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Textos com Etiquetas ‘doutrina da Igreja Católica’

Um tesouro em nossas mãos, às Indulgências. Entenda!

27, abril, 2018 Sem comentários
Adoração ao Santíssimo Sacramento, uma forma de lucrar indulgências

Adoração ao Santíssimo Sacramento, uma forma de lucrar indulgências

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Para um católico seriamente praticante, que conhece pelo menos os pontos básicos do Catecismo, a Santa Igreja é de uma beleza incomparável.


Seus tesouros espirituais, descobertos a cada dia, são sempre motivo de encantamento, alegria e admiração.

Para os não católicos ou os indiferentes à Igreja, mas principalmente para aqueles que lhe têm um ódio profundo, qualquer pequena calúnia levantada contra Ela ou o mau procedimento de algum de seus filhos é pretexto para arroubos de indignação e deblateração.

É o que sucede, por exemplo, com a doutrina sobre as indulgências.

Quanta calúnia se levantou contra a Igreja a propósito do famigerado heresiarca Lutero, com sua revolta baseada em uma suposta “venda da salvação eterna pelas indulgências”!

Quanta invenção, mentira, superficialidade e ignorância histórica!

Dedicando-me à formação religiosa de adolescentes, tenho observado uma atenção e um interesse especial deles pelo assunto, o que me levou muitas vezes a orientá-los.

Recentemente fui convidado a expor a doutrina sobre as indulgências para pessoas já bem longe da adolescência, conhecedores da doutrina católica e com décadas na prática séria da religião.


Para surpresa minha, o interesse dos componentes desse público era igual ou até maior que o dos jovens;


Mas observei também, da parte deles, um conhecimento insuficiente e não aprofundado sobre a matéria, que os leva a não aproveitar esta riqueza incomparável da Igreja.

A grande Santa Teresa d’Ávila teve uma visão de Nosso Senhor, durante a qual ela viu no Céu uma religiosa de sua Ordem que era pouco fervorosa.

Espantada, quis saber por que a mesma se livrou tão rapidamente do Purgatório. O Divino Redentor então lhe respondeu: 


“Ela soube aproveitar bem as indulgências que a Santa Igreja lhe concedia”
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Explicarei do modo mais sucinto e didático possível como um católico pode obter facilmente uma indulgência plenária, e também como ele pode ir diretamente para o Céu sem passar pelo Purgatório, bastando rezar algumas orações durante a vida.


Nada disso é impossível aos católicos que têm uma vida de piedade normal.


Não se requerem méritos nem “truques” pessoais, pois os benefícios advindos das indulgências nos são fornecidos pelos méritos infinitos de Nosso Senhor Jesus Cristo, da Virgem Santíssima e dos santos.

Tudo está claramente definido no Manual das Indulgências, documento oficial da Santa Igreja, do qual colhi as condições, normas e vantagens para a obtenção durante a vida da remissão das próprias penas, bem como as vantagens decorrentes, como exponho a seguir.

A remissão das penas temporais devidas aos pecados já perdoados pode ser obtida de várias maneiras:


Por atos de penitência voluntária, jejuns, sofrimentos no Purgatório, ou através das indulgências.


São seis as condições para se receber uma indulgência plenária:

1 – Ter a intenção de recebê-la. Pode ser uma intenção genérica, enunciada no começo do dia, uma vez por semana ou até uma vez por mês.

2 – Confessar-se. Uma única confissão vale para muitas indulgências plenárias.

3 – Comungar. Uma comunhão vale apenas para uma indulgência plenária.

4 – Rezar pelas intenções do Santo Padre. Pode ser um Padre-Nosso e uma Ave- Maria.

5 – Não ter apego ao pecado, mesmo venial. Isto não significa a exigência de a pessoa não cometer pecado, mas sim de não ter apego a ele e desejar abandoná-lo.

6 – Execução da obra. Dou cinco exemplos de atos fáceis de serem realizados:

      a) Meia hora de visita ao Santíssimo Sacramento.

      b) Rezar um terço em família, em grupo, ou com algum amigo.

      c) Ler durante meia hora um dos livros da Bíblia Sagrada.

      d) Ensinar o Catecismo durante meia hora.

      e) Assistir a uma Primeira Comunhão.


