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Textos com Etiquetas ‘Meditação’

10 Maneiras de conversar com Deus – Número 7

18, fevereiro, 2020 Sem comentários

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10 Maneiras de conversar com Deus – Número 7

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7ª Maneira – Meditação sobre os fins últimos

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Considerar-se na agonia, entre o tempo e a eternidade – entre a vida passada e o julgamento de Deus. 

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Que queria ter feito? 

Como queria ter vivido? 

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Recordar-se dos pecados, desregramentos, abuso das graças. 

Lamentar o mal feito.

Propor remediar o que cause motivos de temor. 

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Imaginar-se no cemitério, esquecido e todos, diante do Tribunal de Jesus Cristo, no Purgatório, no Inferno.

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Quanto mais viva for a representação, tanto mais proveitosa a meditação.

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É necessária esta morte mística para descarnar a alma e ressuscitá-la, isto é, libertá-la da corrupção do vício. 

É preciso passar por este purgatório para se chegar ao gozo de Deus nesta vida.

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Fonte: A alma de Todo o Apostolado – Parte V – Jean-Baptiste Chautard

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10 Maneiras de conversar com Deus – Número 1

10 Maneiras de conversar com Deus – Número 2

10 Maneiras de conversar com Deus – Número 3

10 Maneiras de conversar com Deus – Número 4

10 Maneiras de conversar com Deus – Número 5

10 Maneiras de conversar com Deus – Número 6

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Missa da Semana

Associação Apostolado Sagrado Coração de Jesus

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Inscreva seu nome e seus pedidos de oração no Livro de Missas da Celebração da próxima sexta-feira. 

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Entre em contato com o número:

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Você não precisa pagar nada para incluir suas preces na Santa Missa.

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Lembramos que a ligação é gratuita para qualquer região do Brasil.

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Se preferir, acesse aqui ou clique na imagem abaixo para registrar suas intenções:

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“Equidade do Coração de Jesus, regrai meu coração.” 🙏❤️

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Saiba por que rezar é um momento muito mais especial do que você imagina – Parte 2

9, fevereiro, 2020 Sem comentários

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Como se faz a meditação?

Coloco-me diante de Nosso Senhor que me ensina uma verdade ou uma virtude. Estimulo em mim – pela razão, pela fé, e com todo o meu coração – a sede de harmonizar a minha alma com esse ideal.

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Deploro tudo quanto, em mim, lhe for contrário. Decido combater os obstáculos, persuadido de que nada conseguirei sozinho e que tudo poderei obter pela oração.

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No momento da meditação

Esforço-me por trazer ao espírito uma cena muito expressiva, que substitua as minhas preocupações e distrações. Cena capaz de me empolgar e de me colocar na presença de Deus, que no seu amor infinito, quer ser o meu interlocutor.

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Imediatamente depois, impõe-se um ato de adoração profunda.

 

Humilho-me, profundamente, diante de Deus, faço um ato sincero de contrição, e uma oração humilde e confiante para que Deus abençoe esta meditação.

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A meditação é o braseiro que revigora a guarda do coração

Mediante a fidelidade a esta meditação, todos os exercícios de piedade serão vivificados. A alma irá, aos poucos, adquirindo a vigilância e o espírito de oração, isto é, o hábito de recorrer, continuamente, a Deus.

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A meditação gerará uma união íntima com Ele, mesmo durante as ocupações mais absorventes.

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Vivendo a alma assim unida a Nosso Senhor pela guarda do coração, atrairá a si os dons do Espírito Santo e as virtudes infusas, e poderá ser chamada por Deus a um grau mais elevado de oração.

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O excelente livro, “As vias da oração mental“, de D. Vital Lehodey (Ed. Lecoffre), define bem o que se requer para a ascensão da alma pelos diversos graus de oração, e dá as regras para discernir se uma oração superior é, verdadeiramente, um dom de Deus ou um fruto da ilusão.

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Antes de falar da oração afetiva, primeiro grau de orações mais elevadas às quais Deus, ordinariamente, só chama as almas que adquiriram a guarda do coração mediante a meditação, o P. Rigoleuc S. J. indica, no seu livro “Obras espirituais, dez maneiras de falar com Deus”.

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Saiba por que rezar é um momento muito mais especial do que você imagina – Parte 1

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Fonte: A alma de Todo o Apostolado – Parte V – Jean-Baptiste Chautard

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Saiba por que rezar é um momento muito mais especial do que você imagina – Parte 1

30, janeiro, 2020 4 comentários

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Meditação é a ascensão do espírito até Deus

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“Subir deste modo – diz São Tomás – como é um ato da razão não especulativa, mas prática, supõe atos da vontade.”

