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No Céu todos se conhecerão… Não acredita? Então leia aqui:

28 março 2017
Corte Celeste

Côrte Celeste

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Todos os bem-aventurados admitidos no Céu conhecem-se perfeitamente, antes mesmo da ressurreição geral.


Provam-no tanto a Sagrada Escritura como a Tradição.

Limitar-me-ei a citar-vos o Novo Testamento, tomando apenas dele a parábola do rico avarento e algumas palavras que se referem ao juízo final.

Está parábola é tão bela que não posso resistir ao desejo de apresentar a vossos olhos as suas passagens principais:


Havia um homem rico que trajava esplendidamente e se banqueteava com magnificência, todos os dias.

Havia também ao mesmo tempo um pobre, chamado Lázaro, deitado à sua porta;

Todo coberto de úlceras, que desejava ardentemente saciar a fome com as migalhas que caíam da mesa do rico;

Mas ninguém lhas dava, e os cães vinham lamber as suas feridas.

Ora, aconteceu morrer este pobre, e foi transportado pelos anjos ao seio de Abraão.

O rico morreu também e teve por túmulo o Inferno.

E quando estava em tormentos, levantou os olhos para o Céu e viu, ao longe, Abraão e Lázaro em seu seio;

E, exclamando, diz estas palavras:

“Pai Abraão, tende piedade de mim, e enviai-me Lázaro;

A fim de que molhe na água a ponta do seu dedo para me refrescar a língua, porque sofro horríveis tormentos nesta chama”.

Mas Abraão respondeu-lhe:

“Meu filho, lembra-te que recebeste muitos benefícios na terra, e que Lázaro só teve por companheira a miséria e o sofrimento;

E é por isso que está gozando agora das maiores consolações, e tu estás em tormentos”.

Replicou o avarento:

“Suplico-vos então, Pai Abraão, que o envieis à casa de meu pai;

Onde tenho cinco irmãos, a fim de adverti-los, pois receio que venham também para este lugar de tormentos”. (Luc., XVI, 19-28).


Santo Ireneu, combatendo os hereges, escrevia no princípio do século III:

“O Senhor revelou-nos que as almas se lembram na outra vida das ações que praticaram nesta.

Não nos ensina Ele esta verdade por meio da história do rico avarento e de Lázaro?

Visto que Abraão conhece o que diz respeito a um e outro;


As almas continuam portanto a conhecerem-se mutuamente e a recordarem-se das coisas da terra
”.[1]


No fim do século IV, o Papa S. Gregório Magno perguntava a si mesmo se os bons conheceriam os bons no reino do Céu;

E se os maus conheceriam os maus no Inferno. Sustentou a afirmativa:

“Vejo, diz ele, uma prova disto, mais clara do que o dia, na parábola do rico avarento.

Não declara aqui o Senhor abertamente que os bons se conhecem entre si, e os maus também?

Porque, se Abraão não reconhecesse Lázaro, como falaria de suas passadas desgraças ao rico avarento que estava no meio dos tormentos?

E como não conheceria este mesmo avarento os seus companheiros de tormentos se tem cuidado de pedir pelos que ainda estão na terra?


Vê-se igualmente que os bons conhecem os maus e os maus os bons.

Com efeito, o avarento é conhecido por Abraão;

E Lázaro, um dos escolhidos, é reconhecido pelo avarento, que é do número dos réprobos.


Este conhecimento põe o remate ao que cada um deve receber.

Faz com que os bons gozem mais, porque se regozijam com aqueles que amaram na terra.


Faz com que os maus, por isso que são atormentados com aqueles que amaram neste mundo até ao desprezo de Deus;

Sofram não só o seu próprio castigo, mas ainda, de alguma sorte, o dos outros.


Há, mesmo para os bem-aventurados, alguma coisa mais admirável.

Além de reconhecerem aqueles que conheceram neste mundo;


Agnoscunt quos in hoc mundo noverante;


Reconhecem também, como se os houvessem visto e conhecido, os bons que nunca viram: 


Velut visos ac cognitos recognoscunt.


Que podem ignorar os bem-aventurados no Céu, vendo em plena luz o Deus que tudo sabe?

Um dos nossos religiosos, muito recomendável pela sua santidade, viu junto de si, por ocasião da sua morte, os profetas Jonas, Ezequiel e Daniel, e designou-os por seus nomes.

Este exemplo faz-nos claramente perceber quão grande será o conhecimento que teremos uns dos outros na incorruptível vida do Céu;

Visto que este religioso, estando ainda revestido da corruptibilidade, conheceu os santos profetas que nunca tinha visto”[2].


Todos os santos se reconhecem em Deus


Encontramos um fato muito semelhante na vida da fundadora das Anunciadas Celestinas, Maria Vitória Fornari.

