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A Fisionomia da SANTIDADE… Hoje é dia de Santo Inácio de Loyola! Leia este artigo e conheça mais sobre este incrível Santo da Igreja.

31, julho, 2018 Comments off
Santo Inácio de Loyola

Santo Inácio de Loyola – quadro de Jacopino del Conte.

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Plinio Corrêa de Oliveira


Chamo a atenção para os principais traços do homem retratado nesse quadro.


É
bem evidente que não é um sueco. É um europeu do Mediterrâneo. Notem que está com uma batina preta como trajavam os padres do século XVI, muito ampla, mas adaptada ao corpo.

Um pequeno colarinho branco como usavam os eclesiásticos até o momento em que infelizmente tal costume foi abandonado.

É ainda digno de menção o barrete, que também quase todo o clero abandonou. Barrete preto, dividido em três gomos, representando a unidade na trindade de Deus.

A cabeça é de um homem magro sem ser magérrimo, com as maçãs do rosto muito salientes. Nariz aquilino, em forma de bico de águia e comprido. Cabelo preto, barba e sobrancelhas escuras. Olhos pequenos, negros e profundamente encovados.

A fisionomia‚ muito pensativa, não exprime nem alegria nem tristeza; revela pensamento, meditação e uma enorme segurança.


Em outras palavras, é um homem que está inteiramente seguro da verdade que medita e da fé que abraça. O domínio que exerce sobre si manifesta-se, em larga medida, pela impassibilidade do rosto.


Santo Inácio de Loyola é o homem retratado

O grande fundador da Companhia de Jesus, ao qual se deve, em boa medida, a mais gloriosa e eficaz das Contra-Revoluções, que foi a Contra-Reforma Católica.

O autor do quadro – o pintor Jacopino del Conte (nascido em Florença em 1510, e morto em Roma em 1598) – foi o único artista que pintou o santo em vida.

Santo Inácio tornou-se famoso por seu espírito pugnaz, sua penetração política, sua psicologia finíssima e exímia capacidade que tinha de pregar seus famosos Exercícios Espirituais.


Podem-se notar vários traços dessa obra do santo retratados em sua fisionomia: homem capaz de guardar segredos; capaz de fazer no silêncio uma longa e complexa trama política;


Competente para pregar os Exercícios Espirituais de modo incomparável; homem com espírito dotado de autoridade invulgar, e que exercia sobre seus religiosos um mando total, transformando a Companhia de Jesus no próprio símbolo da obediência.

Parece-me que ver esse quadro de Santo Inácio enriquece a idéia que se tem do santo. Mais: aprimora a própria idéia de santidade.


E, mais a fundo, como é um santo da Igreja Católica Apostólica Romana. Enriquece a idéia da santidade da Igreja e da santidade do próprio Deus!

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Fonte: catolicismo.com.br Excertos da conferência proferida pelo Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, em 17 de janeiro de 1986. Sem revisão do autor.

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Bécassine – Verdadeiros tratadinhos de sociologia viva. Entenda!

22, fevereiro, 2018 1 comentário
Batizado na família de Bécassine

Batizado na família de Bécassine

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Sempre considerei um verdadeiro sociólogo o artista Joseph Pinchon (1871-1953), autor dos desenhos dos livros de Bécassine, personagem da literatura infantil da época.


Camponesa da Bretanha, Bécassine era filha do casal Labournez.

Viviam em Clocher-les-Bécasses, cidadezinha de nome encantador que existia em função do castelo de Monsieur e Madame de Grand-Air, os marqueses da região.

Comparadas com as roupas e os modos de ser no meu tempo de menino [início do século XX], as ilustrações mostram características do ambiente social equivalente em São Paulo, consideravelmente afrancesado.


Os livros de Bécassine são verdadeiros tratadinhos de sociologia.


Uma cena característica, anterior à Primeira Guerra Mundial, mostra o batizado na família de Bécassine — uma festa de camponeses, para a qual a marquesa foi convidada — onde se destacam três pessoas: a marquesa, o cocheiro e um camponês.

Madame de Grand-Air aparenta uns trinta anos, com algo ainda de moça e algo de senhora.

O modo como ela ergue os braços é sumamente distinto. O braço sustentando a sombrinha é tão leve, que dir-se-ia não estar sujeito à ação da gravidade.

Com o outro braço ela saúda Monsieur Labournez de modo afável.

O pudor do traje é notável. Está toda coberta, os braços revestidos de grandes luvas de pelica branca que chegam até a manga.

Demonstra grande segurança, sentada com o porte alto e o olhar benévolo para Monsieur Labournez.

Ela o olha muito de cima, sabe marcar a distância, mas também sabe passar por cima dessa distância. De ponta a ponta, é como um arco-íris de benevolência e simpatia.

A importância dela é realçada pelo cocheiro. Com jeito teso e a corpulência de um banqueiro ufano de sua importância, ele guia o coche e sua fisionomia parece dizer: Abram caminho para a Marquesa de Grand-Air.


Essa atitude do cocheiro contrasta com a afabilidade da marquesa.


Fica bem uma senhora desse nível fazer-se preceder por um homem capaz de defendê-la, garantindo a segurança e dando-lhe a possibilidade de ser muito graciosa, acolhedora e leve.

Plinio Corrêa de Oliveira

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Fonte: Revista Catolicismo

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Infância, mocidade, maturidade, a soma virtuosa da vida do homem!

1, fevereiro, 2018 Comments off
Família, a origem, meio e fim dessa soma!

Família, a origem, meio e fim dessa soma!

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Se fosse dado ao leitor escolher a idade para fixar sua vida, o que escolheria? A infância? A mocidade? A maturidade? Ou a velhice? Ou viver cento e tantos anos?


