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Minha Oferta ao Sagrado Coração de Jesus

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boletim

Apóstolo do Sagrado Coração, eu só queria te lembrar!

20 novembro 2017
Saiba mais aqui.

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Que loucura!


A vida anda tão corrida que quase esquecemos.

 

Esquecemos que acima de tudo Nosso Senhor está sempre olhando para nós;

Esquecemos que Ele nos ama e nos quer infinitamente bem;

Esquecemos que podemos contar todas as nossas angústias, tristeza e sofrimentos para Ele;

Esquecemos de confiar na Sua Misericórdia;

Esquecemos que Ele é Deus e nada é impossível;


Porém, pensamos em um jeito disso tudo não acontecer mais.

Isso mesmo! Vamos explicar:

Aqui na associação temos um grupo de Famílias do Sagrado Coração de Jesus, o qual queremos te convidar para fazer parte.


Será uma honra para nós contar com você, como membro deste Grupo.


Mas, como estávamos explicando, para os membros deste Grupo, mandamos celebrar toda semana uma Missa especial com seus pedidos de oração, por ano são mais de 60 Missas.

Além disso religiosos de mosteiros e conventos rezam diariamente por todos os pedidos.

Portanto, mesmo que aconteça de você “esquecer” sempre terá alguém rezando por suas intenções, pedidos e graças que você mais necessitar.

Você sempre terá nosso apoio e estaremos sempre “lembrando” Nosso Senhor do seu NOME e seus PEDIDOS.

É simples, não tem nada de burocrático ou complicado.

Basta você clicar aqui e se inscrever nesse Abençoado Grupo.


E não esqueça, estamos rezando por você!


Roguemos ao Sagrado Coração que te abençoe e proteja todos os dias.

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As atuais oliveiras são as do tempo em que Jesus agonizou no Getsemani?

20 novembro 2017
Agonia de Jesus no Monte das Oliveiras, ou jardim do Getsemani

Agonia de Jesus no Monte das Oliveiras, ou jardim do Getsemani

Alguns amigos que estiveram em peregrinação pela Terra Santa voltaram trazendo inesquecíveis lembranças dos locais divinamente abençoados por Nosso Senhor Jesus Cristo na divina odisseia da Redenção.


Eles visitaram múltiplos locais sagrados de um valor espiritual que lhes marcou profundamente a alma.

E como que apalparam a presença sobrenatural e a dimensão histórica conferidas a esses lugares pela passagem do Redentor, de sua Mãe Santíssima e dos Apóstolos com a Igreja Católica nascente.

Ficaram eles também impressionados com a antiguidade das oliveiras existentes no Jardim sagrado onde Nosso Senhor agonizou, foi traído por Judas e preso pelos romanos para iniciar sua longa e dolorosa Paixão.

Contrataram guias para melhor aproveitar o tempo da peregrinação.

E como esses guias muitas vezes não são sequer cristãos e preocupam-se mais com o dinheiro, os peregrinos tomavam com alguma cautela certas coisas que eles diziam.

No Monte das Oliveiras, um desses guias lhes apontou uns pés de oliveiras que datariam, segundo ele, do tempo em que Jesus Cristo foi entregue à Morte no Getsemani.

A extraordinária longevidade natural das oliveiras e o multissecular aspecto daquelas falavam no sentido da informação.

Mas os guias não eram de toda confiança, sobretudo diante de estrangeiros dos quais queriam tirar uma boa gorjeta.


Teria sido verdade?


Aquelas velhíssimas oliveiras estavam ali quando Nosso Senhor bebeu o cálice que o anjo Lhe trouxe da parte do Pai para O reconfortar na iminência da Paixão?

Junto a alguma delas dormiram ingloriamente os Apóstolos, enquanto Jesus agonizava?
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Aspecto do jardim do Monte das Oliveiras

Aspecto do jardim do Monte das Oliveiras

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Em alguma delas teria se apoiado o soldado Malco, que teve a orelha cortada por São Pedro e colada milagrosamente por Jesus?

