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Quaresma: O que podemos aprender com as Tentações que Jesus sofreu no deserto? Veja – Parte lll

12, março, 2019 1 comentário
Tentação de Cristo

Representação da Terceira Tentação de Jesus Cristo!

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Não satisfeito por falhar em persuadir Nosso Senhor, o demônio leva-O para as montanhas em Jerusalém, no ponto mais alto, onde tentará Jesus Cristo pela terceira vez e dirá:

“Se tu és Filho de Deus, joga-te daqui, já que a escritura diz: ‘ Deus ordenará a teus anjos a teu respeito, que te guardem com cuidado… Eles te levarão nas mãos, para que não tropeces em nenhuma pedra.”

Mas Jesus respondeu: “A Escritura diz: ‘Não tente o Senhor teu Deus.”, Mateus 4-9,12.

Nesta última tentação, Jesus nos diz que não devemos provocar, brincar, caçoar de Deus. O Divino Pai prometeu estar conosco, em todos os momentos. Portanto, devemos crer e ser fieis em Vós. Em momento algum agir contra Vossa vontade.

Se Ele optasse em se jogar, por ser Filho de Deus, sabia que seria salvo, porém, estaria seguindo as ordens do demônio; provocando o poder de Deus.

Exigindo que O protegesse para comprovar a Sua Graça.

Santa Teresinha do Menino Jesus demonstrou a um Padre que não devemos ter dúvidas sobre a Divindade:
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“Padre Putigan não acreditava na promessa feita Santa Teresinha momentos antes de sua morte. Que disse que iria proteger e olhar por todos que a invocassem. Ele não por acreditar em tais promessas; mesmo em vida ter operado milagres, ele duvidou da Santa das Rosas. Acabou que ela provou que atenderia a todos, dando nome ao renomado ‘Milagre das Rosas.'”

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A ideia de passar os quarenta dias, não seria de mostrar o seu poder, mas sim que com Deus podemos resistir a qualquer tentação e sair vitorioso de qualquer situação.

Ele nos mostra que perante qualquer luta, com Deus sairemos vitoriosos, assim como Ele.

Em todos os momentos em que o demônio se mostra para Nosso Senhor, Ele usa palavras presentes na Sagrada Escritura. Portanto, sua leitura é essencial. Um alimento que fortalece nossa alma, nos protegendo das tentações de satanás.


Quaresma: O que podemos aprender com as Tentações que Jesus sofreu no deserto? Veja – Parte ll

11, março, 2019 Sem comentários

Após a primeira Tentação de Cristo, o demônio o levo ao alto de um pináculo, num templo em Jerusalém e tenta o persuadir ao desejo do bem material. Leia:

Tentação de Cristo
Do alto, era possível ver a extensão de terra que forma os mais diversos reinos, e o demônio diz: 

“Eu te darei todo poder e riqueza destes reinos, porque tudo isto foi entregue a mim, e posso dá-lo a quem eu quiser. Portanto, se ajoelhares diante mim, tudo isto será seu.”

Jesus respondeu:

“Você adorará o Senhor seu Deus e somente a Ele servirá.”

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O demônio busca fascinar Jesus com a proposta de poder. Porém,Ele sabia que não seria um caminho escolhido por Deus, mas uma maneira de evitar o sofrimento já predestinado para a Redenção da humanidade.

Portanto, no caminho de Deus não há “rotas de fuga”.

Em 1936 Santa Faustina teve uma visão do inferno, que é possível usar como exemplo caso Jesus aceitasse o pedido do demônio:

Ela viu diversas pessoas caminhando em uma ampla estrada; havia felicidade, paz, tranquilidade em seu percurso, mas no final havia um abismo que as levaria ao inferno. Enquanto no outro era uma jornada estreita, havia poucas pessoas, as quais sofriam, mas no final Jesus as esperava:

“Porque estreita é a porta e difícil o caminho que conduzem à vida, apenas uns poucos encontram esse caminho!”,
Mateus 7,14.

Este período no deserto foi necessário para a evolução espiritual do mundo e revelar os fundamentos da vida.

Sendo exemplo de amor, bondade e mostrando que Deus está conosco em diversas situações.

O demônio havia se proclamado Rei das Terras. Dizendo que havia vencido o homem. Porém, Jesus mostrou que não podemos permitir que ele vença. Resistindo as tentações que nos cercam em inúmeros momentos.

