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Fofoca, má-língua, calúnia, detração, difamação, mexerico… O perigo da Maledicência para as almas:

14, junho, 2018 Sem comentários
Fofoca, má-língua, calúnia, detração, difamação, mexerico… O perigo da Maledicência para as almas

Fofoca, má-língua, calúnia, detração, difamação, mexerico… O perigo da Maledicência para as almas


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A maledicência é a peste das conversas e palestras.


Oh! Quisera ter uma daquelas brasas do altar sagrado para purificar os homens de suas iniquidades, à imitação do Serafim que purificou a Isaías das suas;

Para torná-lo digno de pregar os ensinamentos de Deus. Certamente, se fosse possível tirar a maledicência do mundo, exterminar-se-ia uma boa parte dos pecados.

Por outro lado, ninguém pode entrar no Céu com os bens alheios. E entre os bens exteriores, a fama e a honra são os mais preciosos e os mais caros.

Três vidas temos nós diferentes:

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1) A vida espiritual, que a graça divina nos confere;

2) A vida corporal, de que a alma é o princípio;

3) E a vida social, que repousa os seus fundamentos na boa reputação.

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O pecado nos faz perder a primeira (a vida espiritual), a morte nos tira a segunda (a vida corporal) e a maledicência nos leva a terceira (a vida social).


A maledicência é uma espécie de assassínio e o maldizente torna-se réu de um tríplice homicídio espiritual:

O primeiro e o segundo com respeito à sua alma e à alma da pessoa com quem se fala; e o terceiro com respeito à pessoa de quem se deturpa o bom nome.

São Bernardo diz, por isso, que os que cometem a maledicência e os que a escutam têm o demônio no corpo, aqueles na língua e estes no ouvido.

O Rei David, falando dos maldizentes, diz:

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Aguçam as suas línguas como a das serpentes, querendo significar que, à semelhança da língua da serpente (que tem duas pontas, sendo fendida no meio);

Também a língua do maldizente fere e envenena duma só vez o coração daquele com quem está falando e a reputação daquele sobre quem se conversa.

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Por isto nunca devemos falar mal de ninguém, nem direta nem indiretamente.


Isto significa:

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a) Nunca negar o bem que sabes que alguém possui na verdade ou de atenuá-lo por palavras;

b) Nunca atribuir falsos crimes ao próximo, descobrir faltas ocultas dos outros, aumentar
as conhecidas;

c) Interpretar mal as boas obras. Tudo isso ofende muito a Deus, máxime o que encerra alguma mentira, contendo então sempre dois pecados: o de mentir e o de prejudicar o próximo.

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A Maledicência mais cruel.

Quem, para maldizer, começa elogiando o próximo é ainda mais malicioso e perigoso.

Dizem, por exemplo: “Estimo muito tal pessoa, que aliás é muito boa,  mas para dizer a verdade não teve razão em fazer isso e aquilo.

Aquela moça é muito boa e virtuosa, mas deixou-se enganar”…

A maledicência, afinal, proferida à guisa de um gracejo, é a mais cruel de todas, tanto assim que se pode comparar a sua crueldade com a da cicuta, que;

Não sendo em si um veneno muito forte, é até fácil de ser preservado, se torna irremediável, e se mistura com o vinho.


Deste modo, uma maledicência que por si só não conseguiria outra coisa senão entrar por um ouvido e sair pelo outro, muito impressiona o espírito apresentando-se de um modo sutil e jocoso.


É isso que o Rei David nos quer dizer naquelas palavras: “Eles têm o veneno da víbora em seus lábios”.

De fato, a víbora faz sua mordedura quase imperceptível e causa uma sensação agradável, a qual, porém, dilatando o coração e as entranhas, faz o veneno entrar tão profundamente que não há mais cura.

Ainda que um homem tenha sido viciado muito tempo, corremos risco de mentir, se o chamamos de viciado. Simão, o leproso, taxava Madalena de “a pecadora” porque ela o tinha sido antes.


Mas ele mentia, pois ela já não o era. Penitente e contrita, o próprio Nosso Senhor tomou sua defesa.


O louco do fariseu tinha o publicano na conta de grande pecador, porventura na conta de injusto, adultero e ladrão. Enganava-se, porém, redondamente.

A delicadeza de consciência devemos unir à prudência, que é necessária para precavermo-nos de outro extremo que caem aqueles que, para evitar uma maledicência, se põem a louvar o vício.