Interrogava ela uma irmã conversa, pobre aldeã;

Sobre os Bem-aventurados que a honravam com suas aparições, como a Santíssima Virgem, Santo Onofre, Santa Catarina de Sena, etc..

Surpreendida por ver que uma rapariga sem letras tinha um tão distinto conhecimento de tantos santos;

A bem-aventurada perguntou-lhe onde havia aprendido tudo o que sabia a este respeito:


“Minha madre, disse ela com grande simplicidade, todos os santos se conhecem distintamente em Deus”[3].


S. Gregório Magno foi citado por escritores eclesiásticos muito antigos:

Na Alemanha, no século IX, por Haymon, Bispo de Halberstadt;

Na Inglaterra, no século VIII, pelo venerável Beda;

Na Espanha, no século VII, por S. Julião, Bispo de Toledo.


Todos participam do seu sentimento e o afirmam sem rodeios.


S. Julião, por exemplo, antes de referir estas palavras do grande Pontífice, diz:

“As almas dos defuntos, privadas de seus corpos podem reconhecer-se mutuamente;

o Evangelista assim o atesta.

Não se pode duvidar de que as almas dos mortos se reconheçam:


Non est dubitandum quod se defunctorum spiritus recognoscant’
.[4]


Sobre o juízo final, temos as seguintes palavras de Jesus Cristo a seus discípulos:

“Em verdade vos digo que, quando chegar o tempo da regeneração, e o Filho do Homem estiver sentado no trono da sua glória, vós;

Que me tendes seguido, estareis sentados sobre doze cadeiras e julgareis as doze tribos de Israel” (Matth., XIX, 28.).

Temos também estas palavras do grande Apóstolo aos Coríntios: 


“Não sabeis que os santos devem um dia julgar o Mundo? Não sabeis que nós seremos os juízes dos mesmos anjos?” (1 Corinth., VI, 2, 3).


Tal é a base da argumentação de S. Teodoro Studita, num discurso que fez no fim do VIII século ou princípio do IX, para refutar o erro que nos esforçamos por combater aqui.

“Alguns oradores, diz ele, enganam os seus ouvintes, sustentando que as criaturas ressuscitadas não se reconhecerão quando o Filho de Deus vier julgar-nos a todos.”

“Como, exclamam, quando de frágeis nos tornarmos incorruptíveis e imortais;

Quando já não houver gregos, nem judeus, nem bárbaros, nem citas, nem escravos, nem homens livres, nem esposo, nem esposa;

Quando formos todos semelhantes em gênios, poderíamos reconhecer-nos mutuamente?”.


Respondemos, em primeiro lugar, que o que é impossível aos homens é possível a Deus.


Doutra sorte não acreditaríamos na ressurreição da carne, pretextando raciocínios humanos.

E, efetivamente, como se poderá reorganizar no último dia um corpo desfeito em podridão;

Devorado talvez por animais ferozes, pelas aves ou pelos peixes, e estes devorados por outros e isto de muitas maneiras, e sucessivamente?


Todavia, assim há de ser, e o secreto poder de Deus reunirá todas as suas partes espalhadas e as ressuscitará.

Então, cada alma reconhecerá o corpo com que viveu.


Mas cada uma das almas reconhecerá também o corpo do seu próximo?

Não se pode duvidar, sem que se ponha ao mesmo tempo em dúvida o juízo universal.

Porque não se pode ser citado em juízo sem ser conhecido, e para julgar uma pessoa é preciso conhecê-la, segundo estas palavras da Sagrada Escritura:


“Convencer-vos-ei, e porei diante de vossos olhos vossos pecados” (Ps., XLIX, 21).


O valor deste raciocínio depende da seguinte distinção:

No juízo particular, somos julgados só por Deus; mas, no juízo universal, julgaremos de alguma sorte uns aos outros.


Entretanto, o primeiro só manifesta a justiça à alma que é julgada, o último a manifestará a todas as criaturas.

Assim todas esperam, para o grande dia, a revelação dos filhos de Deus (Rom., VIII; 19) que fará mudar muito as apreciações dos homens.

O Santo continua nestes termos:

“Portanto, se nos não reconhecermos mutuamente, não seremos julgados;

Se não formos julgados, não seremos recompensados ou punidos pelo que tivermos feito e sofrido neste mundo.

Se não devem reconhecer aqueles a quem hão de julgar, verão porventura os Apóstolos o cumprimento desta promessa do Senhor:


Assentar-vos-eis sobre doze tronos para julgardes as doze tribos de Israel?” (Matt., XIX, 28).  


E por estas palavras:

“Onde o próprio irmão não resgata, um estranho resgatará” (Ps. XLVIII, 8), não supõe o santo rei David que o irmão reconhecerá seu irmão?

