Abrir popup Play Video

Voltar à página inicial

Minha Oferta ao Sagrado Coração de Jesus

Facebook Youtube SoundCloud Instagram

boletim

Um dos maiores Santos de todos os tempos: conheça a história e os milagres do Santo Padre Pio, celebrado hoje!

23 setembro 2017
Santo Padre Pio

Santo Padre Pio, rogai por nós


.
Um dos maiores Santos de todos os tempos foi um Santo dos nossos tempos – o Santo Padre Pio de Pietrelcina.


Ele viveu em uma época muito perto da nossa, tendo vivido a maior parte de sua vida no século XX. Ele faleceu há pouco menos de 50 anos, em 1968.

Foi um Santo dos nossos tempos, porque conheceu as mazelas que vivemos no século XX: as duas guerras mundiais, o enfraquecimento da Fé em todos os lugares do mundo, a ascensão das falsas religiões, o comunismo…

E, talvez por ser mesmo um contemporâneo nosso, o Padre Pio falou uma linguagem que conseguimos entender sem grandes dificuldades.

Faça a prova, leia algumas das frases que esse grande santo escreveu, alguns dos incríveis conselhos que ele deu, e você verá como ele ensina a doutrina de sempre da Santa Igreja Católica, com uma simplicidade tremenda.

Por exemplo, quando ele disse:


“Todas as orações são boas quando acompanhadas de intenções corretas e de boa vontade.”

“Procure não inquietar sua alma diante do triste espetáculo da injustiça humana. Sobre esta injustiça você verá um dia o triunfo definitivo da justiça de Deus.”

“O meu passado, Senhor, à Tua misericórdia. O meu presente, ao Teu amor. O meu futuro, à Tua Providência.”


Veja como o
Padre Pio fala com simplicidade as verdades imutáveis que Nosso Senhor Jesus Cristo nos deixou.

Mas além da simplicidade, os Milagres…

O Santo Padre Pio foi, acima de tudo, um grande taumaturgo (uma pessoa que opera incríveis milagres).

Ele conta com alguns dos milagres mais impressionantes dos nossos tempos, e na lista estão: milagres de cura, de bilocação, inúmeras conversões, a capacidade de falar com Anjos e ler o coração das pessoas, e a lista parece não ter fim.

Em uma ocasião, chegou até mesmo a alcançar de Deus a graça da ressurreição de uma criança que havia morrido, devido a uma febre!

E isso tudo sem contar um milagre que pouquíssimos Santos tiveram o privilégio de realizar…


O Santo Padre Pio
recebeu, ainda muito jovem, todas as Santas Chagas de Nosso Senhor Jesus Cristo. E esteve com elas até muito perto de seu falecimento.


Saiba como pedir a intercessão deste Santo

Esses e muitos outros fatos inacreditáveis requerem uma leitura mais profunda sobre a vida do Santo Padre Pio.

Se você gostaria de saber mais sobre a história dele, e ainda ler seus conselhos e rezar suas orações, entre aqui.

Ou visite esse site:

 

www.crucificadoporamor.com.br

 

Você também pode começar a rezar para o Santo Padre Pio, porque além de ele ser um esplêndido intercessor no Céu, ele mesmo prometeu a quem rezasse para ele:

“Farei mais barulho morto que vivo”!

.
.
*  *  *

.

A língua tem poder! Veja como a sua língua é poderosa e como usá-la para o bem: (Parte I)

22 setembro 2017
A língua é um meio pelo qual se liga uma alma a outra alma; por isso precisamos ter cuidado com o que a língua produz!

A língua é um meio pelo qual se liga uma alma a outra alma; por isso precisamos ter cuidado com o que a língua produz!

.

Dois versos de uma canção


Uma canção popular, que já começa a ter a pátina do tempo, exalta em versos simples – daqueles que nunca vão passar para uma antologia literária – o valor da palavra:


Palavra não foi feita para dividir ninguém.

Palavra é a ponte onde o amor vai e vem…


A alma exprime-se pelo corpo, e especialmente pela língua.

“Sendo o homem um ser ao mesmo tempo corporal e espiritual, exprime e percebe as realidades espirituais através de sinais e de símbolos materiais.

Como ser social, o homem precisa de sinais e de símbolos para comunicar-se com os outros, através da linguagem, de gestos, de ações” (Catecismo da Igreja Católica, n. 1146).

Nós falamos, comunicamo-nos uns com os outros de inúmeras maneiras.


Quanto não diz com freqüência um simples olhar, um sorriso levemente esboçado, um silêncio significativo, um gesto de paixão ou um aceno impregnado de afeto…


Muitos são os caminhos da linguagem que interliga em comunhão alma com alma.