Recentemente, uma equipe de pesquisadores de cinco universidades italianas, trabalhando para o Consiglio Nazionale delle Ricerche – CNR;

Publicou um estudo sobre a longevidade das oito oliveiras mais antigas do Getsemani intitulado “Os segredos do jardim do Getsemani”.

Às três árvores menos velhas foram atribuídas idades de “pelo menos 900 anos”.

Não são os dois milênios que nos separam daquela augusta data, mas o “pelo menos” deixa aberta uma porta.

As outras cinco oliveiras mais antigas não puderam ser testadas.

A causa foi que suas partes mais velhas, as mais interessantes para o estudo, que ficavam no cerne, haviam secado.

Os troncos que hoje se podem ver imensamente alargados resultam de brotos de épocas posteriores.

Os resultados dos testes não permitiram definir se as árvores são exatamente as mesmas que estavam no Monte das Oliveiras quando Jesus foi traído e entregue aos soldados romanos e aos enviados do Sinédrio.


Os especialistas explicaram a hesitação que marca seu relatório pelo fato de as oliveiras rebrotarem muito facilmente após serem cortadas pela base.


“Não podemos excluir a possibilidade de que tenha havido uma intervenção para renovar os pés, quando pararam de produzir ou começaram a secar”, disse o chefe dos pesquisadores, Prof. Antonio Cimato, durante a apresentação dos resultados em Roma.

Caso essa renovação tivesse acontecido, as oliveiras poderiam ter o dobro da idade e com isso se aproximariam muito do ano da Paixão.

“Quero esclarecer – disse o Prof. Cimato – que na literatura científica não há menção a árvores de tão grande idade como estas oliveiras.

As oliveiras do Getsemani estão entre as mais antigas árvores de folha larga do mundo”.

Testes de datação pelo carbono sobre amostras extraídas das partes mais velhas dos troncos de três oliveiras, apontaram respectivamente para os anos de 1092, 1166 e 1198.

Os testes foram realizados pelo Conselho Nacional das Pesquisas – CNR da Itália e por acadêmicos de mais cinco universidades italianas.

Esses cernes de tal maneira antigos teriam existido nos momentos trágicos e gloriosos daquele passo da Paixão?

A ciência não pode dizê-lo. Ao menos, com os conhecimentos, tecnologias e métodos que possui atualmente.

Malgrado a sua imensa idade, os estudos mostraram que as três oliveiras mais antigas testadas encontram-se em excelentes condições e não foram afetadas pela poluição da região.

Análises de DNA indicaram que os pés foram plantados a partir de uma mesma oliveira, talvez com a finalidade de preservar uma mesma espécie ou linhagem de árvores, disseram os especialistas.

O Pe. Pierbattista Pizzaballa, O.F.M., Zelador de Terra Santa, responsável pelo local;

Disse que esta procedência comum das oliveiras mostra a tentativa deliberada de passar às gerações futuras uma preciosa herança.

“A questão mais importante não é se essas são as mesmas árvores, mas se este aqui é o local referido no Evangelho.


E este é o local, a respeito disto não há dúvida alguma”, concluiu Fr. Pizzaballa.

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Fonte: Blog Ciência Confirma Igreja.

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A verdadeira caridade.

19 novembro 2017
A verdadeira caridade é a salvação das almas!

A verdadeira caridade é a salvação das almas!

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Nunca será suficiente insistir sobre as idéias que meu prezado amigo Michel d’Arnoux vem desenvolvendo nos seus excelentes artigos sobre a caridade.


Assim como a água verdadeiramente pura não é aquela que nasce nos vales sombrios, mas aquela que, saída do mais profundo das entranhas da terra, se eleva até o cume dos montes, de onde brota em veios cristalinos;

Assim também a verdadeira caridade não é o sentimento que tem sua origem nas afeições naturais, transitórias e caprichosas dos homens uns pelos outros;

Mas sim o amor que, saído do mais profundo do coração humano, se eleva a Deus, e de lá, em veio límpido e cristalino, desce, como do alto de uma montanha, sobre todas as criaturas.