Muitas são as razões e autoridades que se opõem àqueles que pretendem negar o mútuo reconhecimento das almas no Céu;

Asserção insensata, asserção comparada pela impiedade às fábulas de Orígenes.


Enquanto a nós, meus irmãos, acreditemos sempre que ainda havemos de ressuscitar;

Que nos tornaremos incorruptíveis, e que nos reconheceremos mutuamente;

Como nossos primeiros pais se conheciam no paraíso terrestre, antes do pecado, quando estavam ainda isentos de toda a corrupção.


Sim, é necessário crê-lo:

Gredendum fore ut fratrem agnoscat frater, liberos pater, uxor maritum, amicus amicum – o irmão reconhecerá seu irmão, o pai seus filhos, a esposa seu esposo, o amigo seu amigo;

Digo mais: o religioso reconhecerá o religioso, o confessor reconhecerá o confessor;

O mártir, o seu companheiro de armas;


O apóstolo, o seu colega no apostolado; todos nos conheceremos;


Quo omnium in Deo laetum domicilium sit
– a fim de que a habitação de todos em Deus se torne mais agradável pelo benefício, além de tantos outros, de nos reconhecermos mutuamente”[5].


[1] Santo Irineu, – Contra haereses, lib. II, cap. XXXIV, no.  1.

[2] Saint Grégorie le Grand, Dialog. I, IV., cap. XXXIII et XXXIV.

[3] Collet, La vie de V. M. Victoire Fornaire, I, II, no. 9.o.

[4] S. Julião de Toledo, Prognosticon, I. II, cap. XXIV – Haymon, De Amore caelestis patriae, I. I, cap. VIII. – V. Beda, Aliquot quoestionum liber, q. XII.

[5] Saint Theodore Studite, Serm., catech., XXII. – Migne, Patrologie grecque, t. XCIX, pág. 538, 539.

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Fonte: retirado do livro “No Céu nos reconheceremos” do Rev. Pe. F. Blot.

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27 março 2017
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Você tem meditado a Paixão de Nosso Senhor? Ao menos na Quaresma…?

27 março 2017
Crucifixão de Nosso Senhor

Nosso Senhor Crucifixado.

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Não é sem razão que Abraão desejou ansiosamente ver o dia do Senhor;


E
que, tendo tido a ventura de vê-lo por uma revelação divina;

Ainda que em espírito somente, se alegrou em seu coração, como atesta o Evangelho.

Sim, porque o tempo que se seguiu à vinda de Jesus Cristo, já não é mais tempo de temor.

Na Lei Antiga, antes da Encarnação do Verbo, podia o homem, por assim dizer, duvidar se Deus o amava.

Depois de o havermos visto, porém, morrendo por nós;

Exangue e vilipendiado sobre um patíbulo infame, já não podemos duvidar que Ele nos ame com toda a ternura.

– Quem poderá jamais compreender, que excesso de amor levou o Filho de Deus a pagar a pena dos nossos pecados?

E, todavia, isso é um ponto de fé: “Ele nos amou e lavou-nos em seu sangue”.

Ó misericórdia infinita! Ó amor infinito de Deus!


Mas porque é que tantos cristãos olham com indiferença para Jesus Cristo crucificado?


Que na Semana Santa assistem à comemoração da morte de Jesus;

Mas sem algum sentimento de ternura e gratidão, como se não se comemorasse um fato verdadeiro, ou não lhes dissesse respeito?

Não sabem, ou não creem, porventura, o que os santos Evangelhos dizem acerca da Paixão de Jesus Cristo?

Com certeza o creem, mas não refletem.

Entretanto, é impossível que uma alma crente, que medita nas dores e ignomínias que Jesus Cristo padeceu por nosso amor;

Não se abrase de amor para com Ele e não tome uma forte resolução de tornar-se santa, afim de não se mostrar ingrata para com um Deus tão amante.

A caridade de Cristo nos constrange”.


É essencial meditar a Paixão de Nosso Senhor


Meu irmão, se queres sempre crescer em amor para com Deus e progredir na perfeição;

Medita amiúde na Paixão de Jesus Cristo, conforme o conselho que te dá São Boaventura:


Quotidie mediteris Domini passionem.


Especialmente nestes dias que precedem a comemoração da sua morte dolorosíssima, guiado pelos Sagrados Evangelhos;

Contempla com os olhos cristãos tudo o que o Salvador sofreu nos principais teatros do seu padecimento;


Isto é, no Horto das Oliveiras, na cidade de Jerusalém e no monte Calvário.


Para que tires desta meditação o fruto mais abundante possível;

Representa-te os frutos de Jesus Cristo tão vivamente, que te parece veres diante dos olhos o Redentor tão maltratado;

E sentires em ti mesmo as chagas que nele abriram as pontas dos espinhos e dos cravos, a amargura do vinagre e fel, pejo das ignomínias e desprezos:


Senti em vós o que Jesus Cristo sentiu”.