Mas a grande ponte que Deus nos deu para nos comunicarmos entre nós – e para nos comunicarmos com Ele – é a palavra:

Palavra pensada, interior; palavra pronunciada; palavra publicada.

É falando, conversando, escrevendo, que estamos a construir constantemente pontes de intercomunicação:

Por elas a nossa alma – a nossa vida! – vai passando;

E chega até os outros, com toda a sua carga de alegrias e dores, de ódios e amores, de desconcertos e dúvidas, de enganos e desenganos, de perplexidades e certezas, de esperanças e ilusões.

É bom pensar no que significam, todos os dias, as nossas palavras.

.

Constroem ou destroem?

Enriquecem ou desgastam? Que fazemos diariamente com a língua?

Talvez de súbito não saibamos responder, mas uma coisa é certa: fazemos muito; de bom ou de mau, mas fazemos muito.

Quando as palavras têm raízes no amor, são sempre fecundas.


Da abundância do coração fala a boca
.

Muitos corações atenazados pelo erro, pela vergonha ou pelo desespero reergueram-se por uma só palavra (Mt 8, 8 ) de Cristo.


Os olhos da mulher adúltera, cerrando-se para não ver as pedras com que os fariseus iam esmagá-la;

Recuperaram a luz perdida e se acenderam com claridades inéditas, mal ela escutou as palavras de perdão e alento de Cristo:


Vai e não peques mais! (Jo 8, 11).


Zaqueu, o arrecadador desonesto, sentiu o coração arrebentar-lhe o peito quando Jesus, ao passar junto dele, em vez de lhe espetar um remoque de desprezo, lhe lançou uma palavra amiga:


Zaqueu, desce depressa, porque é preciso que eu fique hoje em tua casa (Lc 19, 5).


Pedro viu-se como um morto-vivo acabado de desenterrar quando Cristo, com a doçura do perdão na língua, em vez de recriminá-lo pela sua indigna traição, lhe perguntou:


Simão, filho de João, amas-me mais do que estes? (Jo 21, 15).

(Continua…)

.

Fonte: Do livro “A língua” do Rev. Pe, Francisco Faus.
.
.

*   *   *

.
bt_oferta_topo

Como identificar uma pessoa verdadeiramente humilde? Aprenda com Nossa Senhora:

21 setembro 2017
verdadeira humildade de Nossa Senhora

Virgem Santíssima.

.

Santo Afonso de Ligório

.

É próprio do humilde prestar serviços.


Maria Santíssima não se negou a servir Isabel durante três meses.

Sobre isto, escreve São Bernardo:

Admirou-se Isabel da vinda de Maria, porém mais admirável era ainda o motivo de sua vinda: vinha para servir e não para ser servida.

.

O humilde gosta de uma vida retirada e despercebida.

Maria Santíssima procedeu de modo semelhante, diz-nos o citado Santo, quando seu Filho pregava numa casa e ela lhe desejava falar. Não se animou a entrar (Mt. 12, 46).

Ficou de fora e não confiou no prestígio de mãe, mas evitou de interromper a pregação do Filho; não entrou por isso na casa onde ele falava, observa o mesmo santo Padre.

Pelo mesmo motivo, quis também tomar o último lugar, quando estava no cenáculo com os apóstolos.

“Todos perseveravam de comum acordo em oração com as mulheres, e Maria, Mãe de Jesus” (At. 1, 14).

Bem conhecia São Lucas qual o mérito da Divina Mãe, devendo por isso nomeá-la antes de todos.

Porém, de fato, Maria Santíssima tinha tomado o último lugar, depois dos apóstolos e das santas mulheres.

São Lucas – na opinião de um autor – os nomeou a todos e por último a Virgem, segundo o lugar que ocupava.


Isso motiva a observação de São Bernardo: Com razão tornou-se a primeira a que era a última porque, sendo a primeira, se fizera a última.

.
Fonte: Do livro “Glórias de Maria” de Santo Afonso de Ligório.

.
.

*   *   *

.
bt_oferta_topo

Marido e Esposa: autoridade idêntica na Família? (Parte II)

20 setembro 2017

Sociedade familiar patriarcal.

.

“TODA A FAMÍLIA É UMA SOCIEDADE” 

Nesse santo consórcio, ao marido cabe a autoridade, porque a força física e de caráter com que Deus dotou o sexo masculino serve de apoio à delicadeza de sua mulher e à fraqueza de seus filhos.

