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Palavra-chave: ‘maneiras de falar com deus’

Dez maneiras de falar com Deus – X

8, março, 2010 Sem comentários

Unindo suas intenções às Santas Missas que a ASC manda rezar semanalmente em todas as sextas-feiras de cada mês, aumentará a eficácia de sua meditação e de suas orações.

 O Sacrifício da Missa é substancialmente o mesmo que o da Cruz, porque o mesmo Jesus Cristo, que se ofereceu sobre a Cruz, é que se oferece pelas mãos dos sacerdotes seus ministros sobre os altares.

 Unir-se, com a Igreja, ao Sacrifício da Missa, e unir a nossa oração, em pensamento e intenção, com a oração oficial e incessante da Igreja, conduz nossos corações com segurança para Deus.

 As duas ações, a de nossas almas e a da Igreja, são como duas forças que se combinam e que, num mesmo impulso, são levadas para Deus.

Como se faz a meditação.

Coloco-me diante de Nosso Senhor que me ensina uma verdade ou uma virtude. Estimulo em mim – pela razão, pela fé, e com todo o meu coração – a sede de harmonizar a minha alma com esse ideal. Deploro tudo quanto, em mim, lhe for contrário. Decido combater os obstáculos, persuadido de que nada conseguirei sozinho e que tudo poderei obter pela oração.

 No momento da meditação.

Esforço-me por trazer ao espírito uma cena muito expressiva, que substitua as minhas preocupações e distrações. Cena capaz de me empolgar e de me colocar na presença de Deus, que no seu amor infinito, quer ser o meu interlocutor. Imediatamente depois, impõe-se um ato de adoração profunda. Humilho-me, profundamente, diante de Deus, faço um ato sincero de contrição, e uma oração humilde e confiante para que Deus abençoe esta meditação.

 A meditação é o braseiro que revigora a guarda do coração.

Mediante a fidelidade a esta meditação, todos os exercícios de piedade serão vivificados. A alma irá, aos poucos, adquirindo a vigilância e o espírito de oração, isto é, o hábito de recorrer, continuamente, a Deus.

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10ª Maneira: Simples atenção à presença de Deus e meditação. Antes de se aplicar em meditar o assunto preparado, pôr-se na presença de Deus, afastando qualquer pensamento distinto, e excitando o respeito e amor a Deus que a sua presença inspira. – Conservar-se, assim, diante de Deus, em silêncio, neste simples repouso de espírito enquanto nele se encontrar gosto.

– Em seguida, meditar segundo a maneira ordinária. Bom é começar, assim, todas as meditações, e útil o fazê-lo depois de cada ponto. – Repousar nesta simples atenção a Deus ajuda a estabelecer o recolhimento interior. – O espírito fixa-se em Deus e prepara-se para a contemplação. – Mas não se deve conservar assim por pura preguiça e para não se ter o trabalho de meditar.

 

Fonte: A alma de Todo o Apostolado – Parte V – Jean-Baptiste Chautard

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Dez maneiras de falar com Deus – IX

7, março, 2010 Sem comentários

Leia as primeiras partes da matéria

Unindo suas intenções às Santas Missas que a ASC manda rezar semanalmente em todas as sextas-feiras de cada mês, aumentará a eficácia de sua meditação e de suas orações. 

O Sacrifício da Missa é substancialmente o mesmo que o da Cruz, porque o mesmo Jesus Cristo, que se ofereceu sobre a Cruz, é que se oferece pelas mãos dos sacerdotes seus ministros sobre os altares.

 Unir-se, com a Igreja, ao Sacrifício da Missa, e unir a nossa oração, em pensamento e intenção, com a oração oficial e incessante da Igreja, conduz nossos corações com segurança para Deus.

 As duas ações, a de nossas almas e a da Igreja, são como duas forças que se combinam e que, num mesmo impulso, são levadas para Deus.

Como se faz a meditação.

