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Grande Promessa do Coração de Jesus: Comungar as primeiras sextas-feiras do mês, durante nove meses – Oração da Sétima Sexta-Feira.

3, maio, 2019 2 comentários

“Eu te prometo, na excessiva misericórdia de meu coração,
que meu amor onipotente concederá a todos os que comunguem nas primeiras sextas-feiras de mês, durante nove meses consecutivos,
a graça da penitência final, e que não morram em minha desgraça,
nem sem receber os Santos Sacramentos, assegurando-lhes minha assistência na hora final.”

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Obs: É necessário rezar sempre na Primeira Sexta-Feira, data que Nosso Senhor escolheu. Além do mais se deve começar da primeira Oração por diante.

Clique aqui, caso você não tenha começado desde a Primeira Oração.

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Sétima Sexta-Feira: 

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As almas tíbias acharão fervor. As almas fervorosas chegarão logo a perfeição.
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Sem vosso auxilio, Jesus meu, não podemos avançar no caminho do bem.
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Senhor, por intermédio da Virgem Maria,
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vos ofereço a comunhão deste dia para que aviveis
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em minha alma o amor a vosso Coração Sagrado e concedais este amor a quantos não o sentem.

Ajudado de vossa divina graça lutarei, Senhor,
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para que cada semana…, cada mês…,
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avance um pouco na virtude que mais necessito.
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Amém.

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Oração Final:

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Jesus meu,
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vos dou meu coração…,
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Consagro-vos toda minha vida…,
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em vossas mãos ponho a eterna sorte de minha alma…
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e vos peço a graça especial de fazer minhas nove primeiras sextas-feiras,
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com todas as disposições necessárias para ser participante da maior de vossas promessas,
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a fim de ter a sorte de voltar um dia a ver-vos no céu.
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A
mém.

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Em homenagem a promessa do Coração de Jesus, hoje será celebrada uma Santa Missa! Ligue para:

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Há 116 anos atrás, nascia a “Consoladora” do Sagrado Coração de Jesus! Conheça sua história

6, abril, 2019 Sem comentários
Soror Consolota Betrone

Soror Consolota Betrone.

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Pierina Betrone, conhecida como Soror Consolata Betrone, nasceu em 6 de abril de 1903. Uma religiosa Italiana das Ordem das Clarissas Capuchinhas.

Desde os 13 anos, já havia sido escolhida por Nosso Senhor:

Em seus escritos ela relata que ao caminhar pela cidade, de repente surgiu em seu coração a jaculatória: “Meu Deus, eu vos amo”. Desde então já sentira o Vosso chamado.

Já em 1916 o convite se tornou mais explícito, na Solenidade da Imaculado Conceição, ela se consagrou à Virgem. Ao receber a Sagrada Comunhão, ela ouve: “Queres ser toda minha?”. Profundamente tocada pela graça, chora e “com o pranto, mesmo sem compreender a extensão da pergunta, responde: Sim, Jesus”.

Personalidade humilde

Consolata é retratada como uma freira muito humildade. Como cresceu na pobreza, aprendeu desde sempre a valorizar tudo aquilo que Deus colocava em vosso caminho.

E não pensava quando o assunto era ajudar o próximo. Simplesmente socorria, quem que fosse.

Ela passou a responder pelo nome de Consolata, em homenagem a Padroeira de sua cidade, Nossa Senhora da Consolação, cujo o significado é consolar  ou seja, ela seria a Consoladora do Coração de Jesus.

“Não façais de Mim um Deus rigoroso, pois Eu não sou senão um Deus de amor!”, ensinou Ele para Consolata Betrone.

Com essa frase repassada a ela, Nosso Senhor que dizer que o Coração do homem deve estar unido a ele. Não ter uma vida de subordinação, mas de intimidade com Vós.

No decorrer de sua vida, Betrone ensina a milhares de pessoas a confiarem no Coração de Jesus, pois em uma das aparições a ela, Ele enaltece esse sentimento:

“Sabes o que Me atrai para a tua alma? É a confiança cega que tens em Mim.”