Se uma pessoa tem o costume de falar mal do próximo, não digas logo. Se uma outra é manifestamente vaidosa, não vás dizer que tem um coração nobre e maneiras delicadas.

Não chames às familiaridades perigosas de simplicidade e naturalidade de uma alma inocente. Não denomines a desobediência, zelo; a arrogância, generosidade; a sensualidade, amizade.


Pois, para fugir da maledicência não devemos favorecer os outros vícios, não os lisonjear e nem os estimular;

Mas deve-se dizer franca e livremente que um vício é um vício e repreender o que é repreensível.


Fazendo isso, sem dúvidas daremos glórias a Deus, contanto que observemos determinadas condições.

Antes de tudo, só se deve repreender os vícios do próximo se disso provier alguma utilidade para aquele de quem se fala ou para aqueles com quem se fala.

Por exemplo, dizer que tais e tais pessoas vivem numa familiaridade perigosa e indiscreta; que certa pessoa é muita dissoluta em palavras ou;

Em outros modos, contrária ao pudor, é indispensável deixar claro que aqueles modos de ser ou de proceder são censuráveis.

Por que, do contrário, acaba-se é dando ensejo a que os ouvintes tomem aquela informação como estímulo para seus procedimentos. 

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Fonte: Excertos do livro “A Filoteia”, de São Francisco de Salles.

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Veja como é grave falar mal de alguém – o pecado de roubar um bem com palavras.

30, dezembro, 2017 Sem comentários
pecado da injúria

Deve-se tomar muito cuidado com as palavras, para que elas não manchem a reputação de ninguém!

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Num ambiente social em que os meios de comunicação abordam diariamente o tema da corrupção;


N
ão é de estranhar que muitos, ao mesmo tempo que sentem ferver-lhes por dentro a indignação ante as notícias;

Repitam sem perceber palavras quase iguais a outras que já foram pronunciadas há perto de dois mil anos:


Graças te dou, ó Deus, porque não sou como os outros homens: ladrões, injustos…


O que talvez eles tenham esquecido é que essas palavras foram colocadas por Cristo na boca de uma figura que apresentou como paradigma da hipocrisia: o fariseu (cf. Lc 18, 11).

Pode ser que o leitor, ao ouvir mencionar esse aspecto, tenha comentado baixinho:

– “Mas pelo menos roubar, eu não roubo”.

Caso tenha feito assim, peço-lhe que não leve a mal uma pergunta:

– Será?…

– Que quer dizer com isso? Insinua por acaso que…

– Não, não desejo insinuar coisa alguma, mas apenas convidá-lo a uma reflexão, que nos pode ser proveitosa a todos nós.


Quando pensamos que “nunca roubamos”, sem dúvida temos em mente a certeza de que jamais nos apropriamos do dinheiro nem de objetos de valor de ninguém;


Não falsificamos cheques nem subtraímos cartões de crédito, não armamos arapucas para apanhar incautos, nem nos dedicamos a viver da trapaça.

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Quanto a isso, não há nenhuma dúvida.

No entanto, deveríamos cair na conta de que existem bens muito maiores do que as barras de ouro, as mansões e as contas bancárias:

O bom nome, a boa fama, a dignidade.

Todo o ser humano tem o direito de ser respeitado na sua dignidade;


Um bem intocável que lhe pertence porque lhe foi dado, juntamente com a alma feita à imagem de Deus, pelo seu Criador.


Tirar ou manchar injustamente o bom nome é roubar um tesouro muito mais valioso do que os bens materiais.

“Todo o ser humano – dizia ante a Assembléia Geral da ONU João Paulo II – tem uma dignidade que jamais poderá ser diminuída, ferida ou destruída, antes deve ser respeitada e protegida” [NOTA DE RODAPÉ: Discurso, 22-X-1979.].

Será que nunca privamos ninguém, pelo menos parcialmente, deste bem?


Não teremos contribuído com as nossas críticas para sujar injustamente um nome ou enxovalhar uma reputação?


Pois bem, a propósito de ladrões, talvez nos convenha pensar um pouco nesse assaltante engenhoso, insidioso e eficiente que é, não poucas vezes, a língua.

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Fonte: Retirado do livro “A Língua” do Padre Francisco Faus.

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Conheça todos os benefícios de deixar o Espírito Santo conduzir a sua vida: (Parte II)

20, outubro, 2017 Sem comentários
"É o Espírito Santo que forma os pensamentos no coração dos justos e lhes gera as palavras na boca..."