Coloco-me diante de Nosso Senhor que me ensina uma verdade ou uma virtude. Estimulo em mim – pela razão, pela fé, e com todo o meu coração – a sede de harmonizar a minha alma com esse ideal. Deploro tudo quanto, em mim, lhe for contrário. Decido combater os obstáculos, persuadido de que nada conseguirei sozinho e que tudo poderei obter pela oração.

 No momento da meditação.

Esforço-me por trazer ao espírito uma cena muito expressiva, que substitua as minhas preocupações e distrações. Cena capaz de me empolgar e de me colocar na presença de Deus, que no seu amor infinito, quer ser o meu interlocutor. Imediatamente depois, impõe-se um ato de adoração profunda. Humilho-me, profundamente, diante de Deus, faço um ato sincero de contrição, e uma oração humilde e confiante para que Deus abençoe esta meditação.

 A meditação é o braseiro que revigora a guarda do coração.

Mediante a fidelidade a esta meditação, todos os exercícios de piedade serão vivificados. A alma irá, aos poucos, adquirindo a vigilância e o espírito de oração, isto é, o hábito de recorrer, continuamente, a Deus.

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9ª Maneira: Faz-se em nome de Jesus Cristo. – Aumenta a nossa confiança em Deus e faz-nos entrar no espírito e nos sentimentos de Nosso Senhor. Funda-se na nossa aliança com o Filho de Deus, em sermos seus irmãos, membros do seu corpo místico; no fato de Ele nos ceder todos os seus méritos e nos legar todas as recompensas que o seu Pai lhe deve pelos seus trabalhos e morte.

É isto que nos torna capazes de honrar a Deus com um culto digno de Deus e nos dá o direito de tratar com Deus e de exigir, de algum modo, as suas graças como por justiça. – Não temos esse direito como criaturas, menos ainda como pecadores, porque há desproporção infinita entre Deus e a criatura e oposição infinita entre Deus e o pecador.

Mas na qualidade de aliados do Verbo Encarnado, de seus irmãos, de seus membros, podemos aparecer diante de Deus com confiança, tratar familiarmente com Ele e obrigá-lo a escutar-nos, favoravelmente, a ouvir as nossas súplicas e a conceder-nos as suas graças, devido à aliança e à união que temos com o seu filho.

Portanto, aparecer perante Deus, para O adorar, amar, ou louvar, por intermédio de Jesus Cristo, operando em nós como a Cabeça nos seus membros e elevando-nos, pelo seu espírito, a um estado todo divino; ou para pedir qualquer favor, em virtude dos méritos do seu Filho. E, com este fim, apresentar-lhe os serviços que o seu Filho lhe prestou, a sua vida, a sua morte, os seus sofrimentos.

 Fonte: A alma de Todo o Apostolado – Parte V – Jean-Baptiste Chautard

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Dez maneiras de falar com Deus – VIII

6, março, 2010 4 comentários

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Unindo suas intenções às Santas Missas que a ASC manda rezar semanalmente em todas as sextas-feiras de cada mês, aumentará a eficácia de sua meditação e de suas orações. 

O Sacrifício da Missa é substancialmente o mesmo que o da Cruz, porque o mesmo Jesus Cristo, que se ofereceu sobre a Cruz, é que se oferece pelas mãos dos sacerdotes seus ministros sobre os altares.

 Unir-se, com a Igreja, ao Sacrifício da Missa, e unir a nossa oração, em pensamento e intenção, com a oração oficial e incessante da Igreja, conduz nossos corações com segurança para Deus.

 As duas ações, a de nossas almas e a da Igreja, são como duas forças que se combinam e que, num mesmo impulso, são levadas para Deus.

Como se faz a meditação.

Coloco-me diante de Nosso Senhor que me ensina uma verdade ou uma virtude. Estimulo em mim – pela razão, pela fé, e com todo o meu coração – a sede de harmonizar a minha alma com esse ideal. Deploro tudo quanto, em mim, lhe for contrário. Decido combater os obstáculos, persuadido de que nada conseguirei sozinho e que tudo poderei obter pela oração.