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Verdadeiro trabalho

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A oração mental é um verdadeiro trabalho, sobretudo para os principiantes. 

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Trabalho, para se afastar, um instante, das criaturas e elevar-se até Deus. 

Trabalho, para ficar, durante meia hora, fixo em Deus, e adquirir novo impulso para o bem. 

Trabalho penoso que é coroado, em pouco tempo, pela maior consolação deste mundo: a paz, na amizade e união com Jesus. 

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“A oração – diz Santa Teresa – é apenas um trato de amizade, em que a alma fala intimamente com aquele que a ama”.

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Trato cordial

Deus convida-nos, com amor, para este trato, mas também nos dá forças para fazermos a meditação. Convida-nos a escutar a sua palavra – para usar a feliz expressão de Bossuet – a linguagem da fé, da esperança e da caridade..

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Trato simples

Falarei a Deus, tal como sou, isto é, como tíbio, como pecador, ou como fervoroso. Com a ingenuidade e franqueza de uma criança, revelarei a Deus o verdadeiro estado da minha alma.

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Trato prático

O ferreiro põe o ferro ao fogo, não para torná-lo brilhante, mas para o moldar. Assim, também, a meditação ilumina a inteligência e aquece o coração, para tornar a alma flexível, tirar as faltas, ou a forma, do velho homem, e dar-lhe as virtudes e a forma de Jesus Cristo. 

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Por conseguinte, a meditação eleva a alma até à santidade de Jesus, para que Ele a afeiçoe, à sua imagem. 

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“Vós, Senhor Jesus, Vós mesmo, com a vossa mão dulcíssima, misericordiosíssima, mas também fortíssima, formareis e amassareis o meu coração.”

– Santo Agostinho – 

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Continua…

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Fonte: A alma de Todo o Apostolado – Parte V – Jean-Baptiste Chautard

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Campanha de Apostolado

Famílias do Sagrado Coração de Jesus

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“Com a oração pedimos mais graças a Deus; mas na Santa Missa comprometemos a Deus a nos dar.”

– São Felipe Néri –

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Gostaria de ter seu nome e seus pedidos de oração incluídos em mais de 60 MISSAS anuais?

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Dessa maneira, além de contribuir com a missão de recuperar a fé adormecida nos corações das almas, você poderá receber abençoados presentes espirituais. Veja abaixo:

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Fortaleça seus laços com o Sagrado Coração de Jesus!

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ELE espera VOCÊ com inúmeras graças, entre elas a maior de todas: a SALVAÇÃO!

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“Glória do Coração de Jesus, ocupai meu coração.” 🙏❤️

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O corpo na tumba – Subter te sternetur tinea, et operimentum tuum erunt vermes – “Debaixo de ti se estenderá por cama os insetos, e a tua coberta serão os bichos” (Is 14, 11)

30, Maio, 2018 Sem comentários
Momento de expiação, tumba

Momento de expiação

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Meu irmão, para ver melhor o que és, aproxima-te de um túmulo.


Eis como daquele cadáver sai uma matéria infecta, na qual se gera uma multidão de vermes que se nutrem da carne. Caem as faces, os lábios, os cabelos.

E finalmente, daquele corpo nutrido com tanta delicadeza, causa talvez de tantas ofensas do Senhor, não resta nada senão um esqueleto fétido, um punhado de pó.


Quantos têm, à vista de um cadáver, deixado o mundo e entrado numa ordem religiosa!


I. Para melhor ver o que és, ó cristão, diz São João Crisóstomo: Perge ad sepulchrum – “vai visitar os túmulos”.

Vê como esse cadáver se vai tornando de amarelo em negro. Em seguida aparece pelo corpo todo uma penugem branca e repelente. Sai dela uma matéria viscosa e infecta que corre pela terra.

Nesse pus gera-se em breve uma multidão de vermes que se nutrem das carnes.

Despegam-se e caem as faces, os lábios, os cabelos; e daquele corpo só resta finalmente um esqueleto fétido, que com o tempo se divide, destacando-se os ossos uns dos outros, e separando-se a cabeça do tronco.

Redacta quasi in favillam aestivae areae, quae rapta sunt vento – “Como a miúda palha, que o vento leva fora da eira em tempo de estio”. Tal é o homem, um pouco de pó arrastado pelo vento.


Onde está aquele cavalheiro, outrora encanto e alma da sociedade?


Entra no seu quarto; já lá não está. Se procurares o seu leito, saberás que foi dado a outro. Os vestidos, as armas: outros já tomaram posse delas e as dividiram entre si.

Se o queres ver, vai a essa cova, onde jaz em podridão e com os ossos descarnados.