A primeira caridade, portanto, a caridade verdadeira e isenta do lodo dos afetos humanos, é a que se eleva diretamente a Deus.


Mas o amor de Deus, quando bem entendido, não se limita a uma adoração inerte e exclusiva, mas se reflete sobre os homens, criaturas do próprio Deus.

São estes os dados que nos fornece a Fé.

E a observação direta dos fatos que nos cercam confirma claramente a Fé, porquanto o verdadeiro amor ao próximo só se encontra nas criaturas que tiverem verdadeiro amor a Deus.

Nunca se viu um ateu beijar, num delírio de amor, as chagas repelentes de um leproso, como fez São Francisco de Assis.

E nunca se conseguiu manter um hospital com enfermeiras sem fé, com o zelo e a perfeição com que o mantêm as Irmãs de Caridade.


O verdadeiro amor ao próximo, portanto, só pode ser compreendido como um reflexo do amor de Deus.


Mas os homens são animais racionais, dotados de corpo material e mortal, e de alma imaterial e imortal.


A importância da alma, evidentemente, é muito maior do que a do corpo.


O corpo sadio nada é, para uma alma infeliz, senão uma insuportável prisão, cujos grilhões são tantas vezes quebrados pelo suicídio.

Consequentemente, os males da alma, os pecados, as infelicidades de toda a ordem, constituem para o indivíduo um peso muito mais sério e muito mais terrível do que as moléstias físicas.

Efetivamente, enquanto o corpo morre e com ele desaparecem todas as enfermidades, a alma não morre e pagará seus pecados eternamente.

Por isto é que todo o Cristianismo denota o imenso desejo que teve Deus Nosso Senhor em salvar nossas almas.

Não foi para salvar corpos que o Redentor veio ao mundo, e que um Deus se fez imolar, em expiação de pecados de suas criaturas.

Não foi para salvar corpos que a Igreja foi instituída, nem para salvar corpos que os Sacramentos existem.

Almas, almas e sempre almas, eis o que deseja Jesus.

Se cura corpos, é sempre com o escopo principal de salvar almas.

E, pelo contrário, muitas vezes dá a certas pessoas pesadas moléstias físicas para atraí-las, por meio do sofrimento, à penitência.

O que significa que chega a fazer adoecer corpos para que as almas se salvem!


Por conseguinte, na vida ativa, as verdadeiras obras de caridade não são somente as que se destinam ao alívio dos sofrimentos físicos, mas sim, e de um modo especial, as que curam as almas.

Se estas verdades tivessem sido compreendidas, há muito tempo que teríamos entre nós organizada a Ação Social Católica.


E o País, em vez de se debater na mais pavorosa crise moral, daria ao mundo um exemplo do caráter digno do nosso passado.


Mas os fundos destinados às associações piedosas têm sido quase exclusivamente empregados, pelas almas caridosas, em hospitais, em esmolas para os corpos, certamente muito louváveis, mas menos nobres e menos agradáveis a Deus do que as que tendem a propagar o Reino de Cristo.

Construamos uma universidade católica ou organizemos a Ação Social Católica, em vez de edificar, por exemplo, um hospital.

E se, por um lado, muitos corpos ficarão privados de saúde, por outro lado, muitas almas não ficarão privadas de fé.

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Fonte: ipco.org.br
Retirado: “O Legionário”, 8 de março de 1931.

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missa

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Amigo, tudo isso vai muito além. Veja!

18 novembro 2017
Saiba mais aqui. família

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Olá amigo do Sagrado Coração,


Acreditamos que você receba inúmeros emails com pedidos de ajuda e doação. Se não for emails, são ligações, cartas enfim.

E o que te faz ajudar um ou outro lugar?