E por reconhecer o sofrer de Nosso Senhor Jesus por ter perdidas tantos almas, que até hoje são atormentadas pelo pecado, vivia somente para recuperá-las, carregando em seus lábios uma curta jaculatória:

“Jesus, Maria amo-Vos, salvai almas!”

Para ela ver as almas sofrer, o mundo em guerra, pessoas doentes, enfermas ou moribundas, era um reflexo da ausência do Sagrado Coração de Jesus nos corações, nas almas e lares.

Portanto, cada dia que se passa e às pessoas não O consagraram em suas vidas, iria piorar todo este sofrimento. Pois cada vez a humanidade caminhava em direção a um abismo de dor e sofrimento.

A 24 de Setembro de 1945, a Irmã Consolata pede meio dia de repouso e vai-se deitar. A Madre Abadessa mede-lhe a febre: quase 39°! “Há quanto tempo anda assim?”

No meio do sofrimento, tinha-lhe escapado uma frase: “Custa-me morrer aos bocadinhos”.

Já em 1944 ela presta o seu último ato de amor. Oferecendo cada vez mais sacrifícios para Nosso Senhor, assim como passar fome.

Ficou acamada até 1946. Sua vida na terra já havia acabado, pois uma nova começaria no céu.
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Fonte: Padre Lourenço Sales, O Coração de Jesus de Jesus ao Mundo, dos Escritos de Sóror Maria Consolata Betrone. Edição de 1952 – 252 páginas. 


Para Soror Consolata era uma grande tristeza ver angústia das almas. Imagine o que seria para ela se deparar com a nossa realidade!

Tragédias… Crimes… Assassinatos… Moda… Paganismo… Conflitos e Guerras que não acabam… Entre outros…

O que ela poderia nos dizer sobre todas essas calamidades colossais?

A Ausência do Sagrado Coração de Jesus nas famílias, seria sua curta e direta resposta. O sofrimento de milhares poderiam ser evitados se centenas a praticassem.

São tantos os motivos que poderiam ser colocados para entendermos a importância dessa devoção.

Participe do Grupo Famílias do Sagrado Coração de Jesus e nos ajude a propagar cada vez mais o nome de Nosso Senhor pelos lares. 

Clique aqui e saiba mais.

Assim como aconteceu com Consolata, Nosso Senhor pode nos chamar de diversas formas. Mas devemos estar sempre prontos para agir conforme a Vossa vontade.

Os sentimentos do Sagrado Coração de Jesus: Oração. Parte – lll

1, março, 2019 Sem comentários

A necessidade de orar sempre e com fervor

 

Vitral Coração Jesus

Sagrado Coração de Jesus!

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Ora com frequência e fervor, não obstante a relutância da natureza, para conheceres o valor desses sentimentos e seres capaz de amar seus inestimáveis frutos. 

Se fores sincero na oração, abrir-se-ão os olhos da tua alma para veres claramente que a sabedoria mundana, inimiga das salutares humilhações e mortificações, é verdadeira loucura, e, ao contrário, o amor desses mesmos sofrimentos constitui a genuína sabedoria que eu mesmo, descendo do céu, ensinei pela palavra e pelo exemplo.

E, se perseverares na oração, se te dará copiosa graça para abraçares piedosamente as tribulações e as suportares santamente.

Todavia, não te contentes com a oração, mas também esforça-te, com o auxílio da graça e na medida de tuas forças, por abnegar-te, suportar as aflições e carregar comigo a cruz.

Bem-aventurado o que se compraz nos sofrimentos que santificam! Este é sem dúvida instruído mais pela unção divina do que pela indústria humana.

É movido mais pela graça do que pela natureza. Nada há, filho, que faça melhor conhecer o verdadeiro discípulo do meu Coração do que a estima e o amor do sofrimento padecido por minha causa.