Além de ganhar uma indulgência plenária todos os dias, o fiel que ao longo de sua vida rezar — uma vez por semana, por exemplo — uma oração (a Alma de Cristo ou qualquer outra) fazendo uso de um crucifixo, receberá uma indulgência plenária no momento de sua morte.


Uma dádiva como esta constitui uma verdadeira misericórdia de Deus, desde que queiramos e nos esforcemos para viver na Sua amizade.


Ela nos induz a abandonar o pecado e nos livra dos pesos de consciência que sempre acompanham o estado de pecado grave.

Aproveitemos todas as indulgências que nos são concedidas para o nosso proveito, o bem das almas e as necessidades da Santa Igreja, mas principalmente para a maior glória de Deus Nosso Senhor.

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Fonte: Revista Catolicismo

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Por que o Católico não pode ser Espírita? Veja esses 21 motivos.

22, janeiro, 2018 1 comentário
Nosso Senhor Jesus Cristo ressuscitou e não reencarnou!

Nosso Senhor Jesus Cristo ressuscitou e não reencarnou!

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O católico não pode ser espírita porque:

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1 –  O católico acredita nos Mistérios e aceita as Verdades contidas na Sagrada Escritura e na Tradição católica, certo de que elas foram reveladas ou inspiradas por Deus.


Ao contrário, o espírita proclama que não há mistérios e tudo o que ultrapassa a compreensão natural da mente humana  é falso e deve ser rejeitado.

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2 –  O católico instruído crê que Deus pode fazer milagres e que muitos milagres ocorreram e ocorrem ao longo da História.

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O espírita rejeita a possibilidade de milagres e ensina que Deus também está submisso às leis da natureza.

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3 – 
O católico crê que a Sagrada Escritura foi inspirada por Deus e, portanto, não pode conter erros em questão de fé e moral.

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O espírita declara que a Bíblia está cheia de erros e contradições e que esta nunca foi inspirada por Deus.

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4 – O católico crê que Nosso Senhor Jesus Cristo enviou o Espírito Santo aos apóstolos e que a Igreja tem a assistência do Espírito Santo para que os autênticos sucessores dos apóstolos possam transmitir fielmente a sua doutrina.

O espírita declara que os apóstolos e seus autênticos sucessores não entenderam os ensinamentos de Nosso Senhor Jesus Cristo e que tudo quanto transmitiram está errado ou foi falsificado.

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5 – O católico crê que o Papa, sucessor de São Pedro, é infalível em questões de fé e moral.

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O espírita declara que os papas só espalharam o erro e a incredulidade.

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6 – O católico crê que Nosso Senhor Jesus Cristo instituiu a Igreja para continuar a sua obra.


O espírita declara que até a vinda de Allan Kardec, a obra de Cristo estava inutilizada e perdida.

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7 – O católico crê que Nosso Senhor Jesus Cristo encerrou toda a Revelação e que não há mais nada para ser revelado.

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O espírita proclama que o espiritismo é a terceira revelação, destinada a retificar e até mesmo substituir o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo.

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8 – O católico crê na Santíssima Trindade.


O espírita nega esta verdade.

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9 – O católico crê que Deus é o Criador de tudo, Ser pessoal, distinto do mundo.

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O espírita afirma que os homens são partículas de Deus (panteísmo).

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10 –
 O católico crê que a alma humana é criada do nada, diretamente por Deus, no momento da concepção.


O espírita afirma que nossa alma é resultado de lenta e longa evolução, tendo passado pelo reino mineral, vegetal e animal.

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11 – O católico crê que o homem é um ser composto, substancialmente, de alma e corpo (união substancial).

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O espírita afirma que é composto entre perispírito e alma e que o corpo é apena um invólucro temporário, um “alambique para purificar o espírito”.

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12 –
 O católico obedece a Deus que, sob severas penas, proíbe a evocação dos mortos.


O espírita faz desta evocação uma nova religião.

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Santo Sepulcro vazio após a ressurreição de Jesus Cristo.

13 – O católico crê na existência de anjos e demônios.


O espírita afirma que não há anjos, mas espíritos evoluídos e que eram homens;

Que não há demônios, mas apenas espíritos imperfeitos que alcançarão a perfeição.

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14 – 
O católico crê que Nosso Senhor Jesus Cristo é verdadeiramente o Filho Unigênito de Deus, Segunda Pessoa da Santíssima Trindade.