 No momento da meditação.

Esforço-me por trazer ao espírito uma cena muito expressiva, que substitua as minhas preocupações e distrações. Cena capaz de me empolgar e de me colocar na presença de Deus, que no seu amor infinito, quer ser o meu interlocutor. Imediatamente depois, impõe-se um ato de adoração profunda. Humilho-me, profundamente, diante de Deus, faço um ato sincero de contrição, e uma oração humilde e confiante para que Deus abençoe esta meditação.

 A meditação é o braseiro que revigora a guarda do coração.

Mediante a fidelidade a esta meditação, todos os exercícios de piedade serão vivificados. A alma irá, aos poucos, adquirindo a vigilância e o espírito de oração, isto é, o hábito de recorrer, continuamente, a Deus.

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8ª Maneira: Aplicação do espírito a Jesus Cristo no Santíssimo Sacramento. Saudar Nosso Senhor, com todo o respeito que a presença real exige, unir-se a Ele e a todas as suas divinas operações na eucaristia, onde, como Vítima, não cessa de adorar, louvar e amar o Pai, em nome de todos os homens. Pensar no seu recolhimento, vida oculta, obediência, humilde, etc. – Excitar o desejo dessas virtudes.

Oferecer Jesus Cristo ao Pai Eterno, como única vítima digna d’Ele, e pela qual podemos render-lhe homenagem, reconhecer os seus benefícios, satisfazer a sua justiça e obter misericórdia. Oferecer-se a si mesmo para lhe sacrificar o ser, vida, empregos.

Apresentar-lhe um ato de virtude que se proponha fazer, uma mortificação a praticar, pelos mesmos fins pelos quais Nosso Senhor se imola no Santíssimo Sacramento. – Fazer esta oblação com um desejo ardente de aumentar, tanto quanto se for capaz, a glória que Ele presta a seu Pai neste augusto mistério. Terminar fazendo a comunhão espiritual. Tornar frequentes estas visitas, porque a nossa felicidade nesta vida depende da nossa união a Jesus Cristo no Santíssimo Sacramento.

Fonte: A alma de Todo o Apostolado – Parte V – Jean-Baptiste Chautard

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Dez maneiras de falar com Deus – VII

5, março, 2010 1 comentário

Leia as primeiras partes

Unindo suas intenções às Santas Missas que a ASC manda rezar semanalmente em todas as sextas-feiras de cada mês, aumentará a eficácia de sua meditação e de suas orações. 

O Sacrifício da Missa é substancialmente o mesmo que o da Cruz, porque o mesmo Jesus Cristo, que se ofereceu sobre a Cruz, é que se oferece pelas mãos dos sacerdotes seus ministros sobre os altares.

 Unir-se, com a Igreja, ao Sacrifício da Missa, e unir a nossa oração, em pensamento e intenção, com a oração oficial e incessante da Igreja, conduz nossos corações com segurança para Deus.

 As duas ações, a de nossas almas e a da Igreja, são como duas forças que se combinam e que, num mesmo impulso, são levadas para Deus.

Como se faz a meditação.

Coloco-me diante de Nosso Senhor que me ensina uma verdade ou uma virtude. Estimulo em mim – pela razão, pela fé, e com todo o meu coração – a sede de harmonizar a minha alma com esse ideal. Deploro tudo quanto, em mim, lhe for contrário. Decido combater os obstáculos, persuadido de que nada conseguirei sozinho e que tudo poderei obter pela oração.

 No momento da meditação.

Esforço-me por trazer ao espírito uma cena muito expressiva, que substitua as minhas preocupações e distrações. Cena capaz de me empolgar e de me colocar na presença de Deus, que no seu amor infinito, quer ser o meu interlocutor. Imediatamente depois, impõe-se um ato de adoração profunda. Humilho-me, profundamente, diante de Deus, faço um ato sincero de contrição, e uma oração humilde e confiante para que Deus abençoe esta meditação.

 A meditação é o braseiro que revigora a guarda do coração.