Todas as respostas pronunciados por Jesus vieram das Sagradas Escrituras, que foram um alimento para Ele durante o período no deserto. 


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Quaresma: O que podemos aprender com as Tentações que Jesus sofreu no deserto? Veja. Parte l

10, março, 2019 Sem comentários

Através do Coração de Jesus, conhecemos o Amor de Deus! Portanto, todos os ensinamentos e preceitos passados por Ele para nós, nos mostram como viver somente para Vós. No momento em que passará os 40 dias do deserto, Ele nos ensina sobre as tentações e como podemos resistir; Com Deus e por Ele.

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O Amor de Cristo por nós, O fizera sofrer durante 40 dias no deserto.

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Não haveria outra necessidade para um ser Divino, Filho Unigênito do Pai Eterno passar por tamanha tubulações, se não nos mostrar que Deus é o único conosco.

No Evangelho de Lucas, narra o início, em que Jesus movido pelo Espírito Santo recolheu-se em Jejum de 40 dias no deserto. 

Durante todo este tempo ele foi tentado pelo demônio; nos momentos em que estamos fracos, recordamos que o Maligno tentará tirar proveito:

O demônio conhece todos os homens, principalmente suas fraquezas para tirar proveito. Jesus veio a nós como um homem.

E nessa condição humana sofreu as tentações que nós estamos sujeitos. Ao vencê-las, Ele se tornou para nós a fortaleza onde nos abrigaremos nos momentos terríveis e angustiantes.

No momento em que passara fome, o demônio o disse:

Se tu és o Filho de Deus, dize a esta pedra que se transforme em pão.” 

E Jesus lhe respondeu, dizendo:

Escrito está que nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra de Deus.”

Ao negar, Ela mostrou que sua Paixão por nós é maior que qualquer tentação. Nos mostra que nos momentos difíceis o maligno tentará tirar proveito. Mas somente em Cristo, encontramos a solução:

 “Por isso me comprazo em minhas fraquezas, nas injúrias, nos sofrimentos, nas perseguições, nas angústias suportadas por Cristo; pois quando sou fraco, é então que sou forte” (2Cor 12,10).

Perante qualquer “necessidade” adotamos os caminhos fáceis para dar fuga dessa situação, porém, nem sempre vemos, mas o demônio pode estar agindo em nossas vidas. 

Ele esperou o tempo certo, para que chegasse a comida certa. Sem inverter a realidade construída por Deus

Seu alimento foi a Palavra de Deus. Um costume quase perdido, que devemos restaurar. Principalmente para aqueles que praticarão o Jejum neste tempo de Quaresma. Devemos esperar o Vosso tempo:

 “Qualquer que beber desta água tornará a ter sede; mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede, porque a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que salte para a vida eterna” (Jo 4,13-14).

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Veja o que todo católico deve fazer durante a Quaresma

6, março, 2019 1 comentário
Quaresma

Quaresma!

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Os três domingos  consecutivos da  septuagésima, sexagésima e  quinquagésima (70, 60 e 50 dias  antes da Páscoa), tem por fim encaminhar os fiéis à preparação próxima da festa pascal. 

Quaresma os 40 dias de jejum e penitência que precedem à festa da Páscoa.

Essa preparação existe  desde o tempo dos Apóstolos, que limitaram sua duração a 40 dias, em memória do jejum de Jesus Cristo no deserto.

Durante esse tempo a Igreja veste seus ministros com paramentos de cor roxa e suprime os cânticos de alegria: O “Glória”, o “Aleluia” e o “Te Deum”. 


Na 4ª. feira depois do domingo da quinquagésima, dia que começa a Quaresma;

A Igreja  faz  imposição das cinzas (quarta-feira de cinzas), para lembrar os fiéis que são pó e em pó hão de tornar. 

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Essencialmente, o período é um retiro espiritual voltado à reflexão; 
Onde os cristãos se recolhem em oração e penitência para preparar o espírito para a acolhida do Cristo Vivo;

Ressuscitado no Domingo de Páscoa. Assim, retomando questões espirituais, simbolicamente o cristão está renascendo, como Cristo. 


Nesse  tempo santo, convém:

a) fazer penitência, observando a lei do jejum.

b) ouvir com freqüência a  Palavra de Deus. 

c) preparar-se por uma boa confissão para comunhão pascal.