O espírita nega esta verdade fundamental da fé e afirma que Cristo era apenas um grande médium e nada mais.

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15 – O católico crê também que Nosso Senhor Jesus Cristo é verdadeiro homem, com corpo real e alma humana.

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Grande parte dos espíritas afirma que Cristo tinha apenas um corpo aparente ou fluídico.

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16 – O verdadeiro católico crê que Maria Santíssima é a Mãe de Deus, Imaculada e assunta ao céu.

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O espírita nega e ridiculariza todos os privilégios da Santíssima Virgem.

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17 – O católico crê que Nosso Senhor Jesus Cristo veio para nos salvar, por sua Paixão e Morte.


O espírita afirma que Nosso Senhor Jesus Cristo não é nosso Redentor, mas apenas veio para ensinar algumas verdades e de modo obscuro; e que cada pessoa precisa remir-se a si mesma.

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18 – O católico crê que Deus pode perdoar o pecador contritamente arrependido.


O espírita afirma que Deus não pode perdoar os pecados sem que se proceda rigorosa expiação e reparação feita pelo próprio pecador, sempre em novas reencarnações.

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19 – O católico crê nos Sete Sacramentos e na graça própria de cada Sacramento.

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O espírita não aceita nenhum Sacramento, nem mesmo o poder da graça santificante.

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20 – O católico crê que o homem vive uma só vez sobre a Terra e que desta única existência depende a vida eterna.


O espírita afirma que a pessoa nasce, vive, morre e renasce, e progride continuamente (reencarnação).

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21 – O católico crê que após esta vida existe o céu e o inferno.


O espírita nega, pois crê em novas reencarnações.

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Fonte: Retirado dos escritos de Frei Boaventura Kloppenburg, O.F.M. Bispo da Diocese de Novo Hamburgo (RS) 
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O que o Santo Evangelho nos ensina sobre a expulsão dos demônios? Descubra.

20, janeiro, 2018 Sem comentários
Nosso Senhor expulsa os demônios!

Nosso Senhor expulsa os demônios!

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Ao vir a este mundo, Jesus Cristo se revestiu do divino poder de ensinar, operar milagres e expulsar demônios.

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gora na Quaresma a Igreja propõe para reflexão dos fiéis o Evangelho em que o Filho de Deus expulsa o demônio de um homem cego e surdo-mudo, operando três milagres de uma só vez:

O de fazê-lo ver, ouvir e falar.

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O Evangelho traz ensinamentos para todos os tempos. Que lição podemos tirar hoje desse prodígio?

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O mundo contemporâneo se nega a ouvir, falar e ver, pois grassa nele uma surdez e mudez generalizada à palavra de Deus, cujos ensinamentos não são ouvidos nem pregados.

Enquanto o vício e o erro se desfecham na devassidão dos costumes, desviando as pessoas do ensinamento perene da Igreja, Ela mostra que Cristo é o caminho, a verdade e a vida.

Ao realizar o tríplice milagre, nosso Salvador concorreu para que através dos séculos muitos cressem nos seus divinos preceitos e os aceitassem.

Enquanto a multidão rendia glória a Deus por milagre tão sublime, escribas e fariseus se empenhavam em não reconhecê-lo, atribuindo o prodígio a Belzebu.

A contradição — um demônio contrapondo outro — foi aproveitada por Nosso Senhor em sua réplica:

“Todo reino dividido perecerá”.

Em que pese a crise instalada na Igreja, o seu reino e a sua fé inabalável e indivisível subsistirão sempre nesta Terra de exílio, onde haverá uma luta perpétua entre o bem e o mal;

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Entre a verdade e o erro, entre luz e as trevas, luta que durará até a consumação dos séculos, pois que foi prescrita pelo próprio Deus.

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Nosso Senhor revidou os inimigos ao afirmar que não era pelo poder do demônio que Ele expulsava demônios, mas pelo dedo de Deus.

Nosso Senhor livra o pobre homem da ação do demônio!

Nosso Senhor livra o pobre homem da ação do demônio!

Ele se referiu ao Espírito Santo, pois Jesus lia e perscrutava os pensamentos daqueles fariseus e respondia as objeções que estavam no segredo de seus corações.