Ó Deus! A que estado ficou reduzido o corpo nutrido com tanta delicadeza, vestido com tanta pompa, cercado de tantos servos!

Quantos têm, à vista de um cadáver, deixado o mundo e entrado numa ordem religiosa!

II. Santos do céu, como haveis sido prudentes, vós que pelo amor de Deus, a quem só amastes na terra, soubestes mortificar o vosso corpo.

Agora, vossos ossos são conservados e honrados como relíquias santas em relicários de ouro, enquanto que vossas belas almas gozam de Deus, esperando o dia final em que vossos corpos irão também tomar parte na glória eterna, como tomaram parte na cruz durante a vida.


É assim que se ama verdadeiramente o corpo, carregando-o neste mundo de aflições, afim de que seja eternamente feliz e recusando-lhe as doçuras que o tornariam infeliz na eternidade.


Aí está, meu Deus, o que deve ser um dia este corpo, pelo qual tanto Vos ofendi, presa dos vermes e da podridão!

Mas não me aflijo, ó Senhor, antes me regozijo, de que assim se deve corromper e consumir esta carne, que me fez perder-Vos, ó soberano Bem.

O que me aflige é ter-Vos dado tantos desgostos, só para alcançar mais algum prazer. Não quero, porém, desconfiar da vossa misericórdia. Vós esperastes por mim para me perdoar:


Expectat Deus, ut misereatur vestri.


Quereis perdoar-me, se eu me arrepender. Oh, sim! Eu me arrependo de todo o meu coração, de Vos haver desprezado, ó bondade infinita.

Dir-Vos-ei com Santa Catarina de Gênova:


“Meu Jesus, nunca mais pecarei; não, nunca mais pecarei! Não, não quero mais abusar de vossa paciência.”


Ó meu amor crucificado, não quero esperar para Vos abraçar até que me sejais apresentado pelo confessor no momento da morte.

Desde já Vos abraço; desde já Vos recomendo a minha alma: In manus tuas, Domine, commendo spiritum meum.


A minha alma entregou-se anos e anos ao mundo e não Vos amou: dai-me a luz e a força para Vos amar o resto de minha vida.


Não quero, para Vos amar, esperar pela hora da morte; desde já Vos amo, Vos abraço, e Vos estreito ao coração; e prometo nunca mais abandonar-Vos.


Ó Virgem Santíssima, ligai-me a Jesus Cristo e alcançai-me a graça de nunca mais o perder.

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Fonte: Meditações para todos os dias e festas do ano – Santo Afonso Maria de Ligório.

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Stabat Mater! Meditação para o dia de hoje.

15, Maio, 2018 Sem comentários

Virgem das dores.
Maria, ao pé da cruz, é a imagem mais perfeita do sofrimento heroico e resignado, é modelo de paciência, exemplo para nossa alma tão fraca e tão avessa à dor.


“Stabat”, “De pé” – diz o Evangelho.


Eis o lastimoso estado de Jesus Cristo moribundo, descrito por Nossa Senhora, nas revelações de Santa Brígida:

 

“Estava – diz a Virgem – o meu querido Jesus pregado ao madeiro, saturado de tormentos e agonizante.

Seus olhos encovados, semicerrados e sem brilho. Os lábios pendentes e a boca aberta. As faces, descarnadas e pregadas aos dentes. Triste o rosto.

A cabeça pendia-lhe sobre o peito e os cabelos, negros de sangue já coagulado e sujo. O ventre unido aos rins, braços e pernas esticados e o corpo coalhado de sangue”.


E todo esse martírio de Jesus se refletia em Maria.

“Quem estivesse no Calvário – diz São João Crisóstomo – veria dois altares, onde se consumavam dois grandes sacrifícios; um era o corpo de Jesus, o outro o coração de Maria

“Ou melhor – diz São Boaventura – só havia um altar, a cruz, onde a Mãe era sacrificada com o Cordeiro Divino”

O consolo das mães, na doença dos filhos, é poder ajudá-los, socorrê-los com todo o carinho e mil indústrias e remédios, até a morte.

Ah! Que alívio Nossa Senhora podia dar a Jesus? Ouvia blasfêmia, insultos.

Seu Divino Filho morre desolado, num oceano de dores!

Dizei-me se poderá haver uma dor igual? Videte si est dpçpr sicut dolor meus?


E Maria a dar-nos o exemplo, heroica, firme, sempre de pé, “Stabat”!…

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Fonte: Brandão, Ascânio. Breviário da Confiança: Pensamentos para cada dia do ano. Oficinas Gráficas “Ave-Maria”, 1936, p. 149.

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