Para ajudá-lo, eis como Plinio Corrêa de Oliveira resume magnificamente cada uma dessas idades:

“A criança sonha com o maravilhoso: ela é fraca, débil, pequenina, mas é pura. Então, o puro e o maravilhoso são próprios do menino”.

“Depois começa a maturidade. Com ela se perdem o idealismo e o élan. A força é uma força de estabilidade, de fixação.

A pessoa vê a realidade mais concreta, ela manda, ela governa. Não tem mais a força de um soldado de vanguarda, mas tem o vigor de um general”.

Mais tarde vem a velhice. É outra forma de sabedoria. Ou o contrário? Se mal vivida, pode ser o oposto:


Nada é nada. Meu egoísmo é tudo. Fico chupando minha boca vazia de dentes, tolerando minha cabeça vazia de ideias, carregando meus olhos vazios de luz e meus ouvidos vazios de som.”


Mas tudo se inicia na infância:

“Uma boa criança tem uma forma de abertura de alma por onde ela é muito pouco interesseira.

Ela é desinteressada, é meiga, é afável; com facilidade dá o que tem.

Toda criança boa faz pequenos desenhos que procura dar aos outros.

Ela tem um senso de admiração muito grande em relação aos mais velhos.

Procura vê-los sob os melhores aspectos e se encanta com esses aspectos”.


“A criança boa é movida pelo princípio de que a vida dá certo, e de que vale a pena viver porque é algo grande. Embora tenha sofrimentos, tudo no fim tem sua explicação, e ela é verdadeira. O aborto é o zero!”.

“Resulta daí aquela espécie de otimismo que caracteriza a criança. Ela é cheia de esperança, crê com facilidade no que lhe contam, e é toda voltada para entregar-se, para servir, para admirar.

“Por causa das graças do batismo, a infância é um apogeu. Trata-se de saber se a vida do homem cresce depois de apogeu em apogeu, até a ancianidade, ou se ele tem ‘desapogeus’…

“Como diz uma oração a Nossa Senhora, ‘Vós tendes vossos desígnios em relação a mim’.

“Depois vem o moço. Puro, já não ouso afirmar, mas é idealista, forte, romântico, amoroso. As más tendências entram com o romântico e o amoroso.

“É a trajetória de uma vida. É uma luta de classes de uma época contra outra da vida.

Essa concepção [errada, de luta de classes] faz parte do evolucionismo, que é sempre a destruição de uma coisa em nome da outra, dando a isto o nome de continuidade, embora sendo a descontinuidade por excelência.”


Portanto, as idades não se opõem, elas se somam!

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Fonte: abim.inf.br

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É HOJE! Você de São Paulo e região, não deixe de CONFERIR!

21, novembro, 2017 Comments off

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O evento marcante do ano será realizado hoje no Clube Homs,


Você sabe como Nosso Senhor é levado à todos os cantos do planeta?

Pelos Missionários!

Por tamanha importância, que HOJE, o Instituto Plinio Correa de Oliveira te CONVIDA, você de São Paulo, para uma conferência sobre “Os Missionários no Tibet”.

Você que quer saber mais sobre às Missões, não deixe de PARTICIPAR!

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Reflexão: A luz fugidia dos vitrais falando de Deus como nenhuma outra coisa consegue

12, novembro, 2017 Comments off

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A luz da graça que desceu no começo da construção da Cristandade foi se definindo à medida em que ia tomando conta a Civilização Cristã nascente.


E os artistas e o povo iam se enchendo cada vez mais dessa luz.

Por isso se podia dizer de muito católico medieval aquilo que por excelência se diz dos santos: “Ele é luz”.

Poderia se dizer: “A luz se chama fulano”.

A luz penetrava nele e parecia criada só para estar dentro dele.

Exatamente como num belo vitral onde bate um raio de sol: bate tão bem e passa uma luz tão bonita que se diria que o sol existe para enviar aquele raio para aquele vitral.

E quando a luz do sol atravessa o vitral, projeta no chão não sei que rubi, que esmeralda, que safira ou que topázio.

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Luz entre os vitrais.

Luz entre os vitrais.

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A impressão é que aquela luz existe para projetar aquela joia no chão.

Ainda por cima, a luz vai andando e transformando cada centímetro do granito do chão sucessivamente em joia.

Até que, a tarefa cumprida, a joia vai se desbotando enquanto o sol vai saindo.

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Vitral

Vitral


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A gente já não vê a luz no chão, mas vê ainda o vitral e os últimos lampejos do dia que se manifestam naqueles pedaços que formam o vitral que encantou a gente: verde, vermelho, azul, amarelo, sei lá o quê.
A gente ainda olha. Quando o sol se põe, a gente tem vontade de dizer:

“Eu também vou dormir, porque eu tive o meu dia cheio. Eu vi a joia passar pelo granito da Catedral!”

 

Esses encontros de alma definem a vida do católico, e como que falam para nós mais ou menos o seguinte:

“Você foi feito para isto; isto foi feito para você.

“E de tal maneira você ama isto, que se diria que isto existe para você, que isto é você, ou que você é aquilo.

“E quando você lembra daquilo, tem a impressão de ver aquilo que nem está presente, mas que está presente na sua alma.

“Dessa forma você vê, naquele jogo fugidio de cores, o próprio Deus de um modo mais belo que em qualquer realidade policromada e material que existe por aí”.

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(Autor: Plinio Corrêa de Oliveira, excertos de conferência proferida em 13/10/79. Sem revisão do autor).
Fonte: Blog Catedrais Medievais

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