Caso Nosso Senhor tivesse recorrido às Escrituras, eles não teriam prestado atenção.

De onde a comparação entre cidades e reinos, pois é grande a união dos súditos em torno de reinos e casas.

No mundo atual se propaga uma crise avassaladora, crise de fé com suas múltiplas consequências: crise da família, da sociedade, da propriedade, das instituições, dos valores, dos costumes, e até dos hábitos.

Como um grande incêndio, tal crise invade todos os segmentos do corpo social, chegando mesmo a ser generalizada e constante, rumo ao caos. E isso só pode ser obra do demônio e de seus satélites.

Ao expulsar o demônio daquele homem, Jesus quis nos ensinar acerca do poder conferido à Sua Igreja, o de anunciar o Evangelho. Ele não apenas expulsou aquele demônio, mas conquistou méritos infinitos para a Igreja com a Sua paixão e morte.

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Segundo a narração do Evangelho, depois de expulso o demônio andou por lugares secos e áridos;

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E não podendo voltar para aquele homem, pois sua alma estava ornada e limpa, tomou então sete espíritos piores para a ele retornar, tornando-o pior do que antes.

Assim acontecerá com esta geração perversa e má.

Hoje presenciamos a apostasia do mundo ocidental.

O que aconteceu com o povo judeu ao rejeitar o Salvador repete-se hoje com o abandono da Igreja verdadeira por parte não apenas dos fiéis, mas de muitos de seus pastores.

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Assistimos a uma verdadeira paixão da Igreja, a qual já teria perecido se não fosse imortal.

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Assim como Jesus foi condenado à morte, morrem hábitos, costumes e modos de ser que marcaram o mundo outrora cristão e civilizado.

Mas a Igreja não morrerá, pois temos a promessa de que as portas do inferno não prevalecerão.

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De onde vem a verdadeira Glória? Descubra

17, janeiro, 2018 Sem comentários
A Glória dos Céu.

A Glória dos Céu.


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Ao longe, uma multidão assiste – com o habitual enlevo, é natural – a um desfile dos granadeiros da Rainha em seu uniforme de gala.

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e há muito, a tática militar tornou inúteis fardamentos como este: calças pretas, dólmãs vermelhos com cinturão e ornatos brancos, luvas brancas, grande gorro de pele.

Mas ele se conserva para efeitos morais: manter a tradição do exército e fazer sentir ao povo o esplendor a vida militar.

A glória, com efeito, deve exprimir-se por símbolos.

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Deles se serve Deus para manifestar aos homens a sua própria grandeza. E nisto, como no mais, devemos imitar a Deus.

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Ora, o uniforme dos granadeiros, sua marcha impecavelmente cadenciada e alinhada, a ufania com que o porta-bandeira conduz o pendão nacional e o baliza indica o rumo da marcha;

O rufar dos tambores e o toque dos clarins, tudo em uma palavra, exprime a beleza moral inerente à vida militar:

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Elevação de sentimentos, abnegação até o sangue, força de empreender, arriscar e vencer, disciplina, gravidade, heroísmo enfim.

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Há glória, e verdadeira glória, a brilhar em todo este ambiente.

Mas, afinal, a glória é isto?

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Consiste em vestir um uniforme anacrônico, executar manobras que já não têm nenhuma correspondência real com a batalha moderna, tocar tambores e clarins;

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E pisar firme no chão para adquirir para si e dar aos outros a impressão de que se é herói?

Em avançar “corajosamente” num campo sem obstáculos nem riscos, como quem vai de encontro a um inimigo que não está presente, e ganhar por prêmio os aplausos inebriantes da multidão?

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Isto é glória?
 Ou é teatro, representação, opereta?

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Temos em nosso segundo clichê a outra face da glória militar.

Soldado da Guerra da Coréia

Imerso inteiramente na tragédia da luta armada, este jovem soldado da guerra da Coréia parece não ter idade definida.

Da mocidade tem ele a robustez. Mas o viço, o brilho, a louçania sumiram.

Sua pele, curtida por dias intérminos de sol, noites inteiras de vento e tempestade, parece ter tomado uma consistência não muito diversa do couro.

No traje, nem a mais leve preocupação de elegância:

Tudo está disposto para agasalhar contra a rudeza do clima e permitir movimentos desembaraçados e ágeis;

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Seja na lama, no mato, na escarpa dos morros, sob a ação implacável dos bombardeios.