“É o Espírito Santo que forma os pensamentos no coração dos justos e lhes gera as palavras na boca…”

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São João Vianney, o Cura d’Ars.

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Continuação do post: Conheça todos os benefícios de deixar o Espírito Santo conduzir a sua vida: (Parte I)

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Os que se deixam guiar pelo Espírito Santo sentem toda sorte de felicidade dentro de si mesmos:


Ao passo que os maus cristãos rolam-se sobre os espinhos e pedras.

Uma alma que tem o Espírito Santo nunca se aborrece na presença de Deus: sai-lhe do coração uma transpiração de amor.

Sem o Espírito Santo, nós somos como uma pedra do caminho…

Tomai em uma mão uma esponja embebida d’água e na outra um pequeno seixo: apertai-os igualmente.

Não sairá nada do seixo, e da esponja fareis sair água em abundância.

A esponja é a alma cheia do Espírito Santo, e o seixo é o coração frio e duro em que o Espírito Santo não habita.

Uma alma que possui o Espírito Santo saboreia um gosto na oração que faz com que ela ache sempre o tempo demasiado curto; ela nunca perde a santa presença de Deus.

O seu coração, diante do nosso bom Salvador, no SS. Sacramento do altar, é como uma uva no lagar.


É o Espírito Santo que forma os pensamentos no coração dos justos e lhes gera as palavras na boca…

 

Os que têm o Espírito Santo não produzem nada de mau; todos os frutos do Espírito Santo são bons.

Sem o Espírito Santo tudo é frio; por isto, quando a gente sente que o fervor se vai perdendo, deve depressa fazer uma novena ao Espírito Santo para pedir a fé e o amor…

Vedes!

Quando se faz um retiro ou um jubileu, fica-se cheio de bons desejos; esses bons desejos são o sopro do Espírito Santo que passou sobre a nossa alma e tudo renovou, qual esse vento quente que derrete o gelo e traz de novo a primavera…


Vós que não sois, entretanto grandes santos, tendes muitos momentos em que saboreais as doçuras da oração e da presença de Deus: são visitas do Espírito Santo.


Quando temos o Espírito Santo, o coração se dilata, banha-se do amor divino.

O peixe nunca se queixa de ter água demais; assim também o bom cristão nunca se queixa de estar por demasiado tempo com Deus.

Há quem ache a religião fastidiosa, é que esses não têm o Espírito Santo.

Se se dissesse aos condenados: “Por que é que estais no inferno?” Eles responderiam: “Por termos resistido ao Espírito Santo”.

E se disséssemos aos santos: “Por que é que estais no Céu?” Eles responderiam: “Por termos escutado o Espírito Santo…”

Quando nos vêm bons pensamentos, é o Espírito Santo que nos visita. 

(Continua…)

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Fonte: Do livro “Espírito do Cura d’Ars” de Abbé A. Monnin.

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Conheça todos os benefícios de deixar o Espírito Santo conduzir a sua vida: (Parte I)

19, outubro, 2017 Sem comentários
"O Espírito Santo é uma luz e uma força. É ele que nos faz distinguir o verdadeiro do falso e o bem do mal".

“O Espírito Santo é uma luz e uma força. É ele que nos faz distinguir o verdadeiro do falso e o bem do mal”.

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São João Vianney, o Cura d’Ars

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Oh! Como é belo, meus filhos! O Pai é nosso Criador, o Filho é nosso Redentor, e o Espírito Santo é nosso Condutor.


O homem nada é por si mesmo, mas é muito com o Espírito Santo.

O homem é todo terreno e todo animal; só o Espírito Santo é que lhe pode elevar a alma e levá-lo para o alto.

Por que é que os santos eram tão desapegados da terra? Porque se deixavam conduzir pelo Espírito Santo.

Os que são conduzidos pelo Espírito Santo tem ideias justas.


Aí está porque há tantos ignorantes mais sabidos que os eruditos. Quando alguém é conduzido por um Deus de força e de luz, não se pode enganar.


O Espírito Santo é uma luz e uma força.

É ele que nos faz distinguir o verdadeiro do falso e o bem do mal.

Como essas lunetas que aumentam os objetos, o Espírito Santo faz-nos ver o bem e o mal em ponto grande.

Com o Espírito Santo, vê-se tudo em ponto grande: vê-se a grandeza das menores ações feitas por Deus, e a grandeza das menores faltas.