A Igreja católica propõe, por meio do Evangelho proclamado na quarta-feira de cinzas, três grandes linhas de ação:


A oração, a penitência e a caridade.

Não somente durante a Quaresma, mas em todos os dias de sua vida, o cristão deve buscar o Reino de Deus. Os cristãos devem então recolher-se para a reflexão para se aproximar de Deus.

Esta busca inclui a oração, a penitência e a caridade, esta última como uma conseqüência da penitência.

Ainda é costume jejuar na Quaresma, ainda que ele seja válido em qualquer época do ano.


A igreja propõe o jejum principalmente como forma de sacrifício

Mas também como uma maneira de educar-se, de ir percebendo que, o que o ser humano mais necessita é de Deus.

Desta forma se justifica as demais abstinências, elas têm a mesma função.

Oficialmente, o jejum deve ser feito pelos cristãos batizados; Na quarta-feira de cinzas e na sexta-feira santa.

Pela lei da igreja, o jejum é obrigatório nesses dois dias para pessoas entre 18 e 60 anos.

Porém, podem ser substituídos por outros dias na medida da necessidade individual de cada fiel;

E também praticados por crianças e idosos de acordo com suas disponibilidades.


O jejum, assim como todas as penitências;

É visto pela igreja como uma forma de educação no sentido de se privar de algo e revertê-lo em serviços de amor, em práticas de caridade.

Os sacrifícios, que podem ser escolhidos livremente, por exemplo: Um jovem deixa de comer chocolate por um mês, e o valor que gastaria nos doces é usado para o bem de alguém necessitado.


Hoje é o último dia para você inscrever seus pedidos na Santa Missa da Quaresma.

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Quaresma é o tempo para nos reconciliarmos com o Coração de Jesus

5, março, 2019 Sem comentários
Moisés e as tábuas da Lei.

Moisés e as tábuas da Lei.


No momento em que o Coração de Jesus se sacrificou pela humanidade, nos lembremos de quando as Leis de Deus foram entregues, recebendo uma aliança com a Divindade para vivermos como vossos filhos.

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Infelizmente o povo aderiu à Lei pela boca e não pelo Coração. Fazendo com que muitos fossem infiéis ao Pai Eterno. Portanto a Quaresma, será o tempo de renascermos no Coração de Nosso Senhor, praticando, essencialmente, o Jejum assim como pedirdes: 

“Voltai para mim com todo o vosso coração, com jejuns, lágrimas e gemidos; rasgai o coração, e não as vestes; e voltai para o Senhor, vosso Deus” (Jl 2, 12-18).

Por isso o profeta Jeremias anunciou uma nova aliança que Deus ia fazer e colocá-la no coração do seu povo, como Ele mesmo diz:

“Porei a minha lei nas suas entranhas, e a escreverei nos seus corações, e serei o seu Deus, e eles serão o meu povo”. (Jr 31, 31-33).

Desse modo Deus renova a aliança, dá seu perdão e restaura o seu Povo.

Inscreva suas intenções na Santa Missa da Quaresma clicando aqui!

Devemos inscrever em nossos corações os Mandamentos da Lei de Deus, para sermos, de fato, seus 

Quaresma é exatamente o tempo em que somos reconciliados com Deus por meio de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Durante os 40 dias, devemos resistir as tentações e vícios assim como Nosso Salvador resistiu na “Tentação de Cristo”. Ele estará sempre disposto a nos restaurar.

Diz o Senhor: “Perdoarei a sua maldade e não me lembrarei mais do seu pecado” (cf. Jr 31, 31-34).

Neste período renovamos os votos realizados no Batismo, ou até mesmo a sua celebração, portanto, renascemos Agora, para que isso se dê realmente é preciso que, da parte do pecador, haja propósito (ou seja, a vontade firme) de nunca mais cometer pecado e de fugir das ocasiões.

Nosso Senhor nos ensina o que devemos para ser fiel à Nova Aliança:

“Não endurecer nosso corações com o pecado, aprender e professar os ensinamentos de Nosso Senhor Jesus Cristo, ao contrário daqueles” principais que creram nela, mas:

Amaram mais a glória dos homens do que a glória de Deus”. (Jo 12,40-43).


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