Mediante a fidelidade a esta meditação, todos os exercícios de piedade serão vivificados. A alma irá, aos poucos, adquirindo a vigilância e o espírito de oração, isto é, o hábito de recorrer, continuamente, a Deus.

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7ª Maneira: Meditação sobre os fins últimos. Considerar-se na agonia, entre o tempo e a eternidade – entre a vida passada e o julgamento de Deus. – Que queria ter feito? – Como queria ter vivido? – Recordar-se dos pecados, desregramentos, abuso das graças. – Lamentar o mal feito.

Propor remediar o que cause motivos de temor. Imaginar-se no cemitério, esquecido e todos, – diante do Tribunal de Jesus Cristo, no Purgatório, no Inferno. Quanto mais viva for a representação, tanto mais proveitosa a meditação.

É necessária esta morte mística para descarnar a alma e ressuscitá-la, isto é, libertá-la da corrupção do vício. É preciso passar por este purgatório para se chegar ao gozo de Deus nesta vida.

 

Fonte: A alma de Todo o Apostolado – Parte V – Jean-Baptiste Chautard

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Dez maneiras de falar com Deus – VII

4, março, 2010 2 comentários

Leia as primeiras partes da matéria

Unindo suas intenções às Santas Missas que a ASC manda rezar semanalmente em todas as sextas-feiras de cada mês, aumentará a eficácia de sua meditação e de suas orações. 

O Sacrifício da Missa é substancialmente o mesmo que o da Cruz, porque o mesmo Jesus Cristo, que se ofereceu sobre a Cruz, é que se oferece pelas mãos dos sacerdotes seus ministros sobre os altares.

Unir-se, com a Igreja, ao Sacrifício da Missa, e unir a nossa oração, em pensamento e intenção, com a oração oficial e incessante da Igreja, conduz nossos corações com segurança para Deus.

 As duas ações, a de nossas almas e a da Igreja, são como duas forças que se combinam e que, num mesmo impulso, são levadas para Deus.

Como se faz a meditação.

Coloco-me diante de Nosso Senhor que me ensina uma verdade ou uma virtude. Estimulo em mim – pela razão, pela fé, e com todo o meu coração – a sede de harmonizar a minha alma com esse ideal. Deploro tudo quanto, em mim, lhe for contrário. Decido combater os obstáculos, persuadido de que nada conseguirei sozinho e que tudo poderei obter pela oração.

 No momento da meditação.

Esforço-me por trazer ao espírito uma cena muito expressiva, que substitua as minhas preocupações e distrações. Cena capaz de me empolgar e de me colocar na presença de Deus, que no seu amor infinito, quer ser o meu interlocutor. Imediatamente depois, impõe-se um ato de adoração profunda. Humilho-me, profundamente, diante de Deus, faço um ato sincero de contrição, e uma oração humilde e confiante para que Deus abençoe esta meditação.

 A meditação é o braseiro que revigora a guarda do coração.

Mediante a fidelidade a esta meditação, todos os exercícios de piedade serão vivificados. A alma irá, aos poucos, adquirindo a vigilância e o espírito de oração, isto é, o hábito de recorrer, continuamente, a Deus.

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7ª Maneira: Meditação sobre os fins últimos. Considerar-se na agonia, entre o tempo e a eternidade – entre a vida passada e o julgamento de Deus. – Que queria ter feito? – Como queria ter vivido? – Recordar-se dos pecados, desregramentos, abuso das graças. – Lamentar o mal feito. Propor remediar o que cause motivos de temor. Imaginar-se no cemitério, esquecido e todos, – diante do Tribunal de Jesus Cristo, no Purgatório, no Inferno. Quanto mais viva for a representação, tanto mais proveitosa a meditação. É necessária esta morte mística para descarnar a alma e ressuscitá-la, isto é, libertá-la da corrupção do vício. É preciso passar por este purgatório para se chegar ao gozo de Deus nesta vida.

 

Fonte: A alma de Todo o Apostolado – Parte V – Jean-Baptiste Chautard

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