Pensando nisso, resolvemos te escrever e explicar essa diferença.


É muito simples.


Você pode ajudar por ajudar e sem dúvida estará fazendo um belo ato de caridade.

Ou então, você pode fazer parte de um Grupo Abençoado, no qual você ajuda e além disso, passa a ser membro de uma Família.

Família do Sagrado Coração de Jesus, aqui, você ajuda e também é ajudado.

Como?

 

Aqui, você pode pedir as graças que você mais necessita ao Sagrado Coração de Jesus.

Aqui, toda semana fazemos celebrar uma Missa Especial, os membros recebem um calendário exclusivo com mais de 60 Missas anuais.

Aqui, você terá orações diárias feitas por religiosos de mosteiros e conventos.

Aqui, a sua doação vai além de ser apenas uma caridade.

Aqui, você doa e recebe em graças, em parcerias, você ganha uma família!


E então, que tal ajudar e ganhar uma família?


É só clicar aqui, é simples, é fácil, é uma verdadeira bênção.

Sagrado Coração de Jesus, Fonte Inesgotável de Bênçãos, abençoe a sua vida.

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“O sudário que cobria o rosto de Jesus, não estava entre os panos, mas dobrado e posto ao lado”. Entenda o porque deste ato!

18 novembro 2017
Pintura retratando o lenço dobrado sobre a mesa do sepulcro.

Pintura retratando o lenço dobrado sobre a mesa do sepulcro.

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O Evangelho segundo São João, no capítulo 20, nos fala de um lenço que tinha sido colocado sobre a Face de Jesus quando Ele foi sepultado, ao final da tarde da Sexta-Feira Santa.


Ocorre que, após a Ressurreição, quando o sepulcro foi encontrado vazio, esse lenço não estava caído a um lado, como os lençóis que tinham envolvido o Corpo de Jesus.

O Evangelho reserva um versículo inteiro para nos contar que o lenço fora dobrado cuidadosamente e colocado à cabeceira do túmulo de pedra.


Mas por que Jesus dobrou o lenço que cobria a Sua cabeça no sepulcro depois de ressuscitar?


Bem cedo pela manhã de domingo, Maria Madalena foi até o local e descobriu que a pesadíssima pedra que bloqueava a entrada do sepulcro tinha sido removida.

Ela correu e encontrou Simão Pedro e outro discípulo, aquele a quem Jesus tanto amara – São João Evangelista – e lhes disse:

“Retiraram o Corpo do Senhor e não sei para onde O levaram!”


Pedro e o outro discípulo correram até o túmulo.

João passou à frente de Pedro e chegou primeiro. Parou e observou os lençóis, mas não entrou.

Então Simão Pedro chegou, entrou no sepulcro e notou os lençóis ali deixados, enquanto o lenço que havia coberto a Divina Face estava dobrado e colocado a um lado.


Isto é importante? Definitivamente.

Isto é significativo? Sim.


Por quê?

Para poder entender a significância do lenço dobrado, temos que entender um pouco a respeito da tradição hebraica da época.

O lenço dobrado tem a ver com uma dinâmica diária entre o amo e o servo – e todo menino judeu conhecia bem essa dinâmica.

O servo, quando preparava a mesa de jantar para o amo, procurava ter a certeza de fazê-lo exatamente da maneira desejada pelo seu senhor.

Depois que a mesa era preparada, o servo ficava esperando fora da visão do amo até que ele terminasse a refeição.

O servo não se atreveria jamais a tocar na mesa antes que o amo tivesse acabado.

Ao terminar, o amo se levantaria, limparia os dedos, a boca e a barba, embolaria o lenço e o jogaria sobre a mesa.

lenço embolado queria dizer: “Eu terminei“.

Agora, se o amo se levantasse e deixasse o lenço dobrado ao lado do prato, o servo não ousaria tocar ainda na mesa;


Porque aquele lenço dobrado queria dizer: “Eu voltarei!”

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Fonte: pt.aleteia.org

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