preparar a vinda do Senhor. Eles também devem lutar para preparar a segunda vinda do Messias.

Há um paralelismo entre São João Batista e eles, como também há um paralelismo entre a primeira e a segunda vinda do Messias.

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Esse paralelismo é muito claro no Evangelho quando Nosso Senhor fala das duas quedas de Jerusalém.

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Da primeira, quando se refere à ruína do Templo de Jerusalém; como a ruína do templo material de Jerusalém.

Depois fala da ruína do Templo como sendo o fim do mundo, do qual o Templo de Jerusalém é uma prefigura.

Há duas quedas de Jerusalém; há duas vindas de Jesus Cristo; há dois enviados que vêm para preparar as “vias de Jesus Cristo”.

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Na primeira vez foi São João Batista; na segunda vez será o profeta Elias, que é o precursor próximo de Jesus Cristo.

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Assim como Elias é o protótipo do Apóstolo dos Últimos Tempos, é o mais saliente, o mais glorioso de todos eles, é o seu paradigma, assim também São João Batista é a mesma coisa:

O protótipo do Apóstolo dos Últimos Tempos.

Na “Oração Abrasada” em que São Luiz Grignion faz a descrição dos Apóstolos dos Últimos Tempos, compreende-se melhor a psicologia de São João Batista. E quando ele fala daquele que sai dizendo:

“Cuidado, estão queimando a casa de meu irmão, estão matando meu pai, fogo, pega fogo por toda parte etc., etc.,” ele dá uma visão muito realista da situação no tempo dos Apóstolos dos Últimos Tempos.

Encontramos uma situação idêntica em São João Batista. Um profeta que aparece e que pinta a situação moral de seu tempo com tudo que tinha de ruim.

Ele não receia de dizer aos fariseus e escribas a verdade; ele não receia censurar ao povo judaico a degradação em que esse povo tinha caído;

Não receia dizer ao próprio Herodes o mal que ele tinha feito; e por causa disso morre vítima de Herodes.

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É um homem que cumpre o seu dever de dizer a verdade por inteiro, completamente, e com todo destemor. Morre no cumprimento dessa missão! 

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Pela descrição da “Oração Abrasada”, vê-se que os Apóstolos dos Últimos Tempos serão homens polêmicos e homens de luta.

Igualmente São João Batista foi, durante o tempo inteiro de sua vida, um homem polêmico e um homem de luta. Sua vida não foi senão uma longa polêmica para preparar as vias de Nosso Senhor.

E quando São João Batista dizia “fazei penitência” o que ele dava a entender é que aquela penitência consistia numa mudança de mentalidade (“metanoia”, em grego).

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Em outras palavra, o que ele dizia era: “fazei uma mudança de mentalidade, senão vós não vos salvareis”.

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O que São João Batista queria era uma mudança de espírito (maneira de considerar as coisas e a vida). Ora, é bem o que quer o “Apóstolo dos Últimos Tempos”.

É uma metanóia profunda, uma transformação profunda, que não é apenas fazer penitência numa coisinha ou noutra;

Mas é tomar o cerne da mentalidade corrente, mundana, revolucionária, e mudá-la pelo avesso.

 

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(Continua…) 

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Fonte: Marcos Aurélio Vieira. Texto composto com base em considerações feitas pelo Prof. Plínio Corrêa de Oliveira, em 24.6.1964.

 

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