Rejeitar-se e sofrer por Amor a Deus

Discípulo:  Ó bom Jesus! Quão grande foi a caridade do vosso Coração para comigo! Quão gratuita a sua dileção! Quão ardente a sua sede da minha felicidade! Quanto não sofrestes por puro amor! E tudo por mim, a fim de me remir, ensinar, consolar e unir a vós por amor!

Acaso poderei jamais esquecer-vos? Acaso vos amarei assaz? É pouco, confesso-o, mas digno e justo amar-vos de todo o coração. Seguir-vos por amor, mesmo na adversidade, até a morte.

Entretanto, meu Deus e Salvador, sinto ser-me necessária grande graça para amar o sofrimento e imitar no padecer os sentimentos do vosso Coração.

Se o céu não me ajudar, não poderei com mérito negar-me em grandes ou pequenas coisas. Nem abraçar alegremente a cruz, superar os sentimentos naturais, acompanhar-vos por toda parte, com perseverança até à morte.

Mas, já que me convidais e até me chamais, concedei-me para isso graça copiosa, que me leve a fazer quanto não posso por mim mesmo.

Dilatando o meu coração, nele gravai larga e profundamente os sentimentos do vosso Coração sofre, para que eu de coração manso e humilde, me comprazer em sofrer todas as penas por vós enviadas.


Hoje será celebrada a Primeira Santa Missa do mês, cumprindo a exigência do Coração de Jesus à Santa Margarida Maria:
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“Eu te prometo, na excessiva misericórdia de meu coração, que meu amor onipotente concederá a todos os que comunguem nas primeiras sextas-feiras de mês, durante nove meses consecutivos, a graça da penitência final, e que não morram em minha desgraça, nem sem receber os Santos Sacramentos, assegurando-lhes minha assistência na hora final.”

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Estar em oração neste dia, é mais que essencial para nossas almas. Ligue para 0800 608 2126 e inscreva seus pedidos na Santa Missa. A ligação é totalmente gratuita

Os sentimentos do Sagrado Coração de Jesus. Parte – l

27, fevereiro, 2019 Sem comentários
Sagrado Coração de Jesus

Sagrado Coração de Jesus.

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Nosso Senhor Jesus:
 
Considera, filho, quais foram os sentimentos do meu Coração no sofrimento, e esforça-te por imitá-los. Durante a minha vida mortal o meu Coração sempre sofria e ao mesmo tempo se alegrava por você.

Compreende minhas palavras, filho. Não falo da minha vontade divina, visto ser ela imensa e incapaz de sofrer. Mas refiro-me à minha vontade humana, pela qual pratiquei virtudes, adquiri méritos e operei a redenção dos homens.

Desde o inicio da existência da minha humanidade, o meu Coração plenamente se alegrava na visão e gozo eterno da Divindade que lhe estava hipostaticamente unida. Tornando-o em sumo grau bem-aventurado.

Ao mesmo tempo, porém, por especial concurso da Divindade, o meu Coração se afligia pelas cruéis e acerbas dores da Paixão, que lhe cumpria experimentar.

Entretanto, a respeito da cruel e dolorosa Paixão, sob diverso ponto de vista, o meu Coração a um tempo se afligia e se alegrava.

Afligia-se por ser dura e penosa à sua humanidade, mas regozijava-se como sendo da vontade divina e destinada à salvação dos homens.

Meu Coração era dotado de vontade humana que, embora uma em si, possuía dupla operação: a inferior, que espontaneamente temia e esquivava as dores da natureza humana, e a superior, que, por motivos mais elevados deliberadamente abraçava com amor essas mesmas dores.

Ambas as partes, tanto a inferior como a superior, eram retas, jamais desordenadas nem debilitadas por algum defeito.

A parte inferior, que considerava e desejava o bem e proveito da sua natureza, receando e evitando a dor e a morte, deixava-se governar ao mesmo tempo pela parte superior. Esta, por sua vez, submetia e conformava a inferior e a si própria à divina vontade.