À mulher cabe principalmente educar os filhos e influenciar toda a família pela sua delicada sensibilidade de coração, sua dedicação, sua benignidade, seu carinho. 

Em uma das suas alocuções aos recém-casados, de 10 de setembro de 1949, afirma o Papa Pio XII: 

 

“Toda a família é uma sociedade, e toda a sociedade bem ordenada reclama um chefe, todo o poder de chefe vem de Deus.

Portanto, a família que vós fundastes tem também seu chefe, um chefe que Deus investiu de autoridade sobre aquela que se deu a ele para ser sua companheira, e sobre os filhos que virão, pela bênção de Deus, crescer e alegrar a família, tais como os rebentos verdes em torno do tronco de oliveira.

Sim, a autoridade do chefe de família vem de Deus, assim como de Deus que Adão recebeu a dignidade e a autoridade de primeiro chefe do gênero humano e todos os dons que ele transmitiu à sua posteridade”


Ele não fazia senão repetir a doutrina salutar reiterada pelo Papa Pio XI na sua famosa encíclica Casti connubii, na qual especifica a “ordem do amor” que deve revestir a hierarquia doméstica: 

 

“Essa ordem implica de um lado a superioridade do marido sobre a mulher e os filhos, e de outro a pronta sujeição e obediência da mulher, não pela violência, mas como a recomenda o Apóstolo […]

Tal sujeição não nega nem tira à mulher a liberdade a que tem pleno direito, quer pela nobreza da personalidade humana, quer pela missão nobilíssima de esposa, mãe e companheira;

Nem a obriga a condescender com todos os caprichos do homem, quando não conformes à própria razão ou à dignidade da esposa […]

Se efetivamente o homem é a cabeça, a mulher é o coração;

E, se ele tem o primado do governo, também a ela pode e deve atribuir-se como coisa sua o primado do amor.

O grau e o modo desta sujeição da mulher ao marido podem variar segundo a variedade das pessoas, dos lugares a dos tempos;

E até, se o homem menosprezar o seu dever, compete à mulher supri-lo na direção da família.

Mas em nenhum tempo e lugar é lícito subverter ou prejudicar a estrutura essencial da própria família e a sua lei firmemente estabelecida por Deus” (n° 26-27). 

bt_oferta_topo

A FAMÍLIA NÃO É UMA SOCIEDADE IGUALITÁRIA 

A exortação pós-sinodal Amoris laetitia, pelo contrário, saúda a “superação de velhas formas de discriminação e o desenvolvimento de um estilo de reciprocidade” no casamento, afirmando ver nessa superação “a obra do Espírito no reconhecimento mais claro da dignidade da mulher e dos seus direitos”, embora nessa evolução tenham aparecido “formas de feminismo que não podemos considerar adequadas” (n° 54).

E acrescenta:

“No lar, as decisões não se tomam unilateralmente, e ambos [marido e mulher] compartilham a responsabilidade pela família”.

Assim, “em cada nova etapa da vida matrimonial, é preciso sentar-se e negociar novamente os acordos, de modo que não haja vencedores nem vencidos, mas ganhem ambos” (n° 220).

A Exortação apostólica não hesita em “reinterpretar” a epístola do Apóstolo dos Gentios aos Efésios, acima citada.

O preceito paulino de que “as mulheres sejam submissas a seus maridos” não significa “submissão sexual”, diz o Papa. 

“São Paulo exprime-se em categorias culturais próprias daquela época”; trata-se, segundo ele, apenas de uma “roupagem cultural” que “nós não devemos assumir” (n° 156). 

E para tentar justificar teologicamente esse novo modelo de casamento igualitário, o Papa Francisco se apoia num ensinamento de S.S. João Paulo II, na audiência geral de 11 de agosto de 1982, no qual ele afirma que a comunidade constituída pelos cônjuges:


“Realiza-se por meio de uma recíproca doação, que é também submissão mútua”
, porquanto o Apóstolo aconselha: “Submetei-vos uns aos outros” (Ef. 5,21).


Seis anos mais tarde, na carta apostólica Mulieris dignitatem, o mesmo Papa afirmou que“enquanto na relação Cristo-Igreja a submissão é só da parte da Igreja, na relação marido-mulher a ’submissão’ não é unilateral, mas recíproca!” (n° 24). 

O grande problema dessa interpretação é que ela não se baseia em nenhum texto escriturário, patrístico ou magisterial, tratando-se, portanto, de uma interpretação puramente pessoal e gratuita, que contradiz o que a Igreja Católica sempre ensinou durante quase dois mil anos.

bt_oferta_topo

O MODELO IDEAL É A FAMÍLIA PATRIARCAL 

Em segundo lugar, a expressão “submissão mútua” é um contrassenso, uma contradição nos termos, porque é impossível alguém mandar em outrem e ao mesmo tempo lhe estar submetido a respeito de uma mesma esfera de assuntos.