Assim como um relojoeiro com as suas lunetas distingue as mais pequenas engrenagens de um relógio, com as luzes do Espírito Santo nós distinguimos todas as minúcias da nossa pobre vida.

Então as menores imperfeições parecem grandíssimas; os menores pecados causam horror.

Foi por isso que a Santíssima Virgem nunca pecou. O Espírito Santo fazia-lhe compreender a fealdade do mal. Ela fremia de susto à menor falta.

Os que têm o Espírito Santo não podem sentir-se, tão bem conhecem a sua pobre miséria. Os orgulhosos são os que não possuem o Espírito Santo.

As pessoas do mundo não têm o Espírito Santo, ou, se o têm, só o têm de passagem; ele não se detém nelas. O barulho do mundo fá-lo partir.


Um cristão que é guiado pelo Espírito Santo não tem dificuldade em deixar os bens deste mundo para correr atrás dos bens do Céu. Sabe fazer a diferença.


O olhar do mundo não vê mais longe que essa parede, quando a porta da igreja está fechada. O olhar do cristão vê até no fundo da eternidade.

Para o homem que se deixar guiar pelo Espírito Santo, parece que não há mundo; para o mundo, parece que não há Deus.

Trata-se pois de saber quem é que nos guia. Se não é o Espírito Santo, por mais que façamos, não há substância nem sabor em nada do que fazemos.

Se é o Espírito Santo, há uma doçura macia… é de se morrer de prazer… 

(Continua…)

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Fonte: Do livro “Espírito do Cura d’Ars” de Abbé A. Monnin.

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A língua tem poder! Veja como a sua língua é poderosa e como usá-la para o bem: (Parte II)

25, setembro, 2017 Sem comentários

É preciso controlar a língua, para que ela só espalhe boas palavras.

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Continuação do post: A língua tem poder! Veja como a sua língua é poderosa e como usá-la para o bem: (Parte I)

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Palavras de compreensão, de perdão, de afeto, de estímulo;


Palavras que acordam, elevam, iluminam, desvendam erros, apagam dúvidas, apontam rumos; palavras de amor, compaixão e confiança, palavras-dom…

Se quiséssemos, a nossa vida inteira, cada um dos nossos dias, poderia ser uma contínua chuva de palavras fecundas, capazes de suscitar vida, sem provocar tristezas, nem ira, nem ódio.

Não há uma única situação, agradável ou constrangedora, não há uma só pessoa neste mundo que não possa fazer surgir, “do bom tesouro” do coração que verdadeiramente ama, uma palavra construtiva.

Já imaginamos o que seria a nossa vida se em cada instante fôssemos capazes de proferir a palavra acertada, toda ela impregnada de sinceridade e amor, sem sombra de malignidade, irritação, rancor, orgulho, rudeza ou desprezo?

Não há dúvida de que, além de nos tornarmos a alegria de Deus, seríamos a felicidade dos homens.

Já pensamos no que seria a “utopia” de um mundo em que as palavras faladas, emitidas ou impressas, fossem apenas veículo da verdade e da caridade?

Se a nossa fantasia tivesse um mínimo de asas, perceberíamos que esse mundo admiravelmente novo seria o próprio céu;

Pois não há um só mal no mundo que, de alguma maneira, não esteja fundido com a maldade das palavras.


Mas esse “admirável mundo novo” não existe, e toca a cada um de nós examinar a parte com que contribuímos para a sinfonia amorosa ou para a dança macabra das palavras.


Vamos mergulhar, por isso, no poço sombrio da má língua, procurando extrair – como Cristo sempre nos ajuda a fazer – luzes de vida das sombras da morte.

Mas, antes, deixemos mais uma vez a palavra – vigorosíssima e realíssima palavra – ao Apóstolo São Tiago:

Se alguém não cair por palavra, esse é um homem perfeito, capaz de refrear todo o seu corpo.

Quando pomos o freio na boca dos cavalos, para que nos obedeçam, governamos também todo o seu corpo.


Vede também os navios:
Por grandes que sejam e embora agitados por ventos impetuosos, são governados com um pequeno leme à vontade do piloto.


Assim também a língua é um pequeno membro, mas pode gloriar-se de grandes coisas.

Considerai como uma pequena chama pode incendiar uma grande floresta! Também a língua é um fogo… (Tg 3, 2-6).

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Fonte: Do livro “A Língua” do Rev. Pe. Francisco Faus.

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