Daí procediam atos sobrenaturais e perfeitos de virtude. Daí provinham os méritos e as abundantes riquezas da graça, acumulados em favor dos homens.

Lembra-te, filho, que possuis vontade semelhante à minha, não de igual modo perfeita e íntegra, mas, não obstante, realmente livre. E nesta tua vontade encontras igualmente duas partes: a superior e a inferior.

O Amor que tudo padece de bom grado…

Filho, os sofrimentos que te aguardam, não os conheces sempre, nem ao mesmo tempo. Assim acontece por minha misericórdia e benignidade para que, vendo-os, quase sempre, só à medida que se apresentam, mais facilmente suportes cada um.

Minha dor, porém, sempre esteve diante dos meus olhos. Onde quer que me achasse, sempre via os tormentos futuros.

Não houve momento em que me estivesse oculto o que a meu respeito predisseram os profetas, o que anunciaram as antigas figuras, o que havia de forjar a malícia do mundo e do inferno, os horríveis suplícios exigidos pelos pecados dos homens, pela gloria ultrajada de meu Pai celeste e por tua salvação, ó filho.

Esses sofrimentos com todos os seus pormenores continuamente estavam presentes ao meu olhar e me oprimiam o Coração. Mas era tal o amor do meu Coração que de bom grado tudo suportava e padecia.

O amor me tornava tudo delicioso; trabalhos e vigílias, opróbrios e escárnios, açoites, espinhos e cruz, enfim, tudo quanto a divina vontade dispusera para a bem-aventurança dos homens.

Eis, ó filho, a principal disposição do meu Coração padecente: o amor de Deus e dos homens. Desta fonte derivavam todos os demais sentimentos.


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Coração de Jesus é o Estandarte da Vitória contra o mal

13, fevereiro, 2019 2 comentários
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Frente qualquer luta, o Coração de Jesus será o nosso Estandarte da Vitória.

Nos últimos séculos, o mal ganhou uma proporção apocalíptica; porém, o culto ao Sagrado Coração foi a devoção que mais difundiu na Igreja e a que recebeu maior estímulo do Magistério Pontifício.

Que relação haveria entre os dois fenômenos? É simples.

De um lado, o veneno da corrupção, da desgraça humana; do outro, o antídoto da santidade; O Coração de Jesus

Resta ao homens aceitá-lo, utilizá-lo continuamente.

O Padre Jules Chevalier, no Prefácio das Constituições que escreveu, em 1981, para as Filhas de Nossa Senhora do Sagrado Coração, lembrei essa verdade:

” A Devoção ao Sagrado Coração de Jesus foi revelada pelo próprio Senhor e recomendada pela Igreja como um remédio efetivo contra os males do mundo de hoje.”

Por seu lado, o Papa Leão XIII a compara, como vimos, com a Cruz que apareceu a Constantino em inícios do século IV e lhe indicou o rumo a tomar:
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Então o Paganismo dominava esmagadoramente, e diante dele os cristãos eram pequena minoria, oprimida ademais, constituindo talvez cinco por cento, porém não mais que dez por cento da população do Império Romano.

 ” Com este sinal, vencerás”.

E a Cruz foi pintada no estandarte do general romano, nos escudos, capacetes e armas dos soldados. Presidiu a contra-ofensiva vitoriosa contra os poderes satânicos que subjugavam a Antiguidade.

Apesar de todas as dificuldades, os cristãos triunfaram e o Paganismo caiu.

O Edito de Milão, em 313, foi um primeiro passo de glorificação da Cruz de Cristo. Para os cristãos daqueles tempos, a Cruz foi o estandarte da vitória.

Já na atualidade, o homem “deve” erguer o Coração de Jesus como um lábaro diante qualquer dificuldade.

Dessa maneira, nós também diremos ao ergue-lo:

“Com este sinal, vencerei!”
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Retirado do Livro: O Estandarte da Vitória, A devoção ao Sagrado Coração de Jesus e as necessidades de nossa época. Péricles Capanema Ferreira e Melo.

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