Ao passo que assim meditas, repete muitas vezes com o Apóstolo:

Tudo isso o Senhor tem feito é padecido por mim, para me mostrar o seu amor e ganhar o meu:

Ele me amou e se entregou a mim”. E não o amarei?


Sim, amo-Vos; Jesus, meu Deus, amo-Vos sobre todas as coisas;

E porque Vos amo, pesa-me de Vos haver ofendido, e proponho antes morrer do que Vos tornar a ofender.


“Vós, ó Senhor onipotente, lançai sobre mim um olhar benigno, para que por Vossa proteção seja regido no corpo e defendido na alma”.


Doce Coração de Maria, sede minha salvação.

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Fonte: do livro “Meditações para todos os dias do ano” de S. Afonso de Ligório.

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A morte de São José

26 março 2017

Nosso Senhor e Nossa Senhora assitem São José.

 

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São José chegara ao fim de seus dias.

Ninguém como ele, entre tantos varões veneráveis que o precederam na santidade, fora incumbido de missão tão alta.

Ele era o guarda e protetor do Filho de Deus feito homem e de sua Mãe santíssima.


Deus Pai o escolhera pessoalmente para esse mister, elevado entre todos.


E São José cumprira sua missão com tanta perfeição, tanta dignidade, tanta humildade junto a seus inefáveis protegidos;

Tanta força e astúcia contra os inimigos de Jesus, insuflados por toda parte pelo demônio, que esteve inteiramente à altura dos desígnios divinos.

Tanto quanto é possível a uma simples criatura;

Ele teve proporção com o sublime encargo de ser esposo da Santíssima Virgem e pai adotivo do Verbo de Deus encarnado.


Quanto isto significa!


Aproximava-se porém o tempo em que Jesus iria iniciar sua missão pública;

A Virgem Maria não mais se encontrava na situação de uma jovem mãe que precisa de proteção diante de um mundo hostil e de línguas aleivosas.


A missão de São José chegara magnificamente a seu termo, e ele agonizava placidamente.


De um lado e de outro da cama, Nosso Senhor e Nossa Senhora;

Emocionados, o contemplavam com amor e gratidão, tristes porque ele partia;

Mas supremamente consolados por saber que o aguardava a melhor das recompensas celestes.

Do lado de fora, como quer uma antiga tradição;

A morte impaciente mas temerosa não ousava entrar para recolher sua presa, pois esperava um sinal do Altíssimo, postado ao lado do moribundo.


São José tivera sempre uma tal veneração pela Virgem Santíssima;

Uma ideia tão elevada de seus méritos e virtudes;

Um tal respeito por sua virgindade imaculada, que jamais ousara tocar sequer um fio de seu cabelo.


Agora, posto ele em seu leito de morte, a Santíssima Virgem;

Como recompensa por tanta dedicação, segura-lhe a mão, num supremo ato de reconhecimento e amizade.

Aquele toque quase divino comunicou a São José, ainda lúcido;

Uma tal alegria sobrenatural, que ele, varão castíssimo, sentiu sua alma invadida por uma graça de superior virginalidade;

Como se a inundasse um rio de águas puríssimas, cristalinas e benfazejas.

Essa sensação inefável – até então para ele desconhecida, porque acima do que a natureza humana pode alcançar;

O elevou a um patamar de indizível união com Deus, inacessível à nossa compreensão atual, mas que um dia no Céu ele poderá nos contar.


Estava São José nesse verdadeiro êxtase, quando sentiu pousar sobre seu ombro direito a mão amiga do Filho de Deus.

Incontinenti viu-se submerso em Deus, e Deus nele.


Era a visão beatífica, não concedida até então a nenhum mortal;

Pois o acesso ao Céu fora fechado pelo pecado de Adão, e lhe era comunicada por antecipação, ainda que fugazmente.

São José notou em seguida que uma coorte de pessoas se aproximava dele.


Reconheceu na primeira fila o patriarca Abraão e o profeta Moisés, seguidos de todos os justos que o haviam precedido com o sinal da fé.

Só então ele se deu conta de que não estava mais nesta Terra, e que adentrara os umbrais do Limbo.


Todos os habitantes daquele lugar o interrogavam atropeladamente:

Quando se consumará a Redenção?

Quando nos será aberto o Paraíso celeste que tanto esperamos, alguns há milhares de anos?

Como é o Filho de Deus? E sua Mãe Santíssima, como é a sua presença?


São José a todos respondia com atenção e bondade;


Mas já começando a sentir uma saudade imensa daqueles dois seres perfeitíssimos, com quem conviveu tão proximamente nesta Terra de exílio.

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Fonte: catolicismo.com.br

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