Mesmo imaginando um marido que fosse empregado de sua mulher na vida profissional, não se poderia falar de “submissão mútua”;

 

Porque enquanto ele mandaria na casa, a mulher mandaria no escritório, e um seria súdito do outro, mas em momentos e áreas diferentes. 

Além de o versículo 21 (“submetei-vos uns aos outros no temor de Cristo”) constituir uma advertência a toda a comunidade, nele a expressão “uns aos outros” não pode ser entendida como uma reciprocidade de relações pela qual todos se submetem a todos (coisa impossível, como visto);

Mas antes no sentido de que alguns da comunidade devem se submeter a outros da mesma comunidade (os jovens aos idosos, os discípulos aos mestres, as mulheres aos maridos, os filhos aos pais, etc. todos eles membros da mesma comunidade).

Algo semelhante ocorre na Epístola aos Colossenses, na qual São Paulo exorta:

“A palavra de Cristo permaneça entre vós em toda a sua riqueza, de sorte que com toda a sabedoria vos possais instruir e exortar uns aos outros” (3,16).

Ora, é sabido que no Novo Testamento o ensino e a exortação são atividades claramente restritas aos detentores dessa missão eclesial. 

Se essas considerações não fossem suficientes, bastaria relembrar a analogia que São Paulo estabelece entre marido e mulher, e Cristo e a Igreja:

É inimaginável supor que Nosso Senhor e sua Esposa mística estejam “submetidos um ao outro”!

Pelo contrário, ele diz que a mulher deve submeter-se ao marido “em tudo”, como a Igreja é submissa a Cristo.

Aliás, se a mulher deve se submeter ao marido em tudo, no que poderia ele ser submisso a ela?

É exercendo sua autoridade que o marido imita Nosso Senhor, o qual, como os Papas João Paulo II e Francisco ressaltaram:


“Não veio para ser servido, mas para servir, e dar a sua vida em redenção por muitos”;


E que, assim fazendo, introduziu um modelo cristão de exercício do poder, radicalmente diferente do pagão. 

Após cinco décadas de igualitarismo no exercício do hoje chamado “poder familiar”, substituto do “pátrio poder” do antigo Código Civil;

Nunca a família brasileira padeceu semelhante crise, nem o número de divórcios foi tão elevado, com indizível custo psicológico e moral para suas principais vítimas: os filhos.

Somente retornando ao modelo austero e hierárquico da família patriarcal, fundada no matrimônio indissolúvel e na prole numerosa, é que a família brasileira poderá recuperar seu vigor de outrora. 

Que São José, modelo do exercício virtuoso da autoridade paterna na Sagrada Família — onde era menor a outros títulos —, nos ajude nessa obra fundamental de restauração!

.
Fonte: blogdafamiliacatolica.blogspot.com.br

.
.
*  *  *

.

.

missa

Clique na Imagem e escreva seu nome na Missa

.
.
.

Marido e Esposa: autoridade idêntica na Família?

19 setembro 2017
Instituição primitiva do matrimônio

Instituição primitiva do matrimônio

.
Um leitor da revista Catolicismo enviou uma pergunta, para ser respondida pelo Monsenhor José Luiz Villac, que muito interessa àqueles que costumam acompanhar os temas deste espaço especialmente apropriado às famílias. Segue a muito instrutiva resposta, publicada na edição deste mês da revista (Edição Nº 801, Setembro/2017).

 

Pergunta — Conversando recentemente com um canonista, ele me disse que, no casal, o marido e a mulher mandam em igualdade de condições.

Que nas últimas décadas houve uma evolução no modo de a Igreja considerar a autoridade na família, pelo que a versão mais tradicional, segundo a qual prevalece a autoridade do marido, deu lugar a um conceito mais igualitário.

Creio que a última encíclica do Papa Francisco “Amoris Laetitia” trata de algo sobre isto.

Será que o Sr. poderia me esclarecer e, se for o caso, inclusive me dizer se existe algum ensino infalível da Igreja sobre esta matéria?


Resposta 
— Para responder com profundidade a essa “polêmica” pergunta do nosso caro missivista — que se situa na contracorrente da escalada feminista na sociedade;

É preciso relembrar, ainda que de modo sucinto, a teologia do matrimônio cristão e da família. 

O casamento foi divinamente instituído para três finalidades elevadas:


Propagação do gênero humano;

Educação dos filhos;

Auxílio mútuo dos esposos.