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A luta, a resistência e o avanço são os objetivos a que tudo neste homem está ordenado.

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Sua fisionomia de há muito não é iluminada por um sorriso, seu olhar parece imobilizado na vigilância contínua contra os homens e os elementos.

Nele não há a preocupação dos grandes lances, nem dos gestos teatrais.

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Está voltado pra as mil trivialidades da vida cotidiana autêntica das guerras.

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Não quer ele representar para si ou para os outros um grande papel.

Quer a vitória de uma grande causa. É o que explica sua seriedade, sua dignidade e sua força de resistência.

Ele todo está penetrado até as últimas fibras por um grande cansaço e uma grande dor. Mas um cansaço menor do que a inflexível resistência de alma e corpo que o supera e vence.

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Uma dor conscientemente sentida, e aceita até seus últimos limites e conseqüências, por amor à causa por que ele está lutando.

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Esta é a face dolorosa e talvez trágica da vida militar. Nisto é que está o mérito, daí é que nasce a glória.

Desfile dos granadeiros da rainha da Inglaterra.

Uniformes vistosos, armas luzentes, marchas cadenciadas, desfiles aparatosos, clarins, tambores, aplausos sem fim de uma assistência inebriada, tudo isto são exterioridades legítimas;

Necessárias até, na medida em que exprimem um desejo de lutar e de se sacrificar pelo bem comum.

Mas tudo isto não passaria de opereta, ser esta coragem não fosse autêntica e provada, como o é, aliás, pelos granadeiros da Rainha Elizabeth.

E qual é a lição que se tira disto?

Considerações de ordem natural, é certo. Nelas podemos, porém, colher matéria para nos elevarmos a um campo mais alto.

A vida da Igreja e a vida espiritual de cada fiel são uma luta incessante. Deus dá por vezes à sua Esposa dias de uma grandeza esplêndida, visível, palpável. Ele dá às almas momentos de consolação interior ou exterior admiráveis.

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Mas a verdadeira glória da Igreja e do fiel resulta do sofrimento e da luta.

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Luta árida, sem beleza sensível, nem poesia definível.

Luta em que se avança por vezes na noite do anonimato, na lama do desinteresse ou da incompreensão;

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Sob as tempestades e o bombardeio desencadeado pelas forças conjugadas do demônio, do mundo e da carne.

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Mas luta que enche de admiração os Anjos do Céu e atrai as bênçãos de Deus.

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Fonte: pliniocorreadeoliveira.info. Plínio Correa de Oliveira, revista catolicismo nº 78. 

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Você quer ter tranquilidade interior? Veja esse remédio simples e eficaz.

16, janeiro, 2018 Sem comentários
Nosso Senhor Jesus Cristo no lenho da Santa Cruz.

Nosso Senhor Jesus Cristo no lenho da Santa Cruz.

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Cristo – Meu filho, não confie em teu sentimento: de um momento para outro ele muda. Em toda a tua vida, queiras ou não, estarás sujeito à mudança.

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Passarás da alegria à tristeza, da paz à agitação, do fervor à aridez, da aplicação à apatia, do abatimento à euforia.

Mas o sábio, perito em vida espiritual, domina essas vicissitudes: não se interessa por suas próprias impressões e não procura saber de que lado sopra o vento da mudança.

Toda a aplicação de seu espírito tende para o fim que ele deseja e deve alcançar.

Assim é possível permanecer sempre idêntico, inabalável, dirigido sem cessar para mim, no meio de tantos acontecimentos diversos, o olhar simples (Mt 6,22; Lc 11,34) de suas intenções.

Quanto mais pura a intenção, mais firme a conduta em meio aos furacões. Mas o propósito da intenção pura tem muitas ocasiões de se obscurecer:

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Fixa-se o olhar nos prazeres que se oferecem e é raro que  escape à mancha da busca de si.

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Outrora, os judeus foram a Betânia, à casa de Marta e Maria (Jo,11,45), não somente por Jesus, mas também para ver Lázaro (Jo, 12,9).

É preciso purificar o olho da intenção, para que ele seja simples e reto, e dirigi-lo para mim, passando além de todo outro meio.

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Fonte: Livro “A Imitação de Cristo”.

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