Para assegurar essas altíssimas finalidades, o casamento possui duas características essenciais:

A indissolubilidade e a unicidade ou monogamia. 

Assim, através do pacto matrimonial pelo qual os esposos se dão inteiramente um ao outro para formar “uma só carne” (Gn 2, 24);

Eles são constituídos num estado que pode ser definido como uma união perpétua e exclusiva entre um homem e uma mulher com a finalidade principal de gerar filhos e educá-los, e, secundariamente, para se prestarem mútuo apoio. 

Essa foi a instituição primitiva do casamento.

Deturpado pelo pecado dos homens, Nosso Senhor Jesus Cristo veio restaurá-lo na sua plenitude, elevando-o, além do mais, à condição de sacramento, que transmite a graça e simboliza a união entre Cristo e a Igreja. 

Na pequena comunidade que é a sociedade doméstica, Deus estabeleceu, no IV Mandamento da sua Lei, as regras que devem governar as relações entre os pais e os filhos e que Leão XIII assim descreve:

 

“Pelo que respeita aos filhos, devem submeter-se e obedecer a seus pais, honrá-los e venerá-los por dever de consciência;

E, por outro lado, os pais devem aplicar todos os seus pensamentos e cuidados em proteger seus filhos e, sobretudo, em educá-los na virtude:

‘Pais […] educai os vossos filhos na disciplina e nos mandamentos do Senhor’ (Ef. 6, 4)” (Enc. Arcanum divinae sapientiae, n° 8). 

bt_oferta_topo
DUAS EXISTÊNCIAS NUMA SÓ 

Mas Deus também estabeleceu as regras que devem governar as relações dos esposos entre si.

Quanto à finalidade principal de procriar e educar os filhos, pelo pacto matrimonial os esposos são obrigados ao débito conjugal, conforme ensina São Paulo:

 

“O marido cumpra o seu dever para com a sua esposa e da mesma forma também a esposa o cumpra para com o marido.

A mulher não pode dispor de seu corpo: ele pertence ao seu marido.

E da mesma forma o marido não pode dispor do seu corpo: ele pertence à sua esposa” (1 Cor 7, 3-4).

As obrigações decorrentes da finalidade secundária, ou seja, o fundir-se de duas existências numa só e o apoio mútuo que marido e mulher devem prestar-se, o mesmo São Paulo as formulou na sua Epístola aos Efésios.

Aos maridos, o Apóstolo diz que eles devem se sacrificar por suas respectivas esposas:

 

“Maridos, amai as vossas mulheres, como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela […]

Assim os maridos devem amar as suas mulheres, como a seu próprio corpo. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo.

Certamente, ninguém jamais aborreceu a sua própria carne; ao contrário, cada qual a alimenta e a trata, como Cristo faz à sua Igreja porque somos membros de seu corpo.

Por isso, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e os dois constituirão uma só carne” (5, 25-31). 

E às esposas, São Paulo ensina que devem obedecer aos seus maridos:

“As mulheres sejam submissas a seus maridos, como ao Senhor, pois o marido é o chefe da mulher, como Cristo é o chefe da Igreja, seu corpo, da qual ele é o Salvador.


Ora, assim como a Igreja é submissa a Cristo, assim também o sejam em tudo as mulheres a seus maridos”
 (5, 22-24). 

.
Continua…

.
Fonte: blogdafamiliacatolica.blogspot.com.br

.
.
*  *  *

.

.

missa

Clique na Imagem e escreva seu nome na Missa

.
.
.

Próxima Página »

GRÁTIS.
Coloque seu e-mail abaixo e receba orações, conselhos católicos e Mensagens de fé

Pesquisar no site

Veja o que acabamos de publicar

  • Um dos maiores Santos de todos os tempos: conheça a história e os milagres do Santo Padre Pio, celebrado hoje! Leia Mais +
  • Verdades que o Católico não pode esquecer: a Impureza e o Orgulho na origem da Revolução. Leia Mais +
  • A língua tem poder! Veja como a sua língua é poderosa e como usá-la para o bem: (Parte I) Leia Mais +
  • Como identificar uma pessoa verdadeiramente humilde? Aprenda com Nossa Senhora: Leia Mais +
  • Alerta importante! Leia Mais +

Seu nome em mais de 60 Missas por ano

Clique aqui e saiba mais

Topo ↑

Inclua agora seu nome na Missa de Súplicas ao Coração de Jesus.
Ligue grátis de qualquer lugar do Brasil:

0800 774 7557

Política de Privacidade